A sagração de Dom Licínio Rangel.

30 Comentários to “A sagração de Dom Licínio Rangel.”

  1. Pois é, dom Fernando Rifan: chega a dar saudade de vê-lo defender a Tradição com bravura e coragem… ainda que na heresia do sedevacantismo.

    Tenho pena deste Bispo: eu não sei qual foi a pior época: se quando era cismático na FSSPX ou AGORA, Bispo aprovado pela Santa Sé, porém oportunista e alinhado com os maliciosos ideais da CNBB…

  2. Prezado Pedro, Dom Rifan foi sedevacantista?

  3. Sabe, Pedro, lendo o que escreveu fiquei pensando: “não é que há “cismáticos” mais católicos que os que estão em “plena comunhão”? Ou será que para estar em “plena comunhão” há de se deixar um pouco de lado essa coisa de “ser católico”?”.

    Não vá me responder afirmativamente essa questão, que lanço a campanha agora: “Seja católico, excomungue-se!”

    São Pio X, rogai por nós.

  4. Caro Ferreti, dom Rifan pertenceu à FSSPX quando sacerdote, e, segundo dizem, era o mais avesso ao reatamento com Roma.
    Hoje, novamente, parece estar brigado com Roma, pois que se abraçou à CNBB, intituição modernista hostil ao Papa Bento e às suas determinações.
    Fábio Fausto: a sua confusão é a confusão de qualquer católico sincero, depois que o vendaval de 1965 tirou tudo do lugar. Vivemos esse complicado dilema. Aos sedevacantistas, que mantém-se fiéis à Tradição, falta à comunhão com o Sucessor de Pedro; aos que estão em comunhão com o Sucessor de Pedro, muitas vezes falta (lhes é negada) a Tradição…
    Se estamos com o queijo na mão, falta a faca; se estamos com a faca, falta o queijo.
    Miserere nobis, Domine!

  5. Nunca existiu sedevacantismo. Teve, sim estado de necessidade em Campos, que, mesmo subjetivo (isto é, por conclusão unilateral, obviamente), levou à necessidade de sagrar como bispo a Dom Licínio como uma operação de sobrevivência da Tradição e do sacerdócio católico para os fiéis de Campos. O que não é cisma, nem sedevacantismo.

    Para a FSSPX permanece o estado de necessidade e, ao que parece, Roma reconhece. Cisma e excoumunhão, NUNCA. Tanto que recentemente a FSSPX organizou cerimônias na Basílica de S. Pio X, em Lourdes. Foi uma cerimônia oficial.

    O que ainda falta é a regularização canônica na FSSPX dentro da Igreja.

  6. De minha parte não há confusão. Não mais…
    A ironia só serviu para chamar a atenção à citação “…cismático na FSSPX …”

    O cisma não existe e quem falou foi o C. Hoyos…
    A excomunhão é nula e quem diz é o CDC…
    Logo, meu caro Pedro, enquanto o estado de necessidade (que não é da FSSPX e sim da Igreja) permanecer, garanto-lhe que, ao contrário do que pensa, Dom Rifan não estaria em “pior época” se estivesse ainda lutando junto a FSSPX.
    Cai-se na tentação de uma “legalidade” mesmo que o preço seja a apostasia. E essa, aos poucos, desgraçadamente, vai sendo vista e comprovada em Campos.

    Salve Maria.

  7. Caro Pedro, Dom Rifan nunca pertenceu a FSSPX, de onde tirou essa idéia maluca?

  8. Caro Ricardo, o que se assiste no vídeo? Não seria o então padre Rifan junto com dom Tissier de Malerais, um dos bispos sagrados em Ecône por dom Lefèbvre?

    Tirei essa “idéia maluca” daqui também: http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20080724211250&lang=bra

  9. Só a nível de informação aos leiotres do blog, vejam a que situação chegou hoje a Admnistração, que outrora era incansável defensora da Tradição.
    Triste, muito triste…

    ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA SÃO JOÃO MARIA VIANNEY
    SEU RECONHECIMENTO PELA SANTA SÉ

    Introdução
    Respondendo a algumas objeções:

    36) Mas os senhores conservarão a Missa Tradicional?
    É o óbvio. Foi para isso que lutamos durante tantos anos e por isso tanto sofremos. E agora, graças a Deus, o Santo Padre nos concede o direito de conservarmos oficialmente em nossa Administração Apostólica a Santa Missa tradicional, codificada por São Pio V, todos os sacramentos, toda a Liturgia e disciplina tradicional.

    RESPOSTA ÓBVIA DOS FATOS:

    O padre Hélio Rosa da Administração Apostólica celebra semanalmente a missa nova na Catedral de Campos.
    http://fr.youtube.com/watch?v=w0blWQHNa tU

    Salve Maria.

