Curtas da semana.

Não tão súbito.

João Paulo II e CorãoInforma Andrea Tornielli (que nos chega via Secretum Meum Mihi) que o grupo de peritos da Congregação para a Causa dos Santos deu parecer favorável à beatificação de João Paulo II, mas não unânime. Alguns teriam manifestado “objeções e dificuldades”, entre elas aspectos do Papado cujas informações são insuficientes, assim como algumas contradições nos testemunhos. O Secretário de Estado de João Paulo II por quinze anos, Cardeal Angelo Sodano, e o substituto da mesma Secretaria, o hoje Cardeal Leonardo Sandri, teriam se negado a dar seus testemunhos. Um dos volumes “sub secreto” da Positio elenca como fatos “dignos de atenção” o caso de Marcinkus (o ‘banqueiro de Deus’), o financiamento do movimento polaco “Solidariedade” e a nomeação de alguns bispos de moralidade duvidosa. Outro caso de contradição nos testemunhos se referiria ao beijo dado por João Paulo II no Corão em maio de 1999; embora a foto seja clara, seu secretário e hoje Cardeal Dziwisz diz que o beijo nunca aconteceu.

Na contramão.

Surpreendeu a todos a notícia de que os monges da Ordem de Santa Cecília, de Caçapava do Sul, Diocese de Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, deixaram a única Igreja de Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana, para se filiar ao ramo ‘tradicionalista’ da seita Anglicana. Os monges que eram “unidos a Santa Igreja Romana no seguimento de suas diretrizes a partir do Concilio Vaticano II” apostataram da Fé Católica: “por motivos de divergências jurídicas com o Bispo Diocesano na organização do Mosteiro passamos para a Igreja Católica Anglicana tradicional cognominada de IAB“. Enquanto esse próprio ramo do anglicanismo dá indícios de querer retornar à Santa Igreja, os monges fazem o caminho contrário; alguns dizem que esperam independência de sua diocese ao poder retornar futuramente com status de prelazia, que possivelmente seria concedido aos anglicanos quando de sua regularização . “Tornou-se mais fácil para nossa fundação pertencer ao Anglicanismo cuja semelhança com a Igreja de Roma condiz com o nosso carisma e propostas de espiritualidade e ação, além da tradição da Liturgia que permanece a mesma de São Pio V”.  Facilidade, péssimo critério, pois Nosso Senhor nos mostrou que “larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram” (Mt 7, 13).

Perguntas que não querem calar.

Abbé Ribeton‹‹ Para muitos católicos e homens da Igreja, depois das ilusões e do irenismo da segunda metade do século XX, marcado por um discurso resolutamente otimista sobre a modernidade, o despertar é brutal. O diálogo há muito tempo idealizado entre “a religião do Deus feito homem” e “a religião do homem feito Deus”, entre um cristianismo de progresso e um humanismo vagamente espiritual no âmbito ecumênico e tolerante de uma “laicidade positiva” e de uma sociedade “aberta” definitivamente atingiu seus limites. Pois afinal, este diálogo pôs em dificuldade a secularização sempre crescente da sociedade? Permitiu regenerar espiritualmente o nosso século? Permitiu construir uma sociedade respeitosa da lei natural? Permitiu à Igreja reagir de maneira eficaz face à cultura de morte, perante o genocídio físico do aborto, perante o genocídio espiritual de gerações inteiras pervertidas pela decadência moral do liberalismo imperante? Esse diálogo permitiu se evitar a complacência perante a ascensão do Islã? A ideologia do diálogo a todo custo não  custou caro à Igreja em termos de evangelização? Em termos de espírito missionário? Em termos de conquista das almas? E o que dizer do esquecimento e do sacrifício da doutrina de Cristo Rei… E tudo isso por quais frutos? Por qual progresso? A amizade com o mundo termina por converter ao espírito do mundo. E o espírito do evangelho jamais será conforme o espírito do mundo. ›› Excerto do editorial do abbé Vincent Ribeton, superior do distrito da França da Fraternidade São Pedro, Tu es Petrus, abril de 2009.

