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Dom Ranjith, novo arcebispo de Colombo. Pe. Di Noia, novo secretário para o Culto Divino.
O Papa nomeou Arcebispo de Colombo (Sri Lanka) S. E. Mons. Patabendige Don Albert Malcolm Ranjith, Arcebispo Titular de Umbriatico, transferindo-o do Ofício de Secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.
O Santo Padre nomeou Secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos o Revmo. Padre Joseph Augustine Di Noia, O.P., até então sub-secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, elevando-o ao mesmo tempo à sé titular de Oregon City, com dignidade de Arcebispo.
A guerra na cúria: rumores sobre transferência de Mons. Ranjith para Colombo.
Conforme mencionado anteriormente aqui há cerca de um ano, as crescentes pressões contra o formidável Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Arcebispo Malcolm Ranjith, finalmente deixará seu cargo. O vaticanista italiano Andrea Tornielli informou hoje que a nomeação de Ranjith como Arcebispo de Colombo, capital de sua terra natal, o Sri Lanka, será anunciado no próximo sábado.
Tornielli sugere que Ranjith poderia se tornar Cardeal (somente um ocupante da Sé de Colombo se tornou Cardeal) no que será o Segundo exílio da Cúria Romana – o seu primeiro exílio ocorreu em 2004, quando, na condição de secretário adjunto da Propaganda Fide, ele foi nomeado repentinamente Núncio para a Indonésia pelo Papa João Paulo II.
Tornielli menciona também que um prelado de uma nação de língua inglesa poderia ser o novo Secretário do Culto Divino, um homem que iria “pacificar o campo de batalha litúrgico” …
Veja todas as notícias relacionadas a Dom Ranjith aqui.
Fonte: Rorate Caeli
O Espírito Santo que não abandona a Igreja: Cardeal Zen se dedicará aos tradicionalistas e os indícios do programa a ser implantado pelo novo Prefeito do Culto Divino.

Uma decisão significativa: Um Cardeal da Igreja Romana preferiu celebrar a sua última missa como Arcebispo em exercício no Rito Antigo.
(kreuz.net) Conforme noticiado no sítio francês ‘paixliturgique.org’, o Cardeal Joseph Zen Zekiun (77) de Hong Kong celebrou a sua última Missa como Arcebispo de Hong Kong no Rito Antigo.
Em 15 de abril o Papa Bento XVI aceitou a resignação do Arcebispo. A missa ocorreu no mesmo dia.
Com o seu gesto, o Cardeal quis expressar o seu apego ao rito de sua ordenação presbiteral. O Cardeal Zen foi ordenado em fevereiro de 1961 pela Ordem Salesiana.
Já em maio de 2006, logo após a sua elevação ao cardinalato, ele celebrou uma missa pública no rito antigo e uma outra antes da publicação do Motu Proprio ‘Summorum Pontificum’.
O Cardeal Zen é membro da Congregação para o Culto Divino.
Ele esclareceu aos jornalistas que no futuro gostaria de dedicar uma parte de seu tempo aos tradicionalistas.
Com a celebração da missa no Rito Antigo ele quis ressaltar e enfatizar publicamente o significado dessa forma litúrgica, cuja honra o Vaticano deseja ver restaurada nas dioceses.
Na China fundamentalistas conciliares radicais não estão em condição de erradicar a Missa Antiga em razão das circunstâncias políticas.
Portanto, inúmeros fiéis chineses permaneceram vinculados ao rito católico original. Cerca de dez por cento das missas no Reino do Meio ainda são celebradas no Rito Antigo.
Na Catedral de Pequim a Missa Antiga é celebrada diariamente.
Voltam as mesas de comunhão.
O novo Prefeito para a Congregação do Culto Divino defende ativamente a Comunhão na boca e a Missa Tridentina. Seu bom exemplo já produz imitadores.

