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Cardeal Cañizares celebra missa pontifical na paróquia Santissima Trinità dei Pellegrini.

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Cardeal Cañizares celebra missa na solenidade de Todos os Santos, 1º de novembro de 2009, em Roma.Na solenidade de Todos os Santos, o Cardeal Antonio Cañizares Llovera, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, celebrou missa pontifical na paróquia pessoal Santissima Trinità dei Pellegrini, em Roma. As fotos podem ser vistas aqui.

Em Roma sopra uma brisa suave de mudança. Por ora, sem novas diretrizes.

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O Papa Bento XVI deseja dar o exemplo na liturgia, porém, ele não planeja nenhuma diretriz nova. 

Por Guido Horst / Die Tagespost

Papa Bento XVI celebra missa 'Ad Orientem'Roma (Kath.net/DT) Um breve encontro com um homem agitado na Praça de São Pedro: Durante uma Missa celebrada na Basílica de São Pedro, o jovem de Hamburgo ficara na fila de fiéis, na qual um sacerdote distribuía a Comunhão. Quando, finalmente, ele estendeu a mão em direção ao “seu” padre, este se negou a dar a Comunhão na mão e lhe deu a hóstia consagrada na boca. O alemão indignado voltou para o seu lugar, entretanto, ele pode ainda observar como os outros sacerdotes não criavam nenhum problema em dar a Comunhão aos fiéis também na mão. Mais tarde em uma conversa o católico hamburguês deu azo à sua raiva: ele não conhecia absolutamente nenhuma outra maneira de receber a Comunhão que não fosse na mão, e aquela deveria ser então uma prática diferente de um único padre na Basílica de São Pedro.

Limbo Litúrgico no Centro da Igreja Mundial

Esse pequeno incidente, a que, felizmente, o hóspede do norte sobreviveu sem danos espirituais, é característico de um estado de incerteza nos assuntos litúrgicos, que de tempos em tempos desperta certas atenções no centro da Igreja mundial. Enquanto na Igreja Católica da Alemanha o altar do povo, a Comunhão recebida na mão e de pés e o uso do vernáculo são coisas óbvias raramente questionadas, em Roma sopra uma brisa suave de mudança no que tange essas questões. De alguma maneira, isso tem a ver com o Papa: Bento XVI distribui a Comunhão apenas na boca em um genuflexório, e causou sensação ao celebrar uma Missa de costas para os fiéis na Capela Sistina. O latim está avançando nas missas celebradas pelo Papa. De vez em quando, os observadores indagam se – após a liberação do missal romano segundo o “Rito Antigo”–se poderia esperar agora uma reforma fundamental da reforma litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano Segundo.

Assim, não foi uma surpresa quando o diretor em exercício da sala de imprensa do Vaticano, padre Ciro Benedettini, no início da semana passada falou sucintamente à Radio Vaticano: “No momento, não existem quaisquer sugestões institucionais para uma alteração dos livros litúrgicos em uso atualmente.”

A expressão foi cunhada de um artigo do vaticanista do jornal italiano “Il Giornale”, Andrea Tornielli, que recentemente informou da assembléia plenária da Congregação para o Culto Divino e dos Sacramentos, realizada no último dia 4 de abril, sobre a conclusão de um suposto primeiro passo para a “Reforma da Reforma Litúrgica” e uma respectiva Nota que teria sido encaminhada ao Papa Bento XVI. O dicastério dirigido pelo cardeal espanhol Antonio Cañizares Llovera teria decidido quase que unanimemente, segundo Tornielli, sugerir ao Papa uma sacralidade maior do rito, uma recuperação tanto do espírito da adoração eucarística como também da língua latina, bem como uma reformulação dos textos introdutórios da missa, a fim de impedir experimentos e criatividade no início da Missa.

Igualmente, a Congregação do Cardeal Cañizares, que, devido aos estreitos laços de afinidade com o Papa, também é chamado de “pequeno Ratzinger”, recomendou a Bento XVI que, pelo menos, no momento da consagração eucarística, os sacerdotes celebrassem em direção ao oriente (“versus orientem”), ou olhassem para a cruz juntos com os fiéis. Tornielli escreveu explicitamente que os membros da Congregação para o Culto Divino se expressaram a favor da Promoção da Comunhão na boca, uma vez que a Comunhão na mão estaria prevista somente em razão de um indulto, também como exceção. Contudo, ao final de sua contribuição, Tornielli acrescentou uma observação “significativa”, que, provavelmente, remonta às informações adicionais do Vaticano: “Para a realização da “Reforma da Reforma” seriam necessários muitos anos. O Papa está convencido de que passos precipitados igualmente em vão são como uma promulgação simples de diretrizes do alto – com o risco de que mais tarde elas permaneçam como letras mortas. O estilo de Ratzinger é antes de tudo o do equilíbrio e, sobretudo, do exemplo. Isso mostra também o fato de que há mais de um ano aqueles que vão à Comunhão com o Papa precisam se ajoelhar em um banquinho colocado com antecedência pelo cerimoniário.”

