Posts tagged ‘Moral’

3 setembro, 2015

Querem usar dinheiro de católicos da Suíça para silenciar bispos africanos no Sínodo.

WASHINGTON DC, 26 Ago. 15 / 08:00 am (ACI).- O Fundo Católico Suíço Quaresmal (Fastenopfer, em alemão) e uma importante fundação dos Estados Unidos estão financiados por uma organização europeia do lobby LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) para realizar um projeto que busca silenciar os bispos africanos durante o Sínodo da Família a ser realizado no Vaticano em outubro.

O European Forum of LGBT Christian Groups (Fórum Europeu de Grupos Cristãos LGBT), com sede na Holanda, lançou um projeto para fazer um documentário sobre católicos ativistas gay em Gana, Togo, Benin, Nigéria e Camarões.

“Reagindo à influência extremamente negativa dos bispos da África Ocidental no documento final do Sínodo da Família 2014, consideramos importante apresentar as vozes de católicos LGBT desta região a fim de obter uma atenção maior”, assinalou o Fórum Europeu em seu relatório de atividades 2014-2015.

O relatório indicou que este projeto é financiado pelo Fastenopfer e a pouco conhecida, mas enriquecida, Fundação Arcus dos Estados Unidos, a qual contribuiu com o lobby gay – contrário ao Sínodo – com centenas de milhares de dólares.

Fastenopfer é uma fundação católica de desenvolvimento que tradicionalmente arrecada recursos durante o tempo de Quaresma. O Bispo de Basileia, Dom Felix Gmur, é o atual presidente desta fundação. Além disso, dois membros do conselho são nomeados pela Conferência Episcopal da Suíça.

Michael Brinkschroeder, co-presidente do Fórum Europeu de Grupos Cristãos LGBT até este ano, assinalou que a ajuda da Fastenopfer foi oferecida como uma pequena doação para um projeto.

Em declarações ao Grupo ACI no dia 10 de agosto, Brinkschroeder disse que a contribuição foi de 15 mil e 300 dólares. E esta não necessitava ser aprovada pelo Bispo Gmur, um dos três bispos suíços que participou do chamado “Sínodo paralelo” no final do mês de maio deste ano. O Grupo ACI tentou contato com sua diocese, mas não recebeu nenhuma resposta até o fechamento desta edição.

Romana Buchel da Fastenopfer disse ao Grupo ACI no dia 7 de agosto que o projeto para o documentário não foi feito como originalmente o planejaram, porque os realizadores “disseram de repente que tinham medo de voar” e saíram do avião em uma parada de trânsito. Disseram ainda que as entrevistas foram realizadas com “gente afligida, colaboradores”.

Buchel afirmou ainda que o material recolhido “será usado para documentos escritos de sensibilização sobre o segundo Sínodo da Família”.

O Fórum Europeu planeja publicar um livro com o nome do novo grupo global de ativistas LGBT, a Global Network of Rainbow Catholics (a Rede Global de Católicos Arco-íris), cuja criação foi anunciada em junho. O texto incluirá “outros documentos importantes” e exposições de um evento realizado em Roma durante o ano passado, antes do Sínodo da Família. Será publicado em italiano e em inglês antes do mês de outubro de 2015.

Centenas de milhares de dólares para a agenda LGBT

O relatório de atividades do Fórum Europeu não declarou quanto dinheiro recebeu da Fundação Arcus para realizar o projeto de vídeo, mas indicou que em 2013 receberam 134 mil dólares dessa instituição, a fim de combater “a religião apoiada na homofobia na Europa” e para ajudar que o Fórum se mobilize como “os principais defensores religiosos LGBT na região”.

O relatório de atividades assinalou que o Fórum elaborará, provará e usará uma “contra narrativa aos valores tradicionais com a ideologia de gênero” em diversos contextos religiosos entre 2014 e 2016, com uma atenção especial às “oportunidades de defesa” como o Sínodo deste ano, o Sínodo Pan-ortodoxo de 2016 e os diversos esforços do Conselho Mundial de Igrejas.

Em 2015, a Fundação Arcus também outorgou uma contribuição de 262 mil e 500 dólares, para que o Fórum Europeu responda a “oposição anti-LGBT”. No dia 20 de janeiro, a Fundação indicou que com esta contribuição “buscaram uma estratégia bem-sucedida para modificar as perspectivas tradicionais” e “responder as decisões homofóbicas da Igreja Católica sobre a família durante o Sínodo”.

Em seguida, Brinkschroeder disse ao Grupo ACI que o Fórum Europeu considera que vários bispos africanos não puderam cumprir o “seu dever cristão de evitar sinais de apoio de discriminações violentas e injustas, assim como de proteger a dignidade de toda pessoa humana”.

Em uma declaração do dia 22 de outubro de 2014, Brinkschroeder disse que o resultado do Sínodo foi “um desastre para os gays e lésbicas” e o Fórum Europeu criticou o documento final dos bispos, por não terem uma “avaliação positiva” dos casais do mesmo sexo e da forma através da qual poderiam educar as crianças.

A primeira assembleia oficial da Global Network of Rainbow Catholics intitulada “Vozes LGBT para o Sínodo” viria acontecer entre os dias 1º e 4 de outubro, em Roma, evento no qual apresentarão uma conferência pública intitulada “Formas do amor”, a fim de promover o que consideram as melhores práticas para o ministério católico LGBT.

Durante o ano passado, o Fórum Europeu realizou um evento semelhante em Roma, no qual o principal orador foi o controverso Bispo Emérito Auxiliar de Sydney, Dom Geoffrey Robinson, cujo livro foi condenado pela Conferência Episcopal Australiana por diversos problemas doutrinais.

A conferência de 2014 teve o apoio financeiro do Ministro da Educação, Ciência e Cultura da Holanda. Este governo europeu e a Fundação Arcus são aliados de Global Equality Found do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que busca promover o ativismo mundial LGBT no mundo inteiro.

Neste mesmo evento participaram representantes de dois importantes grupos de católicos dissidentes nos Estados Unidos: New Ways Ministry e Dignity, os quais receberam 200 mil dólares da Fundação Arcus.

Recentemente ambos os grupos defenderam a tese de converter o matrimônio de pessoas do mesmo sexo como um sacramento da Igreja Católica. As duas instituições fazem parte da Equally Blessed Coalition, a qual organiza um evento LGBT no mês setembro, no mesmo mês a ser realizado o Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia, no qual o Papa Francisco estará presente.