Cardeal Cañizares em missa celebrada na última terça-feira na Basílica de São João de Latrão.
(kreuz.net, Toledo) Os fiéis devem receber a Sagrada Comunhão de joelhos e na boca, conforme esclareceu o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Antonio Cañizares, durante a Missa de Quinta-Feira Santa em Toledo. A esse respeito informou o sítio ‘The New Liturgical Movement’.
O Cardeal Cañizares ainda é o Administrador Apostólico de sua antiga arquidiocese.
O Príncipe da Igreja fez o que prometeu. Na Semana Santa ele reativou a mesa da comunhão na Catedral de Toledo.
Estabelecer sinais e entender a liturgia
Em uma recente entrevista para o jornal espanhol ‘ABC’, o Cardeal Cañizares esclareceu que ajoelhar-se significa demonstrar reverência por Deus.
O ajoelhar-se seria um sinal. O homem se prostra perante Aquele que o ama até o fim.
Não se trata de introduzir uma alteração apenas pelo gosto da alteração. É preciso buscar o sentido das formas religiosas e vencer o secularismo em nosso mundo.
No ano que vem a Congregação para o Culto Divino conduzirá uma ação em larga escala para a formação litúrgica.
Sem medo de contato com a Tradição
Terça-feira, o Cardeal Cañizares celebrou uma Missa Solene no Rito Antigo na Basílica de São João de Latrão, em Roma.
A Missa foi organizada pela congregação dos Franciscanos da Imaculada, que adota os dois ritos.
Outras catedrais espanholas introduzem a mesa da comunhão
Segundo informações do movimento leigo tradicionalista internacional ‘Una Voce’, recentemente, duas outras catedrais espanholas introduziram mesas de comunhão. Trata-se da catedral de Málaga no sul da Espanha e da catedral da diocese militar em Madrid.
Tradução livre de T.M. Freixinho
Cardeal Cañizares celebra Missa Tridentina na Basílica de São João de Latrão.
Conforme nos informa o prestigioso Rorate Caeli, e conforme havíamos anunciado anteriormente, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Cañizares Llovera, celebrou uma Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano ontem pela manhã, aniversário da Cidade de Roma, em sua Catedral (Basílica do Santíssimo Salvador, ou dos Santos João Batista e João Evangelista em Latrão). Que grande encorajamento nos dá esse augusto prelado para que continuemos nossa luta pela completa liberação da Missa de Sempre!
Hoje, o Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé informa a nomeação de dois consultores para a Congregação para o Culto Divino: Mons. Juan Miguel Ferrer Grenesche, Vigário da arquidiocese de Toledo, Espanha, ou seja, antigo auxiliar do próprio Cardeal Cañizares em sua arquidiocese de origem, e Mons. Wilhelm Imkamp, reitor do Santuário de Maria Vesperbild na Alemanha. Ambos empenhados no programa litúrgico de Bento XVI e muito favoráveis à Missa Latino-Gregoriana.
Curtas da semana.
Em comunhão com a ininterrupta Tradição eclesial.
“A missão tem as suas raízes, de modo especial, numa boa formação desenvolvida em comunhão com a ininterrupta Tradição eclesial, sem pausa nem tentações da descontinuidade. Neste sentido, é importante favorecer nos sacerdotes, sobretudo nas jovens gerações, uma correta recepção dos textos do Concílio Ecumênico Vaticano II, interpretado à luz de toda a bagagem doutrinal da Igreja. Urgente também aparece a recuperação daquela consciência que impele os sacerdotes a serem presentes, identificáveis e reconhecíveis seja pelo critério da fé, seja pelas virtudes pessoais e também pelo hábito, nos âmbitos da cultura e da caridade, sempre no coração da Missão da Igreja. Como Igreja e como sacerdotes anunciamos Jesus de Nazaré, Senhor e Cristo, crucificado e ressuscitado, Soberano do tempo e da história, na alegre certeza que tal verdade coincide com as expectativas mais profundas do coração humano. No mistério da Encarnação do Verbo, no fato de que Deus se fez homem como nós, está tanto o conteúdo e o método do anúncio cristão. A missão tem aqui o seu verdadeiro centro propulsor: em