Posts tagged ‘Aborto’

13 janeiro, 2014

Papa Francisco diz que aborto significa “descartar seres humanos”.

Folha de São Paulo – O papa Francisco criticou nesta segunda-feira o aborto, que qualificou como “prova da cultura do descartável que desperdiça pessoas da mesma forma que desperdiça comida”. Para o pontífice, a interrupção voluntária da gravidez é “horrível”.

Esta foi a condenação mais incisiva ao aborto feita por Francisco desde sua eleição, em março de 2013. Tido como mais liberal em alguns aspectos, como a participação da mulher e o casamento homossexual, a frase foi um aceno a setores mais conservadores da Igreja Católica.

Em discurso anual a diplomatas, o pontífice comentava sobre a fome como um dos aspectos do que chama de “cultura do descartável”. “Lamentavelmente, não são objetos de descarte apenas os alimentos ou supérfluos, mas também os próprios seres humanos, que vem sendo descartados como coisas não necessárias”.

Para ele, essa cultura também afeta as crianças que não nasceram ainda, em referência à interrupção da gravidez. “Por exemplo, é horrível quando você pensa que há crianças, vítimas do aborto, que nunca verão a luz do dia”.

Francisco nunca deu sinais de que reveria a condenação da Igreja ao aborto, mas tampouco vinha fazendo as duras e frequentes recriminações contra essa prática que caracterizavam seus antecessores João Paulo 2º e Bento 16.

Em entrevista à revista jesuíta italiana Civiltá Cattolica, em setembro, o papa alarmou os conservadores ao dizer que a Igreja precisava se livrar da sua “obsessão” a temas polêmicos como aborto, contracepção e homossexualidade.

Há dois meses, ele se mostrou contrário à interrupção da gravidez em sua primeira exortação apostólica, mas defendeu que a Igreja Católica desse apoio às mulheres atingidas em países mais pobres, como os africanos, asiáticos e latino-americanos.

A posição de pontífice de favorecer a misericórdia em lugar da condenação desorientou muitos católicos conservadores, especialmente em países ricos, com os EUA, onde a Igreja está polarizada em torno de assuntos comportamentais.

No ano passado, o bispo de Providence (Rhode Island), Thomas J. Tobin, se disse frustrado pelo fato de o papa não ter tratado mais diretamente “do mal do aborto”. Críticas nesse sentido vinham sendo ecoadas por sites católicos conservadores nos últimos meses.

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10 janeiro, 2014

Por que eles nos odeiam?

Por Hillary White - The Remnant | Tradução: Teresa Maria Freixinho - Fratres in Unum.com - Vou dar um tiro no escuro e dizer que muitos pró-vidas, mesmo os que se converteram a essa posição, vieram de um ambiente doméstico que incluía mais de uma pessoa. A maioria das pessoas que conheci veio dessa coisa chamada “família”, que envolve várias outras pessoas, homens e mulheres, jovens e idosos, a quem permanecemos ontologicamente ligados pelo resto da vida. Aprendi também, embora isso tenha levado mais tempo, que a maioria das pessoas considera essas “famílias” como algo bom e útil, de benefício positivo em suas vidas.

Porque o Amor, a Vida e a Inocência Triunfam sobre a

Porque o Amor, a Vida e a Inocência Triunfam sobre a “Escolha”.

Essas ideias precisaram de algum esforço para se tornar habituais.

Essa suposição de segurança familiar, comum a muitas pessoas que atuam no mundo pró-vida, talvez seja uma desvantagem. Ela tende a fazer os pró-vidas parecerem presunçosos, satisfeitos consigo mesmos e incapazes de entender as conotações de sua mensagem para as pessoas do outro lado. E, muito possivelmente, essa suposição os impede de compreender o ódio e a raiva que, em toda inocência, eles podem causar ao insinuar que o aborto deve ser proibido. Lembro quando era mais jovem e via pró-vidas segurando cartazes de bebês, defendendo a maternidade, e achava que eles eram as piores pessoas do mundo. Que tipo de pessoas horríveis tentaria forçar uma mulher a destruir a si mesma por causa de um amontoado de células?