O estilo do exemplo. Isso explica também a confusão do jovem hamburguês, que experimentou uma prática diversa durante a distribuição da Comunhão na mão ou na boca quando estava na Basílica de São Pedro.

Nem todos guardam o desejo do Papa no coração.

Uma pesquisa desse jornal junto aos canonistas da Basílica de São Pedro revelou que todos os sacerdotes que auxiliam na distribuição da Comunhão estariam cientes do desejo do Papa de promover a Comunhão na boca. Apenas uns mais e outros menos seguiriam essa orientação.

Ao ser indagado, Andrea Tornielli afirmou na semana passada que ele confirmava o conteúdo de sua contribuição sobre a Nota da Congregação para o Culto Divino. Igualmente, ele não se sentiria desmentido pelo porta-voz do Vaticano em exercício, Ciro Benedettini, uma vez que ele mesmo teria finalmente escrito que o Papa Bento não tinha planos de novas diretrizes.

No entanto, nesse meio tempo, canonistas enfatizaram que a expressão “Reforma da Reforma” utilizada por Tornielli não seria totalmente correta. Todas as sugestões, que a Congregação para o Culto Divino teria submetido ao Papa, não representariam nenhuma revogação ou modificação da reforma na liturgia, mas simplesmente a implementação do Direito em vigor. Nem o Concílio nem o regulamento pós-conciliar da Igreja teriam abolido a Comunhão na boca, o latim na Missa ou a celebração “versus Dominum”.

 

Ditos e não ditos – A reforma da reforma litúrgica. Tornielli se manifesta.

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(Kreuz.net) Itália. Recentemente, o vaticanista Andrea Tornielli informou que no início de abril os cardeais da Congregação para o Culto Divino entregaram sugestões ao Papa para uma reforma litúrgica. Pouco tempo depois, o Vice-Presidente da Sala de Imprensa do Vaticano, Padre Ciro Benedettini, esclareceu que não estava planejada nenhuma modificação dos livros litúrgicos. Na edição de hoje do jornal britânico “The Catholic Herald”, a jornalista Anna Arco escreve o contrário, ou seja, que “Tornielli permanece com a sua versão [dizendo que interpretava a negação de "propostas institucionais" pelo Pe. Benedittini como indicativa de "projetos (por ora) não oficiais]“.

[Atualização - 29 de agosto de 2009, às 20:53] Andrea Tornielli se manifesta. Do blog Oblatvs:

Quero dizer-lhes que o desmentido do Padre Benedettini, mais do que pelo meu artigo, foi provocado pela sua repercussão em muitos blogues (depois do caso Williamson, os blogues e os sites da internet têm sido constantemente monitorados pela Santa Sé) que davam como iminente a “reforma da reforma” e modificações na missa num sentido mais tradicional (ou de “marcha-ré”, segundo a expressão usada pelo Cardeal Bertone).

Antes de tudo, no meu artigo jamais falei de reformas iminentes ou de documentos já preparados, e no final dizia claramente que se tratava do começo de um trabalho. Um trabalho longo, que não quer impor as coisas do alto, mas envolver os episcopados. Falava da votação feita pela plenária da Congregação, do fato de o Cardeal Cañizares ter levado os resultados ao Papa, do fato de que se começou a estudar, não “propostas institucionais de modificação dos livros litúrgicos”, mas sim indicações mais precisas e rigorosas relativas à modalidade de celebrar com os livros existentes e há pouco publicados.

Tudo isto para dizer-lhes que não acreditem que o que hoje lhes escrevo seja insignificante, que o Papa e a Congregação do Culto não estejam pensando em nada, que a “reforma da reforma” e a recuperação de uma maior sacralidade da liturgia seja uma notícia falsa publicada por mim. Desde que me tornei vaticanista tenho cometido muitos erros e muitos cometerei, mas o artigo em questão, creiam-me, não é um deles. De resto, o fato de que “no momento” não existam “propostas institucionais” de reforma não desmente que hoje já existam propostas em estudo que ainda não se tenham tornado “institucionais”. E basta ler aquilo que em determinado momento escreveu o Cardeal Ratzinger e o que escreveu o Papa Bento XVI na carta que acompanha o Motu proprio “Summorum Pontificum” para dar-se conta de quanto este tema está lhe é caro.