  10. Mas fique sabendo, Fábio, que a culpa disso não é da Santa Sé, e sim dos próprios Bispo e clero da Administração, que não tinham/têm obrigação nenhuma de aceitar as doutrinas ambíguas do Concílio Vaticano II, porém aceitando para cair nas boas graças da “colegialidade episcopal latino-americana”.
    Vejam por exemplo o Instituto do Bom Pastor (IBP) e os redentoristas de Papastronsay (FSSX), estes últimos recém-unidos à Santa Sé, NÃO ACEITAM o CV II, e nem foram obrigados a isso.
    Paz e bem!

  11. Dom Rifan, na época, era padre da antiga União Sacerdotal São João Maria Vianney. Fraternidade fundada por Dom Castro Mayer, junto com Dom Rangel, em 1981. Era mais populamente conhecida como “Os padres de Campos”.

    Mas tarde, depois do acordo de 2003 da mesma com Roma, passou a ser chamada de Administração Apostólica, mas com o mesmo nome.

    Portanto, SEMPRE foi uma sociedade distinta da F.S.S.P.X, embora havia, como demonstra isso verdadeiramente este vídeo acima, uma cooperação mútua, entre as duas, pela sobrevivencia da Tradição.

    Foi a intenção da sagração do falecido bispo, por necessidade.

    Ainda há grupos distintos, que permanece em cooperação mútua para a sobrevivencia da Tradição, sem o reconhecimento do Vaticano, do campo teólogico, pastoral e por fazer denúncias contra o Concílio último, mas não que fazem parte da F.S.S.P.X.

    Por exemplo: o Padre Jahir Britto de Salvador, com sua comunidade Familia Beatae Mariae; Padre Dom Lourenço Fleichman, capelão de duas capelas no Rio de janeiro; Beneditinos da Santa Cruz, enfim, e outros
    não pertecentes a fundação do antigo arcebispo francês, Dom Lefebvre.

  12. Fica uma sugestão ao blog: uma entrevista com Padre Jahir Britto, Bahia, e o Frei Mathias, na Paraíba. Ambos não fazem parte da F.S.S.P.X

    Os dois tem muito que contar para maior glória de Deus. São dois heroís permanecerem fiéis a Tradição, no sofrido nordeste, mais não tem muita vinculação dos blogs tradicionais católicos.

  13. Fica uma sugestão ao blog: uma entrevista com Padre Jahir Britto, Bahia, e o Frei Mathias, na Paraíba. Ambos não fazem parte da F.S.S.P.X

    Os dois tem muito que contar para maior glória de Deus. São dois heroís que permanecem fiéis a Tradição, no sofrido nordeste.

    Eles não tem muita vinculação dos blogs tradicionais católicos.

  14. Pois é, eu achava que os Padres de Campos e a FSSPX era a mesma coisa, mas aqueles adviram desta, no fim das contas. Desculpem o erro.
    Mas reiterando o que disse na primeira mensagem, D. Rifan fora da comunhão com a Santa Sé defendia a tradição; agora, em comunhão (comunhão jurisdicional somente, porque teológica…) com Roma, alia-se aos ideais modernos e socializantes da CNBB e CELAM, que nem aparentam ser o que são: conferências de bispos.
    Paz e Bem.

  15. Caro Pedro Pelogia,

    Por acaso o senhor insinua que a FSSPX seja sedevacantista?
    Se sim, poderia dizer de onde tiras tais idéias?

    O senhor também disse:
    “Vejam por exemplo o Instituto do Bom Pastor (IBP) e os redentoristas de Papastronsay (FSSX), estes últimos recém-unidos à Santa Sé, NÃO ACEITAM o CV II, e nem foram obrigados a isso.”

    Os que fazem “acordo” com a Santa Sé mais cedo ou mais tarde cedem ao CVII e a Missa Nova, e isto equivale abandonar o combate pela tradição católica. Sobre os redentoristas creio que seja muito cedo para se falar. Mas já sobre o IBP… dentro deste já se teve notícia de desvio doutrinário. E onde se encontra a critica construtiva ao CVII? E também, onde se encontra o apostolado do IBP?? De quantos países eles sairam recentemente?

    Um acordo “prático” deste tipo ao do IBP ou Campos fazem com que o apostolado destes fique preso em certos locais. Digamos que seria um beneficio para próprio para eles, e não para toda a Igreja! Diria até que seriam um tanto egoista se buscando uma tal “legalidade” para si proprio, e isso se tratando de salvação de almas!!

    Há que se analisar mui bem se realmente tem beneficios desta forma, digo beneficios para toda Igreja e não somente onde agora se encontra o IBP. Existe sim o Estado de Nessessidade ( http://br.geocities.com/indicedc/crise_igreja/sobrevivernacrise.html ) na Igreja! Existe uma crise!
    Se eu luto pela Igreja, pelo Papa, pela salvação das almas, eu não posso me por preso a uma mera “legalidade”, sendo que isto prejudicaria no apostolado e logo almas perderiam!!

    Mera legalidade sim, pois se mantendo a mesma posição da FSSPX não se cai em cisma e nem em heresia!! Muito pelo contrário, os que tem tem cedido a heresias são dos que estão em “plena e total comunhão” com Roma!