Levei muitos anos após a minha conversão para perceber que não é regra, mesmo no mundo ocidental da revolução pós-divórcio e pós-sexual, não ter parentes na vida, ter crescido sem contato com outras crianças da mesma idade e nunca ter tido contato com bebês ou gestantes. Levei muito tempo para descobrir que o pequeno mundo hippie-estiloso da Costa Oeste [americana], governado por costumes feministas e socialistas, não constituía a lei universal da existência.

Mesmo há poucos anos, um amigo que me entregasse seu filho, esperando uma resposta positiva, feminina, fofinha teria ficado decepcionado. Eu não tinha ideia alguma do que fazer com um bebê até muito recentemente e olhava para eles com uma vaga suspeita. (Embora eu seja muito boa com animais peludos e fofinhos, então, não totalmente privada de instinto feminino.)

Onde e quando cresci, nos anos 60 e início dos 70, na Ilha de Vancouver – o marco zero da Revolução Sexual –, a noção de famílias “alternativas” já estava bem arraigada, e em quase todo lugar era ponto pacífico que você vivia por conta própria e não podia depender de ninguém para obter ajuda ou apoio em caso de necessidade. Na melhor das hipóteses, bebês eram um estorvo, além de serem malcheirosos, barulhentos e destruidores. Na pior das hipóteses, eles eram um tipo de catástrofe social e econômica. Diziam-nos durante todo o caminho até a escola que a gravidez era fisicamente perigosa e arruinaria as nossas chances de qualquer felicidade futura, destruiria os nossos “relacionamentos” com os garotos e nos condenaria a vidas de miséria, pobreza e arrependimento pelas oportunidades perdidas.

Todas essas lembranças voltaram à minha mente nesta manhã quando li um artigo sobre o desdém e o desprezo com que, dentre todos os lugares, pais e bebês são tratados pela panelinha “estilosa” em Tel Aviv. Uma mulher escreveu sobre sua experiência com os seus amigos Cool Kids, quando, no início de seus 30 anos, ela anunciou que talvez desejasse ser mãe um dia: “Essa notícia foi recebida com doses iguais de gozação, desprezo e pena.”

Dana Kessler escreve no Tablet:

Alguns dos meus amigos me trataram como se eu tivesse me declarado uma fascista de direita ou apenas me olharam como se tivessem pena de mim por abandonar o reino do pensamento racional e voluntariamente atravessado para o outro lado – o lado do papo sobre bebê de quem sofreu morte cerebral. Ter um bebê, segundo eles, equivale a jogar a sua vida fora.

Sim. Praticamente.

Quando eu estava crescendo, a cultura hippie tinha dois pontos de vista sobre bebês: Eles eram uma forma de autoexpressão biológica ou um desastre social temido. Ninguém realmente gostava muito deles, mas, de qualquer jeito, os mais generosos os tinham, tanto quanto eu poderia dizer mais por descuido. Para início de conversa, essas eram pessoas cujos lares nunca eram lá muito limpos ou arrumados, assim, talvez eles imaginassem que um bebê bagunçando as coisas não faria muita diferença. Esses pais hippies, a maioria mulheres solteiras, permitiam mais ou menos que seus filhos corressem livremente e ficassem sujos. Esse comportamento era considerado como uma permissão para que seus filhos fossem “eles mesmos,” e as crianças que “se expressavam” espontaneamente sobre qualquer assunto eram consideradas como um triunfo da paternidade iluminada.

Minha mãe era uma dessas, e, de fato, eu passei grande parte de minha infância descalça. Eu tinha o hábito de pensar que o parque local, a praia e o terreno baldio do outro lado da rua fossem extensões de nossa própria sala de estar e, muitas vezes, deixava meus sapatos por lá, voltando para casa descalça. Apesar disso, eu era comparativamente bem asseada e bem-comportada, visto que minha própria avó inglesa – nascida em 1903 – não aturaria nada dessa baboseira hippie vinda de mim.

Entretanto, as outras poucas crianças em nosso círculo foram criadas de acordo com a interpretação mais rígida da ideologia e não eram restringidas por qualquer tipo de disciplina ou correção, instrução moral ou exemplo, e eram monstros. Não é de se admirar que eu preferisse passar o tempo sozinha explorando a praia ou com meu nariz enfiado em um livro. E, igualmente, não surpreende que muitos de nós crescemos para não ter os nossos próprios filhos.

