Dom Williamson tem 10 dias para deixar Argentina.

Dom Richard WilliamsonA Argentina estipulou hoje um prazo de dez dias para que Richard Williamson, bispo que nega a existência do holocausto, abandone o país voluntariamente, sob pena de ser expulso.

Segundo informou a agência de notícias Telam, a decisão foi tomada pela Direção Nacional de Migração e anunciada nesta quinta-feira pelo ministro do Interior, Florencio Randazzo.

O comunicado emitido pelo ministério destaca que “o bispo Williamson ganhou notoriedade pública depois de suas declarações antissemitas a um veículo de imprensa sueco, nas quais colocou em dúvida que o povo judeu tenha sido vítima do Holocausto”.

“Por essas considerações, somadas à enérgica condenação do governo argentino a manifestações como estas, que agridem profundamente a sociedade argentina, o povo judeu e a humanidade toda ao negar uma verdade histórica, o governo decide fazer uso das faculdades que lhe confere a lei de convidar o bispo a abandonar o país ou submeter-se à expulsão”, acrescenta o comunicado.

O órgão migratório argentino também aponta em sua decisão que Williamson mentiu sobre os motivos de sua permanência no país, declarando ser funcionário de uma associação civil, enquanto exercia a liderança religiosa e um seminário da Fraternidade Pio X em Moreno, na Grande Buenos Aires.

*Com informações da agência Telam. – Fonte: Uol Notícias

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31 Comentários to “Dom Williamson tem 10 dias para deixar Argentina.”

  1. A que ponto chegou o paranóia mundial com a negação do novo “Dogma de Fé” proclamado por judeus e alemães.

    Imaginem se aplicassem essa mesma medida para os negadores do bárbaro genocídio diário e mundial dos bebês no ventre materno. Mas há genocídios e genocídios…, alguns podem ser negados, outros são transformados em dogma de Fé.

    Mundo louco!

    Valei-nos, Senhor!

  2. Eis ai nosso rosário de dramas.

  3. O GOVERNO ARGENTINO ESTA CORRETO.
    QUALQUER ESTRANGEIRO DEVE TER EM MENTE QUE HÁ UM CODIGO MORAL E ETICO A SER VIVIDO NO DETERMINADO PAÍS, ISTO NAO EXCLUI OS CLERIGOS, QUE DEVEM ANTES DE MAIS NADA DAR EXEMPLO.
    CONTINUO SALIENTANDO QUE É LAMENTAVEL A CONDUTA DO PRELADO.
    NÃO SE RETRATOU A PEDIDO EXPRESSO DO PAPA
    E PARECE PENSAR QUE O MUNDO GIRA EM TORNO DE SI.
    PERDEU O POSTO DE REITOR.
    PERDEU A SUPOSTA CIDADANIA ARGENTINA
    E ESTÁ A UM FIO DE PERDER SEU EPISCOPADO.
    TUDO PORQUE FALOU DEMAIS.
    ENQUANTO ISSO….VIVA DOM FELLAY POR SUA DIPLOMACIA!

  4. Dom Williamson é apenas uma desculpa. Os ataques à Santa Igreja estão se intensificando. Acabei de ler uma matéria sobre um canal de televisão israelense ter veiculado um programa com graves ofensas à Nosso Senhor e à Santíssima Virgem, além disso em uma sinagoga israelense foram queimados exemplares do Novo testamento.
    Eis a campanha bem orquestrada pelos coitadinhos da humanidade: os judeus.

  5. Só para lembrar que hoje, dia 20 de Fevereiro é a Festa dos Pastorinhos de Fátima.

    A Jacinta ofereceu os seus sofrimentos pela conversão dos pecadores e pelo Santo Padre, enquanto o Francisco se preocupava em “consolar o bom Deus” pois Este devia “estar muito triste com os pecados do mundo”.