  16. André disse:
    “Frei Mathias, na Paraíba.”

    Quem é este? Pode falar mais? Por acaso este Frei é amigo da FSSPX? Desde quando?
    É que nunca tinha ouvido falar deste.

  17. O que sei dele é bem pouco – tentei ter contatos com ele, por terceiros, pela Internet, pois é uma pessoa muito reservada e simples.

    É um padre franciscano (O.F.M.) que, na época do Concílio, não quis obedecer seus superiores de deixar de celebrar a Missa de sempre e recusou-se abraçar as péssimas novidades conciliares.

    Deste modo, sofreu injustamente suspensão por não mudar sua celebração e também sua Fé por parte da sua própria ordem religiosa.

    Vários confrades dele, que foram contrários a decisão do Frei Mathias de permanecer fiel, na época, hoje deixaram a Ordem Franciscana e apostaram na Fé…

    Ele é alagoano, celebra a Missa de sempre em um colégio e toca bem violino.

    Em uma pesquisa no Orkut, soube que Dom Lourenço elogia muito o frade pela atitude dele que realmente é heroíca. E parece que são amigos.

  18. André, talvez Dom Lourenço pudesse nos apresentar este Frei.

    Pedro Pelogia, façamos algumas distinções. A União Sacerdotal São João Maria Vianney, os famosos “Padres de Campos”, formou-se após Dom Antonio de Castro Mayer ter sido forçado a renunciar em 1981 e ser substituído por Dom Carlos Alberto Navarro; este, por sua vez, expulsou todos os padres que conservavam a Missa Tradicional de suas igrejas. Um dos padres chegou até a ser preso…

    Com essas expulsões, os bons padres reuniram-se em torno de Dom Antonio, que de maneira discreta os dirigia.

    Ao chegar na diocese, de imediato Dom Navarro mandou fechar o seminário: era a única maneira de acabar com os bons padres que de lá saíam. Dom Antonio, por sua vez, continuou formando padres e ordenando-os a contragosto do bispo (e de Roma).

    Com a morte de Dom Antonio, um bispo católico se fazia necessário para dar continuidade ao trabalho.

    Daí a FSSPX, instituição absolutamente distinta, ter se preocupado com a situação dos fiéis e padres católicos de Campos e ordenado Dom Licínio Rangel em 1991. Já em 1990 Dom Lefebvre escrevera a Dom Mayer falando sobre rumores que chegavam do Brasil sobre seu mau estado de saúde e abordou a necessidade de providenciar um novo bispo para os fiéis de Campos. Por fim, Dom Lefebvre morreria um mês antes de Dom Mayer.

    Embora combatessem pela mesma causa, os Padres de Campos e a FSSPX sempre mantiveram autonomia e independência entre si.

  19. “Os que fazem “acordo” com a Santa Sé mais cedo ou mais tarde cedem ao CVII e a Missa Nova, e isto equivale abandonar o combate pela tradição católica.” (Victor Romania – 29 Nov 08 at 7:57 am)

    Quando disse isso, quiz dizer que tem acontecido em geral com os grupos que fizeram tais ‘acordos’. E por isso mesmo a FSSPX não acha prudente tais acordos.

    ***

    sobre o Frei Mathias

    Boa idéia, acho interessante entrar em contato com Dom Lourenço ou outro padre tradicionalista para ter informações. Julgo até necessário verificar bem isso, pois com a Crise da Igreja e o Estado de Necessidade, muitos tomaram várias posições… existem várias! Podemos distinguir de alguma forma certos grupos como os “tradicionalistas” (FSSPX e amigos, que seguem uma mesma linha) e “sedevacantistas” (que tem vários ramos, ou seja, são grupos bem divididos). Se o Frei Mathias é tradicionalista, porque não o vemos ligado aos tradicionalistas do Brasil? Por que não ouvimos dizer sobre o Frei Mathias da Paraíba? Tenhamos cautela…

    Tempos atrás soube por uma amiga de um padre que rezava (ou ainda reza) missa Tradicional aqui no ES (em Aracruz), e que estava construindo uma Igreja também. Procurei saber e ele disse que não era diocesano, estava “marginalizado”, ele já pertencera a um tal grupo “Palmar de Tróia” (da Espanha), donde recebeu ordenação antes do grupo tornar-se sedevacantista e por isso ele os abandonou e estava ali, nesta situação.
    Entenda-se que é uma situação mui complicada, este padre pretende seguir sozinho. Como entender qual a posição dele? Será confiável? Por que ele não se aproxima da FSSPX? Ele pretende seguir com apostolado dando sacramentos, mas e as Crismas?

    Vejam que existe certo perigo nestas coisas, a Igreja passa por Crise mas não podemos entregar nossas almas a qualquer um padre assim que se diz “tradicional”.

