Posts tagged ‘Cardeal Gianfranco Ravasi’

7 março, 2014

Efeito Francisco segundo Ravasi.

Cardeal Gianfranco Ravasi.

Cardeal Ravasi.

“Num mundo em que os políticos são vistos como uma casta, o Papa, ao contrário, tenta se aproximar.

Com Bento XVI, as audiências duravam 40 minutos e a volta da praça [de papamóvel], 10.

Francisco fala dez minutos e passeia entre os fiéis durante uma hora, ouvindo-os”.

Palavras do Cardeal Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, outrora papabile, sobre a “a originalidade do Papa Francisco”.

16 maio, 2013

A beleza segundo o Cardeal Ravasi.

Nova fanfarrice do frustrado Paulo VII, que já havia inclusive apresentado a Bento XVI o famoso “Espírito do Concílio”: uma narcisista exibição mundana. 

Primeiro a notícia de Zenit (destaques nossos). Enquanto Pe. Beto tem a síndrome da reflexão, Ravasi e sua trupe tem a síndrome do diálogo. Ao todo, foram gastos sóbrios 750 mil euros  — que poderiam ser direcionados a um “gesto de caridade para com os mais necessitados“:

Santa Sé estará presente pela primeira vez na Bienal de Arte Veneza

A Santa Sé participa este ano pela primeira vez da Bienal de Veneza (1 de Junho a 24 de novembro) com um pavilhão inspirado no Gênesis. No princípio é o título escolhido pelo cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, que, na linha de trabalho deste Departamento que busca incentivar o diálogo com a cultura contemporânea, criou e promoveu esta novidade.

O anúncio foi feito numa conferência de imprensa esta manhã, na Sala de Imprensa do Vaticano. Estiveram presentes o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Antonio Paolucci, diretor dos Museus do Vaticano, Paolo Baratta, presidente da Bienal de Veneza, Micol Forti e monsenhor Pasquale Iacobone, ambos do Pontifício Conselho para a Cultura.

Cardeal Ravasi afirmou que este projeto “não é apenas uma novidade extraordinária, mas responde a um dos objetivos do dicastério: estabelecer e promover oportunidades de diálogo num contexto cada vez mais amplo e diversificado“. O tema escolhido para esta exposição foi o primeiro livro da Bíblia: Gênesis, em particular, os primeiros onze capítulos, dedicados ao mistério das origens, a entrada do mal na história, a esperança e os projetos dos homens após a devastação simbolicamente representado no diluvio. O trabalho foi desenvolvido, explicou o cardeal, em três núcleos temáticos: Criação, De-Criação, Nova Humanidade ou Re-criação. Sobre a importante relação entre fé e arte, o cardeal afirmou que são “irmãs entre elas no caminho da cultura”.

Em seguida, o presidente da Bienal de Veneza apontou a importância da presença da Santa Sé como um sinal “do importante papel que a Bienal desenvolve: um lugar de encontro e de diálogo“. Também afirmou que nesta exposição de arte “cada um traz a sua própria contribuição, cada um é impulsionado essencialmente pelo desejo de ser reconhecido como parte do grande diálogo que tem lugar atualmente na criação artística, imprescindível expressão vital, hoje como ontem, da cultura e da civilização”.

A 55° Exposição Internacional de Arte organizada pela Bienal de Veneza, abre ao público no sábado, 1 de junho, e estará aberta até domingo, 24 de novembro. A exposição contará com 88 participantes nacionais. E 10 países representados pela primeira vez: Angola, Bahamas, Bahrain, Costa do Marfim, República do Kosovo, Kuwait, Maldivas, Paraguai, Tuvalu e a Santa Sé.

Embora a participação nesta amostra de Veneza seja uma novidade, o Vaticano sempre esteve intimamente ligado a estas exposições de arte internacionais. A primeira vez que esteve presente foi em 1851, em Londres, e desde então foram 22 exposições, incluindo cidades como Chicago, Paris, Nova York e Bruxelas. A última vez foi em 2008, na exposição organizada em Zaragoza em “Água e o desenvolvimento sustentável”.

