Uma Administração Apóstolica para Una Voce?

Jack Oostveen, Monika Rheinschmitt e Leo Daroch

Foi nesta Assembléia Geral em 2003 que os benefícios da Federação vindo sob a proteção de uma administração apostólica foram discutidos pela primeira vez. Um pequeno comitê trabalhou diligentemente e produziu um relatório, mas que nunca foi levado adiante. Entretanto, no meio de 2005, um pequeno grupo composto por Conde Neri Capponi, Dr Helmut Rückriegel, Fra Fredrik Crichton-Stuart, e eu, sob a direção de um prelado simpático, concordamos num documento muito detalhado sobre a ereção de uma internacional administração apóstolica pessoal tradicional. Isso foi visto como a maneira mais efetiva de garantir um futuro seguro para a Missa e a liturgia tradicional. Foi preparada uma estrutura legal detalhada — um codex particularis. Ao grupo foi dada prima fila na Audiência Geral de 11 de janeiro de 2006 e tivemos alguns minutos falando com o Papa Bento XVI, presenteando-o com uma cópia de nossa proposta. Fomos informados depois por conversas que Sua Santidade estava profundamente tocado por nossa carta e proposta. Cremos que nossa proposta foi mencionada no encontro de cardeais em Março de 2006. Vocês podem estar interessados em saber que na parte de nossa proposta a respeito da observância litúrgica foi escrito: “membros do Rito Romano desta Administração Apóstolica terão o uso habitual de todas as formas litúrgicas do Rito Romano aprovadas pelo Beato Papa João XXIII; isto é, o Rito Romano Extraordinário”. Seria apenas uma coincidência que essa terminologia aparecesse no Motu Proprio? Eu gostaria de encorajar a qualquer padre ou religioso que possa desejar mais informações sobre uma administração apostólica pessoal tradicional internacional a me contactar particularmente em president@ifuv.org.

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Devemos comprometer nossos serviços a nosso Santo Padre, Papa Bento, em seus esforços para reformar a vida eclesial e talvez isso possa ser melhor conseguido através de uma administração apostólica pessoal internacional tradicional. É claro que em Roma, e em qualquer outro lugar na Igreja, forças trabalham tentando isolar o Santo Padre e asfixiar suas intenções. Creio que ao nos dar Summorum Pontificum, nosso Santo Padre abriu uma porta a nós e ele está observando para ver onde nós estamos. É imperativo que não percamos este momento e nós devemos responder a seu chamado.

Leo Darroch, Presidente Executivo – Foederatio Internationalis Una Voce.