    No caso da FSSPX e comunidades amigas, são unidos, tem uma mesma visão da Crise e caminho a seguir. E o caminho deles se mostra correto, coerente e justificavel. Agora, o que se passa com os que se encontram isolados? O que pensam da situação atual? Unidos não se torna mais forte?
    Existe várias objeções que podem se colocar, temos que ter cuidado…

  20. Caro Victor Romania

    Jesus disse que as portas do inferno nunca derrotariam a Igreja. Eu desconheço a necessidade de um “Estado de Necessidade”…
    Se hoje as quentes e baforentas portas do inferno se escancaram diante da Santa Igreja e nos fazem tossir com a fumaça de Satanás que dela sai, é o próprio Cristo quem nos garante a vitória!

    Santo Agostinho por sua vez disse que a Barca, ainda que agitada por uma tempestade no mar e jogada de lá pra cá, continua sendo uma Barca, e fora dela nos afogamos.

    Que bom que você desmente o fato de que a FSSPX é sedevacantista. Isto mostra que você abomina o sedevacantismo (assim como eu), que também é fruto do CV II.

    Você menciona com certo rancor os “acordos” de grupos tradicionalistas com a Santa Sé. Você me afirma que os redentoristas de Papastronsay AINDA NÃO ACEITARAM o CV II porque é cedo… Eu acho que você está torcendo pra eles aceitarem o modernismo, só pra você e todos aqueles que torcem contra a unidade da fé estufarem o peito e dizerem orgulhosos: Olha lá, aceitaram o CV II… eu não disse? União com Roma dá nisso mesmo, etc.

    Meu caro Victor, nossa briga é inútil.
    O Conciliábulo de 65 foi tão nocivo, que seu espírito de destruição penetrou até mesmo entre aqueles que conservaram a fé: os tradicionalistas, e os dividiu. Os tradicionalistas brigam por picuinhas perfeitamente superáveis, e cá estamos nós brigando por causa de um video e por causa de um bispo da CNBB, cuja única qualidade é celebrar lindamente a Missa de Sempre aos domingos.

    Poupe seus argumentos (que não são ruins) e sua energia para querelar com os inimigos da Santa Igreja, e me aceite como aliado! Se a sombria inteção dos padres conciliares maçons era dividir a Igreja, não deixemos que este espírito de divisão se infiltre no meio de nós, que conservamos a fé.

    Pax et Bonus!

  21. +PAX
    Creio também que algumas (não todas) “picuinhas” são “perfeitamente superáveis”. No entanto, quando se fala de Campos, não se fala apenas de “um bispo da CNBB, cuja única qualidade é celebrar lindamente a Missa de Sempre aos domingos.” Se fala de alguém que simplesmente traiu todo um ideal de restauração da Santa Igreja começado por seu predecessor, de quem aprendeu tudo o que precisava para manter a Fé Católica de sempre.
    Um exemplo prático são as 62 razões para não se assistir a Missa Nova. Texto fantástico, feito pelos padres de Campos e, entre eles D. Rifan, que simplesmente foi negado pelo mesmo bispo aos católicos da França, dizendo que não foram os padres de Campos que as haviam elaborado. Ora, em se tratando da gravidade e seriedade do assunto, o que mais isso caracterizaria se não um falso testemunho, uma mentira?! Denunciar e odiar tal atitude não é simples “picuinha”, é senso de justiça frente aos que foram traídos descaradamente.
    O resultado disso aparece por todos os lados: sim ao CVII, a Missa Nova, aos erros contra a fé, a Nova Igreja pós conciliar. E pior, renegando tudo o que sempre defendeu. À vista de muitos, mantém-se a aparência tradicional mas o espírito já “progrediu”, já “liberou”… e liberou geral. Infelizmente.
    (conf., por ex.: http://blog.veritatis.com.br/2007/05/visita-de-dom-fernando-rifan-pelotas.html)
    É evidente que para qualquer católico de boa fé chega a ser doído ter de ficar repetindo esses complementos em tudo que temos que escrever sobre a Igreja hj: Fé de “sempre”, católicos “tradicionalistas” Missa “de sempre”. Se isso somos obrigado a fazer é por que reconhecemos que hj há a possibilidade de se professar uma fé “nova”, ser um católico “moderno” e ir a uma Missa “atual”. Só isso já seria suficiente, ao meu ver, para reconhecermos o estado de necessidade da Igreja. Além da dramatica situação da Igreja já citada por vc mesmo, Pedro. Pois que outra situação poderia caracterizar tal estado senão as que vc cita:
    “…Se hoje as quentes e baforentas portas do inferno se escancaram diante da Santa Igreja e nos fazem tossir com a fumaça de Satanás que dela sai…” e ainda “O Conciliábulo de 65 foi tão nocivo, que seu espírito de destruição penetrou até mesmo entre aqueles que conservaram a fé: os tradicionalistas, e os dividiu.” e outra mais “Se a sombria inteção dos padres conciliares maçons era dividir a Igreja”, ou seja, existiram até padres maçons na preparação dos documentos conciliares, segundo vc, caro Pedro.
    Sem perceber, vc Pedro, reconhece a questão do estado de necessidade que inocentemente, não quer ver. Se hj a igreja é regida de maneira “contínua” (como querem alguns) dentro das diretrizes de um concílio que segundo vc foi “nocivo” como não pode haver um estado de necessidade? É toda uma hierarquia que orquestradamente, não apascenta as ovelhas de Nosso Senhor.
    As portas do Inferno não prevalecerão sobre a Igreja, o que não significa que elas não poderiam “atacá-La”, por assim dizer.

