Posts tagged ‘CNBB’

17 dezembro, 2015

Bispo de São Carlos renuncia.

Dom Paulo Sérgio Machado apresentou sua renuncia, aos 70 anos, após um triste acontecimento ganhar destaque nos jornais. 

Dom Airton José assume como Administrador Apostólico em nossa Diocese

Por Diocese de São Carlos – O Papa Francisco aceitou nesta quarta-feira (16) a renúncia do bispo de São Carlos, Dom Paulo Sérgio Machado.  A decisão foi publicada no Boletim Diário da Sala de Imprensa do Vaticano. Até a nomeação de um novo Bispo, Dom Airton, arcebispo Metropolitano de Campinas, assume a Diocese como Administrador Apostólico.

Dom Paulo completou 70 anos no último dia 22 de novembro e depois de 26 anos como bispo, dentre os quais nove na Diocese de São Carlos, pediu ao Papa, como presente de aniversário, ser Bispo emérito. Os motivos da sua renúncia são expressos numa carta que ele mesmo escreveu ao Santo Padre. “Já me sinto cansado. Tem muita gente boa por aí para me substituir. Não quero servir de peso a ninguém”, expressou Machado.

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9 dezembro, 2015

O brado dos católicos alcança a CNBB: “Os senhores estão calados! Omissos!”.

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9 dezembro, 2015

Leigos Católicos reagem à nota de CBJP-CNBB.

Ah, sim! O CBJP não fala pela CNBB, claro! Ufa, minha consciência agora está anestesiada…

Não fala pela CNBB, mas é um órgão da CNBB, subordinado à sua presidência, e tem seu comunicado publicado na primeira página do site oficial da… CNBB.

Já que perguntar não ofende: não pretenderia a CNBB, com isso tudo, dar um tapa com a mão dos outros para depois lamuriar, quase que ofendida, que a comissão é independente?

Se há independência, dona CNBB, publique a nota abaixo em seu site oficial, na primeira página, e dê às duas posições um tratamento igualitário, ora bolas!

Parabéns aos Leigos Católicos do grupo “Terra de Santa Cruz”, representados por Murilo Carlos Muniz Vera, Breno Paradelo Garcia e Hilvio Maciel Carvalho, pela iniciativa!

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manifesto

Manifesto dos Católicos à CNBB – clique para baixar.

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4 dezembro, 2015

CNBB, 11 de agosto de 1992.

CNBB culpados

Clique para ampliar. Folha de São Paulo, 11 de agosto de 1992 – Assim a CNBB se manifestava quando Collor estava ameaçado de impeachment. Outro partido no poder, outros critérios.

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27 novembro, 2015

Faleceu o bispo diocesano de Assis, SP, Dom José Benedito Simão.

NOTAFALECIMENTODOMSIMO

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16 novembro, 2015

CF 2016: Campanha do esgoto.

Conic apresenta texto-base da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016

Por Arquidiocese do Rio de Janeiro – O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) de 2016, que será realizada em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o objetivo de debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.

O tema escolhido para a reflexão é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si”.

“Nesse tema e lema, duas dimensões básicas para a subsistência da vida são abarcadas a um só tempo: o cuidado com a criação e a luta pela justiça, sobretudo dos países pobres e vulneráveis. Nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, queremos instaurar processos de diálogos que contribuam para a reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que têm orientado a política e a economia”, explica a coordenação geral, representada pelo bispo da Igreja Anglicana e presidente do Conic, dom Flávio Irala, e a secretária-geral, pastora Romi Márcia Bencke.

Ainda, na apresentação do texto-base, a organização diz que a reflexão da CEF 2016 será “a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso país”.

O texto-base está organizado em cinco partes, a partir do método ver, julgar e agir. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2016.

Campanha cruza fronteiras

Uma das novidades da Campanha é a parceria com a Misereor – entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina.

Desde 1958, a Misereor contribui para fortalecer a voz dos povos do Sul, que lutam e buscam caminhos que possam conduzir ao bem-viver dos homens e mulheres. A CFE está em sintonia, também, com o Conselho Mundial das Igrejas e com o papa Francisco.