Sobre os custos envolvidos na exposição, monsenhor Iacobone explicou que a elaboração e a gestão econômica do Pavilhão da Santa Sé na Bienal de Veneza foi confiada à Fundação do Patrimônio Artístico e Atividades da Igreja, que desenvolveu a iniciativa com critérios de sobriedade. O custo foi de $ 750.000, integralmente assumidos pelos patrocinadores e doações.

No final da conferência ZENIT encontrou Paolo Baratta. Quando perguntado sobre a importância da presença do “microcosmo” da Santa Sé no grande universo da Bienal, o presidente respondeu: “Eu considero um ato que tem a grandeza da humildade, que não assume um posicionamento que quer ditar as regras, mas quer participar de um diálogo. E a Bienal é um espaço de diálogo, em torno da criação artística como um fator fundamental, que ultrapassa a utilização e a finalidade das obras”.

* * *

Eis algumas das obras selecionadas para o “stand” da Santa Sé na bienal (imagens da CNN):

"Obra" do "artista" australiano Lawrence Carroll representa a "Re-criação".

“Obra” do “artista” australiano Lawrence Carroll representa a “Re-criação”.

 

O fotógrafo francês Josef Koudelka combinou uma série de seus trabalhos como uma meditação sobre a "De-criação".

O fotógrafo francês Josef Koudelka combinou uma série de seus trabalhos como uma meditação sobre a “De-criação”.

 

A criação segundo a companhia de arte italiana Studio Azzurro.

A Criação segundo a companhia de arte italiana Studio Azzurro.

* * *

Não poderia ser mais oportuna a entrevista do Reverendíssimo Padre Anthony Brankin à edição de fevereiro de 2013 da Revista Catolicismo.

26 fevereiro, 2013

Sua Vaidade, o possível Paulo VII. A campanha eleitoral de Ravasi.

Sei apenas que o Papa que virá não deverá ser este homem que dança em torno do bezerro de ouro, ou seja, isto que é o cardeal Ravasi. Rezem, portanto; rezem não só para que o Espírito Santo destrua as lógicas mundanas à qual alguns obscuros cardeais são devotados há anos, sob a direção do Camerlengo.

Por Francesco Colafemmina

Fratres in Unum.com – “O progresso técnico é rápido, mas é inútil sem um idêntico progresso na caridade. Antes, é mais que inútil, porque nos disponibiliza uns meios mais eficazes para retroceder”. Não, não são palavras do Papa, nem muito menos de qualquer ilustre moralista católico. São do grande intelectual inglês Aldous Huxley, autor, dentre outros livros, do romance “Admirável mundo novo”, que ilustra uma sociedade materialista, onde a concepção, a morte e o matrimônio são barreiras naturais a serem infringidas, românticas recordações do passado. A Igreja hoje está num impasse: escolher o progresso da caridade? Ou o progresso tout court? O Cardeal Ravasi é uma expressão desta segunda estrada, que está em condições de pacificar a Igreja com o mundo, fechando-a para a sua autêntica missão.

Cardeal Gianfranco Ravasi.

Cardeal Gianfranco Ravasi.

Talvez, para os mais ingênuos, seja conveniente recuperar um pouco a história do personagem. Terminados os tempos da convention de Publitalia ou do Banco Popular de Sondrio, Monsenhor Ravasi mofava nas salas da Biblioteca ambrosiana, onde, entre um programa televisivo dominical e um artigo matinal em Avvenire[1], escrevia dezenas e dezenas de livros inúteis, com os quais inchava o próprio narcisismo de papel. Deprimido em 2005 pela malícia do cardeal Re, o qual, para refutar sua nomeação para bispo de Assis tinha tirado fora de seu barrete um artigo do Sole24Ore de 2002 com o título chocante de “Não ressuscitou, se elevou”, Ravasi se reegueu apenas em 2007, graças ao inculpável Monsenhor Piacenza. Sim, porque se Piacenza não tivesse sido nomeado secretário da Congregação para o Clero, dificilmente Ravasi teria entrado novamente pela porta de serviço do Vaticano.