O Fórum Europeu também recebeu financiamento do Open Society Institute vinculado ao conhecido milionário americano George Soros.

Tags:
2 setembro, 2015

Agenda de Gênero avança no país.

Por Hermes Rodrigues Nery | FratresInUnum.com

Judith Butler, uma das mais radicais feministas estará no Brasil entre 4 e 9 de setembro, para disseminar mais intensamente a ideologia de gênero, em eventos promovidos por universidades federais e patrocinados pelo poder público. 

JudithButler2013

A Agenda de Gênero avança no Brasil, em grande proporção. Uma rede de OnGs e demais instituições já atuam há vários anos, inoculando na sociedade o conteúdo de subversão da mais radical e inumana ideologia. O “feminismo de gênero”, termo cunhado por Christina Hoff Sommers, vai sendo disseminado por meio de simpósios, encontros, mesas redondas, trabalhos acadêmicos em profusão, propagandeados pelos meios de comunicação, de todas as formas, em apologia às mais estranhas experiências de anarquismo sexual, visando a subversão da identidade do ser humano como pessoa. O efeito de tal ideologia visa a dissolução de todas as formas de limites ao desejo humano, e a corrosão de todas as instituições: a começar pela família, e tudo mais, daí seu propósito devastador. Judith Butler advoga que as práticas institucionais “não devem tornar-se normas restritivas para uma política radical”. Por isso o corpo humano, destituído de sua identidade natural, passa a ser instrumentalizado por uma ideologia declaradamente subversiva e pervertida, que o utiliza como laboratório do anarquismo que propõe para o corpo social.

Uma amostra de tal conteúdo será apresentada em dois eventos, no Brasil, realizados com a presença de Judith Butler, autora do livro “O problema do gênero: o feminismo e a subversão da identidade”, uma das mais ativistas feministas a difundir, por meio de muitas OnGs, a ideologia de gênero. Sua obra – como explica Oscar Alzamora Revoredo – é utilizada “já há vários anos como livro de texto em diversos programas de estudos femininos de prestigiosas universidades norte-americanas, onde a perspectiva de gênero está conhecendo uma ampla promoção. O Núcleo de Estudos de Gênero Pagu anuncia em seu site o I Seminário Queer, nos dias 9 e 10 de setembro, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, apresentando Butler como filósofa e “uma das principais referências sobre o tema no mundo”. Pouco antes, entre 4 e 7 de setembro, Butler também participará em Salvador (BA), do evento “II Desfazendo Gênero – Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero“, promovido por várias universidades federais e patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia, Ministério da Educação, OAB Bahia, CNPQ, Secretaria de Política das Mulheres e outros parceiros do setor público. Richard Miskolci explica que a proposta do evento é “tomar nossa cultura como objeto de reflexão, o que – em uma perspectiva queer – não pode ser feito sem a subversão das identidades sexuais. A superação das fronteiras sexuais e de gênero aponta para a criação de uma nova forma de cidadania não-heterocentrada e além do binarismo de gênero atualmente imposto”.

A Agenda de Gênero está mais avançada do que podemos imaginar. Além da incessante propaganda nos meios de comunicação, de todas as formas (em artigos, filmes, novelas, documentários, em programas de auditório, telejornais, etc.), há a ação integrada de OnGs e órgãos do poder público, aparelhados para tais fins, com objetivos de reengenharia social traçados pelas fundações internacionais e agências da ONU, entre outras instâncias de fora. Por isso, a imprensa pauta, todos os dias, nas edições dos noticiários, para que as informações e notícias sejam cada vez mais canalizadas para, lentamente, a população ir aceitando a agenda, que é imposta por tais forças de poder e controle social. Não é a toa que a abordagem dada às notícias acabam sempre privilegiando o enfoque ideológico de desconstrução da realidade, da autoridade, da tradição, da moral objetiva, da lei natural, etc. Nesse sentido, temas, por exemplo, que até pouco tempo seriam escandalosos (como a inserção de gays no serviço militar) se tornam corriqueiros na grande mídia e no cotidiano dos espaços de formação de opinião na sociedade. Daí os questionamentos proliferam por toda a parte, como defende Butler, questionando “os valores do militarismo”, “da própria conjugalidade” e tudo mais, como “objetivo final de qualquer movimento de minorias de sexo e gênero – que verdadeiramente pensa analiticamente sobre as estruturas sociais existentes e insiste em produzir novas”.

Parte dessa agenda está não apenas a desconstrução da família e da cultura, mas também da religião, chamando de fundamentalista qualquer um que defenda os princípios e valores da família, da maternidade, da sacralidade do matrimônio, da fidelidade conjugal, da heterossexualidade, etc. Chega inclusive a defender um concepção de religião apenas como fenômeno sociológico, como afirma a “teóloga feminista de gênero” Elizabeth Schussler Fiorenza: “Os textos bíblicos não são revelação de inspiração verbal nem princípios doutrinais, mas formulações histórica”. E “analogamente, a teoria feminista insiste no fato que todos os textos são fruto de uma cultura e de uma história patriarcal androcêntrica”. Descontruindo a família, a educação, a cultura e a religião, as feministas de gênero descontroem a própria realidade humana, no afã de uma utopia irreal e surreal. Jorge Scala lembra ainda que as feministas de gênero “reivindicam uma autonomia absoluta para ‘construir’ qualquer ‘tipo de família’ que ocorra à sua imaginação ou capricho”. Por isso a ideologia de gênero leva ao escapismo da realidade, fazendo do corpo expressão de todas as fantasias e caprichos, vulnerabilizando, portanto, a pessoa humana a graus de violência inimagináveis. Basta ver com que facilidade muitos se deixam seduzir pela falácia de tal fantasia e aceitam expor seus corpos a toda sorte de experiências sexuais, sem moralidade alguma para vivenciar as mais extremas formas de prazer, com as práticas do homossexualismo, amor livre, incesto, pedofilia, zoofilia e tantas outras perversões sexuais. E tudo isso vivido não apenas na privacidade, mas com exposição pública.