    Aproveitemos para, neste dia 20 de Fevereiro, dia em que a pequena Jacinta partiu para o Céu, rezarmos pelas mesmas intenções:

    – Pelos pecadores. Disse-lhes Nossa Senhora: “Vão muitas almas para o Inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.”;

    – Pelo Santo Padre. Nossa Senhora ensinou a oração “Dizei muitas vezes, em especial quando fizerdes algum sacrifício ‘ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.'” A Jacinta acrescentava “E pelo Santo Padre.” Recordemos que foi esta pequenina que viu o Santo Padre “diante de uma imagem de Nossa Senhora, numa casa muito grande a rezar e a chorar. E lá fora muitos diziam palavras e nomes feios e atiravam.lhe pedras”. Qualquer semelhança com a situação actual na Igreja NÃO é pura coincidência!;

    – Para “consolar Nosso Senhor”, reparando-O dos pecados do mundo. Dizia o Francisco, quando a Lúcia lhe pediu para pedir pelos que cá ficavam: “Eu peço, mas essas coisas pede-as antes à Jacinta, que eu tenho medo de me esquecer quando vir Nosso Senhor. E depois, antes o quero consolar”;

    – Para que aumente em nós a devoção à Santíssima Eucaristia. Eles, que comungaram das mãos de um Anjo e que carinhosamente tratavam a Jesus Sacramentado por “Jesus escondido”, que nos façam rezar devotamente “Meu Deus, Meu Deus, eu vos amo no Santíssimo Sacramento” (oração por eles proferidas após a primeira aparição da Virgem Santíssima);

    – Para que, pela intercessão destes dois meninos bem-aventurados, o seu e nosso país seja livre de todo o mal, de todo o pecado e que mantenha sempre a Fé Católica. Disse-lhes Nossa Senhora “Em Portugal conservar-se-á sempre o dogma da Fé…”

    Pastorinhos Francisco e Jacinta, rogai por nós!

  6. Caríssimos,

    devemos saber que a Argentina foi tolerante demais do caso Karl Adolf Eichmann (leiam abaixo na ligação) que responsável direito pelo holocausto. Em 1950, ele foi com a familia toda ao país vizinho com um nome falso, Ricardo Klement.

    Porém, em 1960, ele só saiu desse país por ser raptado pelo serviço secreto israelita. Deste modo, foi condenado a forca por crimes durante a segunda querra mundial.

    Assim fica claro o bispo da Fraternidade foi o sacrifício por declarações do mesmo país. Porque houve críticas duras do governo argentino a Israel por causa da guerra em Gaza.

    Os judeus tem a mídia e fazem o que querem…

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf_Eichmann

    Ps.: rezemos pelo Papa que possa usar sua infabilidade para condenar as democraticas conferencias episcopais rapidamente.

  7. Nossa ir. Emmanuel, falta “amor” e “tolerância” nas suas palavras! Impressionante que um bispo católico tenha que se curvar ao “código moral” dos coitadinhos judeus que abarrotam Buenos Aires. Como disse o “Embaixador da Paz” argentino, é um ato contra a “humanidade”, e sua expulsão é a construção de uma sociedade “fraterna e tolerante”. Viva a tolerância!

  8. E achavamos que eramos perseguidos e caluniados. Nosso martírio está apenas começando. Logo todos nós seremos também carimbados de ‘antissemitas’. Rezo por D. Williamson, para que Deus conceda a ele graças suficientes para essa tribulação e que seja um exemplo para todos nós. Discordo de suas posições sobre o holocausto pois não tenho base documental para fazer a afirmação que ele fez e nem acho que como bispo ele devesse ter feito essas declarações num programa de TV. Acho que foi uma sábia decisão tê-lo afastado da direção do Seminário por um tempo pois isto preservará o Seminário. Mas para onde D. Williamson vai agora? Que país o acolherá? Que a Virgem Maria o ajude.