    Enfim, a situação é dramática e isso é desnecessário dizer. Porém, como ela nos atinge e nos prejudica de todas as formas. Às vezes é bem pesado…
    Termino com vc, Pedro: “não deixemos que este espírito de divisão se infiltre no meio de nós” que precisamos rezar uns pelos outros, para não perdermos a fé.

    Em Cristo, por Maria.

  22. “Se a Igreja não fosse uma instituicao divina, este Concílio(CVII) teria enterrado-a.”- Cardeal Giuseppe Siri.

    Se não fosse o estado de necessidade, uma inspiração divina aqueles bispos e padres que foram contrário a revolução conciliar dentro dela, pois Deus nunca iria permite de fato, não estariamos aqui falando sobre a Fé…

    Rezo, para o bem do catolicismo, para que aconteça em breve, esse estado não seja mais necessário.

  23. O Card Siri falou realmente a frase acima?
    André, a fonte é confiável??

  24. “If the Church were not divine, this Council would have buried it”

    Creio que não se encontra em sítio de língua portuguesa para conferir. Portanto, essa famosa frase do antigo cardeal se encontra na sua biografia(abaixo).

    http://en.wikipedia.org/wiki/Giuseppe_Siri

    Se eu não tiver enganado, nos preparativos ao conclave de 1978, com a morte do Papa Paulo VI, o antigo cardeal criticou a Missa nova, ao dizer que a crise da Igreja passava, sobretudo, na sua liturgia na época (que dizer, até hoje).

    É um pequeno resumo acima que coloco desse grande cardeal só situar um pouco quem era esse grande prelado.

  25. André, o Cardeal Siri publicou um livrinho sobre as vestimentas femininas excepcional. Caso alguém tenha, seria ótimo publicá-lo.

  26. Prezado Pedro,

    Desculpe a grosseria…esse assunto geralmente me tira do sério.

    O André já lhe respondeu sobre Dom Rifan nunca pertencer a FSSPX, mas só para te mostrar a leitura equívoca que você fez do site Montfort, te devolverei o mesmo link neste trecho:

    “Quando a FSSPX reconheceu que eles existiam, e que davam sentenças de nulidade matrimonial, com proibição de que houvese recurso a Roma, foi confessado por Dom Tissier de Mallerais, escrevi um estudo contra esses tribunais e rompi com a FSSPX, por ela se atribuir poderes próprios do Papa.”

    Poderia alguém desinformado ter achado que por Orlando Fedeli ter “rompido com a FSSPX”, ele fosse de fato, um ex- membro da FSSPX.

    Um abraço!

  27. Pedro Pelogia,

    Vc demonstra um desconhecimento da posição da Fraternidade e dos católicos ditos “tradicionalistas”… vou tentar elucidar um pouco mais respondendo partes de sua postagem. Não vou abordar tudo, já que outros já fizeram.

    Vamos lá:

    “Jesus disse que as portas do inferno nunca derrotariam a Igreja. Eu desconheço a necessidade de um “Estado de Necessidade”” (Pelogia)

    Sim, creio nas promessas de Cristo, e por alegar o ‘Estado de Necessidade’ não me coloco em oposição a mesma. Caso não saiba, não foram os “tradicionalistas” que o inventaram! Está de acordo com a Doutrina da Igreja, consta de forma clara no CDC (de 1917 e no de 1983), e existem exemplos na história da Igreja, como o bem conhecido de Santo Atanásio.
    O amigo Fábio Fausto fez uma demonstração com seus próprios post’s sobre a Crise da Igreja e o Estado de Necessidade. Vamos lá, vc consegue…
    Indico que acesse: http://br.geocities.com/indicedc/crise_igreja/sobrevivernacrise.html

    “Santo Agostinho por sua vez disse que a Barca, ainda que agitada por uma tempestade no mar e jogada de lá pra cá, continua sendo uma Barca, e fora dela nos afogamos.” (Pelogia)

    Sim, cremos mui bem nisso. Quem tem atacado essa doutrina são muitos dos que aderem o CVII e promovem um ecumenismo desenfreado.

    Sobre “permanecer na Igreja”, indico a leitura de ‘A Visibilidade da Igreja e a Situação Atual’, por Dom Marcel Lefebvre, em: http://www.capela.org.br/Crise/visibilidade.htm .