Minha mãe, que, provavelmente, tinha uma inteligência de gênio, nunca perdeu uma oportunidade para lembrar todo mundo que a ouvisse, inclusive eu, que o motivo dela não ter prosseguido com os estudos para além do bacharelado (habilitação dupla em Matemática e Biologia Marinha) foi que ela precisava me criar e não tinha condições financeiras. A maternidade era um beco sem saída que acabava na repartição de serviço social.

Uma coisa que aprendíamos cedo e com absoluta certeza era que as crianças eram horríveis e que elas cresciam e se tornavam horríveis – egoístas, materialistas, incapazes de intimidade e totalmente sem restrições morais – como adultos, isso é simplesmente uma expressão de causalidade. A cultura hippie, que por fim tomou conta de todas as instituições do mundo ocidental, afirmava que os seres humanos eram “livres”, o que significa livres para serem terríveis.

Seja de maneira intencional ou não, o resultado final foi que a nossa cultura se tornou aquela que não apenas odiava as pessoas, mas produzia pessoas dignas de serem odiadas. O entrincheiramento profundo de ideologias e práticas anti-humanas; o divórcio, a contracepção, o aborto, o controle populacional e, finalmente, a eutanásia, procedem do ódio à vida humana que confirmamos pela nossa própria experiência pessoal cotidiana.

Como crianças crescendo no epicentro desse vasto experimento filosófico, ouvimos a mensagem todo dia, de nossos próprios pais, das escolas, dos programas e filmes de televisão, em voz alta e em muitas palavras ou de maneira mais sutil, que a maternidade era uma forma de escravidão a ser evitada a qualquer custo e a gravidez era uma doença horrível, deformante e com risco de vida. (O filme Alien – o 8º Passageiro de Think Ridley Scott e o seu monstro que se arrojava do peito do personagem e aquele filme de terror chamado Anjo Maldito sobre um bebê deformado e malvado.) Esses poucos de nós que tínhamos famílias mais numerosas do que as nossas mães solteiras e ocasionalmente pais visitantes, aprenderam a considerá-los com desconfiança. Divórcio e abandono estavam ao nosso redor, perseguindo aqueles que ainda tinham dois genitores, como um lobo à espreita bem atrás da luz de uma fogueira.

Todas as instituições de nossa cultura eram desdenhadas e menosprezadas pelos nossos anciãos; Vietnã, a Baía dos Porcos e o Watergate e todas as demais parafernálias históricas dos anos 60 haviam desacreditado o governo. As grandes empresas estavam tentando envenenar a nós e a “ecologia,” como chamávamos o meio ambiente naqueles dias. A Igreja era claramente um mal e existia somente para oprimir as mulheres e entrincheirar servidão doméstica; e o cristianismo era um conto de fadas absurdo para velhinhas tolas ou uma ferramenta de justiça social.

Crescemos sem pais, sem valores morais, sem instituições sociais, desconfiando de tudo e de todos que a nossa cultura oferecia como consolo. Dificilmente alguém poderia se surpreender que a “Geração X,” como éramos chamados, mergulhamos de cabeça no sexo, drogas e niilismo dos anos 80.

Creio que os pró-vidas, em sua maioria, vindos de um mundo diferente, muitas vezes se sentem aturdidos e chocados com a aversão que geram lá fora. Eles olham para a foto de um bebê e pensam “que fofo!”. Mas nós que crescemos “lá fora” éramos treinados desde bem cedo na vida para olharmos para a mesma foto e vermos uma ameaça mortal. Talvez seja difícil lembrar a dimensão do impacto que a cultura do divórcio teve sobre as pessoas da minha geração e as mais jovens. Nenhum de nós tinha qualquer noção de estabilidade ou segurança doméstica, e aqueles de nós que haviam se convertido à causa muitas vezes são convencidos de maneira mais intelectual do que emocional.

Talvez seja útil para as pessoas que estão entrando no debate sobre o aborto e questões relacionadas lembrar que eles nos odeiam por algum motivo. Ele é errado e se baseia em mentiras, mas não é por acaso ou algo inexplicável.