Faleceu Mons. Mario Marini.

Monsenhor Mario Marini, secretário da Comissão Ecclesia Dei (não confundir com Mons. Guido Marini, mestre de cerimônias do Papa), faleceu na manhã do último domingo. Requiescant in pace.

Novo site da Comissão Ecclesia Dei.

A Ecclesia Dei lançou um novo site com o histórico da Comissão,  documentos oficiais e subsídios litúrgicos. Aqui.

Um bispo na corda bamba.

Dom Marcelo Angiolo Melani, SDB, bispo de Neuquén, Argentina, teria sido admoestado pelo Cardeal Giovanni Battista Re a renunciar a seu cargo por problemas “teológicos, litúrgicos e pastorais”. O “Sindicato de Presbíteros” já está batendo panelas em favor do bispo. É uma pena a Congregação para os Bispos apenas aconselhar a renúncia, tal como fez outrora com o famoso bispo Dom Casaldáliga.

A solução para os judeus chama-se Jesus Cristo.

Vaticano (kreuz.net – 16 de maio). Ontem o Papa Bento XVI deixou a Terra Santa voando de volta para Roma. Antes, na parte da tarde, ele visitou a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém: “Aqui a História da humanidade mudou definitivamente” – explicou o Papa em sua alocução: “Como cristãos, sabemos que a paz pela qual anseia este país dilacerado por lutas tem um nome: Jesus Cristo”.

Cardeal Carlo Caffarra restringe comunhão na mão.

Cardeal CaffarraBolonha, 10 Mai. 09 / 11:27 pm (ACI).- O Arcebispo de Bolonha, Cardeal Carlo Caffarra, decidiu proibir a comunhão na mão em três igrejas de sua jurisdição e pediu aos sacerdotes muita cautela para evitar que se sigam cometendo abusos contra a Eucaristia. (…) Segundo uma carta do pró-vigário geral de Bolonha, Dom Gabriele Cavina, originaram-se “graves abusos”, porque “existem pessoas que levam as Sagradas Espécies para tê-las como ‘souvenires'”, “quem as vende”, ou pior “quem as leva para profaná-las em ritos satânicos”.

“O confronto entre as diferentes maneiras de ver as coisas é sempre útil”. Que isso valha também ao se debater os rumos tomados há quarenta anos.

Cardeal Georges Cottier‹‹ Li num jornal francês que a remissão da excomunhão aos bispos lefebvrianos é a comprovação de que a Igreja Católica também não é infalível, pois o Papa atual revogou uma providência de seu predecessor. Uma banalidade, mas que dá a medida da confusão que circula a respeito dessas coisas. O carisma da infalibilidade, que é o da própria Igreja, reside individualmente no papa enquanto sucessor de Pedro quando o pontífice sanciona por meio de um ato definitivo uma doutrina a respeito da fé e da moral (cf. Lumen gentium, 25). No governo ordinário da Igreja, um papa pode errar, e isso não é um desastre, é humano. É preciso reconhecer que uma diferença de opiniões não deve ser temida e exorcizada. Mesmo na Cúria Vaticana, sobre muitas coisas, não pensamos todos da mesma forma. Ninguém na Igreja pode ter como ideal um sistema totalitário em que um pensa por todos e os outros se esforçam para encontrar um modo de não dizer nada. O confronto entre as diferentes maneiras de ver as coisas é sempre útil, é sinal de vitalidade. Se não reconhecemos isso, acabamos por subscrever declarações em apoio ou em conflito com o papa, ou começa o jogo de contrapor os “extremamente fiéis” aos adversários. Como se na Igreja pudesse haver os partidos “pró” ou “contra” o Papa. Nós não somos os “fãs” do Papa. Ele é o sucessor de Pedro, a divina Providência o quis assim como é. E nós o amamos assim como é, pois, por trás dele, vemos Jesus. É isso que significa ser católicos. ›› Da entrevista do Cardeal Georges Cottier, O.P à 30Giorni.