Fonte: Il Blog di Andrea Tornielli

Tradução: OBLATVS

Escrito por G. M. Ferretti

Agosto 28, 2009 em 10:41 pm

Confissão comunitária, “Forma Extraordinária do Sacramento da Reconciliação”. Ao menos esta não está liberada.

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No Domingo de Ramos de 2009, Mons. Pierre Pican, bispo de Bayeux e Lisieux, enviava a todos os curas de sua diocese o seguinte correio (extrato):

Cardeal Cañizares“Esta prática [absolvição coletiva] é retida em algumas paróquias. Alguns curas me pediram que os autorizasse a viver esta expressão extraordinária do Sacramento da Reconciliação. Eu os autorizo a presidir esta celebração para a Páscoa de 2009, 15 de agosto de 2009 na medida do necessário, e para o Natal de 2009. Aplico o comentário do cânon 961 estabelecido pela Conferência dos Bispos da França em 1987”.

Um cura da diocese comunicou este correio a Roma. Em 10 de julho, Mons. Pican enviava esta nova carta a seus curas [extrato]:

“As disposições determinadas no documento apresentado aos padres por ocasião da Páscoa e relativas à celebração da absolvição coletiva vieram a ser proibidas pelo Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos”.

Fonte: Le Salon Beige

Escrito por G. M. Ferretti

Agosto 24, 2009 em 1:16 pm

A “Reforma da Reforma” se aproxima. Novas proposições da Congregação para o Culto Divino.

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ROMA: O documento foi entregue em mãos a Bento XVI na manhã de 4 de abril passado pelo Cardeal espanhol Antonio Cañizares Llovera, Prefeito da Congregação para o Culto Divino. É o resultado de uma votação reservada, que ocorreu em 12 de março, no transcurso da sessão “plenária” do dicastério responsável pela liturgia, e representa o primeiro passo concreto em direção àquela “reforma da reforma” freqüentemente desejada pelo Papa Ratzinger. Os Cardeais e Bispos membros da Congregação votaram quase unanimemente em favor de uma maior sacralidade do rito, da recuperação do senso de culto eucarístico, da retomada da língua Latina na celebração e da re-elaboração das partes introdutórias do Missal a fim de pôr fim aos abusos, experimentações desordenadas e inadequada criatividade. Eles também se declararam favoráveis a reafirmar que o modo ordinário de receber a Comunhão conforme as normas não é na mão, mas na boca. Há, é verdade, um indulto que, a pedido dos episcopados [locais], permite a distribuição da hóstia [sic] também na palma da mão, mas isso deve permanecer um fato extraordinário. O “Ministro da Liturgia” do Papa Ratzinger, Cañizares, está também estudando a possibilidade de recuperar a orientação do celebrante em direção ao Oriente, ao menos no momento da consagração eucarística, como acontecia de fato antes da reforma, quando tanto fiéis como padre voltavam-se em direção à Cruz e o padre então voltava suas costas à assembléia.

Aqueles que conhecem o Cardeal Cañizares, apelidado “o pequeno Ratzinger” antes de sua vinda para Roma, sabem que ele está disposto a levar adiante decisivamente o projeto, começando de fato do que foi estabelecido pelo Concílio Vaticano Segundo na constituição Sacrosanctum Concilium, que foi, na realidade, excedido pela reforma pós-conciliar que entrou em vigor no fim dos anos 60. O purpurado, entrevistado pela revista 30Giorni nos últimos meses, declarou a respeito: “Às vezes as mudanças eram feitas pelo mero fim de mudar um passado compreendido como negativo e fora de época. Às vezes a reforma foi vista como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da Tradição”.

Por esta razão, as “propositiones” votadas pelos Cardeais e Bispos na plenária de Março prevêem um retorno ao sentido de sagrado e de adoração, mas também um redescobrimento das celebrações em latim nas dioceses, ao menos nas solenidades principais, assim como a publicação de Missais bilíngües – um pedido feito a seu tempo por Paulo VI – com o texto em latim primeiro.