  9. Se o governo age “corretamente” em expulsar Msr. Willianson por sua OPINIÃO quanto ao NÚMERO de mortos do holocausto e quanto a existência das câmaras de gás (o que é bem diferente de NEGAR o holocausto) deveria ser suficientemente coerente e expulsar de lá os muçulmanos por também não acreditarem nos tais 6 milhões de mortos.
    Sinceramente, não questiono aqui se Msr. Willianson fez bem ou mal em expressar tais opiniões, questiono a falta de coerência, os “dois pesos duas medidas” que quase toda a imprensa e quase todo o clero tem demonstrado diante desses fatos.
    Pois vejam, é diária a quantidade inacreditável de escândalos que Nosso Senhor tem pra sofrer por parte do -principalmente- episcopado do mundo inteiro.
    O Estado, por sua vez, cumpre muito mal seu papel laico agindo como se isso significasse “irreligioso”, se afastando cada vez mais da verdadeira religião, encobrindo bandidos e assassinos, promovendo campanhas perversas para a juventude, blasfêmias a Cristo e a Santíssima Virgem com a capa de “arte”… enfim, e o que se faz a respeito? Nada!
    Nunca vi niguém “fazer barulho” apoiando que se expulssasse do país os autores da “peça teatral” onde se satirizava a Igreja com camisinhas no lugar da Hóstia. Não vi nenhuma carta do tipo “aberta” ou do tipo “manifesto” dos padres e religiosos condenando o envolvimento da CNBB com as abortistas da “C”DD, no dvd da última campanha da fraternidade (que não é a de S. Pio X, Deo Gratias), Nunca vi ninguém reclamar que se expulssasse os Judeus de nosso país por não acreditarem que Nosso Senhor Jesus Cristo é o Messias, ou seja, respira-se uma hipocrisia fantástica. De repente, um zelo pelas leis… um zelo pelos valores religiosos… pena que só se valorizam os dos outros.
    É mais que claro, que tudo isso é resultado do muitíssimo bem orquestrado “lobby” diabólico do clero modernista na Igreja, com a ajuda da mídia de mesma laia.
    Fico pensando: Se de longe, apenas se comunicando por telefone, internet, msn, skype, orkut, sei lá, conseguem derrubar um bispo por suas declarações a respeito de temas que em nada tem a ver com a Fé Católica, o que não fizeram todos juntos, aglomerados e amontoados no CVII? Meu Deus…
    Ah sim, o que fizeram está aí: A Igreja em plena… primavera…

    Virgem Santa… rogue por nós…

  10. Se o governo brasileiro expulsasse todos os sacerdotes que apóiam Fidel Castro e assim negam tacitamente (ou justificam) o massacre que houve e há em Cuba e nos países socialistas, sobrariam muitos poucos padres no Brasil…
    É lamentável que uma decisão política, maquinada pelo governo socialista argentino e pelos judeus, possa enganar as pessoas, sob uma falsa aparência de alta moral.
    Expulsar D. Williamson por uma opinião histórica, de cuja manifestação inadequada ele já se desculpou humildemente ao Santo Padre, é um ato que só demonstra como o governo argentino não quer tradicionalistas ali por perto, além de fazer média com os sionistas depois de muito falar mal da ação de Israel em Gaza.
    D. Williamson não pode ser obrigado a dizer o contrário do que disse, nem o Papa pode obrigá-lo a fazê-lo sobre um fato histórico. O máximo que o Papa pode é, como fez, determinar que D. Williamson se mantenha distante de expressar tal opinião e que a reestude com o sincero fim de buscar a verdade dela.
    Lamentável, repito, condenar D. Williamson por isso, e, pior, ver justiça em tal ato do governo argentino.

  11. A Roberta Magacho foi no ponto. Um princípio de guerra psicológica diz que, antes de se destruir físicamente o inimigo, ele deve ser moralmente liquidado, atingido. Esse rótulo (“anti-semita”) que querem pregar em Dom Wlliansom – e que logo vão querer pregar em todos os católicos fiéis – é o prenúncio do que nos aguarda. Se ficarmos passivos, seremos destruídos, primeiro moralmente, depois físicamente. Se uma pessoa pode ser perseguida pela sua opinião em assunto que não é verdade de Fé, nem da lei dos homens, que abusos e perseguições não nos aguardam? Tirania à vista. Preparem-se.

  12. Meu caro Ir. Fabiano:
    Acolho suas palavras no mesmo respeito a que devoto a todos. Mas não foi desamor meu ou intolerancia.
    Ouve um erro e esse erro tem que ter reparação.

    Se o senhor fosse negro, pobre, nordestino,homossexual, judeu, muçulmano ou qualquer outro “seguimento social” gostaria de ver um Bispo Católico insultar uma realidade como o Holocausto? Que bem poderia ser ligada aos negros ou a qualquer dessas minorias citadas?