    “Que bom que você desmente o fato de que a FSSPX é sedevacantista. Isto mostra que você abomina o sedevacantismo (assim como eu), que também é fruto do CV II.” (Pelogia)

    Mais uma vez vc demonstra um desconhecimento da posição da FSSPX. Talvez seria interessante fazer uma pesquisa sincera sobre a Crise da Igreja e nossa posição. Indico que pesquise sobre a vida de Mons. Lefebvre, sobre a fundação da Fraternidade, e como está seguiu até as Sagrações e aos dias atuais. Há sim, leia também neste blog sobre a tomada da Igreja de Saint Nicholas du Chardonnet (vide: https://fratresinunum.wordpress.com/tag/saint-nicholas-du-chardonnet/ ).

    “Você menciona com certo rancor os “acordos” de grupos tradicionalistas com a Santa Sé” (Pelogia)

    Me desculpe, mas vc está enganado. Não tenho rancor aos “acordos”, mas sim fico triste e rezo para que guardem a Verdadeira fé, assim como temos que rezar pela Igreja (toda Igreja!). Se for assim, deve mostrar onde eu demonstrei rancor… joguemos limpo.

    É como eu lhe disse, no IBP já teve mudanças (ver IBP: http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2007-c.htm ); não tanto como Campos. Campos? Dom Rifan? nem se fala!! Enfim, deixam de defender o que antes faziam… Se ninguém mais acusar os erros atuais como acabar com eles (os erros)?? Que fez São Paulo frente a São Pedro?!?

    Não pregamos revolução nenhuma, mas sim lutamos para o fim da crise na Igreja e pela salvação das almas, pelo Papa, pela Igreja. Estamos sim unidos ao Papa, ele é o vigário de Cristo na terra, mas temos que guardar a fé! Há toda uma Tradição e um Magistério que nos obriga em consciência a agir assim!! Não nos alegramos com isso, mas fazemos com pezar e tristeza, pois não queriamos que fosse assim!!

    “Eu acho que você está torcendo pra eles aceitarem o modernismo, só pra você e todos aqueles que torcem contra a unidade da fé estufarem o peito e dizerem orgulhosos: Olha lá, aceitaram o CV II… eu não disse? União com Roma dá nisso mesmo, etc.” (Pelogia)

    Talvez pra vc tenha soado mal: “Sobre os redentoristas creio que seja muito cedo para se falar” (Victor).

    Torcemos para que não aconteça deles mudarem a linha doutrinária frente ao CVII e a Missa Nova, aos erros atuais. Mas em geral, isso se é previsto por que em Roma mudou pouca coisa, logo dizemos que não é o momento para “acordo”.

    O caso de Campos é bem claro! Veja por exemplo:
    “Onde está a mudança em Roma? Se alguém mudou, parece-nos que não foi Roma, e se não foi Roma, quem foi então? Campos? Parece-nos que sim. Não queremos dizer com isso que Campos perdeu a Fé ou aderiu aos erros do Vaticano II. Mas Campos abriu uma porta. Tememos que por essa porta muitos males entrarão nesta diocese tão preservada até agora.” (BOLETIM DA SANTA CRUZ; Nº ESPECIAL – 2002; http://www.beneditinos.org.br/atualidades/documentos/boletim_esp2002.htm ; sugiro que leia este boletim!)

    “Meu caro Victor, nossa briga é inútil.” (Pelogia)

    Não acho que seja: 1° é uma conversa, não briga; 2° se trata de Fé.

    “O Conciliábulo de 65 foi tão nocivo, que seu espírito de destruição penetrou até mesmo entre aqueles que conservaram a fé: os tradicionalistas, e os dividiu. Os tradicionalistas brigam por picuinhas perfeitamente superáveis” (Pelogia)

    Onde estão divididos os tradicionalistas? Que história é essa de picuinhas? Por acaso o senhor se mete nisso?

    “e cá estamos nós brigando por causa de um video e por causa de um bispo da CNBB, cuja única qualidade é celebrar lindamente a Missa de Sempre aos domingos.” (Pelogia)

    Não, não é isso. Estamos tratando sobre Sagrações sem mandato do Papa, sobre a Crise da Igreja, sobre Estado de Necessidade.

    “Poupe seus argumentos (que não são ruins) e sua energia para querelar com os inimigos da Santa Igreja, e me aceite como aliado!” (Pelogia)

    O tenho como aliado e irmão na fé Católica Romana de Sempre, desde que vc não entre em contradição com a mesma… neste caso irei tentar lhe advertir ou não lhe seguirei em tais caminhos.

    “Se a sombria inteção dos padres conciliares maçons era dividir a Igreja, não deixemos que este espírito de divisão se infiltre no meio de nós, que conservamos a fé.” (Pelogia)

    Cristo disse que não veio trazer a paz, mas a espada! Quer dizer que se for preciso teremos que nos separar para manter a Fé! São duras estas palavras… mas são verdadeiras!
    Então, no assunto que aqui tratávamos, a respeito da crise que a Igreja passa, e como temos que agir frente a crise, espero que possamos estar cada vez mais entendidos e de acordo.