As propostas da Congregação que Cañizares entregou ao Papa, obtendo sua aprovação, estão perfeitamente em linha com a idéia sempre expressa por Joseph Ratzinger quando ainda era Cardeal, como é deixado claro em suas palavras não publicadas [ndt: ao menos na Itália, pois no mundo ‘tradicionalista’ já era conhecida a carta do então Cardeal Ratzinger ao dr. Barth] reveladas antecipadamente por Il Giornale ontem, e que serão publicadas no livro Davanti al Protagonista (Cantagalli), apresentadas antecipadamente num congresso em Rimini. Com uma significante nota bene: para a realização da “reforma da reforma”, serão necessários muitos anos. O Papa está convencido que passos apressados, assim como diretrizes simplesmente lançadas de cima, não ajudam, com o risco de que muitas possam depois permanecer letra morta. O estilo de Ratzinger é o da comparação e, acima de tudo, do exemplo. Como o fato de que, por mais de um ano, quem se aproxima do Papa para a comunhão, tem que se ajoelhar no genuflexório especialmente colocado pelo cerimoniário.

Nota do Fratres in Unum: Neste contexto, é mais que oportuno rememorar as palavras pronunciadas pelo Santo Padre no fim desta plenária da Congregação, em março.

Fonte: Andrea Tornielli, via Rorate-Caeli

Dom Ranjith, novo arcebispo de Colombo. Pe. Di Noia, novo secretário para o Culto Divino.

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O Papa nomeou Arcebispo de Colombo (Sri Lanka) S. E. Mons. Patabendige Don Albert Malcolm Ranjith, Arcebispo Titular de Umbriatico, transferindo-o do Ofício de Secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.

O Santo Padre nomeou Secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos o Revmo. Padre Joseph Augustine Di Noia, O.P., até então sub-secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, elevando-o ao mesmo tempo à sé titular de Oregon City, com dignidade de Arcebispo.

Fonte: Bollettino Sala Stampa della Santa Sede

Escrito por G. M. Ferretti

Junho 16, 2009 em 8:30 am

A guerra na cúria: rumores sobre transferência de Mons. Ranjith para Colombo.

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ranjith1Conforme mencionado anteriormente aqui há cerca de um ano, as crescentes pressões contra o formidável Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Arcebispo Malcolm Ranjith, finalmente deixará seu cargo. O vaticanista italiano Andrea Tornielli informou hoje que a nomeação de Ranjith como Arcebispo de Colombo, capital de sua terra natal, o Sri Lanka, será anunciado no próximo sábado.

Tornielli sugere que Ranjith poderia se tornar Cardeal (somente um ocupante da Sé de Colombo se tornou Cardeal) no que será o Segundo exílio da Cúria Romana – o seu primeiro exílio ocorreu em 2004, quando, na condição de secretário adjunto da Propaganda Fide, ele foi nomeado repentinamente Núncio para a Indonésia pelo Papa João Paulo II.

Tornielli menciona também que um prelado de uma nação de língua inglesa poderia ser o novo Secretário do Culto Divino, um homem que iria “pacificar o campo de batalha litúrgico” …

Veja todas as notícias relacionadas a Dom Ranjith aqui.

Fonte: Rorate Caeli

Escrito por G. M. Ferretti

Abril 30, 2009 em 3:58 pm

O Espírito Santo que não abandona a Igreja: Cardeal Zen se dedicará aos tradicionalistas e os indícios do programa a ser implantado pelo novo Prefeito do Culto Divino.

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Cardeal Joseph Zen Zekiun

Uma decisão significativa: Um Cardeal da Igreja Romana preferiu celebrar a sua última missa como Arcebispo em exercício no Rito Antigo.

(kreuz.net) Conforme noticiado no sítio francês ‘paixliturgique.org’, o Cardeal Joseph Zen Zekiun (77) de Hong Kong celebrou a sua última  Missa como Arcebispo de Hong Kong no Rito Antigo.

Em 15 de abril o Papa Bento XVI aceitou a resignação do Arcebispo. A missa ocorreu no mesmo dia.

Com o seu gesto, o Cardeal quis expressar o seu apego ao rito de sua ordenação presbiteral. O Cardeal Zen foi ordenado em fevereiro de 1961 pela Ordem Salesiana.

Já em maio de 2006, logo após a sua elevação ao cardinalato, ele celebrou uma missa pública no rito antigo e uma outra antes da publicação do Motu Proprio ‘Summorum Pontificum’.

O Cardeal Zen é membro da Congregação para o Culto Divino.

Ele esclareceu aos jornalistas que no futuro gostaria de dedicar uma parte de seu tempo aos tradicionalistas.