Integram a Comissão da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (Ceseep), Visão Mundial, Aliança de Batistas do Brasil, Diretoria do Conic, Misereor.

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31 outubro, 2015

CNBB continua, firme e forte, em seu amasiamento com o petismo.

O Fratres se une aos apelos de mobilização por um Brasil melhor, e conclama seus leitores a exigirem que os membros da CNBB sejam pura e simplesmente bispos católicos apostólicos romanos, nada além disso, e não sociólogos verborrágicos de quinta categoria. Pelo bem do Brasil! E sem “cara de vinagre” — que nível!.

“Garantir a governabilidade” (do PT…), “garantir o aprofundamento das conquistas sociais” (supostamente conquistadas no governo do PT…), “pessimismo contaminador” (a situação não é tão complicada assim, não estamos “num beco sem saída”!), lançar exclusivamente sobre as costas do legislativo “o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade” (ao executivo… do PT…, nenhuma admoestação específica)…

Alguém mais fica com a impressão de que esta nota não visa senão promover e proteger o… PT Brasil?

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CNBB divulga nota sobre a realidade sociopolítica brasileira

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira (27), durante coletiva de imprensa, nota sobre “A realidade sociopolítica brasileira: dificuldades de oportunidades”. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da instituição, que esteve reunido em Brasília, de 27 a 29 deste mês.

Na nota, a CNBB manifesta-se a respeito do momento de crise na atual conjuntura. “A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo”, declaram os bispos.

Confira a íntegra do texto:

A REALIDADE SOCIOPOLÍTICA BRASILEIRA

DIFICULDADES E OPORTUNIDADES

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 27 a 29 de outubro de 2015, comprometido com a vivência democrática e com os valores humanos, consciente de que é dever da Igreja cooperar com a sociedade para a construção do bem comum, manifesta-se acerca do momento de crise na atual conjuntura social e política brasileira.

A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar a incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo. A frustração presente e a incerteza no futuro somam-se à desconfiança nas autoridades e à propaganda derrotista, gerando um pessimismo contaminador, porém, equivocado, de que o Brasil está num beco sem saída. Não nos deixaremos tomar pela “sensação de derrota que nos transforma em pessimistas lamurientos e desencantados com cara de vinagre” (Papa Francisco – Alegria do Evangelho, 85).

Somos todos convocados a assegurar a governabilidade que implica o funcionamento adequado dos três poderes, distintos, mas harmônicos; recuperar o crescimento sustentável; diminuir as desigualdades; exigir profundas transformações na saúde e na educação; ampliar a infraestrutura, cuidar das populações mais vulneráveis, que são as primeiras a sofrer com os desmandos e intransigências dos que deveriam dar o exemplo. Cada protagonista terá que ceder em prol da construção do bem comum, sem o que nada se obterá.

É preciso garantir o aprofundamento das conquistas sociais com vistas à construção de uma sociedade justa e igualitária. Cabe à sociedade civil exigir que os governantes do executivo, legislativo e judiciário recusem terminantemente mecanismos políticos que, disfarçados de solução, aprofundam a exclusão social e alimentam a violência, entre os quais o estado penal seletivo, as tentativas de redução da maioridade penal, a flexibilização ou revogação do Estatuto do Desarmamento e a transferência da demarcação de terras indígenas para o Congresso Nacional. No genuíno enfrentamento das atuais dificuldades pelas quais passa o país, não se pode abrir espaço para medidas que, de maneira oportunista, se apresentam como soluções fáceis para questões sabidamente graves e que exigem reflexão e discussão mais profundas com a sociedade.

A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso comum entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade. É inadmissível alimentar a crise econômica com uma crise política irresponsável e inconsequente.

Recorde-se que “uma sociedade política dura no tempo quando, como uma vocação, se esforça por satisfazer as carências comuns, estimulando o crescimento de todos os seus membros, especialmente aqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade ou risco. A atividade legislativa baseia-se sempre no cuidado das pessoas” (Papa Francisco ao Congresso dos EUA). Nesse sentido, com o espírito profético inspirado na observância do Evangelho, a CNBB reitera que o povo brasileiro, os trabalhadores e, principalmente, os mais pobres não podem ser prejudicados em nome de um crescimento desigual que reserva benefícios a poucos e estende a muitos o desemprego, o empobrecimento e a exclusão.