    Mas uma vez, sugiro encarecidamente que leia o BOLETIM DA SANTA CRUZ; Nº ESPECIAL – 2002; no link: http://www.beneditinos.org.br/atualidades/documentos/boletim_esp2002.htm

    Depois me diga o que achou, pode até escrever para meu e-mail: victorromania@yahoo.com.br

    Pax et Bonum!

    PS: Desculpe por estender tanto, mas não consegui reduzir mais.

  28. Caro Victor, Salve Maria!
    Me pareceram muito equilibradas as suas colocações. Eu particularmente tenho a FSSPX como modelo a ser seguido, e fico com ela no essencial.
    Obviamente tenho diferenças em relação ao tratamento conferido aos grupos que fizeram acordo. Tenho contra mim o exemplo de Campos, que na minha opinião deveria ser riscado da categoria “tradicionalista” para “conservadores”. E pelo andar da carruagem, conservadores já será um elogio para eles…
    Respeito e concordo que a Fraternidade não deve fazer nenhum acordo prático, porque em Roma muito pouca coisa mudou, realmente… Só gosto de ter em mente que não é bom a ninguém acostumar-se a passar sem Roma. Essa foi uma colocação muito verdadeira, vinda de um membro do IBP.
    Porém tenho que concordar que realmente, a partir do momento em que se faz acordo, perde-se liberdade… Talvez o IBP ou Papa Stronsay possam continuar resistindo ao Vaticano II… Mas será que vão dar espaço para que eles se expandam além dos limites das suas igrejas? Seria o caso de pensar: considerando que eles jamais cedam à tentação de abraçar o Concílio, e que virem uma FSSPX regulamentada, será que vão poder se difundir por aí, se antes não prometerem evitar assuntos polêmicos? Isso considerando que eles encontrariam um bispo favorável ao tradicionalismo, pois raríssimos são assim…
    Por isso fico com a FSSPX. Se já disseram que não é uma heresia, nem um cisma… Bem, é a única instituição que pode pôr a boca no trombone e protestar livremente sem ser ameaçada por isso. E mais: é a única pressão contra o Vaticano II em que não existe rabo preso ou nada que venha contradizer ou ridicularizar.
    Não olho com pesar os grupos que fazem acordo. Penso que cada um tem suas peculiaridades, e que estão entrando num campo arriscado, mas no final está nas mãos deles a sua própria condenação. Campos cumpriu os piores temores, mas ainda não se pode dizer que fazer acordo é sinônimo de apostasia…
    Por outro lado, no caso de conventos e mosteiros, ainda não vi prejuizos tão sérios, pois Papa Stronsay nunca teve grande expansão. Reduziram-se a sua ilha, e no máximo algumas missões na India e uma tentativa de fundação na Austrália, de forma que, para o dia a dia dos seus fiéis, não faz muito impacto na vida da Igreja (a não ser que estes fiquem modernistas também).
    Se eles continuarem sem aceitar o Vaticano II e viverem como estão, então não terão feito nada de mais ou de menos. Terão apenas feito uma regularização, mas continuarão a ser os mesmos rostos, os mesmos padres residentes no mesmo mosteiro…
    Claro, estão expostos como qualquer sacerdote. O Le Barroux foi um mosteiro que fez acordo e recebeu críticas posteriores. Não sei muito sobre eles. Sei que alguns dos seus monges resolveram criar uma nova fundação na Itália, e me parecem ter o espírito de criar uma abadia dentro das normas do Ecclesia Dei, mas numa versão mais irrepreensível, como um Le Barroux sem máculas…
    Bem, mas deixemos em paz a FSSPX: enquanto Roma não retirar as excomunhões e iniciar uma controvérsia doutrinária, que a FSSPX pediu para COMEÇAR A FALAR EM REUNIFICAÇÃO, então… Para que a pressa? Deixemos o clero modernista na Europa morrer, pois eles são cada vez menos, e boa parte já está com o pé na cova. Quando a Itália e a França não tiverem mais inimigos vivos no clero, alguém terá que recompor a hierarquia… E só a Fraternidade tem ao menos 500 padres jovens e fiéis…
    Eles não tentaram vencer a FSSPX pelo cansaço, esperando que morressem D. Mayer e D. Lefevbre, para desbaratar o movimento? Pois agora deixemos que eles morram, até que as pessoas digam: “Só existem padres muito longe, e os únicos são tradicionalistas”.