    Quem está de fato em desamor e intolerancia?
    Eu um pobre monge ou o Sr. Bispo?

    Ele não pode aproveitar-se do cargo que tem e dizer o que disse, sem que tenha que ser punido. O que o Governo argentino fez, foi de interesse nacional.

    Eu também não gostaria que nosso governo brasileiro fosse conivente com outros crimes contra a Humanidade e sabemos que muitas vezes fazem vista grossa.

    Não estou julgando o Prelado a quem respeito pessoalmente como Bispo, mas estou dizendo que todos merecem respeito, todas as pessoas e etnias, todas as classes sociais, todas as Igrejas, Religiões, Partidos politicos e ideologicos e que quando erram, devem manifestar pesar, arrependimento e imediatamente consertar seu erro.

    Espero ter sido mais claro.
    Maria, Mãe da Igreja nos abençoe!

  13. “O GOVERNO ARGENTINO ESTA CORRETO.” (???)

    Concorda então o Irmão Emmanuel que o governo brasileiro agiria corretamente ao expulsa-lo da sua congregação religiosa ou do país por dizer, por exemplo, que na “ditadura” militar no Brasil, a censura contra a arte nunca existiu e sim existiu a censura contra a chacota dos artistas ou que na “ditadura” militar nunca houve provas concretas acerca das torturas ou que o número de mortos das vítimas do terrorismo esquerdista foram no total de 120 pessoas mortas em todo o Brasil e enquanto as “vitimas” do regime foram no total de 358 pessoas (sendo que neste 358 incluem mortos e desaparecidos, 139 dos desaparecidos eram comunistas, 7 morreram acidentalmente ou não tinha ligação com o comunismo, 212 eram terroritas ou militantes comunistas.)

    Mesmo tais números serem evidentes e reconhecidos pelo o governo, é claro estes detalhes não são esclarecidos, afinal como uma ditadura que durou 21 anos poderia matar e oprimir só 7 pessoas do povo?

    Desculpe-me,caro Ferreti, minha intenção não é promover discussões sobre o regime militar, isso seria desviar o foco do assunto, e nem arrumar briga com ninguém, mas creio que esse exemplo demostrado por mim serve como analogia para o “caso Willianson”.

    O governo argentino errou em expulsar o bispo, não há código moral ou ético que condene uma visão histórica baseada em fontes autênticas, embora possam ser erradas ou deturpadas. Negar um fato histórico, quando se tem dúvidas legitimas sobre ele, que eu saiba não é uma ofensa a Deus.

    Dom Willianson pediu desculpa publicamente ao Papa; Dom Willianson já disse que iria rever suas posições; Dom Willianson não negou as câmaras de gás, negou a eficiência delas; Dom Willianson não negou o “holocausto”, negou os seus números.

    Creio que isso basta!

    E chega de criar “casos”, e vamos rezar por ele.

  14. Salve Maria!
    Sobre a manifestação do Ir. Emmanuel, cabe lembrar algumas particularidades de política de imigração.
    Embora todo país estabeleça normas rígidas a certo ponto para o assunto, volta e meia as autoridades “relevam” as regras, conforme o interesse nacional ou o estudo de caso de cada estrangeiro.
    É no mínimo estranho o órgão imigratório argentino ter deixado D. Williamson permanecer por tanto tempo, ainda mais a considerar que um homem vestido de hábito talar veio requerer permanência “para fins civis” ao país. Se estava na cara que se tratava de um clérigo a requerer permanência, claro que ele vinha para finalidades não civis, e sim religiosas.
    Apesar disso, entra-se na questão de D. Williamson se obrigar a dizer a verdade às autoridades. Tudo bem, padres e bispos devem dar exemplo… Mas e no caso de uma possível perseguição religiosa? Se a CNB argentina (até onde sei, omissa inclusive no caso da passeata feminista à frente da Catedral de Córdoba) estivesse a rechaçar a presença de “ultra-tradicionalistas”, então D. Williamson teria que deixar os seminaristas da FSSPX à mercê do clero modernista, só por se obrigar a dizer que sim, veio para missão pastoral?
    Não sei de mais detalhes. Mas, a depender das intenções do estado argentino, a situação de D. Williamson pode se tratar de uma verdade que o governo não tivesse o direito de saber (isso considerando que o Estado deve se submeter à Igreja, não o contrário).