Alemanha: Negacionismo das verdades de Fé, isso pode.

Alemanha. (kreuz.net) A Ascensão de Cristo não deve ser pensada de maneira literal, conforme afirma o sítio da Conferência de Bispos Alemães ‘katholisch.de’ em um artigo não assinado. As nuvens aparecem na tradição do Antigo Testamento para significar a presença de Deus: “Não se tem em mente nenhum lugar físico ao utilizar expressão “ir para o Céu”, mas sim a proximidade de Deus.”

A chave para os problemas globais: Evangelho e Magistério da Igreja.

Vaticano. (kreuz.net) No sábado o Papa Bento XVI acolheu os formandos da Academia Pontifícia de Diplomatas. Em sua alocução ele descreveu o “Diálogo com a modernidade” como uma capacidade importante dos embaixadores. O ofício de diplomata seria um chamado especial para os sacerdotes – esclareceu o Santo Padre. Como chave importante para os problemas globais o Papa mencionou o Evangelho e o Magistério da Igreja.

16 Comentários to “Curtas da semana.”

  1. O pessoal do Veritatis vai dizer que JPII estava beijando o missal de 1962 e não o corão…

  2. Poxa, essa notícia dos monges da Ordem de Santa Cecília é realmente escandalosa. Que o Bom Deus tenha misericórdia deles e de todos nós.

  3. A foto do Papa João Paulo II osculando o Corão foi e ainda é escandalosa e um contra-testemunho. Seu pontificado foi permeado por essas atitudes que diminuíram a Igreja Católica diante do mundo e das religiões. Os pedidos absurdos de perdão, o ecumenismo nada católico e a perseguição à FSSPX são um dos vários motivos pelos quais eu sou contrário à beatificação desse pontíficie. Uma coisa é alguém viver heroicamente as virtudes, outra é alguém ser declarado santo para agradar um grupo ou setor. O santo subito! nada mais foi do que uma comoção popular que careceu de maior critério, apenas motivada pela emoção do momento e não pela noção da existência de sinais de santidade, ou não, na vida deste pontíficie polonês. Se até Mikhail Gorbatchev apoia a canonização, melhor ter prudência…

  4. Augusto, eu completaria sua colocação da seguinte forma:

    Perguntem ao papa atual se ele beijaria o Corão! A resposta é NÃO!

    Perguntem a um muçulmano se ele beijaria a Bíblia! Óbvio que não!

    Perguntem ao pessoal do Veritatis se eles beijariam o Corão, os livros pagãos do hinduísmo e do budismo, assim como do Zoroastrismo! Eu diria que é bem provável que eles, tendo em vista o “maravilhoso” exemplo de JP II, o fizessem e, para se cobrir, alegassem o “ecumenismo” do Concílio Vaticano II, e que a Hermenêtica da Continuidade deve ser invocada A TODO O CUSTO, mesmo que a fórceps! É ruim, hein?

  5. Caros amigos boa tarde.

    Mandei uma forte crítica aos monges por sua apóstasia e olha o que recebi :

