Posts tagged ‘Ecumenismo’

12 julho, 2014

O ecumenismo de Francisco.

Francisco e Brian.

Francisco e Brian.

“Eu não estou interessado em converter os evangélicos ao catolicismo. Eu quero que as pessoas encontrem Jesus em suas próprias comunidades. Há tantas doutrinas que nunca chegaremos a um acordo. Não gastemos nosso tempo a respeito delas. Em vez disso, falemos sobre como mostrar o amor de Jesus.”Declaração atribuída ao Papa Francisco pelo embaixador global da Aliança Evangélica Mundial, Brian C. Stiller.

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Os especialistas em desabonar notícias que desagradam, certamente, não tardarão em agir. De nossa parte, esperamos que a Sala de Imprensa da Santa Sé venha a público desmentir o pseudo pastor, que representa, dizem, cerca de 600 milhões de protestantes. No entanto, o homem parece gozar de boa relação com Francisco. Ambos já se reuniram duas vezes no curto pontificado de Bergoglio, sendo o último encontro — no qual as palavras acima teriam sido proferidas — um almoço de três horas. Arriscaria o pastor perder a amizade com o bispo de Roma, atribuindo-lhe falsamente tal frase?

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21 junho, 2014

Católicos e o Ecumenismo – considerações do Cardeal Siri.

Por Rorate-Caeli | Tradução: Teresa M. Freixinho – Fratres in Unum.com - [A] diferença entre católicos e não católicos, por mais que eles desejem a fraternidade, reside no nível da Fé. Precisamos ter a coragem de dizer isso e dizê-lo continuamente. O uso de táticas evasivas (mesmo que educadas), que obscurecem todas as fronteiras em um crepúsculo embaçado que elimina os aspectos embaraçosos, não está colocando o ecumenismo em prática.

Principal líder da comunidade anglicana dá uma suposta benção sacerdotal ao Papa. Igualmente, o líder foi abençoado pelo Papa. Roma, 16 de junho de 2014

[O ecumenismo verdadeiro] é aquele em que, com o exercício da virtude, sacrifício pessoal, paciência inflexível e terna caridade, os termos são estabelecidos claramente. Haveria acaso um retorno à plena unidade entre os crentes em que o caminho seja pavimentado de incompreensões e meias-verdades?

Evidentemente, é claro que esta ponte – [o verdadeiro entendimento e a aceitação plena do] primado de Roma – precisa ser atravessada e, se não o for de maneira consciente, a meta do verdadeiro ecumenismo não será alcançada. E aqui surge o perigo real sobre esse tema empolgante. Há algumas pessoas que representam esse perigo ao transformarem o ecumenismo em uma confusão de doutrina retalhada. Há escritores que abusam do nome de teólogo ou da dignidade da erudição para minar, uma após a outra, as verdades da Fé Católica, violando e ignorando o Magistério. Eles criam dúvida com relação ao conhecimento de que a verdade de Deus é una e perfeita, e se ela for negada em um ponto – tal é a sua lógica e harmonia interiores – é inevitável que o resto [também] seja negado.

Eles não compreendem que Deus confiou tudo ao Magistério, que é tão certo e divinamente garantido que podemos afirmar, «quod Ecclesia semel docuit, semper docuit» [Que aquilo que a Igreja ensina uma vez, ela ensina sempre.] Talvez eles também tenham esquecido que a visibilidade da Igreja e sua realidade humana não a comprometem de jeito algum, e a mão de Deus é demonstrada no fato de que, caso ela fosse confiada a mãos humanas, ela já estaria morta desde os tempos imemoriais e não estaria de pé nos dias de hoje.

Nossos irmãos estão nos aguardando, mas eles estão aguardando à luz do dia, não em meio às sombras incertas da noite.

Cardeal Giuseppe Siri

Renovatio, XII (1977), livreto 1, pp. 3-6

[Fonte On-line: Blog Cordialiter, Traduzido a partir da tradução para o inglês de: Francesca Romana. Osservatore Romano imagens recolhidas pelo Sr. Christopher Lamb, do The Tablet.]