Jesus Cristo, precisamente. A centralidade de Cristo traz consigo a justa valorização do sacerdócio ministerial, sem o qual não haveria Eucaristia, tanto menos a missão e a própria Igreja. Assim, é necessário vigiar a fim de que as ‘novas estruturas’ ou organizações pastorais não sejam concebidas para um tempo no qual se deve “fazer menos” do ministério ordenado, partindo de uma errônea interpretação da justa promoção dos leigos, porque em tal caso se colocaria os pressupostos para uma posterior diluição do sacerdócio ministerial e as eventuais “soluções” alegadas viriam dramaticamente a coincidir com as verdadeiras causas da problemática contemporânea relacionada ao ministério”. Palavras do Papa em audiência aos participantes da Plenária da Congregação para o Clero, hoje, dia 16 de março, pela manhã, que seguem a mesma linha das pronunciadas à Congregação para o Culto Divino no dia 13 e ressaltam o plano de governo de Bento XVI exposto em seus esclarecimentos na carta aos bispos sobre o levantamento das excomunhões dos bispos da FSSPX.
Rádio Vaticano – Na manhã desta segunda feira Bento XVI recebeu em audiência os participantes na assembleia plenária da Congregação para o Clero. Nesta ocasião o Papa anunciou ter convocado um “ano sacerdotal” especial , de 19 de Junho 2009 a 19 de Junho de 2010. Ocorrem de factos os 150 anos da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney, verdadeiro exemplo de Pastor ao serviço do rebanho de Cristo. O Santo Padre disse que tocará à Congregação para o Clero de acordo com os bispos diocesanos e com os superiores dos Institutos religiosos promover e coordenar as várias iniciativas espirituais e pastorais que parecerão úteis para fazer perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea”.
O Sacrifício de Cristo para a remissão dos pecados.
“Todo sacerdote é pois chamado a administrar a misericórdia Divina no sacramento da Penitência, através da qual perdoa em nome de Cristo os pecados e ajuda o penitente a percorrer o caminho exigente da santidade com consciência reta e informada. Para poder cumprir tal ministério indispensável todo presbítero deve alimentar a própria vida espiritual e procurar uma permanente atualização teológica e pastoral. Enfim, a consciência do crente se purifica sempre mais graças a uma devota e consciente participação na Santa Missa, que é o sacrifício de Cristo para a remissão dos pecados. Toda vez que o sacerdote celebra a Eucaristia, na Oração eucarística recorda que o Sangue de Cristo é derramado para o perdão de nossos pecados, para os quais, na participação sacramental no memorial do Sacrifício da Cruz, se realiza o encontro pleno da misericórdia do Pai cada um de nós”. Da Mensagem do Santo Padre, o Papa Bento XVI, ao Eminentíssimo Cardeal James Francis Stafford, da Penitenciária Apostólica, em 12 de março de 2009.
Não à cumplicidade.
“Na Igreja há a possibilidade de aplicação de penalidades automáticas, dentre esses crimes está o do aborto. Em outras palavras, não fui eu que excomunguei ninguém, eu só lembrei desta lei da Igreja, que está em vigor desde o primeiro século da nossa Santa Igreja. Mas eu tenho a impressão que essa difusão (do episódio) irá produzir bons efeitos, sobretudo naqueles que são católicos. Porque estamos vivendo um período de silêncio que pode ser até interpretado como cumplicidade. Todo ano há, em Israel, uma solenidade para relembrar aqueles judeus mortos na Segunda Guerra Mundial, que foram 6 milhões de judeus. Todo ano se relembra o holocausto e o papa sempre manda representantes da Igreja Católica. Mas há um silêncio total sobre outro holocausto que acontece todos os anos. São 50 milhões de abortos todos os anos, 1 milhão no Brasil. Por isso, temos que relembrar a todos que acima das leis humanas existem as leis de Deus. A lei dos homens no Brasil diz que se pode praticar o aborto em determinadas circunstâncias, como o estupro e ameaça à vida de mãe. A lei de Deus diz que