A ideologia de gênero, pelos seus efeitos corrosivos, é expressão sombria da “cultura da morte”, denunciada por São João Paulo II, há 20 anos, na Evangelium Vitae. É certo que ela fracassará, como toda ideologia que se volta contra a realidade do ser humano. Mas até soçobrar terá feito suas vítimas, muitas delas já perecem em seus danos, daí que é preciso, enquanto cristãos, estarmos mais vigilantes e atuantes, no combate a esta ideologia, para não sermos vítimas de sua armadilha e perigo. Urge portanto reagirmos e afirmarmos a cultura da vida, em contraposição a esta avalanche de devastação, que Judith Butler vem disseminar, mais intensamente em nosso País.

Hermes Rodrigues Nery é Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, especialista em Bioética (pela PUC-RJ).

27 agosto, 2015

44 x 4 – Venceu a verdade.

Fratres in Unum entrevista Andreia Medrado, pró-vida engajada, que nos fala sobre a Ideologia de Gênero e a atuação da militância católica paulista que culminou, no último dia 25, com a eliminação dessa nefasta tese do Plano Municipal de Educação.

Primeiramente, obrigado por nos atender, professora Andreia. Poderia se apresentar brevemente a nossos leitores, falando também de sua trajetória no movimento pro-vida?

Andreia Medrado e o vereador de São Paulo Ricardo Nunes.

Andreia Medrado e o vereador de São Paulo Ricardo Nunes.

Sou católica e professora. Tenho estado mais ativamente ligada ao movimento pró-vida desde 2013, quando o PLC 03/2013 estava em tramitação. O Projeto, na prática, legalizaria o aborto até o nono mês. A partir de então fui apresentada aos estudos sobre o tema e pude ver que todas as ações relacionadas ao aborto, eutanásia, ideologia de gênero eram um pacote de estratégias para a completa instauração da cultura da morte no mundo.

Em que consiste a ideologia de gênero e como ela vem buscando se impor mundo afora, em particular no Brasil?

A ideologia de gênero consiste em uma quebra da realidade, por assim dizer. Tal ideologia promove um desprezo pela biologia do ser humano alegando que não se nasce homem ou mulher, mas que isso é construído social e culturalmente. Seu maior intento, no entanto, é a destruição total e sistemática da família. Uma vez que se extermina a identidade do ser humano e o papel do homem e da mulher, extingue-se, consequentemente, o conceito de família. Em outras palavras, a identidade de gênero é uma construção ideológica de que não há homem ou mulher mas que se é algo. É a “coisificação” do ser humano.

É uma ideologia que nasce apoiada na filosofia marxista de lutas de classes, onde a primeira opressão de uma classe por outra surge com a do sexofeminino pelo masculino. A partir dos anos 70, as feministas adotam esse discurso e passam a querer a extinção das barreiras sexuais (homens/mulheres – adultos/crianças). Só nos anos 90 que a ideóloga Judith Butler introduz o tema no âmbito político-filosófico. Ajudou a aparelhar a Organização das Nações Unidas com ongs feministas.

Quem são os grandes interessados na implantação dessa ideologia e por que tamanho empenho que, aliás, é pouquíssimo compartilhado pela sociedade civil?

Os grandes interessados na implantação dessa ideologia são as grandes fundações internacionais, especialmente a Fundação Ford, que foi a responsável principal pelo aparelhamento da ONU, durante as conferências internacionais de 94 e 95 (Cairo e Pequim). Numa estratégia de controle comportamental e governo hegemônico mundial, essas fundações gastam rios de dinheiro com reengenharia social. É uma tentativa de dominaras leis, o consenso e destruir o direito natural.

Não conformados com a eliminação da questão de gênero no Plano Nacional de Educação, seus promotores manobraram para ressuscitar essa ideologia nos planos estaduais e municipais. Como o Poder Legislativo de estados e municípios tem se posicionado?

O que temos percebido durante as visitas aos parlamentares é que muitos deles não sabiam sequer definir “gênero”, e julgavam como mais uma palavra que significasse alguma medida contra a discriminação ou mesmo um sinônimo para “sexo”. Quando explicamos, pautados em argumentos e principalmente nos próprios ideólogos de gênero, percebemos que, automaticamente, eles entendem e se posicionam contrários a tal ideologia.

Aqui em São Paulo, os vereadores entenderam bem o conceito de gênero, perceberam seu perigo e o quão nefasto e monstruoso ele é. E o resultado das votações em todo o Brasil confirma que isso não se deu só aqui; uma rápida busca nos municípios que já votaram seus Planos Municipais de Educação mostra que 98% deles rejeitaram a ideologia de gênero. Isto nos diz muito a respeito da postura de nossos parlamentares e nos diz, mais ainda, de que a Verdade é, de fato, a força que move o mundo. Bastou dizer a verdadeira intenção dessa macabra ideologia e os olhos se abriram.

Claro que tivemos alguns discordantes, mas vê-se bem a militância na causa. Três casos em específico nos chamaram à atenção: o vereador Toninho Vespoli (Psol), a vereadora Juliana Cardoso (PT) e o vereador Netinho de Paula (PCdoB). O vereador Netinho de Paula, que se diz um defensor e grande representante da periferia paulista, ignorou a voz dos diversos moradores da Zona Sul que se pronunciaram contra o gênero (moradores, inclusive, que o ajudaram a se eleger). A vereadora Juliana Cardoso e o vereador Toninho Vespoli passaram as duas votações alegando que eram católicos e católicos de uma “igreja inclusiva”, como a que é “promovida pelo Papa Francisco”. A vereadora chegou a mostrar um slide no qual o Sumo Pontífice aparecia segurando uma bandeira do orgulho lgbt (o que todos sabemos ser uma montagem). Juliana terminou seu discurso citando Zé Vicente, famoso compositor da teologia da libertação, deixando claro, portanto, a quem serve e de onde ela veio. No que depender dos católicos de verdade, esses vereadores jamais serão reeleitos.

Ontem, então, ocorreu a votação do Plano Municipal de Educação da cidade de São Paulo. Como transcorreu a votação e o embate entre os defensores da cultura da vida e os da cultura da morte? 

Por questões regimentais, alguns PLs (Projeto de Lei) requerem mais de uma votação para que haja o que eles chamam de tempo necessário para a discussão, o debate do tema. Foi o caso do PL 415/2015, o PME – Plano Municipal de Educação. Então, tivemos ontem a segunda e definitiva votação do Plano.

