Iota Unum: Homens e costumes antigos fazem Roma permanecer forte

Iniciamos uma série de artigos que pretendem analisar a maior obra sobre o conturbado período Pós-Conciliar já publicada.

Iota unum non praeteribit - Nem um só jota, nem um tio passará (Mt, 5:18)

Trata-se do livro Iota Unum, de Romano Amerio. Publicaremos excertos do livro com nossos comentários, que não pretendem, de maneira alguma, esgotar a excepcional crítica feita por Amerio nesta obra-prima, mas incentivar nossos leitores a lerem este livro que é essencial a qualquer católico que hoje pretende sobreviver à águas lamacentas de modernismo que recebemos em nossas paróquias como se fossem da mais pura fonte.

De nacionalidade italiana, Amerio nasceu em Lugano, Suíça, em 1905, tornando-se doutor em filosofia pela universidade católica de Milão em 1927. Ensinou filosofia, grego e latim em Lugano de 1928 a 1970, sendo especialista em Antonio Rosmini e Manzoni.

Moribus antiquis stat res romana virisque

Moribus antiquis stat res romana virisque - Ennius

Tem grande autoridade e competência para falar sobre o trabalho da Comissão Central Preparatória do Vaticano II, que rascunhou os esquemas que seriam discutidos no Concílio, pois o bispo de Lugano era membro dessa comissão e escolheu Professor Amerio como seu perito para estudar os esquemas e rascunhar comentários. Pelo trabalho, teve um conhecimento muito próximo de todos os documentos do Vaticano II.

Iota Unum foi publicado em 1985 na Itália por uma das editoras mais renomadas do país, obtendo imediato sucesso crítico. Dele disse o jornal Il tempo: “Numa época de inegável crise, o maior bem que um fiel pode fazer à sua Igreja é falar claramente”.

One Comment to “Iota Unum: Homens e costumes antigos fazem Roma permanecer forte”

  1. Olha, sabe o que eu acho? Se isso interessa a alguém?
    As interpretações sobre o evento conciliar são muitas e cada um “pega” pra si a que acha mais convincente e que responde aos seus anseios. Se cada um quiser saber por si mesmo a história do Vaticano II só estudando os documentos daqueles anos, fora isso é tudo opção interpretativa.
    Abraço e parabéns pelo blog.