jamais é lícito eliminar uma vida inocente mesmo que para salvar outra vida. [...] Eu sou dos que pretendem conservar as leis de Deus. Por exemplo, quem não aceita o culto à Nossa Senhora não aceita as leis de Deus. Não adianta andar com a bíblia embaixo do braço, ler a bíblia todo o dia… É um gesto até bonito esse, mas não adianta de nada se não aceitar o culto a Nossa Senhora, pois está lá em Lucas, capítulo 1, como Deus veio ao mundo. [...] Quando eu cheguei aqui, o Iter (Instituto Teológico de Recife) estava funcionando havia muitos anos. Dizia-se, abertamente, abre aspas, havia mais ou menos 50 homossexuais declarados. Isso não era um ambiente próprio para formar os futuros sacerdotes. Antes mesmo de eu chegar aqui, a Santa Sé mandou um visitador para examinar a situação. Depois da minha chegada, eu sabendo dessa situação, retirei os alunos da arquidiocese e reabri o seminário de Olinda apenas para a formação de sacerdotes”. Palavras de Dom José Cardoso Sobrinho à revista Época
Sim à cumplicidade.
‹‹ A mãe desta menina pensou talvez que valia mais salvar uma vida que de correr o risco de perder três… Talvez os próprios médicos lhe tivessem dito que um pequeno útero de nove anos não se dilata indefinidamente… Eu não sei. O que sei é que nesta tragédia o senhor acrescentou dor à dor e provocou sofrimento e escândalo em muitas pessoas pelo mundo. Numa situação tão dramática, creio firmemente que nós, bispos, pastores na Igreja, temos primeiro de manifestar a bondade do Cristo Jesus, a único verdadeiro Bom Pastor››. Da carta aberta de Mons. Gérard Daucourt, bispo de Nanterre, França, ao bispo José Cardoso Sobrinho.
À direita, anti-clericalismo na França – A ilustração da capa desta semana da revista satírica Charlie Hebdo mostra os bispos Fellay e Williamson juntos com o Arcebispo brasileiro de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho – Fonte: Cathcon
‹‹ [Ela] deveria ter sido defendida, abraçada, acariciada com doçura para fazê-la sentir que estamos todos com ela; todos, sem excepção. Antes de pensar na excomunhão, era necessário e urgente salvaguardar a sua vida inocente e recolocá-la num nível de humanidade, da qual nós homens de Igreja devemos ser anunciadores e mestres”. “Assim não foi feito e, infelizmente, a credibilidade do nosso ensinamento sofre com isso, pois aparece aos olhos de muitos como insensível, incompreensível e sem misericórdia. É verdade, «Cármen» trazia consigo outras vidas inocentes como a sua – não obstante serem frutos da violência – e foram ceifadas; isso, todavia, não basta para fazer um julgamento que pesa como uma guilhotina”. “O respeito devido ao profissionalismo do médico é uma regra que deve envolver todos e não pode consentir chegar a um julgamento negativo sem antes considerar o conflito criado no seu íntimo. O médico traz consigo a sua história e a sua experiência; uma escolha como esta de ter de salvar uma vida, sabendo que coloca em sério risco outra, jamais é vivida com facilidade” ›› . Assim declarou Dom Rino Fisichella, presidente da Pontifícia Academia para a mort… ops, vida.
O Jornal “Igreja Nova” denuncia um “desmonte implacável” do trabalho de Dom Hélder Câmara.
A começar pelos bispos
Kreuz.net – Alemanha. Em um esclarecimento feito na quinta-feira, o Cardeal Joachim Meisner, de Colônia, exige um pedido de desculpas por parte daqueles que odeiam o Papa. O cardeal referiu-se à recente carta pontifícia, em que Bento XVI esclareceu que havia sofrido golpes de hostilidade. Ademais, Cardeal Meisner disse: “Quem perscrutar a sua alma com honestidade e reconhecer que também deu motivo a essa declaração, deve pedir perdão ao Santo Padre.”
Crianças e Circo Gay