Pouco antes das 9h já chegavam famílias de toda a cidade. Vinham com camisetas brancas e bandeiras em favor da vida e da família. Logo chegaram também os militantes lgbt.

Até o momento da votação, as pessoas permaneceram diante do trio elétrico, enquanto se apresentavam bandas católicas, Padres, Vereadores e Deputados federais alertando o povo contra o perigo da ideologia de gênero e pela necessidade de combate à cultura da morte.

Às 15h, o presidente da Câmara Antônio Donato deu início à votação. O vereador Eliseu Gabriel havia proposto um substitutivo. Contudo, o executivo enviou seu próprio substitutivo que foi votado pelos vereadores. Alguns vereadores propuseram emendas, mas estas foram derrubadas em bloco e por 44 votos a 4, a família paulistana ficou livre da ideologia de gênero no Plano Municipal de Educação.

No fim, venceu a verdade.

Como você avalia a atuação dos membros da Igreja nessa batalha? Quem estava presente e quem deveria estar, mas se omitiu?

Militância católica em peso na votação do PME de São Paulo.

Militância católica em peso na votação do PME de São Paulo.

A Igreja volta a debelar o erro! É incrível como o clero se posicionou diante dessa ideologia alertando os fiéis, falando sobre o tema! Mais de dez bispos no Brasil inteiro se manifestaram contra a ideologia de gênero, e a partir daí, o trabalho foi o de formar as pessoas.

Tanto a Arquidiocese de São Paulo quanto a do Rio de Janeiro (entre algumas outras dioceses) têm-se mobilizado para a promoção de seminários sobre a ideologia de gênero. Esses seminários têm o propósito de formar pais, professores e catequistas sobre o tema que ainda parece um pouco confuso para algumas pessoas. E graças às dioceses e aos bispos que tão bem entenderam o perigo que correm nossas famílias, as pessoas têm buscado aprender sobre o assunto. Sem o apoio de nossos bispos, não teríamos conseguido nada disso.

Em cada votação que olharmos, veremos a presença da Igreja. Acredito que Cuiabá, Brasília e São Paulo são as que mais podemos notar isso, entretanto, basta ver o quanto os católicos principalmente têm falado sobre o assunto. Os Bispos e os Padres me lembraram Padre Antônio Vieira, nesses últimos meses: pregando a verdade e denunciando o erro! É revigorante ver isso, de novo! Relembro aqui o discurso de Dom José González Alonso, bispo diocesano de Cajazeiras, PB, que de maneira firme, denunciou a ideologia na Câmara dos vereadores em Cajazeiras.

Não me lembro já ter visto tantos movimentos da Igreja juntos como nessas votações: IPCO, Novas Comunidades, RCC, Carmelitas, Legionários, Verbo Encarnado, Aliança de Misericórdia, Opus Dei, Administração Apostólica, Padres Diocesanos, Apostolado da Oração. Foi, de fato, um novo sopro sobre a Igreja e as pessoas puderam perceber que há uma luta gigantesca a ser lutada, e só poderemos vencê-la se estivermos juntos!

Mas há algo que quero ressaltar: é importante que saibamos que os vereadores e deputados muitas vezes não saibam realmente do que se trata ou quais os perigos essas políticas ideológicas trazem. Eles só poderão nos ajudar se formos até eles. Muitas vezes, esses parlamentares só terão acesso à verdade através de nós. E para isso é preciso que estudemos, que busquemos a verdade acima de tudo. Que não tenhamos medo de perder o que temos em troca da verdade! A verdade, meus irmãos, é a força que move o mundo! Que isso não nos engrandeça, de modo algum, mas que aumente em nós a consciência de nossa responsabilidade em propagar uma cultura da vida. E só se instaura uma cultura da vida se exterminarmos, definitivamente, a cultura da morte vigente.

24 agosto, 2015

Mobilização contra a ideologia de gênero busca a defesa da vida e da família.

Nesta terça-feira, 25, ocorrerá a 2ª e final votação na Câmara Municipal de São Paulo sobre a questão de gênero.

Brasilia, 24 de Agosto de 2015 (ZENIT.org) Thácio Siqueira – Nesta terça-feira, 25, ocorrerá a 2ª e final votação na Câmara Municipal de São Paulo sobre a questão de gênero. Nesta entrevista à ZENIT, o Prof. Hermes Rodrigues Nery, Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família fala sobre a importância da sociedade estar mobilizada em favor da vida e da família.

***

ZENIT: O que esperar da 2ª votação na Câmara Municipal de São Paulo sobre a questão de gênero, nesta terça-feira, dia 25?

Prof. Hermes: Ganhamos com expressiva vitória (42×2) na primeira votação, dia 11 de agosto, e penso que teremos um bom resultado, nesse sentido, rechaçando de vez a inclusão da ideologia de gênero, devido ao trabalho feito de mobilização junto aos vereadores e também a pressão inclusive nas ruas. Penso que esta mobilização se faz necessária, em todos os municípios e estados, porque a ideologia de gênero foi banida do Plano Nacional de Educação, no primeiro semestre de 2014, de maneira que qualquer tentativa em nível municipal e estadual é inconstitucional, porque as legislações locais não podem contradizer o que já foi decidido em âmbito nacional.

ZENIT: De onde vem toda essa ideologia de gênero, quem as promove?

Prof. Hermes: Na verdade, esse processo de desmonte das instituições é de longa data. Cabe lembrar, por exemplo, que os últimos escritos de Marx focaram nessa questão. E tiveram um efeito muito mais devastador do que O Capital. Ele havia percebido e começado a desenvolver a ideia de que a verdadeira revolução seria aquela que destruísse a família, que ele via como uma instituição opressora, idealizando assim uma volta ao matriarcado, que ele supunha que fosse uma sociedade libertária e que seria possível chegar a esta nova utopia. Outros autores posteriormente tomaram essas ideias da fase final da vida de Marx e aprofundaram em análises, partindo de premissas filosóficas equivocadas, teorizando sobre o assunto, para justificar o que Marx havia proposto como realmente revolucionário, estudos esses, como os de Max Horkheimer, Karl Korsch, os da Escola de Frankfurt, e tantos outros, teorizando sobre as mais perversas ideologias do séc. XX [e agora, de modo mais intenso com a ideologia de gênero], que o feminismo radical se apropriou para acentuar o processo e movimento de modificação da estrutura social, que só seria possível com uma profunda revolução cultural e antropológica, teorias essas colocada agora em prática, com força política, de modo mais acelerado, principalmente depois das conferências internacionais promovidas pela ONU, nos anos 90, para impor a agenda de destruição da cultura ocidental, com a destruição do próprio conceito de natureza humana, do direito natural, do sentido de autoridade, com “projetos de reengenharia social”, que a partir destas conferências, como explica o Dr. Jorge Scala, “se põe em marcha na tentativa de construir uma nova sociedade com bases totalmente diferentes das que conhecemos, tratando de neutralizar e anular lenta e discretamente toda visão transcendente do homem para substitui-la por um novo sistema de valores”.

