Posts tagged ‘CNBB’

16 abril, 2014

Dom João Bosco é nomeado bispo de Osasco (SP).

Por CNBB – O papa Francisco acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom Ercílio Turco, em conformidade com o cânon 401.1 do Código de Direito Canônico, e nomeou hoje, 16, como bispo da diocese de Osasco (SP), dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, transferindo-o da sede episcopal de União da Vitória (PR).

Trajetória

Dom João Bosco Barbosa de Sousa é natural de Guaratinguetá (SP), membro da Ordem dos Frades Menores (OFM). Foi nomeado bispo em 03 de janeiro de 2007, sendo ordenado no dia 23 de março do mesmo ano. É bispo de União da Vitória desde 30 de março de 2007. O lema “Cristo nossa vitória” conduz a missão episcopal de dom João Bosco que atualmente é presidente do Regional Sul 2 da CNBB.

Com formação em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e Comunicação Social pela União Católica Internacional de Imprensa, dom João Bosco dedica-se aos trabalhos da Pastoral da Comunicação, com experiências em mídias audiovisuais, rádio e televisão. Em 2013, integrou a comissão do texto base da 51ª Assembleia Geral da CNBB.

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11 abril, 2014

É neste domingo: não dê um tostão na coleta da Missa.

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As razões podem ser lidas aqui: entidades socialistas — até sindicatos!! — empenhadas na promoção da agenda anti-católica receberão parte dos valores arrecadados no “Dia Nacional de Coleta da Solidariedade”.

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7 abril, 2014

Imperdível! CNBB abre concurso para hino da Campanha da Fraternidade 2015.

Nossos leitores podem deixar suas sugestões de hinos na caixa de comentários…

Brasília (RV) – Estão abertas as inscrições do concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2015.

O prazo para envio das composições (áudio e partitura) será até 11 de junho de 2014. Por decisão do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep) da CNBB, o concurso será realizado em um único edital, que irá selecionar letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria de letristas e músicos.

A Campanha da Fraternidade de 2015 terá como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). O objetivo é inserir a campanha nas comemorações do jubileu do Concílio Vaticano II, com base nas reflexões propostas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.

O assessor de música litúrgica da CNBB, Pe. José Carlos Sala, destaca a importância do concurso e da colaboração dos profissionais da música.

“A participação de poetas e músicos para a composição de um hino visa traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos da Campanha da Fraternidade, com uma melodia bela e expressiva que possibilite a participação de todos no canto”, explicou. (MJ/CNBB)

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2 abril, 2014

Bispo de Santo André também se manifesta contra “Ideologia de Gênero”.

Tendo em vista a pauta da Câmara dos Deputados, que nesta quarta-feira, 26 (26/3/2014), vota o Plano Nacional de Educação (PNE), coloco-me, como brasileiro e cristão, a pedir-vos para assinar uma petição pública contra a ‘ideologia de gênero”, presente na atual versão do Documento que, se aprovado, tornar-se-á parâmetro para o sistema educacional brasileiro.

Devido à pressão popular, a votação do referido documento foi adiada diversas vezes. Tal pressão dá-se devido aos valores antiéticos e morais que a chamada “ideologia de gênero” representa para a sociedade como um todo. Difusa em vários países, chega a vez do Brasil. Seu alcance social e cultural já foi qualificado por alguns como “verdadeira revolução antropológica”. Não se trata apenas de uma simples moda intelectual. Diz respeito, antes de tudo, a um movimento cultural com reflexos na compreensão da família, na esfera política e legislativa, no ensino, na comunicação social e na própria linguagem corrente.

Como tal, a “ideologia de gênero” opõe-se radicalmente à visão bíblica e cristã da pessoa e da sexualidade humana. Refere-se à defesa de um modelo de sexualidade e de família que a sabedoria e a história, não obstante as mutações culturais, nos diferentes contextos sociais e geográficos, consideram apto para exprimir a natureza humana. Tal ideologia não apenas contrasta com a visão bíblica e cristã, mas também com a verdade da pessoa e da sua vocação humana. Prejudica a realização pessoal e, a médio prazo, defrauda a sociedade. Não exprime a verdade da pessoa, mas distorce-a ideologicamente. É importante saber que a palavra gênero substitui – por uma ardilosa e bem planejada manipulação da linguagem – o termo sexo.

Deste modo, o modelo “inovador” proposto para a sociedade brasileira – e esperamos sua manifestação contrária – não existiria mais homem e mulher distintos segundo a natureza, mas, ao contrário, só haveria um ser humano neutro ou indefinido que a sociedade – e não o próprio sujeito – faria ser homem ou mulher, segundo as funções que lhe oferecer.