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15 dezembro, 2013

Polícia desarticula maior rede de abortos do Rio.

Por essas e outras querem legalizar o aborto no mundo: é um indústria altamente rentável.

* * *

Quadrilha formada por médicos, agenciadores e seguranças movimentava R$ 500 mil por mês, segundo as investigações; cada procedimento custava até R$ 8 mil

Estadão – RIO – Policiais da 19ª Delegacia de Polícia (Tijuca) desarticularam na manhã desta sexta-feira, 13, o que consideram ser a maior rede de abortos do Estado do Rio. Em um ano de investigação, os agentes da Operação Genesis descobriram que o grupo, que atuava em diversos locais, movimentava cerca de R$ 500 mil por mês.

Cerca de 50 policiais militares participaram da ação para cumprir seis mandados de prisão e sete de busca e apreensão em bairros das zonas sul e norte da capital e no município de São Gonçalo, região metropolitana. A quadrilha era formada por médicos, enfermeiros, anestesistas, agenciadores e seguranças. Semanalmente eram realizados aproximadamente 50 abortos, que custavam de R$ 3,5 mil a R$ 8 mil por procedimento. Mulheres de outros Estados como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Maranhão vinham para o Rio fazer abortos.

Dono de pelo menos três clínicas, José Luiz Gonçalves, de 48 anos, foi preso apontado como principal articulador da quadrilha e o responsável pela intermediação entre médicos e agenciadoras de abortos, na capital. O médico Guilherme Estrella Aranha, 60 anos, que atendia na Clínica Nossa Senhora das Neves, em São Gonçalo, foi detido. Maria José Barcellos Cândido, 51, Nilda de Souza Pontes, 71, Ivo Tannuri Filho, 60, e Myrian Hahamovici, 65, também foram presos.

Com a quadrilha, formada por no mínimo 12 pessoas, foi apreendido equipamento médico usado para fazer os abortos, como máquinas de sucção, maca, instrumentos cirúrgicos, medicamentos, radiografias, além de computadores, agendas e uma quantidade estimada em R$ 100 mil em real, dólar, euro, libra e franco.

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11 dezembro, 2013

O tolerante Evangelho rosinha.

O deputado federal Dr. Rosinha (PT do Paraná), presidente da Comissão de Seguridade Social da Câmara e relator do projeto que revoga a lei 12845 — que na prática instituiu o aborto no Brasil – ficou tristinho. Mas quem teve a coragem de magoar Rosinha? Algumas centenas de cidadãos brasileiros inconformados com um seminário sobre “saúde reprodutiva” (eufemismo para vocês sabem o quê) realizado no começo do mês.

Ah, essa democracia! Só vale a pena quando os mandatários podem fazer o que bem entendem, até agir na surdina, como fizeram com o PLC 3/2013

Cristo expulsa os vendilhões do templo - Rosinha faltou nesta aula de catequese.

Evangelho não é cor de rosa: Cristo expulsa os vendilhões do templo – Rosinha faltou nesta aula de catequese.

Subject: Seminário de Parlamentares da América Latina e Caribe para debater a Saúde Reprodutiva, Materna, Neonatal e Infantil e os Objetivos da Meta do Milênio
Date: Wed, 11 Dec 2013 10:52:49 -0200
From: dep.dr.rosinha@camara.leg.br

Prezadas,

Prezados,

Como recebi centenas de e-mails sobre o mesmo tema, ficou impossível responder individualmente a cada uma das mensagens. Aliás, é bom que se diga que algumas continham textos idênticos, o que demonstra que a ação foi orquestrada.

Assim, optei por uma resposta coletiva e pública, que será divulgada em forma de artigo.

Cristãos intolerantes

Cristo, em sua breve passagem pela Terra, nos ensinou muita coisa, sendo uma delas a tolerância. Parece que boa parte dos que atualmente se dizem cristãos não aprendeu essa lição. Outro ensinamento de Cristo é o compromisso com a verdade: nunca mentir. Este ensinamento também é ignorado por grande parte dos cristãos.