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4 junho, 2014

Papa e Patriarca Ortodoxo esperam novo encontro em Nicéia.

Catholic World News | Tradução: Fratres in Unum.com - O Papa Francisco e o Patriarca Ortodoxo Bartolomeu I de Constantinopla concordaram em planejar um encontro ecumênico a ser realizado em Nicéia, em 2025, relata a agência de notícias AsiaNews.

O Patriarca Bartolomeu revelou que ele e o Romano Pontífice haviam “concordado em deixar como legado de si e de seus sucessores um encontro em Nicéia, em 2025, para celebrarem juntos, após 17 séculos, o primeiro sínodo verdadeiramente ecumênico, onde o Credo foi promulgado pela primeira vez.” O Concílio de Nicéia, realizado em 325, reuniu mais de 300 bispos e aprovou a fórmula de fé atualmente conhecida como Credo Niceno.

O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico escolheram Nicéia — atualmente conhecida como Iznik, na Turquia — como local para um concílio que poderia reunir cristãos orientais e ocidentais, como fez o Concílio de Nicéia original.

Nota do Editor de Catholic World News: Uma versão anterior dessa história da CWN mencionava um “concílio” em Nicéia. A natureza do encontro descrita pelo Patriarca Bartolomeu não é totalmente clara e poderia mudar nos anos vindouros. Porém, seria prematuro, pelo menos, dizer que o plano seria de um concílio ecumênico. Pedimos desculpas pelo uso de uma palavra que poderia ser errônea nesse contexto.

25 maio, 2014

Foto da semana.

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Jerusalém, domingo, 25 de maio de 2014 – Basílica do Santo Sepulcro: Papa Francisco e o Patriarca cismático Bartolomeu beijam a “Pedra da Unção”, onde repousou o Santo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes, ambos participaram de uma celebração ecumênica juntamente com os Ordinários Católicos da Terra Santa, os Arcebispos copta, siríaco, etiópico e os Bispos anglicano e luterano. 

Afirmou o Papa que as divergências não devem nos assustar e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, como a pedra do sepulcro foi removida, assim também poderão ser removidos os obstáculos que ainda impedem a nossa plena Comunhão. Esta será uma graça de ressurreição, que, desde já, podemos experimentar. Todas as vezes que temos a coragem de dar e receber o perdão, uns aos outros, fazemos experiência da ressurreição! Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! Todas as vezes que desejamos a unidade da Igreja, brilha a luz da manhã da Páscoa! E o Papa exortou:

Desejo renovar o desejo, expresso pelos meus Predecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo, para encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação e ser, no contexto atual, um serviço de amor e de comunhão reconhecido por todos”.

O Papa Francisco concluiu seu pronunciamento admoestando a colocar de lado as hesitações que herdamos do passado e abrir o nosso coração à ação do Espírito Santo, Espírito de Amor e de Verdade, para juntos caminhar rumo ao dia abençoado da tão desejada plena Comunhão.

Informações: News.va

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28 fevereiro, 2014

Cardeal Koch: 2017 não é motivo algum para comemoração.

O Cardeal Koch mantém comentários feitos em 2012: “Não podemos comemorar um pecado”.

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Cardeal Kurt Koch em Entrevista à EWTN-TV com Paul Badde: “Naturalmente, todo católico quer ser evangélico, no sentido de que ele não conhece nenhum outro fundamento a não ser o Evangelho”

Dom Kurt Koch

Dom Kurt Koch

Por Kath.net | Tradução: Fratres in Unum.com – O ano de 2017 será dedicado à Reforma, ocorrida há 500 anos. No entanto, na opinião do Cardeal Kurt Koch, não existe motivo para comemoração. O Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos percebe o cisma assim criado como algo trágico. Ao contrário do chamado de Jesus “Que todos sejam um”, a cristandade está dividida em católicos, ortodoxos e protestantes. Segundo Koch, esses conceitos confessionais expressam “todo o drama do Cisma”. A expressão “evangélico” não deve se limitar apenas ao protestantismo: ” Naturalmente, todo católico quer ser evangélico, no sentido de que ele não conhece nenhum outro fundamento a não ser o Evangelho”. E da mesma forma ocorre com a expressão “ortodoxo”.