Nós sempre acreditamos que Deus criou o ser humano como homem e mulher. Portanto, o homem não escolhe ser homem ou mulher, mas o é por natureza. Independentemente das crenças religiosas, este fundamento da sexualidade humana faz parte da humanidade desde sempre, mas hoje já não é aceito como um dado real. Ao contrário, é negado por uma nova interpretação da vida sexual moderna. Ser homem ou mulher não é mais o resultado de uma realidade que nos é dada, mas resultado de uma escolha.

Em uma época que o ser humano se orgulha da preocupação com a natureza, a natureza humana está sob forte ataque. Por isso, prestemos atenção, quão arbitrária, antinatural e anticristã é a ideologia de gênero contida no Plano Nacional de Educação (PNE). Por essa razão, merece a efetiva reação dos cristãos e de todas as pessoas de boa vontade, a fim de exigir que nossos representantes no Congresso Nacional façam, mais uma vez, jus ao encargo de serem nossos representantes e rejeitem, definitivamente, a “ideologia de gênero” em nosso sistema de ensino. Pois, o Congresso Nacional não tem o poder de votar matéria tão importante sem o conhecimento e a aprovação do Povo.

As formas de participação – simples, mas imprescindíveis – são as seguintes:

a) assinatura em uma plataforma específica no http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

b) ligação gratuita pelo  telefone 0800 619 619. Tecla “9” pedindo a rejeição à ideologia de gênero em nosso sistema educacional.

Dom Nelson Westrupp, scj

Bispo de Santo André

Fonte: Diocese de Santo André

2 abril, 2014

Repúdio da Arquidiocese de Olinda e Recife à “Ideologia de Gênero”.

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O PNE será votado hoje, às 14:30, na Câmara. Rezemos!

Fonte: Arquidiocese de Olinda e Recife

 

28 março, 2014

Até quando, senhores da CNBB?

Por Percival Puggina – Sei que o texto transcrito a seguir parece escrito com o cotovelo, mas era preciso ser fiel ao trabalho de seus redatores. Trata-se de um trecho do documento Análise de Conjuntura, referente a março de 2014, preparado pela assessoria da CNBB para a 83ª reunião do Conselho Permanente da entidade, ocorrida entre os dias 11 e 13 deste mês em Brasília.

“Em análises anteriores da conjuntura econômica foi assinalado o discurso alarmista da imprensa e o alarmismo de analistas econômicos, não sem contradições na análise da realidade. Está bem presente um viés ideológico que perpassa todas as análises evidenciando um conluio entre a imprensa e os donos do dinheiro no país. O tom das análises reflete rancor, raiva e oposição ao governo atual, com parcialidade tal que perde o sentido de objetividade. A chave de leitura é uma oposição visceral do mundo financeiro e empresarial ao governo da presidente Dilma, ampliada com o horizonte das eleições em outubro deste ano.”

Por indicação de um leitor, retornei ao site da CNBB em busca desse documento. Havia onze anos que eu não perdia meu tempo lendo as análises mensais de conjuntura preparadas pela assessoria da CNBB. A entidade, na ocasião em que questionei o tom petista militante que caracterizava os textos, informou que os mesmos não eram “dela”, CNBB, mas elaborados “para ela”. Com tal afirmação, os senhores bispos supunham desobrigar-se de um volumoso conjunto de documentos que, estranhamente, levam o timbre e estão disponíveis no site da entidade que os congrega.

Entre minha visita anterior e esta, transcorreu toda uma década, mudou o mundo, mudou o Brasil, mas os assessores da CNBB continuam derramando seu fel ideológico sobre cada frase. A orientação persiste: defesa insistente do petismo e seus parceiros de aquém e de além mar. O texto acima, por exemplo, é parte de um trecho bem maior, dedicado à situação nacional. Ao longo dele algo, ao menos, fica bem claro: os peritos que socorrem a CNBB com sua visão da “conjuntura” já têm candidata a “presidenta” para 2014. O documento deve ter cerca de 5 mil palavras. De início, para desvendar sua eclesialidade, procurei ver quantas vezes apareciam nele a palavra Cristo e seus derivados. Usando o instrumento de busca, digitei as letras “crist” com o que abrangeria todos os vocábulos com essa raiz. Houve apenas três ocorrências. Pareceu-me pouco para um documento católico. Quando fui ver o que diziam do Mestre, descobri, não sem surpresa, que uma dessas referências tratava da senhora Cristina Kirchner, a outra do senador Cristovam Buarque. E a terceira mencionava as “milícias cristãs” que estariam sendo submetidas à lei de Talião na República Centro-Africana. Ou seja, do doce Nazareno, apesar de levar a assinatura de quatro padres, nada. Ni jota como diriam nossos vizinhos castelhanos. O texto ficaria muito bem num Congresso do PT ou numa reunião do Foro de São Paulo: apoio ao governo federal, à presidente Dilma, ambiguidade em relação à crise da Ucrânia e apoio a Maduro na crise venezuelana, onde sustentam os redatores que a oposição, sim, a oposição, estaria radicalizando.