Instalou-se, assim, na Pontifícia Comissão para os Bens Culturais, que, para ele, sempre foi menos importante do que o seu verdadeiro trampolim de lançamento: o Pontifício Conselho para a Cultura. Lançamento que se consolidou, no entanto, somente graças ao cardeal Bertone, seu autêntico sponsor, do qual, então, se tornou confidente. Bertone queria que ele fosse, nada mais nada menos que, arcebispo de Milão. Mas o Papa queria Scola. A condição acertada foi conceder-lhe acesso ao cardinalato. Aconteceu em novembro de 2010 e, pela ocasião, o grande narcisista conseguiu receber os cumprimentos e saudações na Sala Regia, a poucos passos do trono do Papa, prontamente removido. Ali, o possível Paulo VII teria exibido a sua nova púrpura sem, entretanto, ruborizar-se por sua excelsa vaidade. Bertone insistiu por Milão, mas o Papa a destinou em junho de 2011. O néo-cardeal Ravasi ficou ainda muito feliz. Já tinha inventado o seu “Átrio dos Gentios”, plataforma astuta desde a qual podia programar o seu próprio e utopístico pontificado.

Não me prolongarei comentando a experiência intercultural e filo-gnóstica de Ravasi. Para desmontar suas complexas articulações basta estarmos conscientes da sua natureza instrumental. Graças ao barracão do “Átrio dos Gentios”, o Cardeal pôde se fazer conhecido aos de fora da Itália, suprir o seu desfalque pastoral através de um tipo de pastoral ad usum agnosticorum bem mais eficaz para os media e aos opinion makers. Além disso, pôde recolher numerosos fundos, certamente não numa conta junto ao IOR e sob o título de uma associação de direito pontifício, mas numa de suas contas no Banco Popular de Sondrio (sede de Lodi), coisa da qual é possível se certificar consultando o site do Átrio (www.cortiledeigentili.com).

Ravasi voou logo para o Twitter (tem também uma conta em inglês e em espanhol), para a blogosfera (hospedado no site do Sole24Ore), utilizou todos os canais possíveis para lançar a própria imagem dialogante, néo-hierofante do vazio que, no diálogo privado de metas, aquisições ou verdade, retarda a própria fé. Três são os vértices desta clamorosa campanha em estilo americano: o encontro Parisiense em 2011 na sede da Unesco com intelectuais agnósticos gritantes, o encontro em Assis com Napolitano[2] em outubro passado, e o último show de rock para a Plenária do Pontifício Conselho para a Cultura, há duas semanas.

Agnosticismo maçonizante, atlantismo ecumênico decadente e piedoso juvenilismo comercial. Estas são as três dobradiças da plataforma eleitoral ravasiana (e, naturalmente, Bertoniana). O indispensável terceiro-mundismo foi cultivado mediante encontros com relativos diplomatas e artistas.

O que falta a este quadro? É evidente! As virtudes teologais e, destas, particularmente, a caridade. Não se trata de querer cardeais e, sobretudo, papas com o avental, prontos para servir os mais necessitados, a abraçar os doentes, a confortar os desesperados. Não se trata de querer uma Igreja transformada numa opaca ONG, mas de contemplar testemunhas concretas e sinceras de caridade. Caridade não pensada ou dita (intelectual), mas realizada através de ações tangíveis (prática). Inserida, sobretudo, nas estáveis certezas da fé em Cristo. É a “renúncia ao eu”, que, por outro lado, é o elemento essencial. Um narcisista não pode ser papa, e isto parece óbvio. Mas, ao contrário, para muitos comentadores, isto não é evidente. Todos estão embotados pela magia do progresso, do pó levantado por ele, que é capaz de cegar o coração dos cristãos.