Brinca-se que quando alguém é perguntado sobre determinado tema e não sabe a resposta, a pessoa em tom de chacota responde“eu faltei nesta aula”. Parece que muitos cristãos e cristãs faltaram na catequese no dia em que foi ensinada a importância da tolerância e a ter compromisso com a verdade.

Na semana passada fui vítima dos intolerantes e dos mentirosos.

Explico: a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, presidida por mim, organizou o “Seminário de Parlamentares da América Latina e Caribe para debater a Saúde Reprodutiva, Materna, Neonatal e Infantil e os Objetivos da Meta do Milênio”. O requerimento que gerou o Seminário foi aprovado por unanimidade dos membros da Comissão. Portanto, pela importância do tema, nenhum parlamentar se opôs.

A Organização das Nações Unidas (ONU) firmou em 2000 um compromisso com muitos países, os chamados Objetivos do Milênio, de reduzir em 75 % até 2015, as mortalidades infantil e materna. Há outros objetivos do milênio, porém o nosso Seminário se propôs a debater estes dois.

A mentira e a intolerância estão quando muitos cristãos e cristãs espalharam na internet mensagens caluniosas apregoando que “sou contra a vida”, que estou “promovendo o aborto” no Brasil, que “sou mau presidente”, que “desenvolvo a cultura da morte” e outras ofensas que sequer quero reproduzi-las. Antes de qualquer coisa, repudio a todos estes adjetivos e, ao contrário de Cristo, não ofereço a outra face.

Algumas mensagens, para a minha tristeza e decepção, eram assinadas por padres, professores, diáconos, bibliotecários, alunos, etc., gente que sempre pensei, pelo cargo que ocupam, serem inteligentes. Sempre vi num professor, se não um pensador, pelo menos alguém que ajude ou ensine a pensar. Sempre vi num padre, num diácono, num pastor um tolerante, alguém que não mente.

Segundo o dicionário Houaiss, tolerância é o “ato ou efeito de tolerar; indulgência, condescendência; tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, de agir e de sentir diferentes ou mesmo diametralmente opostas às nossas”. Definição essencialmente cristã.

Minha decepção é para com todos os homens e mulheres, cristãos ou não, que não conseguem ser tolerantes, que não conseguem respeitar os demais, que têm na sua verdade, a verdade única e absoluta. Minha tristeza é para com aqueles que leem e não conseguem interpretar. Meu repúdio é para com aqueles e aquelas que leem e agem de má fé nas redes sociais. Usam-nas para disseminar a sua interpretação ou mesmo se aproveitam dos que não leram e disseminam a mentira. Poderia fazer como Cristo: “Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem”. Mas, não posso agir assim, porque sabem o que fazem e porquê fazem. Posso perdoar os inocentes úteis, como por exemplo, um rapaz de cerca de 20 anos de idade que no dia do Seminário dirigiu-se a mim dizendo:

- “O senhor está excomungado!”

De início fiquei estupefato com esta “excomunhão”. Em seguida, tive dúvidas se ria ou se perguntava com que autoridade e em nome de quem me excomungava. Por fim, preferi o silêncio, a pena e a compaixão. Compaixão e pena pela inocência deste rapaz e ao mesmo tempo preocupação com o seu futuro. O mundo é diferente do que estão lhe ensinando. Ou ele faltou no dia da catequese sobre tolerância ou os seus “mestres” faltaram com a verdade e não ensinaram a ele o significado desta palavra e deste gesto.

Por tudo que li do que me enviaram, por tudo que ouvi, sinceramente ainda estou estupefato com o comportamento destes cristãos. Em que Igreja aprendem ou aprenderam? Qual Evangelho leem ou leram? Com certeza não é o mesmo que leio e tampouco é o mesmo que lê o Papa Francisco.

Dr. Rosinha

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6 dezembro, 2013

Intervenção do Prof. Hermes Rodrigues Nery na Câmara dos Deputados.

Apresentamos a íntegra do pronunciamento do Prof. Hermes Rodrigues Nery (Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté), em Audiência Pública de 4 de dezembro de 2013, às 14h, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Brasília (DF), Plenário 09.