  15. Caro Fábio Fausto, Ferreti e demais amigos,

    o vaticano de maneira oficial repudiou essa blasfêmia que veiculou na t.v. israelita:

    http://212.77.1.245/news_services/bulletin/news/23442.php?index=23442&lang=en

  16. Ah..convém lembrar que:

    As 120 pessoas mortas pelos os comunistas não foram reconhecidas pelo o governo, pois seus familiares não tiveram direitos as indenizações da lei da anistia, o que vale é a “lista oficial” de 358 pessoas, isso se já não aumentaram esse número.

    Se o caro Ferreti publicar, ficarei grato.

  17. O interesse do governo Argentino é mandar um belo recado ao Papa e não defender o povo.

  18. A mensagem anterior ficou incompleta. Aí vai a correta.

    Está mais do que comprovado que existe um controle maçonico-judaico no mundo (o quinto poder), que controla a opinião pública através de governos, ONG’s, jornais (imprensa em geral). Além dos “inocentes úteis” que passam a defender opiniões “só porque alguém falou ou ouviu na televisão”.

    A “imprensa” tem sido parcial neste caso. Transformaram uma opinião de Dom Williamson sobre o NÚMERO dos judeus mortos na perseguição nazista como se fosse uma negação do fato. Por acaso alguém tem o número exato?

    Muito bem lembrado aqui que a Argentina deve usar o mesmo critério com os ricos muçulmanos que moram em seu território. Fora os nazistas que lá se firmaram no pós-guerra mundial.

    É bom lembrar que esta polêmica toda é para desviar o foco da discussão principal: O Vaticano II e a questão litúrgica.

    Houve um fato próximo da morte de Dom Lefebvre em que ele teve de respoder num tribunal sobre supostos ataques à cultura muçulmana. Alguém se lembra? Ou pode pesquisar?

    A perseguição é a mesma. Que Nossa Senhora proteja o bispo Williamson! E os fiéis, não se enganem, a perseguição é contra todos os católicos que professam a verdadeira Fé, livre de omissões e obscurecimentos comuns após o Concílio Vaticano II. A Fé tem de ser INTEGRA, como não deixava de enfatizar o saudoso bispo Dom Licínio Rangel.

  19. Meus colegas:
    Estamos novmamente fugindo do foco.
    Não falei a minha situação porque é completamente outra. SOU BRASILEIRO, ESTOU DENTRO DO MEU PAÍS, NÃO SOU EXTRANGEIRO e evidentemente como Brasileiro condeno os horrores do Golpe de 64. Aliás qualquer brasileiro condenaria…
    Se eu fosse extrangeiro, deveria em primeiro lugar me submeter às normas do país que me abraça (aliás quando morei no Exterior) posso dizer que fui perfeito com relação às leis e normas!
    O fato do prelado ter dito o que disse já foi um erro – que já exaustivamente foi falado por todos –
    quanto às suas declarações às autoridades argentinas, não posso julgar, pois não as conheço, mas em caráter de hipótese, a concessão de um visto de permanência, obedece entre outras coisas a algo como “não contrariar a lei ou a ordem” no país, entre outras.
    Se o prelado tivesse feito declarações apenas no seu campo de estudos (Fé e Moral) seria uma coisa, todavia,
    como mesmo pronunciou Dom Fellay, ele errou quando manifestou-se etc…e etc…
    Faço uma pergunta:
    Você tem um hóspede em casa, sua família é negra (ele branco), o hóspede faz uma afirmação racista contra os negros ou dizendo que o por exemplo o Arcebispo Desmond Tutu (Anglicano) é um “estúpido”. Você como Chefe da Família não pedirá retratação ou que ele ao menos se retire de sua Casa?

    Um dos princípios do bem viver é a educação, o respeito e a democracia (para os países que vivem este regime politico). Sou contra forma todo tipo de violência, contra qualquer minoria. Todavia, as vezes somos violentos não com armas, mas com palavras, não usando fuzis, mas Mitras!
    Um erro não justifica outro.
    Repito: Crucificam um Bispo como Rifan e defendem outro Bispo como Williamson.
    Muita incoerência da parte de alguns.
    Penso que me retiro sobre este assunto.
    Lamentavelmente o prelado está colhendo o que plantou.