A construção de pontes que favoreçam o diálogo entre todos os segmentos que legitimamente representam a sociedade é condição fundamental para a superação dos discursos de ódio, vingança, punição e rotulação seletivas que geram um clima de permanente animosidade e conflito entre cidadãos e grupos sociais. Esse clima belicoso, às vezes alimentado por parte da imprensa e das redes sociais, poderá contaminar ainda mais os corações e mentes das pessoas, aprofundando abismos e guetos que, historicamente, maculam nossa organização social. Ao aproximar-se o período eleitoral de 2016, é responsabilidade de todos os atores políticos e sociais, comprometidos com a ética, a justiça e a paz, aperfeiçoarem o ambiente democrático para que as eleições não sejam contagiadas pelos discursos segregacionistas que ratificam preconceitos e colocam em xeque a ampliação da cidadania em nosso país.

A corrupção se tornou uma “praga da sociedade” e um “pecado grave que brada aos céus” (Papa Francisco – O rosto da misericórdia, n.19). Acometendo tanto instituições públicas, quanto da iniciativa privada, esse mal demanda uma atitude forte e decidida de combate aos mecanismos que contribuem para sua existência. Nesse sentido, destaca-se a atuação sem precedentes dos órgãos públicos aos quais compete combater a corrupção. A contraposição eficaz à corrupção e à sua impunidade exige, antes de mais nada, que o Estado cumpra com rigor e imparcialidade a sua função de punir igualmente tanto os corruptos como os corruptores, de acordo com os ditames da lei e as exigências de justiça.

Deus nos dê a força e a sabedoria de seu Espírito, a fim de que vivamos nosso ideal de construtores do bem comum, base da nova sociedade que almejamos para nós e para as futuras gerações.

Brasília, 28 de outubro de 2015.

Dom Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília-DF

Presidente da CNBB

 

Dom Murilo S. R. Krieger

Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA

 Vice-presidente da CNBB

 Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília-DF

Secretário Geral da CNBB

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21 outubro, 2015

Aposentadas duas das figuras mais tenebrosas do episcopado brasileiro.

Dom Demétrio Valentini, bispo de Jales, SP, e Dom Redovino Rizzardo, de Dourados, MS, tiveram suas renúncias aceitadas pelo Papa Francisco no dia de hoje.

Não conhecemos o perfil de seus sucessores, mas, dificilmente pode ser pior que o dos sucedidos.

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17 agosto, 2015

Porque a CNBB serve para… (III)

… fazer recenseamentos com o propósito de identificar/neutralizar os bons padres não alinhados ao establishment? Afinal, perguntar não ofende!

Abaixo, imagens de pesquisa que circula entre padres das dioceses brasileiras.

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13 agosto, 2015

Presidente da CNBB: “O povo já não aguenta mais tanta corrupção”.


DomSergioRochaPresidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e arcebispo de Brasília, dom Sergio da Rocha considera missão da Igreja participar da política. Mas a atuação segue os propósitos católicos, baseados na ética e no bem comum, diferentemente dos interesses partidários e corporativos que ditam governos e campanhas eleitorais. Atento observador da sociedade, o arcebispo afirma que, em tempos de crise, a Igreja tem de exercer o papel do profeta: questionar, transformar, sem receio de desagradar ao senso comum. Esse posicionamento explica a decepção com a atabalhoada reforma política conduzida no Congresso — “a gente esperava muito mais” — e a ressalva ao pacto pela governabilidade — “Um pacto não vai deixar de lado, por exemplo, a luta contra a corrupção”. A postura cristã também fundamenta a posição da CNBB contra a redução da maioridade penal, apesar da imensa vontade popular. Paulista da cidade de Dobrada, dom Sérgio diz “ter cabeça de cidade, mas coração rural”. Aos 55 anos, está encantado com a receptividade do brasiliense, em particular nas regiões mais simples. Mas chama a atenção para os problemas sociais. Cita em particular o drama dos imigrantes, que vêm de regiões conflituosas da Ásia e da África e vivem em condições precárias nas cidades do DF.