Na entrevista com Paul Badde, o correspondente da EWTN em Roma conversa com o Cardeal Koch sobre os desenvolvimentos e chances do ecumenismo. Ele explica os progressos no diálogo com as igrejas orientais e os novos desafios do pentecostalismo, que é bastante ativo na América Latina e África. A entrevista abordou também o tópico sobre o próximo encontro entre o papa Francisco e o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, em maio, na Terra Santa. O primeiro encontro desse tipo entre os representantes eclesiásticos ocorreu há 50 anos, em 1964, quando o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras reuniram-se em Jerusalém e, pouco tempo depois, levantaram as excomunhões mútuas.

Observação: Entrevista com o Cardeal Koch à EWTN na quarta-feira 27 de fevereiro, às 20:30H Uhr www.ewtn.de

Paul Badde: Entrevista com o Cardeal Kurt Koch à KathTube – Parte 1 e Parte 2.

23 julho, 2013

JMJ 2013 – Ele, o padroeiro dos bons garotos, voltou.

0207 21072013172957CNBB – A programação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013) já começou com o “Encontro Inter-Religioso entre católicos, judeus e muçulmanos” na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Os palestrantes do debate foram unânimes ao apontar o diálogo como ferramenta fundamental para a convivência pacífica entre povos e culturas.

A discussão entre jovens e representantes das religiões esteve focada na unidade entre os que professam a fé em um único Deus. “Começamos a Jornada exatamente no ponto central: poder acolher as diferenças. O Papa Francisco tem insistido muito na importância de saber dialogar com as diferenças. Acho que realmente é esse o espírito que nos move na Jornada”, disse padre Josafá Siqueira, reitor da PUC-Rio. Durante o evento, os debates abordaram o potencial transformador da juventude e os motivos que se tem para seguir os princípios ensinados por Deus através da Sagrada Escritura. “Jovem, vá ao texto sagrado! As atitudes de Deus descrita na Torá é para que nós imitemos. Nós temos que imitar Deus”, comentou o rabino Abraham Shorka.

Para a jovem muçulmana brasileira Samia Isbelle, da equipe de organização do evento, o encontro simboliza a vontade de uma nova vida pautada pela tolerância e amor. “Acho que o fato de estarmos aqui comprovou que as pessoas enxergam que a melhor forma de viver é respeitar um ao outo, conhecer e dialogar”, disse. Fizeram parte da mesa do encontro o arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Organizador Local (COL), Dom Orani João Tempesta; o rabino Heliel Haber e os sheiks Jihad Hassan e Hamed Mohammed Wali Khan. Também estiveram presentes o presidente da Conferência Episcopal para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB, José Francisco Biasin (foto à esq.); representantes da Nicarágua, Bolívia, Argentina, El Salvador, Argélia e Espanha.0169 21072013172940

Nesta semana, a PUC-Rio também vai receber mais dois eventos da JMJ Rio2013. Segunda, 22, das 9h às 13h30, será realizada a “Conferência da Sustentabilidade” sobre o “Compromisso da JMJ para a salvaguarda da Criação”. Criado por jovens católicos de várias partes do mundo, a conferência é um dos frutos do legado ambiental da Jornada. A conferência ocorrerá no Auditório do RDC, localizado no interior do campus da Gávea. Na tarde de quarta, o ginásio da PUC-Rio reunirá jovens do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ) para momentos de partilha, oração e testemunhos. O encontro será de 16h às 19h.

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A seguir, imagens de uma celebração toda amorosa com o padroeiro dos bons meninos:

25 janeiro, 2013

Tolerância e paz ou irenismo puro?

Religiosos comemoram dia contra a intolerância religiosa no Rio de Janeiro.