    Sendo Bispo, cristão, católico e extrangeiro, deveria rever seus conceitos.

    Desculpe, Sr. Ferretti, se me prolonguei e de minha parte dou por encerrado este assunto, para evitar novas polêmicas que querem fugir do tema central.
    Abraços.

  20. Porque nós não nos colocamos no lugar do outro?
    O holocausto é gravissimo.
    O golpe de 64 também foi, com suas atrocidades.
    As Mães da Praça de Maio sofrem até hoje.
    Na faixa de gaza nem se fala o que acontece…
    Santa Catarina quase sucumbiu nas chuvas…
    enquanto o sertão nordestino morre de sede…
    Dezenas de turistas morrem no Brasil,
    milhares de africanos morrem de fome na África…
    A riqueza do Brasil está nas mãos de poucos
    enquanto dezenas de milhares de desempregados das companhias automobilistias estão nas ruas…ao mesmo tempo que carros de último tipo cruzam São Paulo…

    Quando um Bispo como Dom Helder Câmara foi punido durante 07 anos pelos militares e pela imprensa no Brasil, ninguem se levantou (e ele era brasileiro falando em seu país).
    Quando um Bispo como Dom Cappio fez greve de fome para salvar o São Francisco ninguém deu-lhe mais voz.
    Quando Irmã Dhoroty morreu assassinada e seus mandantes ficaram inpunes ninguém bravejou contra a politica coronelista do Norte e Nordeste do Brasil.

    NÃO ESTOU AQUI DEFENDENDO IDEOLOGIAS, NEM PARTIDOS POLITICOS, NEM SOU PRÓ FRATERNIDADE SÃO PIO X, NEM SOU CONTRA.
    NÃO SOU TAMBÉM SEDE-VACANTISTA, SOU ATÉ PAPISTA DEMAIS…
    SOU CATOLICO ROMANO COMO (TENHO CERTEZA) A MAIORIA DOS SENHORES…

    E por isso lanço a pergunta:

    _ Porque o problema do outro não nos comove?

    Abraços.

  21. Caro Irmão Emmanuel,

    Bem parece que você é brasileiro, apesar de não conhecê-lo, mas essa não é questão.

    Creio que os comentários anteriores e posteriores (contrários aos seus é claro)já disseram tudo. O governo argentino se sentiu pressionado e deixou-se levar pela a onda do momento, é uma pena. Se a questão econômica, desigualdade social, preconceito, conceito, homofobia, bobologia e etc fossem o real problema dos países sul americanos…

    A não ser que a Argentina implantou uma lei contra negadores do “holocausto” e eu não esteja sabendo.

  22. “Porque o problema do outro não nos comove”?

    Boa pergunta…mas tenho certeza absoluta que essa pergunta aplicaria bem a Presidente Cristina Kirchner.

    Saudações!

  23. Eu sou brasileiro e não condeno os “horrores” do “golpe” de 64. Dom Hélder Câmara, “irmã” Doroty (não é por que mataram ela que virou “santinha” agora)e esse outro sujeito da greve de fome, três comunistas, de terrível memória. Assim também as “mães” da Praça de Maio…não precisamos de mais verborréia inútil, subversiva, politicamente correta.

  24. Nessa postura do governo argentino está obviamente interesses excusos de se agradar a comunidade judaica mundial e os governantes de outros países que vêem num possível reflorescimento da ortodoxia católica, com o recrudescimento das atitudes coerentes com a Sã Doutrina da Salvação uma ameaça à suas intenções neo-pagãs. Basta olharmos a Europa e a Constitução Européia com sua negação das origens cristãs. O cristianismo incomoda, sempre incomodou. Só deixou de ser incômodo quando o Concílio Vaticano II procurou agradar mais aos homens do que à Deus!
    S.S.Bento XVI não deve fazer concessões ao mundo em detrimento do anúncio da Verdade!

  25. “PERDEU O POSTO DE REITOR.
    PERDEU A SUPOSTA CIDADANIA ARGENTINA
    E ESTÁ A UM FIO DE PERDER SEU EPISCOPADO.”

    Pois eu digo: Ele pode perder tudo mas não perde a verdadeira Fé!

    Agora… Aquele que está de pé cuide para que não caia. (1Co 10:12)

    DFLD

  26. Saindo do assunto.

    “O golpe de 64 também foi, com suas atrocidades”.

    Na verdade não foi golpe, e sim contra-golpe.

    Queriam transformar o nosso Brasil em mais um pais
    comunista.

    “Quando um Bispo como Dom Cappio fez greve de fome”

    Greve de fome não está de acordo com o ensino da
    Igreja.

    Sobre a situação do Brasil:

    O que está fazendo o Lula lá (em Brasília) ??

  27. É a ditadura do “politicamente correto”. Claro que para isso não deixarão de aplicar dois pesos e duas medidas.
    Se alguém renegasse a chacina que os turcos fizeram contra os armênios, se alguém renegasse a chacina que o governo mexicano fez contra o próprio povo, por serem os cristeros uma gente católica, se alguém renegasse em público as mortes na Ucrânia perpetrada pelos soviéticos ou os milhões de mortos de fome perpetrados pelo governo comunista de Pequim, certamente não mereceria a deportação, e ainda que tomassem esta medida, a mídia faria de tudo para minimizar ou ignorar o assunto.

    Mas quando se trata dos pérfidos… Ah, claro, é a chantagem do antisemitismo. E o farisaismo desses governos, que batem no peito, simulando um horror que eles NÃO TEM, porque desprovidos de catolicismo como são, se tornam cada vez mais desumanos e sem misericórdia – esses, para agradar seus mestres, e para pousarem como justos, em nome disso sacrificam o bispo Williamson.

    Não o justifico, pois ele foi ingênuo ao se abrir para a imprensa. A imprensa não é neutra. A mentalidade do povo – e isso inclui os jornalistas – está imbuída de princípios maçônicos. Hoje o ocidente é maçônico, nem tanto por filiação nas lojas, mas por viver segundo os princípios da maçonaria. D. Williamson talvez esteja bem distante da realidade acerca dos métodos na aplicação do Holocausto… Ou talvez esteja próximo, isso é o que menos importa. O fato é que ele foi ingênuo ao se abrir para pessoas desprovidas de valores cristãos, como se essas fossem de confiança.

    Certamente ele faria diferente se pudesse voltar ao tempo. Felizmente ele – ao menos até o momento – não demonstra rebeldia contra ninguém, chegando a pedir perdão ao papa, por tê-lo arrastado junto consigo. Claro, em tudo se procura envolver o Santo Padre, afim de enfraquecê-lo.
    Mas agora, D. Williamson servirá como bode expiatório. E espero que resistamos todos firmemente a mais esse drama que a cada momento apresenta novas consequências.

  28. “Bispo Willianson desapareceu”

    Uma notícia estranha, rezemos para que seja mais um boato.

    http://cathcon.blogspot.com/2009/02/bishop-williamson-disappears.html

  29. Defender Dom Cappio (o pobrezinho bispo francisco do “bom e salutar” exemplo da greve de fome), Ir. Dorothy Stang (a religiosa preocupada com política social e não com o anúncio do Evangelho),Dom Helder (o arcebispo vermelho)isso é lícito! Agora defender um bispo católico fiel à Defesa do Sagrado Depósito da Fé porque ele nada mais fez do que manifestar uma opinião pessoal (tendo já se desculpado com o Santo Padre) isso não vale! Pois é, dois pesos e duas medidas…os citados acima (Dom Cappio, Ir. Dorothy Dom Helder), mostraram em algum momento sua adesão ao que a Igreja Sempre ensinou em Seu Magistério?

  30. Sem comentários, depois que fui classificado
    como portador de “Verborréia”.
    Realmente havia um tempo onde ser padre e monge era ser digno de respeito, hoje vemos esta falta de educação de alguns…
    “Panelinhas”….isso não é ser Igreja!

  31. Curioso como o conceito de panelinha não se enquadra aos filhotes do Concílio Vaticano II…