Cardeal Zen.Com a celebração da missa no Rito Antigo ele quis ressaltar e enfatizar publicamente o significado dessa forma litúrgica, cuja honra o Vaticano deseja ver restaurada nas dioceses.

Na China fundamentalistas conciliares radicais não estão em condição de erradicar a Missa Antiga em razão das circunstâncias políticas.

Portanto, inúmeros fiéis chineses permaneceram vinculados ao rito católico original. Cerca de dez por cento das missas no Reino do Meio ainda são celebradas no Rito Antigo.

Na Catedral de Pequim a Missa Antiga é celebrada diariamente.

Voltam as mesas de comunhão.

O novo Prefeito para a Congregação do Culto Divino defende ativamente a Comunhão na boca e a Missa Tridentina. Seu bom exemplo já produz imitadores.

Cardeal Cañizares em missa celebrada na última terça-feira na Basílica de São João de Latrão, em Roma.

Cardeal Cañizares em missa celebrada na última terça-feira na Basílica de São João de Latrão.

(kreuz.net, Toledo) Os fiéis devem receber a Sagrada Comunhão de joelhos e na boca, conforme esclareceu o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Antonio Cañizares, durante a Missa de Quinta-Feira Santa em Toledo. A esse respeito informou o sítio ‘The New Liturgical Movement’.

O Cardeal Cañizares ainda é o Administrador Apostólico de sua antiga arquidiocese.

O Príncipe da Igreja fez o que prometeu. Na Semana Santa ele reativou a mesa da comunhão na Catedral de Toledo.

Estabelecer sinais e entender a liturgia

Em uma recente entrevista para o jornal espanhol ‘ABC’, o Cardeal Cañizares esclareceu que ajoelhar-se significa demonstrar reverência por Deus.

O ajoelhar-se seria um sinal. O homem se prostra perante Aquele que o ama até o fim.

Não se trata de introduzir uma alteração apenas pelo gosto da alteração. É preciso buscar o sentido das formas religiosas e vencer o secularismo em nosso mundo.

No ano que vem a Congregação para o Culto Divino conduzirá uma ação em larga escala para a formação litúrgica.

Sem medo de contato com a Tradição

Terça-feira, o Cardeal Cañizares celebrou uma Missa Solene no Rito Antigo na Basílica de São João de Latrão, em Roma.

A Missa foi organizada pela congregação dos Franciscanos da Imaculada, que adota os dois ritos.

Outras catedrais espanholas introduzem a mesa da comunhão

Segundo informações do movimento leigo tradicionalista internacional ‘Una Voce’, recentemente, duas outras catedrais espanholas introduziram mesas de comunhão. Trata-se da catedral de Málaga no sul da Espanha e da catedral da diocese militar em Madrid.

Tradução livre de T.M. Freixinho

Cardeal Cañizares celebra Missa Tridentina na Basílica de São João de Latrão.

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Missa em Roma, cardeal Cañizares.Conforme nos informa o prestigioso Rorate Caeli, e conforme havíamos anunciado anteriormente, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Cañizares Llovera, celebrou uma Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano ontem pela manhã, aniversário da Cidade de Roma, em sua Catedral (Basílica do Santíssimo Salvador, ou dos Santos João Batista e João Evangelista em Latrão). Que grande encorajamento nos dá esse augusto prelado para que continuemos nossa luta pela completa liberação da Missa de Sempre!

Hoje, o Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé informa a nomeação de dois consultores para a Congregação para o Culto Divino: Mons. Juan Miguel Ferrer Grenesche, Vigário da arquidiocese de Toledo, Espanha, ou seja, antigo auxiliar do próprio Cardeal Cañizares em sua arquidiocese de origem, e Mons. Wilhelm Imkamp, reitor do Santuário de Maria Vesperbild na Alemanha. Ambos empenhados no programa litúrgico de Bento XVI e muito favoráveis à Missa Latino-Gregoriana.

Escrito por G. M. Ferretti

Abril 22, 2009 em 9:04 am

Curtas da semana.

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Em comunhão com a ininterrupta Tradição eclesial.