ZENIT: É uma ideologia que se volta contra a realidade natural da pessoa humana…

Prof. Hermes: Para esses autores e ideólogos [a maior parte de influência marxista], “a ideia de libertação”, como ressaltou Joseph Ratzinger, “também se fundiu fortemente com a ideologia feminista. A mulher é considerada o ser oprimido por excelência; por essa razão a libertação da mulher é o núcleo de toda atividade de libertação. Aqui se ultrapassou, por assim dizer, a teologia da libertação política com uma antropológica. Não se pensa apenas na libertação dos vínculos próprios ao papel da mulher, mas na libertação da condição biológica do ser humano. Distingue-se então o fenômeno biológico da sexualidade das suas expressões históricas, às que se chama gênero, mas a revolução que se quer provocar contra toda a forma histórica da sexualidade conduz a uma revolução que também é contra as condições biológicas; já não pode haver dados naturais”. Trata-se de uma revolução tão profunda e tão global, “uma revolta contra a própria condição de criatura”, que não aceita mais nenhuma autoridade e nenhuma ordem, uma revolta anárquica, luciferina contra a condição humana, “o Homem deve ser o criador de si mesmo – uma nova edição, moderna, da velha tentativa de ser Deus, de ser como Deus”, por isso, marxismo, socialismo, comunismo, feminismo, e tantas outras ideologias sem Deus estão na raiz dessa revolta contra a família, uma “revolta metafísica”, contra os fundamentos do ser humano, “contra a sua condição e contra a criação inteira. É metafísica por contestar os fins do homem e da criação”, com reconheceu Camus, em seu livro L´Homme Revoltè.

ZENIT: Uma revolta, portanto, contra a família.

Prof. Hermes: Se a família era o âmbito natural de transmissão da autoridade [daí a sua credibilidade, validade e perdurabilidade como instituição] e dos valores humanos e cristãos, era preciso então destruir a família tradicional, e instituir um novo paradigma [com novos modelos de família], impondo a “perspectiva de gênero” como destaca Scala, com “uma visão anti-natural de sexualidade autoconstruída, a serviço do prazer”, com as ilusões dessa “sexualidade autoconstruída”, e exigindo dos governos alinhados com essa agenda [os governos e partidos de esquerda, aqui no Brasil, principalmente o do PT] ,”como ponto-chave da nova sociedade” que pretendem impor a ideologia de gênero nas escolas, e “o reconhecimento social e jurídico da homossexualidade, o pseudodireito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por parte desses casais” e por aí afora. Por isso se faz necessário toda esta mobilização em favor da família, constituída por homem e mulher, na sacralidade do matrimônio.

ZENIT: Esse também é mais um desafio no âmbito Legislação e Vida”?

Prof. Hermes: Sim. Somados a tantos outros grupos, atuando em várias frentes, também no campo legislativo é preciso estarmos atentos, levando informações aos tomadores de decisão, e buscando deliberações em favor da dignidade da pessoa humana. A lei que favorece, por exemplo, esta abominável ideologia de gênero, é lei que viola o próprio direito, se volta contra a dignidade da pessoa humana, é lei iníqua, que não favorece a vida, pelo contrário, a dificulta e até a aniquila, pois como afirma S. Tomás de Aquino, “se a vida é regulada de maneira contrária à natureza do direito, esse modo de proceder tornará a vida ainda mais difícil de viver”. Por isso, defendemos a legislação em consonância com o direito natural, na defesa da vida e da família.

18 agosto, 2015

A resposta do Arcebispo do México perante as exigências de uma “transexual”.

MEXICO D.F., 14 Ago. 15 / 03:17 pm (ACI).- O Arcebispo Primaz do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, deu uma lição exemplar sobre como responder às pressões do lobby gay por meio de uma carta na qual responde a uma série de exigências feitas por uma transexual a respeito da postura da Igreja ante o aborto, o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e a ideologia de gênero.

Cardeal Norberto Rivera. Foto Facebook SIAME / Diana Sánchez. Foto: Facebook Diana Sánchez.

No dia 29 de julho, a transexual Diana Sánchez Barrios enviou uma carta ao Cardeal Rivera na qual elogia as leis do aborto e das uniões homossexuais na capital mexicana – as quais considera um “benefício para a população”; e na qual acusa os bispos de Chihuahua, Durango e Sonora, e também o Arcebispo de Guadalajara, Cardeal Francisco Robles Ortega, de promover a homofobia e a discriminação contra os homossexuais.

Em sua carta, Sánchez Barrios, primeira transexual que busca um cargo político no México, tenta colocar como fiador do seu pedido o Papa Francisco e pede o fim da “violência” contra eles: “chega de discriminação, chega de promover o ódio em nome de Deus”, escreve a transexual.

No dia 11 de agosto, o SIAME (Sistema Informativo Da Arquidiocese do México) publicou a resposta do Cardeal Rivera à carta de Sánchez Barrios, na qual faz uma série de explicações e responde a cada um dos seus pedidos.

“Em primeiro lugar – escreve o Cardeal Rivera – discordo de você de que as aprovações de algumas leis são para o benefício da população, assassinar um bebê no ventre da sua mãe não é algo bom para a mulher que experimenta este episódio, muito menos para a criança, pois esta seria privada do primeiro de todos os direitos que é o direito à vida”.

Normalmente, ressaltou o Arcebispo Primaz do México, “as mulheres que abortaram procuram o sacramento da reconciliação, para pedir perdão a Nosso Senhor e a elas mesmas e não podemos imaginar a dor e a culpa que carregam, pois acabam ficando conscientes de que o aborto foi um ato terrível no qual assassinaram o seu próprio filho”.