POR UM BRASIL DESENVOLVIDO, QUE NÃO EXIJA O SANGUE DO SER HUMANO INOCENTE E INDEFESO

Para Humberto Leal Vieira, que nos motivou com seu exemplo, na missão de conjugar legislação e vida

Exmo. Sr.

Deputado Pastor Marco Feliciano,

DD. Presidente da Comissão de Direitos Humanos e minorias da Câmara dos Deputados,

Exmo. Sr. Deputado João Campos

e Sra. Dra. Thereza Lamare Franco Neto, representante do Ministério da Saúde.

hermesCumprimento também os que aqui estão presentes e agradeço desde já a oportunidade de, neste momento, ser expressão da voz do povo brasileiro, cujas pesquisas de opinião, em relação à questão do aborto, tem se manifestado pela crescente rejeição da prática do aborto (82% Vox Popoli)1 e, em votação nesta Casa de Leis, em 7 de maio de 2008, por 33 x 0[2] a Comissão de Seguridade Social e Família rechaçou o PL 1135-91 (de autoria dos deputados Eduardo Jorge [PT] e Sandra Starling [PT], como me lembrou agora há pouco o caro amigo aqui presente, Dr. Paulo Fernando Mello Costa), e também na Comissão de Constituição e Justiça, por 57 x 4; portanto, não há omissão do parlamento brasileiro quanto aceitar a prática de um crime que vitima os seres humanos mais indefesos e que requerem, na fase de gestação no ventre materno, a maior proteção.

30 novembro, 2013

Câmara dos Deputados promoverá audiência pública sobre aborto.

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS
54ª Legislatura – 3ª Sessão Legislativa Ordinária 

PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA
AUDIÊNCIA PÚBLICA
DIA 04/12/2013

(SUJEITO A ALTERAÇÃO) 

LOCAL: Anexo II, Plenário 09
HORÁRIO: 14h

Audiência Pública:

Tema: Discutir o aborto.

Req. 89/13, do Dep. Pastor Marco Feliciano.

Convidados:

  • DEPUTADO JOÃO CAMPOS , autor do requerimento da CPI do Aborto;

  • HERMES RODRIGUES NERY , Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté;

  • Representante do Ministério da Saúde.

Fonte: Câmara

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29 novembro, 2013

Obama decide fechar a embaixada dos EUA no Vaticano: Mostra “antipatia” pelos católicos.

WASHINGTON DC, 28 Nov. 13 / 12:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- A decisão do governo dos Estados Unidos, encabeçado por Barack Obama, de fechar sua embaixada na Santa Sé, e transladar os escritórios respectivos a um anexo da embaixada na Itália, “é outra manifestação da antipatia deste governo tanto pelos católicos, como pelo Vaticano, e pelos cristãos no Oriente Médio”, disse o ex-embaixador desse país junto a Santa Sé, James Nicholson.

Em declarações ao site Catholic Vote, Nicholson, que foi embaixador ante a Santa Sé entre 2001 e 2005, advertiu que a embaixada no Vaticano tem uma posição estratégica “para intermediações em tantas soberanias, mas particularmente no Oriente Médio”.

Fazendo referência ao momento atual, ele diz que não é um “bom momento para diminuir o tamanho desta intermediação. Diminuir o tamanho deste posto é diminuir a sua influência”.

De acordo ao informado pelo Departamento de Estado dos EUA à imprensa local em 25 de novembro, a decisão de fechar a embaixada no Vaticano se deve a razões econômicas, procurando economizar 1,4 milhões de dólares ao ano.

Entretanto, James Nicholson assegurou que “o Departamento de Estado há muito tempo queria fazer isso. Surgiu quando eu era embaixador. Expliquei-lhes a loucura disto e deixaram de lado. Mas agora parecem determinados a fazê-lo”.

A percepção com esta decisão, apontou, é “que os Estados Unidos estão mostrando uma falta de apreciação pela importância do Vaticano como parceiro diplomático”.

Para o Catholic Vote, a decisão do governo de Obama se deve a que “os grupos anti-familia odeiam o Vaticano. No cenário internacional, o Vaticano é um feroz promotor da liberdade religiosa, da dignidade de toda vida humana e da família tradicional. E a Santa Sé se opôs vigorosamente ao imperialismo pró-aborto promovido pelo Planned Parenthood e outros durante décadas”.