Neste instante, me vem à mente a imagem de um Papa mudo, porque incapaz de falar, sofredor, mas tenaz, sustentado pela incansável energia da fé. Quanto aquele seu silêncio foi rico de fé, enormemente mais rico do que a vácua redundância de palavras que o cardeal Ravasi está agora[3] despejando sobre o papa abscondens Bento, no curso de suas meditações quaresmais. Pensem nisto: Bento, também, reconhecendo ter perdido o “vigor do corpo e do ânimo” procura o silêncio da clausura para evitar o quase desaparecimento da sua própria fé. É um sinal para os nossos tempos revolucionários. O (falso) progresso, a confusão das palavras, emoções, imagens e sentimentos, não é aproveitável a ninguém, não serve, sobretudo, em nada para a salvação das almas. É este o centro do ministério sacerdotal. E o futuro Papa deverá ser firme na sua fé, antitético ao (falso) progresso deste mundo, renunciar ao Twitter e ao Facebook, escalar menos os picos da teologia para descer em meio aos seus e confirmar a fé esvaziada dos individualismos, da bricolagem teológica e litúrgica que ameaça não apenas a Catolicidade, mas também a Romanidade da nossa Igreja. Um Papa “devocional”, que adore a Deus mediante sinais universais. Um Papa humilde, cuja humildade consista também em levar o peso do próprio múnus até o fim, em ensinar que a Igreja não se inova e moderniza dialogando, confirmando a ambiguidade de uma época dialética que evita as certezas e as verdades, mas afirmando. É necessário afirmar o que é a Igreja, quem é a sua Cabeça, quem são os seus sacerdotes e quem são os seus leigos. Não é possível vestir uma elitista veste renascimental adornando-se de todos os preciosos acessórios dos nossos tempos, nem tampouco transigir ainda para com o desmazelo litúrgico, ao pauperismo secularizante, à renúncia moral percebida por alguns como o verdadeiro horizonte de uma Igreja “aggiornata”.

Mesmo assim, é potente em nosso caso a magia de Ravasi, que, mediante fabulações, consegue reunir os extremos, conciliar os opostos, mostrar, através de palavras, hologramas virtuosos, aos quais alguns são induzidos a crer. Por isso, Ravasi é o verdadeiro perigo do futuro conclave. Um perigo crescente, porque aparentemente não contrastado. De outro lado, não sei se o auspício papal que acabo de descrever acima esteja plasmado apenas em meu coração, ou seja encarnado em qualquer cardeal que, sob o cetim purpúreo e a camisa com abotoaduras de ouro, leve o hábito ou um áspero cilício. Sei apenas que o Papa que virá não deverá ser este homem que dança em torno do bezerro de ouro, ou seja, isto que é o cardeal Ravasi. Rezem, portanto; rezem não só para que o Espírito Santo destrua as lógicas mundanas à qual alguns obscuros cardeais são devotados há anos – sob a direção do Camerlengo -, mas para que seja eleito verdadeiramente aquele Sacerdote ao qual, com palavras admiráveis, se refere o Introito da Missa pro eligendo Summo Pontifice: “Suscitabo mihi sacerdotem fidelem, qui iuxta cor meum et animam meam faciet: et ædificabo ei domum fidelem et ambulabit coram Cristo meo cunctis diebus”[4].

Nosso agradecimento a um caro amigo pela gentileza de providenciar esta tradução para o blog.

* * *


[1] Jornal da CEI – Conferência Episcopal Italiana (NdT).

[2] Presidente da república da Itália, do Partido Comunista Italiano (NdT).

[3] O artigo foi escrito durante o retiro quaresmal do Papa e da Cúria Romana, cujo pregador foi o Card. Ravasi (NdT).

[4] “Suscitarei para mim um sacerdote fiel, que agirá conforme meu coração e minha alma; e edificarei para ele uma morada definitiva, e andará diante de mim todos os dias” (1Sm 2,35, Missa pro eligendo Summo Pontifice, Antiphona ad Introitum” (NdT).