Bento XVI“A missão tem as suas raízes, de modo especial, numa boa formação desenvolvida em comunhão com a ininterrupta Tradição eclesial, sem pausa nem tentações da descontinuidade. Neste sentido, é importante favorecer nos sacerdotes, sobretudo nas jovens gerações, uma correta recepção dos textos do Concílio Ecumênico Vaticano II, interpretado à luz de toda a bagagem doutrinal da Igreja. Urgente também aparece a recuperação daquela consciência que impele os sacerdotes a serem presentes, identificáveis e reconhecíveis seja pelo critério da fé, seja pelas virtudes pessoais e também pelo hábito, nos âmbitos da cultura e da caridade, sempre no coração da Missão da Igreja. Como Igreja e como sacerdotes anunciamos Jesus de Nazaré, Senhor e Cristo, crucificado e ressuscitado, Soberano do tempo e da história, na alegre certeza que tal verdade coincide com as expectativas mais profundas do coração humano. No mistério da Encarnação do Verbo, no fato de que Deus se fez homem como nós, está tanto o conteúdo e o método do anúncio cristão. A missão tem aqui o seu verdadeiro centro propulsor: em Jesus Cristo, precisamente. A centralidade de Cristo traz consigo a justa valorização do sacerdócio ministerial, sem o qual não haveria Eucaristia, tanto menos a missão e a própria Igreja. Assim, é necessário vigiar a fim de que as ‘novas estruturas’ ou organizações pastorais não sejam concebidas para um tempo no qual se deve “fazer menos” do ministério ordenado, partindo de uma errônea interpretação da justa promoção dos leigos, porque em tal caso se colocaria os pressupostos para uma posterior diluição do sacerdócio ministerial e as eventuais “soluções” alegadas viriam dramaticamente a coincidir com as verdadeiras causas da problemática contemporânea relacionada ao ministério”. Palavras do Papa em audiência aos participantes da Plenária da Congregação para o Clero, hoje, dia 16 de março, pela manhã, que seguem a mesma linha das pronunciadas à Congregação para o Culto Divino no dia 13 e ressaltam o plano de governo de Bento XVI exposto em seus esclarecimentos na carta aos bispos sobre o levantamento das excomunhões dos bispos da FSSPX.

Ano sacerdotal.

Rádio Vaticano – Na manhã desta segunda feira Bento XVI recebeu em audiência os participantes na assembleia plenária da Congregação para o Clero. Nesta ocasião o Papa anunciou ter convocado um “ano sacerdotal” especial , de 19 de Junho 2009 a 19 de Junho de 2010. Ocorrem de factos os 150 anos da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney, verdadeiro exemplo de Pastor ao serviço do rebanho de Cristo. O Santo Padre disse que tocará à Congregação para o Clero de acordo com os bispos diocesanos e com os superiores dos Institutos religiosos promover e coordenar as várias iniciativas espirituais e pastorais que parecerão úteis para fazer perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea”.

O Sacrifício de Cristo para a remissão dos pecados.

“Todo sacerdote é pois chamado a administrar a misericórdia Divina no sacramento da Penitência, através da qual perdoa em nome de Cristo os pecados e ajuda o penitente a percorrer o caminho exigente da santidade com consciência reta e informada. Para poder cumprir tal ministério indispensável todo presbítero deve alimentar a própria vida espiritual e procurar uma permanente atualização teológica e pastoral. Enfim, a consciência do crente se purifica sempre mais graças a uma devota e consciente participação na Santa Missa, que é o sacrifício de Cristo para a remissão dos pecados. Toda vez que o sacerdote celebra a Eucaristia, na Oração eucarística recorda que o Sangue de Cristo é derramado para o perdão de nossos pecados, para os quais, na participação sacramental no memorial do Sacrifício da Cruz, se realiza o encontro pleno da misericórdia do Pai cada um de nós”. Da Mensagem do Santo Padre, o Papa Bento XVI, ao Eminentíssimo Cardeal James Francis Stafford, da Penitenciária Apostólica, em 12 de março de 2009.

Não à cumplicidade.