Entre os quatro leigos que também subscrevem o documento incluem-se o secretário de Articulação Social da Chefia de Gabinete da Presidência da República (braço-direito do ministro Gilberto Carvalho) e o secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do governador petista do Distrito Federal. Os outros dois leigos são membros da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, outro dos vários organismos da CNBB aparelhados pelo PT, como a Pastoral da Terra, as CEBs e a Pastoral da Juventude. Todos selecionados a dedo, portanto, para produzirem o que se lê. Esperavam o quê?

Não é com surpresa que faço estas constatações e escrevo estas linhas. A CNBB parece não se importar com as demasias praticadas sob o guarda-chuva de seu nome e logomarca, nem com sua instrumentalização para fins políticos e partidários. Pode chocar a você, leitor, saber que esse suposto desinteresse coloca a instituição a serviço de quem, inequivocamente, tem entre seus objetivos o de acabar com o pouco que ainda remanesce de valores cristãos e de presença da Igreja na sociedade brasileira. Mas isso não causa o menor constrangimento à CNBB.

Há muitos lobos no meio das ovelhas que lhes confiou o Senhor. Às avessas da recomendação evangélica, os mansos como as pombas não parecem ser prudentes como as serpentes. E os prudentes nada têm de mansos.

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* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site http://www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.

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26 março, 2014

Um CNBBista para a Diocese de Cornélio Procópio.

Triste Cornélio Procópio, PR: foi anunciada hoje a nomeação de Dom Manoel João Francisco, até agora bispo de Chapecó, SC, e presidente do insignificante e ridículo CONIC, como seu novo ordinário. O consolo, talvez, seja o fato de Dom Manoel ter apenas mais 7 anos de episcopado até alcançar a idade para aposentadoria.

Dom Manoel João Francisco e seus confrades de CONIC - Embora não seja possível distinguir quem é o bispo católico, trata-se do senhor do meio.

Dom Manoel João Francisco e seus confrades de CONIC – Embora não seja possível distinguir quem é o bispo católico, trata-se do senhor do meio.

Feitos de Sua Excelência:

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20 março, 2014

Novo bispo para São José dos Campos, SP.

1962713_668014789925359_1044185947_nAnunciada hoje a nomeação de Dom José Valmor César Teixeira, SDB, como bispo diocesano de São José dos Campos, SP. Dom César, como é tratado, tem longa experiência na Congregação Salesiana e foi nomeado bispo de Bom Jesus da Lapa, BA, em 2009.

Os leitores que tiverem mais informações sobre seu perfil poderão deixar sua contribuição na caixa de comentários.

17 março, 2014

Extra, Extra! Bomba! Breaking news! CNBB divulga mensagem sobre…

A Copa do Mundo!

Jogando pela vida
Mensagem da CNBB sobre a Copa do Mundo

Por CNBB – Direito humano de especial valor, o esporte é necessário a uma vida saudável e não deve ser negligenciado por nenhum povo. De todos os esportes, o brasileiro nutre reconhecida paixão pelo futebol. Explicam-se, assim, a expectativa e a alegria com que a maioria dos brasileiros aguarda a Copa do Mundo que será realizada em nosso país, pela segunda vez.

Fiel à sua missão evangelizadora, a Igreja no Brasil acompanha, com presença amorosa, materna e solidária, esse grande evento que reunirá vários países e protagonizará a oportunidade de um congraçamento universal, “na alegria que o esporte pode trazer ao espírito humano, bem como os valores mais profundos que é capaz de nutrir”, como nos lembra o Papa Francisco.

Os brasileiros, identificados por sua hospitalidade e alegria, saberão acolher aqueles que, de todas as partes do mundo, virão ao nosso país por ocasião da Copa. Nossos visitantes terão a oportunidade de conhecer a riqueza cultural que marca nossa terra, sua gente, sua arte, sua religiosidade, seu patrimônio histórico e sua extraordinária diversidade ambiental.