Religiosos comemoram Dia de Combate à Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro.

Fratres in Unum.com – Um dia após as comemorações do mártir São Sebastião, padroeiro da cidade, a Arquidiocese do Rio de Janeiro participou das celebrações do Dia Nacional de combate à Intolerância Religiosa, organizadas na Cinelândia, e armou sua tenda junto com as demais religiões para divulgar a Jornada Mundial da Juventude.

Segundo a edição 779 do jornal arquidiocesano “O Testemunho de Fé”, os visitantes que lá estiveram puderam contar com show do padre Omar Raposo — que, não fosse a projeção que o sacerdócio lhe dá, não cantaria nem nos piores dos botecos do Rio –  e a presença do padre Jorge Luis Neves Pereira da Silva, vulgo Padre Jorjão: dupla famosa de admiradores e abençoadores de Oscar Niemeyer, escolas de sambas, novelas das 8 e Fábio de Melo. Ainda segundo o mesmo periódico, “a participação da Igreja Católica no movimento em defesa do respeito e da liberdade religiosa tem sido ampla desde o Concílio Vaticano II, com a publicação, em novembro de 1964, do decreto sobre o ecumenismo Unitatis Redintegratio, e em outubro de 1965, da Declaração Nostra aetate sobre a Igreja e as religiões. Em busca da restauração da unidade entre todos os cristãos e em favor da paz e do amor entre a humanidade, mesmo sem concordar com outras doutrinas, os documentos conciliares reconhecem que todas as manifestações religiosas são expressões da fé e da cultura de cada povo, e, por isso é preciso acolher com respeito todas as religiões. Esse diálogo acontece na perspectiva de ir ao encontro das aflições humanas, comuns a todos os povos, pois é por meio das religiões que os homens procuram resposta aos mais profundos anseios e questionamentos da condição humana.”

E qual seria o propósito de tal evento em uma cidade, para usarmos um eufemismo e não falarmos de apostasia, tão aberta à pluralidade religiosa como o Rio de Janeiro, onde qualquer denominação pode abrir seu templo sossegadamente e onde pessoas dos mais diversos credos podem sair às ruas trajadas segundo suas crenças ou ainda falar publicamente sobre elas? O diácono Nelson Águia, um dos envolvidos, responde: “Nós não vamos ali debater questões dogmáticas, doutrinárias, isso nós deixamos para os teólogos. O que nós queremos é demonstrar ao mundo que as religiões pregam o amor e a fraternidade. E a Igreja Católica, claro, não ficaria fora disso, é uma missão dada por Jesus: ‘amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.

Resta-nos apenas fazer algumas indagações aos padres da Arquidiocese do Rio de Janeiro: em vista de eventos como esse, poderia um sacerdote da arquidiocese pregar livre e coerentemente, em suas homilias, programas de rádio ou artigos, que a Igreja Católica é a única Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que as outras religiões não pregam paz e amor, mas o erro, e que levam as almas à perdição eterna? Ou tal pregação seria considerada intolerante? A explanação do “Testemunho de Fé” sobre o Concílio Vaticano II e, mais do que isso, a aplicação dessas idéias no evento irenista da Cinelândia estão de acordo com a “hermenêutica da continuidade”?

Tudo em nome da divulgação da Jornada Mundial da Juventude, evento alardeado com todo dinheiro e estratégias de marketing possíveis e imagináveis, mas que apenas maquia o estado cadavérico do catolicismo no Rio, estado com menor proporção de católicos do Brasil.

Também em Brasília o Dia de Combate à Intolerância Religiosa foi comemorado:

O que se pode esperar do comitê petista fundado na comemoração deste ano, ainda mais com uma ministra que é uma ardorosa defensora dos “direitos humanos”? Trata-se de mais uma de muitas medidas para a perseguição à única religião verdadeira, a Católica. Lamentavelmente, poucos compreendem que “primeiro, a religião que vem do céu é verdade, e é intolerante com relação às doutrinas errôneas; segundo, a religião que vem do céu é caridade, e é cheia de tolerância quanto às pessoas”.