O Cardeal afirmou ainda que “a Igreja não pode aceitar a aprovação de falsos direitos, como aqueles que você enumera através da sua carta, porque vão contra o que diz a Sagrada Escritura, a doutrina da Igreja que surge dela e a fé católica vivida na fidelidade ao projeto de Deus há dois mil anos”.

A respeito do pedido de Sánchez Barrios de repreender alguns prelados, o Cardeal explicou que, “com exceção dos meus oito bispos auxiliares, não tenho jurisdição sobre nenhum outro bispo do país, cada bispo, inclusive o Arcebispo de Guadalajara, Cardeal Francisco Robles Ortega, responde diretamente ao Santo Padre, podemos dizer o mesmo dos arcebispos de Chihuahua, Durango e Hermosillo”.

O Cardeal Rivera respondeu também que “não é o Papa Francisco quem pede de abster-se de discriminar as pessoas homossexuais, mas o Catecismo da Igreja Católica publicado em 1993, durante o pontificado de São João Paulo II, no número 2358: ‘… devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Devemos evitar, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta’”.

Em seguida, o Cardeal recordou que no numeral 2357 do Catecismo assinala que as relações homossexuais são “atos intrinsecamente desordenados, contrários à lei natural e não procedem de uma verdadeira complementariedade afetiva e sexual. Por tanto, não podem receber aprovação em nenhum caso”.

“E o Papa Francisco não mudou esta doutrina da Igreja”, precisou.

O Cardeal Norberto Rivera conclui sua carta agradecendo a missiva de Sánchez Barrios e desejou que “lhes conceda a luz do Espírito Santo para que conhecendo a verdade que Jesus revelou, possam viver conforme a essa verdade, a única que nos salva”.

12 agosto, 2015

Somos família.

Por Hermes Rodrigues Nery | FratresInUnum.com –  Quando chegamos à frente da Câmara Municipal de São Paulo, no começo da tarde de 11 de agosto, dois caminhões de som estavam, um ao lado do outro, separado por gradis. Um formado por militantes pró-vida e pró-família, o outro por ativistas LGBT e feministas de gênero, incluindo membros da Pastoral da Juventude.

unnamed (16)Na frente dos caminhões, os grupos ostentavam bandeiras e faixas. Era evidente a maioria à frente do caminhão pró-família exibindo uma grande faixa: “Somos família”, apoiados pelo vereador Ricardo Nunes. O slogan muito representativo quando explicita “família”, no singular. É fato que “a família não é uma invenção humana, mas uma instituição exigida pela própria natureza”, conforme explica o Dr. Jorge Scala, especialista no assunto, afirmando que “a pretensão de substituir a família baseada no casamento heterossexual e indissolúvel como elemento fundante da sociedade historicamente já fracassou e voltará a falhar porque essa família é o húmus antropológico adequado para o desenvolvimento da personalidade de cada ser humano”.

Por isso, a expressiva vitória no legislativo municipal paulista, de 42 x 2 a favor da família [a próxima votação será dia 25 de agosto], confirma que o povo rechaça toda e qualquer ideologia totalitária, por justamente estar contrária à ordem natural e objetiva da criação, e cada um pressente o perigo de tal ideologia, por se voltar contra a verdade da lei de Deus e do que é o ser humano, bem como contra a liberdade e tudo o que dá dignidade à pessoa humana.

Judith Butler, em “Gender Troube: Feminism and the Subversion of Identity”, ressalta que “o conceito de gênero está imbricado no discurso social, político e legal contemporâneo. Foi integrado ao discurso social, político e legal contemporâneo. O significado da palavra gênero evoluiu para um significado que se diferencia da palavra sexo para expressar a realidade de que os papéis e a condição dos homens e das mulheres são estruturados socialmente e estão sujeitos à mudança”. Aí está o equívoco, que faz a perspectiva de gênero ser enganosa, pois na verdade, ao não reconhecer a validade da ordem natural e objetiva, não reconhece também os limites da natureza, e daí justifica a lógica que torna ilimitado o poder do mais forte sobre os mais fracos, uma lógica de darwinismo social radical e de violência generalizada.

Incluir a ideologia de gênero nas instâncias legislativas visa intensificar o processo já em curso de desmonte de todas as instituições humanas, a começar pela família, primeira e principal de todas. A conseqüencia mais evidente de uma ideologia imanentista, que se volta contra a ordem natural e objetiva do ser humano, é a da violência social. Por isso que estar nas ruas hoje, em defesa da família, é evitar tal violência, em defesa da humanidade.

É certo que a batalha apenas está começando e que não será fácil, que fará muitas vítimas, especialmente entre os incautos. Mas continuaremos, em todos os meios, em conjunto com todos os grupos pró-vida e pró-família, a defender a família, constituída por homem e mulher, “santuário da vida”.

Hermes Rodrigues Nery é Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família

11 agosto, 2015

Isto é.

São Paulo, terça-feira, 11 de agosto de 2015 – Votação do Plano Municipal de Educação. Grupos se reúnem diante da Câmara Municipal com posições discrepantes em relação à inclusão da Ideologia de Gênero no plano:

PJ

Isto é Pastoral da Juventude – Decrépita, agarrada a ideais da década de 70, meia dúzia de gatos pingados (muito provavelmente gozadores de alguma benesse por filiação partidária ou sindical – mamando nas tetas do Estado) cujos expoentes na capital paulista se limitam a estéreis extorquidos por homossexuais (que hoje recebem até mensagem pontifícia!…), padres de escola de samba e hereges excomungados da zona leste, particularmente de Itaquera: viúvas que choram até hoje o fim do episcopado de Dom Paulo Evaristo Arns na Arquidiocese de São Paulo.

Isto é Igreja Católica: multidão de fiéis, majoritariamente jovens, fiel à doutrina católica e, consequentemente, contrária à Ideologia de Gênero, ouve discurso do Padre Paulo Ricardo e do Prof. Felipe Aquino. Sem receber nenhum tostão de quem quer que seja. Parabéns a esses abnegados guerreiros!

6 agosto, 2015

Planned Parenthood desmascarada! Não basta lucrar com o assassinato de bebês nascituros, é preciso vender seus cadáveres para ganhar mais dinheiro sujo!