Dom José Cardoso Sobrinho“Na Igreja há a possibilidade de aplicação de penalidades automáticas, dentre esses crimes está o do aborto. Em outras palavras, não fui eu que excomunguei ninguém, eu só lembrei desta lei da Igreja, que está em vigor desde o primeiro século da nossa Santa Igreja. Mas eu tenho a impressão que essa difusão (do episódio) irá produzir bons efeitos, sobretudo naqueles que são católicos. Porque estamos vivendo um período de silêncio que pode ser até interpretado como cumplicidade. Todo ano há, em Israel, uma solenidade para relembrar aqueles judeus mortos na Segunda Guerra Mundial, que foram 6 milhões de judeus. Todo ano se relembra o holocausto e o papa sempre manda representantes da Igreja Católica. Mas há um silêncio total sobre outro holocausto que acontece todos os anos. São 50 milhões de abortos todos os anos, 1 milhão no Brasil. Por isso, temos que relembrar a todos que acima das leis humanas existem as leis de Deus. A lei dos homens no Brasil diz que se pode praticar o aborto em determinadas circunstâncias, como o estupro e ameaça à vida de mãe. A lei de Deus diz que jamais é lícito eliminar uma vida inocente mesmo que para salvar outra vida. [...] Eu sou dos que pretendem conservar as leis de Deus. Por exemplo, quem não aceita o culto à Nossa Senhora não aceita as leis de Deus. Não adianta andar com a bíblia embaixo do braço, ler a bíblia todo o dia… É um gesto até bonito esse, mas não adianta de nada se não aceitar o culto a Nossa Senhora, pois está lá em Lucas, capítulo 1, como Deus veio ao mundo. [...] Quando eu cheguei aqui, o Iter (Instituto Teológico de Recife) estava funcionando havia muitos anos. Dizia-se, abertamente, abre aspas, havia mais ou menos 50 homossexuais declarados. Isso não era um ambiente próprio para formar os futuros sacerdotes. Antes mesmo de eu chegar aqui, a Santa Sé mandou um visitador para examinar a situação. Depois da minha chegada, eu sabendo dessa situação, retirei os alunos da arquidiocese e reabri o seminário de Olinda apenas para a formação de sacerdotes”. Palavras de Dom José Cardoso Sobrinho à revista Época

Sim à cumplicidade.

Anti-clericalismo na França - A ilustração da capa desta semana da revista satírica Charlie Hebdo mostra os bispos Fellay e Williamson juntos com o Arcebispo brasileiro de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho - Fonte: Cathcon‹‹ A mãe desta menina pensou talvez que valia mais salvar uma vida que de correr o risco de perder três… Talvez os próprios médicos lhe tivessem dito que um pequeno útero de nove anos não se dilata indefinidamente… Eu não sei. O que sei é que nesta tragédia o senhor acrescentou dor à dor e provocou sofrimento e escândalo em muitas pessoas pelo mundo. Numa situação tão dramática, creio firmemente que nós, bispos, pastores na Igreja, temos primeiro de manifestar a bondade do Cristo Jesus, a único verdadeiro Bom Pastor››. Da carta aberta de Mons. Gérard Daucourt, bispo de Nanterre, França, ao bispo José Cardoso Sobrinho.

À direita,  anti-clericalismo na França – A ilustração da capa desta semana da revista satírica Charlie Hebdo mostra os bispos Fellay e Williamson juntos com o Arcebispo brasileiro de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho – Fonte: Cathcon

‹‹ [Ela] deveria ter sido defendida, abraçada, acariciada com doçura para fazê-la sentir que estamos todos com ela; todos, sem excepção. Antes de pensar na excomunhão, era necessário e urgente salvaguardar a sua vida inocente e recolocá-la num nível de humanidade, da qual nós homens de Igreja devemos ser anunciadores e mestres”.  “Assim não foi feito e, infelizmente, a credibilidade do nosso ensinamento sofre com isso, pois aparece aos olhos de muitos como insensível, incompreensível e sem misericórdia. É verdade, «Cármen» trazia consigo outras vidas inocentes como a sua – não obstante serem frutos da violência – e foram ceifadas; isso, todavia, não basta para fazer um julgamento que pesa como uma guilhotina”. “O respeito devido ao profissionalismo do médico é uma regra que deve envolver todos e não pode consentir chegar a um julgamento negativo sem antes considerar o conflito criado no seu íntimo. O médico traz consigo a sua história e a sua experiência; uma escolha como esta de ter de salvar uma vida, sabendo que coloca em sério risco outra, jamais é vivida com facilidade” ›› . Assim declarou Dom Rino Fisichella, presidente da Pontifícia Academia para a mort… ops, vida.

O Jornal “Igreja Nova” denuncia um “desmonte implacável” do trabalho de Dom Hélder Câmara.

Da posse em 15 de julho de 1985 a memória do jornal conta (lamenta), entre outras excelentes obras de Dom José Cardoso Sobrinho: Outubro de 1988 – Suspende a missa da TV Globo, celebrada pelos padres da arquidiocese; Julho de 1989 – Proíbe a lavagem da calçada da Igreja do Carmo, uma tradição dos umbandistas, ameaçando chamar a polícia. Agosto – Fecha o ITER (Instituto de Teologia do Recife), Fecha o SERENE II (Seminário Regional do Nordeste II); Dezembro – Destitui a Comissão de Justiça e Paz da arquidiocese, criada por D. Hélder; Setembro de 1990 – 57 padres assinam e publicam documento repudiando o autoritarismo do Arcebispo; Julho de 2004 – Alguma coisa grave aconteceu no Seminário Arquidiocesano de Olinda, de onde foram expulsos 19 seminaristas do Curso de Teologia (última etapa antes da ordenação). A lista completa das façanhas de Dom José pode ser encontrada aqui.