É a esse movimento irênico de implantação de uma religião universal que a Arquidiocese do Rio e outros católicos ingênuos dão, conscientemente ou não, aval.

25 janeiro, 2013

Líder luterano descontente com proposta de ordinariato.

Dom Gerhard Müller: dançou.

Dom Gerhard Müller: dançou.

Por Catholic Culture | Tradução: Fratres in Unum.com - O Secretário Geral da Federação Luterana Mundial expressou sérias preocupações sobre a perspectiva de que o Vaticano possa estabelecer um ordinariato para luteranos ingressarem na Igreja Católica.

Rev. Martin Junge afirmou que a criação de um ordinariato luterano — similar aos ordinariatos anglicanos já erigidos — teria “sérias repercussões ecumênicas” na medida em que isso assinalaria um encorajamento do Vaticano para que luteranos deixassem suas comunidades protestantes. Tal medida, afirmou Rev. Junge, “enviaria um sinal errado às igrejas luteranas”.

Dom Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, levantou a possibilidade de um ordinariato luterano em uma conferência realizada em Roma na semana passada. O arcebispo afirmou que alguns luteranos estariam ansiosos em entrar em plena comunhão com a Igreja Católica, mantendo “as legítimas tradições que eles desenvolveram”.

6 novembro, 2012

Na Alemanha, católicos convidam protestantes para celebrar ecumenicamente os 500 anos da Reforma.

Lubeck (Rádio Vaticano) – O Comitê Central dos Católicos Alemães (ZDK) convidou ontem os protestantes para celebrar de forma ecumênica o quinto centenário da Reforma a ser festejado em 2017. O convite foi feito durante a realizaçãodo Sínodo da Igreja Evangélica na Alemanha (EKD), realizado na cidade de Lubeck.

Falando no Sínodo protestante, o presidente do comitê católico, Alois Glück destacou que “cada vez é mais evidente que existem muito mais coisas em comum do que coisas que separam as duas Igrejas, e que existe uma vontade de continuar a crescer juntos”, refere a Agência Sir. Gluck falou ainda sobre os grandes desafios dos cristãos atualmente, entre os quais “a necessidade da transmissão da fé” e “a nova intolerância em relação às religiões na aparência de uma ideologia secular agressiva”.

Também o presidente do Conselho dos protestantes, Nikolaus Schneider, criticou a difusão de comportamentos críticos e agressivos em relação às religiões, como aquela recente polêmica em relação à cincuncisão. Por outro lado, Schneider destacou as “numerosas atividades sobre a base dos recentes acordos firmados entre a Conferência episcopal alemã e o Conselho dos Católicos em preparação às comemorações em 2017. (JE)

Leia também: Cardeal Koch sobre os 500 anos da Revolução Protestante: “Não podemos comemorar um pecado”.

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17 outubro, 2012

No Sínodo dos Bispos, o “ecumenismo vive!”.

Clergyman e cruz peitoral: Sarah Frances Davis, da Igreja Episcopal Metodista Africana, convidada como "delegada fraterna" para o Sínodo dos Bispos. Créditos: Kronika Novus Ordo.

Clergyman e cruz peitoral: Sarah Frances Davis, da Igreja Episcopal Metodista Africana, convidada como “delegada fraterna” para o Sínodo dos Bispos. Créditos: Kronika Novus Ordo.’

IHU – Antigamente, não havia quase nenhum outro assunto que a Igreja Católica poderia propor e que com muita garantia provocaria temor e tremor nos outros cristãos que a “evangelização”, que geralmente tinha sabor de proselitismo, de competição e de um recuo do ecumenismo – em outras palavras, ir pescar na lagoa de outra pessoa.

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio do jornal National Catholic Reporter, 13-10-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Do ponto de vista de muitos ortodoxos, protestantes e anglicanos, uma Igreja Católica “evangelizadora” era vista como uma ameaça.

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