O grupo pró-vida americano Center for Medical Progress divulga na internet uma série de vídeos com conversas estarrecedoras de funcionárias de alto escalão da Planned Parenthood, um conglomerado de clínicas financiadas com dinheiro público, que, segundo fontes abalizadas, responde por grande parte dos abortos realizados nos Estados Unidos.

Consequentemente, grupos pró-vidas se mobilizam para pedir o cancelamento imediato dos subsídios públicos às clínicas, e alguns governadores reagem suspendendo os convênios. Políticos pró-aborto entram em pânico e tentam impedir a divulgação de mais vídeos!

Por FratresInUnum.com | Com informações de LifeNews – Na última terça-feira (4), foi divulgado o 5º vídeo da série. Nele, tem-se a impressão que  as clínicas de aborto da Planned Parenthood, possivelmente, estão vendendo corpos de bebês nascituros “completamente intactos” e propositalmente nascidos com vida e abandonados à morte.

Assim, a Planned Parenthood estaria violando a legislação federal norte-americana conhecida como Lei das Crianças Nascidas Vivas, que exige que as clínicas de aborto, hospitais e outros lugares que fazem abortos prestem assistência médica apropriada para os bebês que nascem com vida após uma tentativa fracassada de aborto ou intencionalmente nascidos com vida para “virem a morrer por falta de assistência”.

Essa poderia ser uma das maneiras que a Planned Parenthood usa para obter bebês “completamente intactos” para vendê-los à StemExpress para fins de pesquisa — métodos abortivos mais “esmagadores” danificariam o corpo do bebê.

O quinto vídeo produzido secretamente no contexto da polêmica venda de partes de bebês abortados pela Planned Parenthood mostra a Diretora de Pesquisa da instituição, Melissa Farrell, divulgando o histórico das vendas de tecidos fetais da filial texana da Planned Parenthood, incluindo sua capacidade de entregar bebês abortados intactos.

No vídeo, atores que se fizeram passar por representantes de uma empresa de produtos biológicos humanos encontram-se com Farrell na sede da clínica de abortos Gulf Coast da Planned Parenthood, em Houston, para discutir uma possível parceria, a fim de recolher órgãos fetais.

“Temos uma vantagem competitiva sobre as demais organizações. A nossa organização tem feito pesquisa há muitos, muitos anos,” explica Farrell. Quando os pesquisadores precisam de uma parte específica dos fetos abortados, Farrell diz: “Providenciamos isso no nosso contrato e no nosso protocolo, que seguimos. Assim, desviamos do nosso padrão para fazer isso.”

Ao ser indagado especificamente se isso significa que a Planned Parenthood Gulf Coast pode mudar os procedimentos de aborto para fornecer amostras fetais intactas, Farrell afirma: “Alguns dos nossos médicos no passado tinham projetos e eles estão recolhendo amostras. Assim, eles fazem (aborto), de modo a obter as melhores amostras; eu sei que isso pode ocorrer.”

Os investigadores indagam a Farrell como ela irá estruturar o contrato em que eles pagam um preço mais elevado por partes de corpos de fetos de mais qualidade, e ela responde: “Podemos  calcular isso em um contexto óbvio, o próprio procedimento é mais complicado,” dando a entender que “se vocês não cobrirem o custo do procedimento” e pagarem pelo aborto, o preço maior da amostra pode ser estruturado como “tempo, custo e encargo administrativo adicionais.”

Farrell também indica aos investigadores, durante um almoço, que as vendas de amostras do seu departamento contribui de maneira significativa para as finanças gerais da Planned Parenthood Gulf Coast: “Creio que todo mundo percebe, especialmente porque o meu departamento contribui tanto para o resultado final da nossa organização aqui, você sabe que somos as maiores afiliadas, o nosso Departamento de Pesquisa é o maior dos Estados Unidos. Ele é maior do que as demais afiliadas juntas”.

Em um momento do vídeo, funcionários da Planned Parenthood mostram o corpo de um bebê gêmeo de 20 semanas abortado e vendido em partes:

David Daleiden do Center for Medical Progress falou sobre o vídeo mais recente do seu grupo:

Agora esta é a quinta funcionária de alto escalão da Planned Parenthood que discute pagamentos por partes de bebês abortados sem qualquer relação com custos reais de “doação” dos supostos tecidos. A conspiração do amplo sistema da Planned Parenthood para escapar à lei e auferir dinheiro de tecido de bebês abortados agora é inegável. Qualquer pessoa que assiste a esses vídeos sabe que a Planned Parenthood está envolvida em práticas bárbaras e abusos de direitos humanos que precisam acabar. Não há motivo para uma organização que utiliza métodos ilegais de aborto venda partes de bebês e cometa essas atrocidades contra a humanidade para ainda receber mais de US$500 milhões anualmente dos contribuintes.”

Quinto vídeo: cenas fortes, desaconselhável para pessoas sensíveis:

* * *

Vídeos anteriores:

Primeiro vídeoAleteia: Deborah Nucatola, diretora sênior de Serviços Médicos da rede de clínicas de aborto Planned Parenthood America, explica a supostos representantes de uma empresa de “tecidos humanos” como as suas clínicas realizam o chamado “aborto por nascimento parcial”, a fim de extrair intactas as partes dos fetos mais solicitadas.

Deborah Nucatola cita um preço de 30 a 100 dólares, que, de acordo com declarações da empresa depois do escândalo, se referiria à conservação e transporte dos tecidos destinados a “doação altruísta para fins de pesquisa científica”.

“Muita gente quer corações intactos”, explica Deborah, com naturalidade, durante a refeição. “Eu sempre digo: todos os fígados possíveis. Muita gente quer fígados (…) Também querem extremidades inferiores. Isso é fácil. Eu não sei o que fazem com elas, imagino que queiram músculos”.

“Somos muito bons para conseguir corações, pulmões e fígados, porque sabemos como fazer isso sem perfurar essa parte, quebrando por cima e por baixo e garantindo que tudo saia intacto”, assegura ela.

Para conseguir isto, “o funcionário segue a orientação ecográfica, para saber onde está colocando o fórceps”, explica a diretora. A parte mais difícil de preservar é o crânio, mas “em geral, o que alguns fazem é tentar mudar a orientação do feto para que ele não saia de cabeça. Se ele for colocado para sair virado, a dilatação quando ele sai permite tirar a cabeça intacta na última etapa”.