A começar pelos bispos

Kreuz.net – Alemanha. Em um esclarecimento feito na quinta-feira, o Cardeal Joachim Meisner, de Colônia, exige um pedido de desculpas por parte daqueles que odeiam o Papa. O cardeal referiu-se à recente carta pontifícia, em que Bento XVI esclareceu que havia sofrido golpes de hostilidade. Ademais, Cardeal Meisner disse: “Quem perscrutar a sua alma com honestidade e reconhecer que também deu motivo a essa declaração, deve pedir perdão ao Santo Padre.”

Crianças e Circo Gay

Kreuz.net – Áustria. O pároco de Linz, Gert Smetanig, usa truques de mágica para encher sua igreja, disse ele ao jornal regional ‘Oberösterreichische Nachrichten’. Na missa pelas famílias a igreja está sempre cheia com seiscentas pessoas. No dia de São Valentim ele teria até abençoado sodomitas. O Pe. Smetanig afixou um texto de oposição contra o Mons. Gerhard Wagner no quadro de avisos. “O bispo me telefonou e me disse que alguém tinha reclamado sobre isso.” Aparentemente, o telefonema não mudou nada. Em entrevista o padre deu um pitaco sobre o casamento de padres: “É possível ter esposa e filhos e ser pastor de almas.”

Papa não entrará no principal museu do Holocausto em Israel

Diz John Allen Jr.: Numa ação que pode posteriormente agravar as tensões Judeus/Católicos, um enviado Vaticano anunciou que o Papa Bento XVI não entrará no principal museu do Holocausto de Israel durante sua viagem de 8 a 15 de maio à Terra Santa, embora ele pare num memorial anexo ao lugar.

É bom recordar isso.
Cardeal Cañizares‹‹ Às vezes se mudou pelo simples gosto de mudar com relação a um passado percebido como todo negativo e superado. Às vezes se concebeu a reforma como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da Tradição. Daí todos os problema suscitados pelos tradicionalistas ligados ao rito de 1962. [...] Mais que outra coisa, diria que foi uma reforma que foi aplicada e principalmente vivida como uma mudança absoluta, como se se devesse criar um abismo entre o pré e o pós Concílio, num contexto em que ‘preconciliar’ era usado como um insulto. É necessário recordar, de fato — e a alguns talvez não lhes agrada fazê-lo — que o assim chamado Missa de São Pio V não aboliu todos os ritos precedentes. Fora, de fato, ‘preservados’ aqueles ritos que tinham pelo menos dois séculos de história. E o rito moçárabe — junto, por exemplo, do rito próprio da ordem dominicana — estava entre estes. Deste modo, depois do Concílio de Trento não houve uma absoluta uniformidade na Liturgia da Igreja latina. [...] Como é sabido, a atual disciplina da Igreja dispõe que, por norma, a Comunhão seja distribuída na boca dos fiéis. Há, logo, um indulto que permite, a pedido dos episcopados, distribuir a Comunhão também sobre a palma da mão. É bom recordar isso›› Da entrevista do Cardeal Antonio Cañizares Llovera, prefeito para o Culto Divino, a 30giorni.
É surpreendente.
Cardeal Georges Cottier‹‹ É surpreendente portanto que Monsenhor Fellay anuncie novas ordenações ao sacerdócio depois da remoção de sua excomunhão. [...] O assunto central, i.e., a negação da validade do Concílio Vaticano Segundo, é extremamente difícil. A comunhão Católica implica a aceitação deste Concílio que é tão importante para a vida da Igreja. [...] Desde o Concílio Vaticano Segundo existiram abusos em ambas as direções, conservadoras e progressistas; mas uma Igreja progressista nunca veio à existência. [...] No momento há o paradoxo de que é mais fácil para nós falar pacificamente com os Protestantes, que estão mais longes da Igreja Católica e que frequentemente sentem nostalgia sobre a unidade, do que com os tradicionalistas, que permaneceram militantes e agressivos (em Paris eles chegaram até o ponto de ocupar uma igreja pela força) ›› Palavras do teólogo aposentado de João Paulo II, Cardeal Georges Cottier.