Kreuz.net – Áustria. O pároco de Linz, Gert Smetanig, usa truques de mágica para encher sua igreja, disse ele ao jornal regional ‘Oberösterreichische Nachrichten’. Na missa pelas famílias a igreja está sempre cheia com seiscentas pessoas. No dia de São Valentim ele teria até abençoado sodomitas. O Pe. Smetanig afixou um texto de oposição contra o Mons. Gerhard Wagner no quadro de avisos. “O bispo me telefonou e me disse que alguém tinha reclamado sobre isso.” Aparentemente, o telefonema não mudou nada. Em entrevista o padre deu um pitaco sobre o casamento de padres: “É possível ter esposa e filhos e ser pastor de almas.”
Papa não entrará no principal museu do Holocausto em Israel
Diz John Allen Jr.: Numa ação que pode posteriormente agravar as tensões Judeus/Católicos, um enviado Vaticano anunciou que o Papa Bento XVI não entrará no principal museu do Holocausto de Israel durante sua viagem de 8 a 15 de maio à Terra Santa, embora ele pare num memorial anexo ao lugar.
‹‹ Às vezes se mudou pelo simples gosto de mudar com relação a um passado percebido como todo negativo e superado. Às vezes se concebeu a reforma como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da Tradição. Daí todos os problema suscitados pelos tradicionalistas ligados ao rito de 1962. [...] Mais que outra coisa, diria que foi uma reforma que foi aplicada e principalmente vivida como uma mudança absoluta, como se se devesse criar um abismo entre o pré e o pós Concílio, num contexto em que ‘preconciliar’ era usado como um insulto. É necessário recordar, de fato — e a alguns talvez não lhes agrada fazê-lo — que o assim chamado Missa de São Pio V não aboliu todos os ritos precedentes. Fora, de fato, ‘preservados’ aqueles ritos que tinham pelo menos dois séculos de história. E o rito moçárabe — junto, por exemplo, do rito próprio da ordem dominicana — estava entre estes. Deste modo, depois do Concílio de Trento não houve uma absoluta uniformidade na Liturgia da Igreja latina. [...] Como é sabido, a atual disciplina da Igreja dispõe que, por norma, a Comunhão seja distribuída na boca dos fiéis. Há, logo, um indulto que permite, a pedido dos episcopados, distribuir a Comunhão também sobre a palma da mão. É bom recordar isso›› Da entrevista do Cardeal Antonio Cañizares Llovera, prefeito para o Culto Divino, a 30giorni.
‹‹ É surpreendente portanto que Monsenhor Fellay anuncie novas ordenações ao sacerdócio depois da remoção de sua excomunhão. [...] O assunto central, i.e., a negação da validade do Concílio Vaticano Segundo, é extremamente difícil. A comunhão Católica implica a aceitação deste Concílio que é tão importante para a vida da Igreja. [...] Desde o Concílio Vaticano Segundo existiram abusos em ambas as direções, conservadoras e progressistas; mas uma Igreja progressista nunca veio à existência. [...] No momento há o paradoxo de que é mais fácil para nós falar pacificamente com os Protestantes, que estão mais longes da Igreja Católica e que frequentemente sentem nostalgia sobre a unidade, do que com os tradicionalistas, que permaneceram militantes e agressivos (em Paris eles chegaram até o ponto de ocupar uma igreja pela força) ›› Palavras do teólogo aposentado de João Paulo II, Cardeal Georges Cottier.Roma: reorganização da Comissão Ecclesia Dei.
O Papa considera aproveitar a nomeação do seu homem de confiança [o Cardeal Cañizares Llovera] ao topo da Congregação para o Culto Divino para reorganizar profundamente a Comissão Ecclesia Dei, da qual, a próposito, o Cardeal Cañizares já é membro. De acordo com o rumor, que parece ser um barulho de corredor, o Cardeal Castrillon Hoyos, depois de muito tempo ter atingido o limite de idade, deveria ceder o seu lugar ao seu atual vice, amigo pessoal do Papa Ratzinger, Mons. Camille Perl (foto), que seria consagrado bispo para a circunstância. E a Comissão então seria reunida à Congregação para o Culto Divino, assumindo, no âmbito de um dicastério, a responsabilidade pela forma tradicional do rito romano, sob a chefia do cardeal Cañizares. [...] Isso significa em todo caso que a Comissão Ecclesia Dei se instala na paisagem eclesial. [...]
Fonte: Le Salon Beige
Cardeal Cañizares, novo Prefeito da Congregação para o Culto Divino.