8 fevereiro, 2013

Show de rock inicia assembléia do Pontifício Conselho para a Cultura.

7 de fevereiro de 2013 – Romereports.com | Tradução: Fratres in Unum.com – A cada dois anos, o Pontifício Conselho para a Cultura se reúne para sua assembléia plenária. Dessa vez, a cultura jovem teve posição central, para iniciar o encontro ao som do rock.

O Vaticano está convencido de que, para alcançar os jovens, deve primeiro aprender sobre a sua cultura. Como início, o Pontifício Conselho para a Cultura convidou a banda de rock The Sun para dar o ponta-pé inicial da assembléia plenária com um show, bem como a história pessoal de conversão dos membros da banda. Apesar do público duro, a música com o tempo o conquistou.

FRANCESCO LORENZI – Vocalista, The Sun

“Nós nos deixávamos levar pelos excessos da vida de músico, como álcool, drogas, mulheres e no fim, quando retornamos para casa, estamos vazios por dentro. O absurdo era ver que esse era o nosso maior momento profissionalmente, mas por dentro nós criávamos um vazio. Nós não nos falávamos, e mais do que tudo não tínhamos inspiração. Foi assim que começamos a fazer perguntas maiores, quem somos nós, onde estamos, o que eu quero para mim? Por que eu quero ser músico? O que eu sempre quis ser, mas não estou feliz. Eu comecei a pensar na Igreja, graças ao conselho da minha mãe, que me convidou para ir a uma aual com ela. São já 10 anos desde que estou na Igreja”.

O Cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, assegura que conhecer o jovem também é conhecer o futuro e a direção para a qual a sociedade moderna está apontada.

CARD. GIANFRANCO RAVASI
Presidente, Pontifício Conselho para a Cultura

“Por essa razão, é necessário para nós compreender a música e a linguagem que podem transmitir várias dimensões que a simples palavra não pode. É uma música diferente daquela que estou acostumado. Tentei ouvir os álbuns de Amy Winehouse, mas eu estou muito distante. Embora neles haja também aquele desejo de autenticidade, de verdade, de significado”.

Os membros de The Sun cumprimentaram o Papa e deram a ele, como presente, o seu álbum mais recente. Assim, é muito provável, no futuro, que se ouça algum rock nas salas do Palácio Apostólico.

5 dezembro, 2012

Aviso de restauração no Átrio dos gentios.

Uma inesperada mensagem de Bento XVI devolve à iniciativa [do Átrio dos Gentios] sua finalidade original: a de evangelizar aos não crentes, e não apenas escutá-los. O cardeal Ravasi posto à prova.

Cardeal Gianfranco Ravasi.

Cardeal Gianfranco Ravasi.

 IHU – A reportagem é de Sandro Magister, publicada no sítio Chiesa, 30-11-2012. A tradução é do Cepat.

Quando na vigília de Natal, em 2009, Bento XVI lançou a ideia do Átrio dos Gentios, disse imediatamente qual era a sua finalidade: manter desperta a busca de Deus entre agnósticos e ateus, como o “primeiro passo” para a sua evangelização.

Porém, o Papa não estabeleceu as formas de realizar isto. Confiou o andamento nesta direção ao presidente do Pontifício Conselho da Cultura, o arcebispo e depois cardeal Gianfranco Ravasi, valioso e experimentado criador de acontecimentos culturais.

Continue lendo…

10 julho, 2011

Foto da semana.

O famoso “Espírito do Concílio” é apresentado pessoalmente ao Papa Bento XVI. Foi aberta no último dia 4 a exibição de arte contemporânea “O esplendor da verdade, a beleza da caridade”, preparada pelo Cardeal Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, em honra do 60º aniversário de ordenação do Papa Bento XVI. Entre as obras expostas Papa está também o projeto da nova catedral de Belo Horizonte. Fonte: Rorate-Caeli.