A Copa se torna, portanto, ocasião para refletir com a sociedade sobre as relações pacíficas e culturais entre todos os povos, bem como sobre os aspectos sociais e econômicos que envolvem o esporte que é harmonia, desde que o dinheiro e o sucesso não prevaleçam como objeto final, conforme alerta o Papa Francisco.

Lamentamos que, na preparação para a Copa, esse último aspecto tenha prevalecido sobre os demais, motivando manifestações populares que acertadamente reivindicam a soberania do país, o respeito aos direitos dos mais vulneráveis e efetivas políticas públicas que eliminem a miséria, estanquem a violência e garantam vida com dignidade para todos. Solidarizamo-nos com os que, por causa das obras da Copa, foram feridos em sua dignidade e visitados pela dor da perda de entes queridos.

Não é possível aceitar que, por causa da Copa, famílias e comunidades inteiras tenham sido removidas para a construção de estádios e de outras obras estruturantes, numa clara violação do direito à moradia. Tampouco se pode admitir que a Copa aprofunde as desigualdades urbanas e a degradação ambiental e justifique a instauração progressiva de uma institucionalidade de exceção, mediante decretos, medidas provisórias, portarias e resoluções.

O sucesso da Copa do Mundo não se medirá pelos valores que injetará na economia local ou pelos lucros que proporcionará aos seus patrocinadores. Seu êxito estará na garantia de segurança para todos sem o uso da violência, no respeito ao direito às pacíficas manifestações de rua, na criação de mecanismos que impeçam o trabalho escravo, o tráfico humano e a exploração sexual, sobretudo, de pessoas socialmente vulneráveis e combatam eficazmente o racismo e a violência.

A sociedade brasileira é convidada a aderir ao projeto “Copa da Paz” e à Campanha “Jogando a favor da vida – denuncie o tráfico humano”. Seu objetivo é contribuir para que a Copa do Mundo em nosso país seja lembrada como tempo de fortalecimento da cidadania. Por meio destas iniciativas, a Igreja se faz presente na vida política e social do país, cumprindo sua missão evangelizadora. Ao mesmo tempo, conclamamos as Dioceses em cujo território estão localizadas as cidades-sede da Copa a oferecerem especial atenção religiosa aos seus diocesanos e aos visitantes.

O jogo vai começar e o Brasil se torna, nesse momento, um imenso campo, sem arquibancadas ou camarotes. Somos convocados para formar um único time, no qual todos seremos titulares para o jogo da vida que não admite espectadores. Avançando na mesma direção, marcaremos o gol da vitória sobre tudo que se opõe ao bem maior que Deus nos deu: a vida. Essa é a “coroa incorruptível” (1Cor 9,25) que buscamos e que queremos receber ao final da Copa. Então, seremos todos vencedores!

Que a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, nos agracie com sua bênção e proteção neste tempo de fraternidade e congraçamento entre os povos

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

19 fevereiro, 2014

Arcebispo de Belo Horizonte membro da Congregação para as Igrejas Orientais. Novo bispo auxiliar para Brasília.

Nomeações divulgadas hoje no boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé:

    • Novo bispo auxiliar de Brasília: Mons. Marcony Vinícius Ferreira

      Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte, é nomeado membro da Congregação para as Igrejas Orientais. Certamente, a nomeação se deve por tão prestimosos serviços à Igreja de Belo Horizonte e do Brasil, desde sua egrégia presidência da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina de Fé da CNBB (sim, isso existe, embora até o momento não se saiba, ao certo, o que faz e para que serve) até a sua atual omissão vexaminosa gestão do caso do notável herege Frei Cláudio Van Balen. Parabéns, Excelência!

    • Marinis: também para a Congregação para as Igrejas Orientais, Papa Francisco confirmou Dom Piero Marini, antigo cerimoniário de João Paulo II, como membro da Congregação, bem como nomeou o seu atual mestre de cerimônias, Monsenhor Guido Marini, como membro.
    • Mons. Marcony Vinícius Ferreira, de 50 anos, foi nomeado novo bispo auxiliar de Brasília. Indicativo de uma breve saída de Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB e também auxiliar de Brasília? Cotadíssimo anteriormente para a Arquidiocese de Porto Alegre, fala-se que Steiner assumiria uma grande arquidiocese em futuro próximo. Igualmente, fala-se que Dom Odilo Scherer deve ser nomeado para algum cargo na Cúria Romana, o que deixaria a Arquidiocese de São Paulo disponível…