Il Santo Padre ha accolto la rinunzia presentata dall’Em.mo Card. Francis Arinze, per raggiunti limiti di età, all’incarico di Prefetto della Congregazione per il Culto Divino e la Disciplina dei Sacramenti ed ha chiamato a succedergli nel medesimo incarico l’Em.mo Card. Antonio Cañizares Llovera, finora Arcivescovo di Toledo (Spagna). – Fonte: Vatican Information Service.
[Atualização - 10 de dezembro de 2008, às 09:04] Novas fotos do Le Forum Catholique:



Cardeal Arinze confirma mudança no “sinal da paz”; Bux para substituir Ranjith?
A mudança no posicionamento no ordinário da missa do “sinal da paz”, objeto de um questionário enviado pela Congregação para o Culto Divino às Conferências Episcopais (citado aqui), foi confirmado pelo Cardeal Francis Arinze. O purpurado ainda acrescentou o motivo da mudança: “Para criar um clima de maior recolhimento enquanto se prepara para a Comunhão, e pensou em transferir o sinal da paz para o ofertório. O Papa fez uma consulta a todo o episcopado. Logo, decidirá“. A balbúrdia que se faz no momento de distribuir o “sinal da paz” deve ser mais um daqueles “abusos que chegaram ao limite do suportável“.
Aumentam os rumores sobre as sucessões na Congregação para o Culto Divino. O Cardeal Arinze, que completa 76 anos em novembro, seria substituído pelo espanhol Cardeal Canizares, arcebispo de Toledo; já o secretário da Congregação, Mons. Ranjith, retornaria a seu país, Sri-Lanka, como arcebispo (e futuro Cardeal) de Colombo, cuja sede está vacante. Seu substituto natural seria Don Nicola Bux, amigo do Papa. É o que informa Bruno Volpe.
Resta-nos rezar.
Mons. Ranjith: “A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante…”
A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante. Não quero dizer que todos tenham perdido a fé. Contudo, nós da Congregação para o Culto Divino fizemos recentemente uma sondagem sobre a Adoração Eucarística, que será o tema de nossa próxima reunião plenária. Dos informes das diversas conferências episcopais, no que diz respeito aos aspectos negativos, surge a constatação de que no clero influenciado por certas tendências teológicas não existe mais uma fé clara na presença real de Cristo. Em alguns seminários se ensina que Cristo está presente apenas no momento da Consagração e da Comunhão, depois não. Se trata de uma posição mais protestante que, depois, abre caminho para abusos e até mesmo sacrilégios das espécies eucarísticas. Uma situação lamentável.
É necessário aquele sentido de reverência, fruto da consciência que temos em relação com o Corpo do Senhor, Jesus vivo em sua forma eucarística, que nós comemos, que nós adoramos. Para tanto ,se necessitará ver urgentemente como dar uma formação teológica e sacramental que assegure aos jovens seminaristas, aos sacerdotes e também aos religiosos e religiosas, um reforço deste sentido da real e contínua presença de Cristo nas espécies eucarísticas. Se não, as conseqüências só poderão ser dramáticas para a Igreja e causa de inumeráveis problemas.
Mons. Albert M. Ranjith Patabendige, Secretário da Cong. para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, à Revista Radici Cristiane – Fonte: Secretum Meum Mihi
PS.: Não é a primeira referência que Mons. Ranjith faz à perda da fé por parte do clero. Veja aqui.
Vaticano abandonará Orações Eucarísticas para Crianças
Washington, 3 Outubro, 2008 – O Vaticano planeja remover as Orações Eucarísticas para Crianças das orações autorizadas do Missal Romano. Dom Arthur Serratelli de Paterson, New Jersey, presidente do comitê de liturgia dos Bispos dos Estados Unidos, revelou os planos do Vaticano numa carta aos bispos Americanos. Ele reportou que a Congregação para o Culto Divino planeja “publicar um texto separado no futuro”.
A Oração Eucarística para Crianças, como muitos outros textos litúrgicos, foram criticados por falhar em conduzir um senso adequado do sagrado na liturgia. Nos últimos anos o Vaticano tem feito esforços especiais para redescobrir o sentido do sagrado, e para cortar a proliferação de textos litúrgicos a fim de encorajar a consistência na liturgia.
“Isso não muda nossa presente prática”, Dom Serratelli escreveu em sua carta de 29 de setembro. A mudança terá efeito numa data futura não especificada.
Entretanto, o comitê dos Bispos Americanos decidiu suspender o trabalho numa nova tradução das Orações Eucarísticas para Crianças existentes. À luz da mudança futura, Dom Serratelli disse que ele estava removendo aquele item da agenda para o encontro de novembro da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.
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Oração Eucarística X
(PARA MISSAS COM CRIANÇAS – II)