  29. Só gosto de ter em mente que não é bom a ninguém acostumar-se a passar sem Roma. (Bruno Santana)
    Esta colocação do Bruno resume o que venho tentando dizer. O problema do “Estado de Necessidade” alegado pela FSSPX e outros grupos, é ACOMODAR-SE neste “Estado de Necessidade”, inadvertidamente e involuntariamente acabando por reconhecer que mesmo o Estado de Necessidade é “uma coisa normal”… Os colegas acima citaram a “ânsia pelo legalismo” de certos grupos: mas há outros que pretendem que a ilegalidade e a separação jurisdicional de Roma dure até que o Papa decida rasgar o Vaticano II. Eu penso que as coisas não são tão simples assim; e penso também que os dois lados, a Roma dividida entre a Tradição e o modernismo, e os grupos tradicionais (FSSPX em especial), numa eterna resistência, que já se tornou rotina – os dois lados devem refletir se é essa mesmo a Igreja que Cristo quer e que queremos.

    Santos como Atanásio e posteriormente Catarina de Siena, que viveram períodos de forte crise na Igreja, reprovariam esta conduta, a de acocorar-se na crise como se as coisas estivessem no seu devido lugar.

    Bruno e Victor, eu gostaria de repetir que se há acordo entre um grupo tradicional e Roma, de não-aceitação do Concílio Vaticano II, a aceitação do mesmo é culpa única e exclusiva do grupo, e não pressão de Roma. Campos é exemplo clássico: se existe uma Administração Apostólica, o objetivo da mesma é – no olhar de Roma – resguardar a Tradição para os fiéis que querem praticar a fé de Sempre, caso contrário ela não precisaria nem existir e os fiéis frequentariam a diocese moderna.

    Bruno, você fala da “tentação de aderir ao CV II”, e está absolutamente certo: quem CAI EM TENTAÇÃO são os próprios tradicionalistas, que se deixam ludibriar pelas heresias deste Concílio, e não é a Santa Sé quem os “joga na tentação”. Se houver uma pressão do Vaticano em fazer aceitar o Concílio, o grupo tradicional que se aparte da jurisdição de Roma novamente. Se depois dos acordos vimos adesões e aceitações do Concílio, a culpa é do grupo tradicionalista que aceitou, renegando os próprios direitos, e não do Papa.

    Victor, chamei nossa “conversa” de briga por causa da aspereza das suas colocações, das suas frases pontiagudas, sempre terminadas com sinal de exclamação e repletas de acusações; mas se você nega que seja uma briga, eu aceito seu modo de conversar.

    Onde estão divididos os tradicionalistas? Que história é essa de picuinhas? Por acaso o senhor se mete nisso? (Romania) – Suas perguntas são muito óbvias, Victor: 1. a) Os tradicionalistas estão divididos de muitas formas: entre aqueles que querem a união com Roma, aqueles que rejeitam essa idéia a qualquer preço, os mais exaltados, os mais moderados, etc, etc e mais etc (o Concílio também fez seu trabalho de ruptura por aqui). b) E acaso pretenderia o senhor que, estando a Igreja dividida, o “mundo tradicionalista” fosse “uno e santo”?; 2. História de picuinhas? Só quem as provoca, sabe. Frases protocolares isoladas do Papa, por exemplo, que o “mundo tradicionalista” recebe como bombas atômicas. Frases do Papa como “A Missa de sempre foi liberada para atender a certos grupos”, “O Concílio brotou do coração de Deus” não são frases ex-catedra, e mesmo eu que sou unido jurisdicionalmente ao Papa não dou ouvidos. Não são dogmas, mas muitos tradicionalistas encaram essas frases como dogmas… Será que existia grupos utilizando o “Estado de necessidade” nos dias de João XII ou Alexandre VI? 3. Eu me meto nisso sim: o que é que estou fazendo aqui?

    “Vim trazer a paz, não a espada” – Meu caro Victor, o versículo evangélico que você fez menção está empregado aqui totalmente fora do contexto. Jesus acaso veio trazer a divisão para a sua própria Igreja? Jesus ansiava por ver a Igreja dividia, Ele que disse que “um Reino dividido contra si mesmo ruirá”? Jesus veio dividir os que vivem na verdadeira Fé dos que não vivem/não aceitam a verdadeira fé, por isso Jesus diz também que veio separar o marido da esposa, a mãe do filho, a sogra da nora… se o sr. interpretar esse versículo como interpretou o supracitado, vai acabar concluindo o que? Que Jesus era contra a família??

    Quero reiterar, Victor, que compreendo as suas angústias e suas reservas, que também são minhas – pelo menos pretendo eu que você e a FSSPX vivam numa espécie de angústia, e não “felizes” com o Estado de Necessidade, que deve sempre ser encarado como temporário e não uma situação efetiva.

    Lerei o material que me sugeriu. Desculpe a demora da resposta, estive viajando.
    Em XPTO.
    PEDRO PELOGIA.

  30. Penso que chegar ao ponto de estar em confronto directo com o Papa, Vigário de Cristo, é mau… até mesmo pelos melhores motivos.
    A Oração deve ser o caminho de tudo, pois é aí que o Espírito Santo pode agir…
    ORAÇÃO! Nunca confronto… jamais. Isso é herético e revela cismas…
    ORAÇÃO! SEMPRE ORAÇÃO! O Senhor Jesus faz o resto.