“Ontem, por exemplo, tive oito casos. Eu sabia exatamente o que queria, então olhei a lista para saber quais eram os casos e aí tomei as minhas decisões. É bom ter uma reunião no começo do dia. É isso o que eu faço”.

Segundo David Daleiden, responsável pela investigação de três anos de duração que inclui a apresentação deste vídeo, “a conspiração criminosa da Planned Parenthood para fazer dinheiro com órgãos de crianças abortadas envolve os níveis mais altos da organização”.

Segundo Vídeo: A diretora da Planned Parenthood, Maru Gartter, discute o preço das partes dos bebês abortados, dizendo a funcionários da empresa de biotecnologia que os preços de produtos como fígado, cabeça ou coração dos bebês abortados são negociáveis. Ela também diz aos funcionários que ela poderia falar com os médicos que praticam aborto na Planned Parenthood para possivelmente alterar o procedimento de aborto e matar o bebê de maneira a preservar melhor aquelas partes do bebê. Ao final do almoço, Gatter dá a entender que $100 por amostra não são suficientes e conclui:  “Deixe eu saber o que os outros estão conseguindo, e se esse preço estiver na média, então, tudo bem, se ainda estiver baixo, então, podemos aumentar. Eu quero um Lamborghini.

Terceiro vídeo: Este vídeo mostra o depoimento de Holly O’Donnel, que trabalhava como técnica de aquisições para a empresa de biotecnologia StemExpress LLC. O trabalho dela consistia em ir às clínicas da PP e escolher as partes dos cadáveres de bebês abortados que fossem mais convenientes para a sua empresa. Além disso, o vídeo mostra também uma conversa com a Dra. Savita Ginde, Vice-Presidente e Diretora Médica da Planned Parenthood da clínica de Rocky Mountains (PPRM), em Denver. Ela supervisiona as instalações em Colorado, Nevada, New Mexico e Wyoming. A médica revela que é preciso vender os bebês abortados em partes, para aumentar a receita da clínica.

Quarto vídeo: Uma funcionária conta que eles estão tomando precauções jurídicas para não serem enquadrados na lei que proíbe a venda de tecidos fetais e os chamados “abortos pós-parto”. Nos minutos finais, a funcionária exibe uma bandeja e narra com uma pinça os diversos órgãos fetais, gabando-se de que alguns deles estão “intactos”.

4 agosto, 2015

Mexicanos protestam contra sodomia sancionada pelo Estado.

Dezenas de milhares de manifestantes inundaram as ruas no sábado passado depois que o governo mexicano aprovou o “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

CIDADE DO MÉXICO, 31 de julho de 2015 (ChurchMilitant.com) – Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas no México no sábado passado para protestar contra a recente decisão da Suprema Corte do país que legaliza o “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

A decisão anulou muitas constituições estaduais pré-existentes que definiam o casamento como união entre um homem e uma mulher.

Assim, os mexicanos saíram às ruas sob o grito de “O México é para as Crianças”.

Sofia Miranda, uma das organizadoras, enviou uma carta aos hostis meios de comunicação mexicanos, esclarecendo o seguinte: “Não somos contra qualquer pessoa; somos contra essa imposição da Suprema Corte.” Ela adverte, fazendo eco ao Papa Francisco, que o reconhecimento de uniões de pessoas do mesmo sexo de alguma maneira é uma forma de casamento, “abre as portas para a ideologia de gênero e irá desestabilizar a nossa sociedade e prejudicar os nossos filhos.”

“Isso é o que não queremos”, ela afirma.

Os manifestantes estão reivindicando mais direitos dos pais, uma vez que em todo o país cada vez mais as crianças estão expostas a formas antinaturais e perversas de sexualidade — todas à guisa de “educação.”

Algumas das cidades mais conhecidas em que ocorreram as manifestações foram Cidade do México, Monterrey, Guadalajara, Culiacán, Los Mochis, Aguascalientes e Ciudad Juárez, sendo que a maior multidão ocorreu em Guadalajara. Os responsáveis pelo início e planejamento dos eventos disseram que mais de 80.000 pessoas compareceram ao evento. Entretanto, alguns meios de comunicação reduziram essa cifra para somente alguns milhares.

Mais manifestações estão previstas para ocorrer em outras cidades mexicanas em 15 de agosto, Festa da Anunciação da Bem-Aventurada Virgem Maria

28 julho, 2015

Cardeal John Onaiyekan da Nigéria: posição da Igreja Católica sobre “casamento gay” é irreversível.

Por Premium Times | Tradução: FratresInUnum.com – Dom John Onaiyekan, arcebispo de Abuja [elevado ao cardinalato em 2012 por Bento XVI], afirmou neste domingo que a posição da Igreja na Nigéria contra o casamento gay é irrevogável.

Cardeal John Onaiyekan.

Cardeal John Onaiyekan.

O Cardeal Onaiyekan reiterou a posição da Igreja em uma conversa que a Agência de Notícias da Nigéria em Makurdi, em uma visita oficial àquela diocese.

Segundo ele, a Igreja Católica continuará a defender sua posição contra o casamento gay.

Ele lamentou que muitas pessoas por todo o mundo estejam aceitando o homossexualismo como norma, porém, insistiu que ele nunca poderá se tornar regra somente pelo fato de ser aceito por alguns.

“Lamentavelmente, estamos vivendo em um mundo onde essas coisas agora se tornaram totalmente aceitáveis, mas pelo fato de serem aceitas não significam que sejam certas”.

“A Igreja Católica se considera portadora da bandeira da verdade em um mundo que se permitiu ser tão gravemente enganado”, disse.

Ele declarou que a Igreja Católica era um dos poucos grupos religiosos por todo o mundo que mantiveram sua consistência contra a orientação sexual.

O clérigo descreveu a homossexualidade como contrária à vontade de Deus.

“Mesmo que as pessoas não gostem de nós por isso, nossa Igreja sempre afirmou que a homossexualidade é contrária à natureza e que o casamento existe entre um homem e uma mulher.

“Não há esse tipo de coisa como o casamento entre dois homens ou duas mulheres, o que quer que eles façam entre si não deveria ser chamado de casamento.

“Não há a mínima possibilidade da Igreja Católica mudar sua posição a este respeito”, afirmou.