Ó Pai querido, como é grande a nossa alegria em vos agradecer e, unidos com
Jesus, cantar vosso louvor. Vós nos amais tanto que fizestes para nós este mundo
tão grande e tão bonito.
LOUVADO SEJA O PAI, QUE TANTO NOS AMOU!

Pai, vós nos amais tanto que nos destes vosso Filho Jesus para que Ele nos leve até
vós. Vós nos amais tanto que nos reunis em vosso Filho Jesus, como filhos e filhas
da mesma família.
LOUVADO SEJA O PAI, QUE TANTO NOS AMOU!
Por este amor tão grande queremos agradecer. Com os anjos e os santos, alegres,
cantamos (dizemos) a uma só voz:

SANTO, SANTO, SANTO…
Sim, louvado seja vosso Filho Jesus, amigo das crianças e dos pobres. Ele nos veio
ensinar a amar a vós, ó Pai, como filhos e filhas e amar-nos uns aos outros, como irmãos e irmãs.
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR. HOSANA NAS ALTURAS!

Jesus veio tirar do coração a maldade que não deixa ser amigo e amiga e trazer o
amor que faz a gente ser feliz. Ele prometeu que o Espírito Santo ficaria sempre em
nós para vivermos como filhos e filhas de Deus.
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR. HOSANA NAS ALTURAS!
Enviai, ó Deus nosso Pai, o vosso Espírito Santo para que este pão e este vinho se
tornem o Corpo e o Sangue de Jesus, nosso Senhor.

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR. HOSANA NAS ALTURAS!
Antes de morrer, Jesus nos mostrou como é grande vosso amor. Quando Ele estava
à mesa com os Apóstolos, tomou o pão e rezou, louvando e agradecendo. Depois
partiu o pão e o deu a seus amigos, dizendo: “TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O
MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”.

JESUS, DAIS A VIDA POR TODOS NÓS!
Depois Jesus tomou o cálice com vinho, de novo rezou e agradeceu e o deu a cada um, dizendo:
“TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA
NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA A REMISSÃO DOS PECADOS”.
E disse também:
“FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”.
JESUS, DAIS A VIDA POR TODOS NÓS!

Por isso lembramos agora, Pai querido, a morte e a ressurreição de Jesus, que
salvou o mundo. Ele mesmo se colocou em nossa mãos para ser este sacrifício que
agora vos oferecemos. E assim somos cada vez mais atraídos para vós.
GLÓRIA E LOUVOR A JESUS QUE NOS LEVA AO PAI!

Escutai vossos filhos e filhas, ó Deus Pai, e concedei-nos o Espírito de amor. Nós,
que participamos desta refeição, fiquemos sempre mais unidos, na vossa Igreja,
com o Papa N., e com o nosso Bispo N., com todos os outros Bispos e com
aqueles que servem o vosso povo.
GLÓRIA E LOUVOR A JESUS QUE NOS LEVA AO PAI!
Pedimos por aqueles que amamos (N.N.) e também por aqueles que ainda não
amamos bastante.
Lembrai-vos dos que morreram (N.N.):
sejam todos recebidos com amor na vossa casa.
Um dia, enfim, reuni a todos nós em vosso Reino para vivermos com Maria, Mãe de
Deus e nossa Mãe, a festa que no céu nunca se acaba.
Então, com todos os amigos de Jesus, poderemos cantar para sempre o vosso louvor
GLÓRIA E LOUVOR A JESUS QUE NOS LEVA AO PAI!
Por Cristo, com Cristo…
As crianças agradecem! Deo Gratias!
A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante. Não quero dizer que todos tenham perdido a fé. Contudo, nós da Congregação para o Culto Divino fizemos recentemente uma sondagem sobre a Adoração Eucarística, que será o tema de nossa próxima reunião plenária. Dos informes das diversas conferências episcopais, no que diz respeito aos aspectos negativos, surge a constatação de que no clero influenciado por certas tendências teológicas não existe mais uma fé clara na presença real de Cristo. Em alguns seminários se ensina que Cristo está presente apenas no momento da Consagração e da Comunhão, depois não. Se trata de uma posição mais protestante que, depois, abre caminho para abusos e até mesmo sacrilégios das espécies eucarísticas. Uma situação lamentável.




fratresinunum@gmail.com
honra a Deus, alegra os anjos, edifica a Igreja, ajuda os vivos, proporciona descanso aos defuntos e faz-se participante de todos os bens.
(Imitação de Cristo, Livro IV, Cap. V)