Com informações de Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com - Pe. Amorth, sacerdote e exorcista, afirma que o ato de Francisco “foi um verdadeiro exorcismo e se o Pe. Lombardi o nega, ele claramente não entendeu nada”. Pe. Gabriele Amorth expressou sua opinião sobre o gesto do Papa do último domingo no programa de rádio italiano “Um giorno da Pecora”. “Foi um verdadeiro exorcismo e digo mais, o rapaz que o Papa exorcizou veio a mim às 11:30 hoje”, declarou Pe. Amorth.

Padre Gabriele Amorth, exorcista da Diocese de Roma.
O que o garoto tinha? “Não era um garotinho, ele tem 43 anos, esposa e filhos. Seu nome é Angelo e está possuído por quatro demônios. Eu realizou um longo exorcismo nele hoje”. Questionado se o Papa não foi capaz de curá-lo, Pe. Amorth respondeu: “O que ele fez é qualificado como um exorcismo porque um exorcismo é também realizado ao colocar as mãos sobre a cabeça da pessoa e rezar, sem recorrer a exorcismos escritos”.
“Primeiro, o Papa se encontrou com os jovens, depois um padre se aproximou do Papa e lhe disse que o rapaz era mexicano e estava possuído por quatro demônios”, afirmou Amorth. O nome do padre é Juan Rivas, um Legionário de Cristo. Segundo Amorth, neste caso em particular, “é uma vingança do demônio contra os bispos mexicanos, porque eles não se opuseram ao aborto como deveriam. O rapaz só será libertado se os bispos mexicanos fizerem penitência por não ter intervindo”.
Assim, Pe. Amorth esmaga a afirmação da Sala de Imprensa do Vaticano de que o ato do Papa não foi um exorcismo, dizendo que “se negam isso, é porque não entenderam nada”. “O exorcismo”, declarou, “não se limita a um conjunto de regras rituais, orações escrituras usadas exclusivamente em casos de exorcismo. Orações de libertação ditas em palavras espontâneas podem também ser consideradas um tipo de exorcismo. Posso citar três casos do Papa João Paulo II realizando exorcismos sem livros”.
Pe. Juan Rivas, o sacerdote mexicano [dos Legionários de Cristo da prelazia de Cancún-Chetumalque] que estava ao lado do rapaz quando o Papa rezou por ele, escreveu hoje em sua página do Facebook: “Quero esclarecer um ponto: a pessoa por quem o Papa rezou era um possesso. Como ninguém ouviu as palavras que Francisco pronunciou (nem eu, apesar do fato de ele estar bem na minha frente), tudo que posso confirmar é que ele pronunciou uma oração de libertação e nada mais”. E acrescentou: “Voltamos aos tempos pagãos dos astecas e seus sacrifícios humanos aos demônios”. Sim, porque na opinião do sacerdote a “possessão” pela qual o Pontífice teria feito esta oração de libertação estaria ligada à aprovação da lei do aborto no México.
Rivas disse que “a fim de parar a violência no México, temos primeiro que admitir publicamente o nosso pecado: nós e os bispos do México temos que unir nossas vozes e condenar o crime do aborto, reparar com uma celebração religiosa a grave ofensa cometida contra Nossa Senhora de Guadalupe. Não devemos parar até que esta lei, que favorece a violência contra os pobres e indefesos, seja revista”.









Mas essa foi também a maior marcha, porque os americanos a favor da vida queriam fazer ouvir suas vozes por um presidente que não apenas tem louvado o aborto repetidas vezes, tornando-o ainda mais acessível, mas também tem evitado a objeção de consciência, forçando as instituições católicas a praticá-lo. Um presidente que recentemente disse que sua organização favorita era a Planned Parenthood, uma associação pró-aborto riquíssima, que promove a contracepção e o aborto no mundo inteiro. Ela é a mesma organização que na Europa, através da União Europeia, realiza uma campanha acirrada, de modo que não haja mais países, como a Irlanda, a Polônia e Malta, que impeçam o aborto livre.



"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey