Moral Católica em vez do mito do preservativo.

Nenhum único país que confiou nos preservativos para lidar com a epidemia foi capaz de reduzir de maneira bem-sucedida o número de infectados por HIV. Por Hermann Reich. 

 

Link para o original O ‘Population Research Institute’ na Universidade Estadual Pensilvânia afirmou que a Igreja Católica desempenha um papel essencial na contenção da epidemia de AIDS na África.

 

Sem a sua mensagem de abstinência sexual antes do casamento e de fidelidade no matrimônio, a doença teria se disseminado ainda muito mais – não somente entre os fiéis, mas, principalmente, na população total.

 

Neste ínterim, a atitude da Igreja será respaldada pelas mais diferentes partes, até mesmo pelos serviços mundiais de saúde.

 

Steven W. Mosher, Presidente do ‘Population Research Institute’, esclareceu: nenhum único país que confiou nos preservativos para lidar com a epidemia foi capaz de reduzir de maneira bem-sucedida o número de infectados por HIV.

 

Ao contrário, aqueles países que distribuíram preservativos em grande quantidade tiveram as maiores taxas de infectados por HIV.

 

Entretanto, o combate bem-sucedido da epidemia em Uganda, que há cerca de quinze anos trabalha igualmente com educação para a abstinência antes do casamento e fidelidade no matrimônio, revelaram os melhores resultados.

 

Hoje em dia, apenas um pouco mais de 6,2 por cento dos habitantes de Uganda de 15 a 49 anos de idade são HIV – positivos. Nos anos 90 eles eram mais de 15 por cento.

 

A Tailândia tem aproximadamente sessenta milhões de habitantes. Lá existem fortes programas divulgados para o uso de preservativos. Em agosto de 2003 existiam no país quase 900.000 pacientes registrados com AIDS e, aproximadamente, 125.000 óbitos por AIDS.

 

Em 1991, a Organização Mundial de Saúde previu para esse intervalo de tempo cerca de 60 a 80.000 casos registrados de AIDs.

 

Essa cifra se contrapõe aos filipinos católicos com setenta milhões de habitantes. Entre os filipinos quase não existe propaganda de preservativos.

 

Em 30 de setembro de 2003 havia naquele país exatamente 1.946 pacientes com AIDS e 260 mortes por AIDS. Essa é uma fração dos 80 a 90.000 casos, os quais a Organização de Saúde havia previsto para as Filipinas no ano 2000.

 

Eis um panorama:

 

 

País

Taxa de Infecção por AIDS

Parcela católica da população

Suazilândia

43%

5%

Botsuana

37%

4%

Zimbábue

25%

8%

África do Sul

22%

6%

Zâmbia

17%

26%

Malauí

14%

19%

Moçambique

12%

22%

Quênia

7%

25%

Ruanda

5%

48%

Uganda

4%

36%

 Tradução livre: T. M. Freixinho

7 Responses to “Moral Católica em vez do mito do preservativo.”

  1. Recentemente no Brasil, a Rede Record, de propriedade da seita de Edir Macedo, Universal do Reino de deus, transmitiu um programa sofre a AIDS na África e obviamente não perdeu a oportunidade para atacar a Santa Igreja de Cristo. Todavia, esses bastardos omitiram dados tão importantes como estes. Se o uso de preservativo fosse uma boa estratégia como medida profilática contra a AIDS, as estatística dos casos da doença já teriam caído há muito tempo, visto que as campanhas pelo uso do preservativo são milionárias por conta das verbas públicas que são aplicadas.
    A melhor solução sempre foi ensinada pela Santa Igreja: CASTIDADE NA VIDA SOLTEIRA, FIDELIDADE NO MATRIMÔNIO, EM SUMA: VIDA DE LUTA E ASPIRAÇÃO À SANTIDADE.

  2. Uai! mas o tal preservativo não era “100% seguro”???
    O Ministério da Saúde até divulgou anuncio de TV ensinando usar camisinha em lata de refrigerante…
    Parece que a camisinha só funciona mesmo em lata de refrigerante.
    E assim caminha a humanidade…

  3. Caro Rogério,

    A sua conclusão está certíssima. E é exatamente isso que o Papa está falando lá na África.

    Quanto à seita do Edir Macedo, eles não têm o mínimo de seriedade pois já andaram até veiculando propaganda a favor do aborto na emissora deles. Até mesmo as denominações protestantes mais antigas não os levam a serio.

    Agora quanto ao uso de preservativos, mesmo não levando em conta o aspeto moral, que é o mais importante, os governos agem de maneira totalmente irresponsável ao prometer eficácia total contra doenças e gestação.

    Leiam esse texto do Pe. Luiz Carlos Lodi e vejam o desenho ampliado: http://www.providaanapolis.org.br/pecsegur.htm

    Segue um trecho do texto acima:

    “Falhas do preservativo:

    O Dr. Ronald F. Carey, investigador na FDA (Food and Drug Administration), órgão governamental norte-americano responsável por fiscalizar alimentos e drogas, pôs à prova 89 preservativos em uma máquina simuladora da relação sexual, e encontrou que pelo menos 29 deixaram passar partículas do tamanho do vírus da AIDS. A falha foi de 33% (Ronald F. Carey, Ph.D., et al, “Effectiveness of Latex Condoms as a Barrier to Human Immunodeficiency Virus-sized Particles Under conditions of Simulated Use,” Sexually Transmitted Diseases 19:4 (July-August 1992), pp. 230-234..

    A Dra. Susan C. Weller, da Escola Médica de Galveston, Universidade do Texas, depois de 11 estudos sobre a efetividade do preservativo, encontrou uma falha de 31% na proteção contra a transmissão da AIDS. Diz ela: “Estes resultados indicam que os usuários do preservativo terão cerca de um terço de chance de se infectar em relação aos indivíduos praticando sexo ‘desprotegido’… O público em geral não pode entender a diferença entre ‘os preservativos podem reduzir o risco de’ e ‘os preservativos impedirão’ a transmissão do HIV. É um desserviço encorajar a crença de que os preservativos impedirão a transmissão do HIV. Preservativos não poderão eliminar o risco da transmissão sexual e, de fato, podem somente diminuir um pouco o risco” (Susan C. Weller, “A Meta-Analysis of Condom Effectiveness in Reducing Sexually Transmitted HIV” Soc Sci Med 36:12 ( 1993), pp. 1635-1644, os grifos são dela).

    O argumento mais convincente, porém, acerca da ineficácia do preservativo, não é o resultado das duas pesquisas supracitadas. Muito mais simples é pensar o seguinte: os preservativos nunca foram considerados um método eficaz de se evitar gravidez (eu disse gravidez e não AIDS). Os preservativos têm uma taxa anual de sucesso de 85% na prevenção da gravidez. Há uma falha de 15%. (Elise F. Jones and Jacqueline Darroch Forrest, “Contraceptive Failure Rates Based on the 1988 NSFG (National Survey of Family I Growth):’ Family Planning Perspectives 24:1 (January/February 1992), pp. 12, 18).

    Mas convém lembrar duas coisas:

    a) a mulher só engravida em cerca de 6 dias por mês, enquanto o HIV pode infectar uma pessoa durante os 30 dias do mês.

    b) o espermatozóide, que consegue passar pelas fissuras microscópicas do preservativo em 15% dos casos, é 450 vezes maior que o HIV! Só a cabeça do espermatozóide (que mede 3 milésimos de milímetro) é 30 vezes maior que o HIV, cujo diâmetro é 0,1 milésimo de milímetro!”

  4. Amei o título do post!

    Parabéns pelo blog!

    Julie Maria

  5. Por favor me envia o link de onde foi tirado o texto em original…

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