Planned Parenthood, a maior companhia abortista do mundo, apoiou com 15 milhões de dólares à campanha para a reeleição de Barack Obama, e assumiu o crédito por sua vitória em novembro de 2012.

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28 novembro, 2013

Novo apelo pela Campanha São Paulo pela Vida. Ajude!

Por CitizenGo - A Constituição Federal não permite emendas propostas por via de iniciativa popular, mas tão somente por PECs apresentadas pelos próprios deputados. No entanto, o Estado de São Paulo possui esta prerrogativa, ou seja, admite que seja apresentada emenda por iniciativa popular.

Por isso, o Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, localizada no referido Estado, apresenta a proposta de iniciativa popular para incluir o direito à vida, desde a concepção, na constituição paulista.

Precisamos entregar 330 mil assinaturas de pessoas residentes no estado de São PauloEntão, se você reside em São Paulo, clique no link abaixo para assinar a petição online:

http://goo.gl/Woh8KB

Ou, para obter o formulário impresso clique aqui e nos envie pelo correio (Campanha São Paulo pela Vida – Rua José de Mello Mendes, 83 – São Bento do Sapucaí – São Paulo – CEP: 12.490-000) com assinaturas de seus familiares, amigos e colegas de trabalho, escola, paróquia, etc. Se você puder se empenhar em obter ao menos 300 assinaturas e nos enviar pelo correio, certamente conseguiremos viabilizar, o quanto antes, a Campanha São Paulo pela Vida.

Saiba mais sobre a Campanha São Paulo pela Vida: http://www.youtube.com/watch?v=oEiSVKxMLOg

Finalmente, não deixe também de assinar a Campanha São Paulo pela Vida aqui, a fim de que possamos ampliar a iniciativa popular, com um número mais significativo de adesões, confirmando assim, segundo as pesquisas de opinião, que a expressa maioria do povo brasileiro é pela vida e contra o aborto.

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23 outubro, 2013

Twittaço pela vida, hoje, às 19 horas: @DrRosinha #LeiCavaloDeTroia.

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Compartilhe e participe do Twittaço pela vida, hoje, às 19 horas: a manifestação visa demonstrar o desejo do povo brasileiro de que seja colocada em pauta o PL 6033/2013, que revoga (sem discussões hermenêuticas, pura e simplesmente revoga) o famigerado PLC 3/2013, tornado lei sob o nº 12.845 — a “Lei Cavalo de Tróia”, que instituiu na prática o aborto no Brasil.

O projeto que visa a revogação está atualmente na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara, onde deve ser discutido e votado, passando em seguida à Comissão de Constitucionalidade e Justiça, antes de prosseguir para o Senado. O atual presidente da CSSF é o Deputado Rosinha, do PT do Paraná, e basta que ele queira colocar a questão em pauta para que o projeto de lei caminhe. Dr. Rosinha é favorável à legalização do aborto, mas a maioria dos deputados membros da Comissão é contrária. Manifeste-se, portanto, no Twittaço!

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21 outubro, 2013

Anote na sua agenda.

Até onde um comunista está disposto a ir para cumprir sua palavra?

Se aborto for aprovado, “eu renuncio”, diz presidente do Equador

Rafael Correa, Presidente do Equador, nas eleições passadas assumiu o compromisso de não legalizar o aborto no país, atualmente considerado crime, exceto nos casos de gravidez fruto de estupro a deficientes mentais e risco de morte para a mãe.

“Façam o que quiserem, eu jamais aprovarei a despenalização do aborto”, disse o Presidente em entrevista a uma emissora de TV local. A despenalização do crime vem sendo debatida por ocasião da reforma do Código Penal. Alguns Correligionários do partido de Correa defendem a mudança e isso deixou o Presidente enfurecido. “A mim dá muito mais trabalho as deslealdades e traições de supostos amigos do que os acertos dos inimigos”, confessou.

Caso se prossiga a trama para a aprovação do aborto naquele país Rafael Correa foi categórico,“imediatamente” apresenta sua carta de renúncia.

Fonte: Ancoradouro