    Prezado Danilo

    Boa Noite

    O amigo está muito enganado. Nós não deixamos a única Igreja de Deus.Jesus
    tinha 12 Apóstolos, cada um deles fundou uma Igreja e todas elas são
    válidas, o importante é a doutrina não uma pessoa no caso o Sr. fala
    “abandonaram o sucessor de Pedro” Mas tem o sucessor de André, de Paulo de
    Thiago e de outros. Todos são Igreja. O Sr. acha que Jesus seria tão
    mesquinho deixar uma Igreja só para Pedro? Nós não servimos ao Papa mas sim
    ao Cristo. O Papa, com todo o respeito a sua venerável figura, não passa de
    um homem como os outros regido por paixões como os demais e é tanto de Deus
    como os Patriarcas das demais Confissões Cristãs com a Sucessão Apostólica.
    Nós estamo seguindo a fé noutra Jurisdição mas não abandonamos o Cristo.
    Igreja não é como time de futebol que se rege por paixão. Igreja é pela Fé
    ea nossa fé segue sendo a mesma. Entretanto sugiro ao amigo que se
    preocupou conosco que estude a História e verá que a Igreja Anglicana e tão
    Católica quanto a de Roma só que não beija os pés do Papa, nem cheira nele
    depois que passa.Não julgue antes de saber bem das coisas pois com a mesma
    força como julgas serás também julgado no dia do Juizo.Não nos julgues, aqui
    somos todos Teólogos e sabemos onde estamos pisando.
    Siga nos querendo bem e vamos rezar nas suas intenções.Estude um pouco mais
    a História e as Religiões.
    Deus o conserve como um Cruzado fiel para matar se preciso for em defesa do
    Papa.

    Dom Marcos OAC
    Prior

    Nossa conversa continuou e recebi inclusive ofensas.

    Além de apóstatas são hereges.

    Continuação de minha conversa com o “monge”.

    http://sucessaoaapostolica.blogspot.com/2009/05/secretaria-da-educacao-que-educacao.html

    Pax Vóbis !

  6. Estas “curtas” são sempre atraentes para em poucas palavras nos dar um ideia do que se passa no mundo, embora algumas sejam triste.
    As de hoje, t~em vários pontos a merecerem meditação.
    O beijo de João Paulo II no Corão. O que quer dizer um beijo? que nós aderimos ao que beijamos? que nós concordamos o que beijamos? que nós respeitamos o que beijamos? O beijo de João Paulo II quis dizer isto: que ele respeitava aquela religião cujo livro sagrado estava nas suas mãos; e não podia deixar de a respeitar e quis manifestar esse respeito com um beijo. Não se pode tirar a ilação de que João Paulo II concordava com o que estava escrito no livro.
    Contra-mão. Tristeza. Os monges podem ter relações ás peras com o bispo diocesano e até podem ter razão. Nada disto é motivo de repudiarem a sua religião e aderirem a outra. Estes monges não têm fé e a que mostram ter é apenas uma fé de interesse. Se esse ramo do anglicanismo aderir à Igreja e Deus permita que sim, esses monges têm de virar soldados-rasos, mas nunca por nunca prelados.
    Judeus. Na verdade, meditando muito a aprofundando o problema só se encontra uma solução para os judeus: muito longe de lhes dizer, àqueles que conhecem Cristo, que não se preocupem que a sua religião os salvará, tem que se lhes dizer, para verdadeiramente os ajudarmos, que aceitem Jesus Cristo como o Messias.
    Ascenção. O que é subir aos céus, como o Novo Testemunho nos afirma que aconteceu com Jesus Cristo e como nós afirmamos com uma das bases da nossa fé? Subir para Deus, unir-se a Deus, retomar a posição que jamais perdeu, mas agora, de novo, em exclusivo no seio da Santíssima Trindade. É evidente que não há um lugar para Santíssima Trindade. Subir aos céus significa, portanto, que Jesus deixou de estar sob o domínio dos nossos sentidos: deixou de ser, fisicamente, visto, ouvido, apalpado por; deixou de ter contato físico conosco. Como? o mais fácil de imaginar, o mais racional, é que Ele Se tenha elevado até desaparecer. Isto não conflita com os Seus poderes; pelo contrário, nós admitimos perfeitamente que Ele tem esse poder. Absurdo seria, por exemplo, Jesus estar a falr com os Apóstolos e desaparcer instantaneamente. Dos três relatos da Ascenção (Mc., Lc. e At) só em Atos é que está dito que uma núvem ocultou Jesus Cristo.

  7. Só umas imprecisões:

    1: É Andrea Tornielle ou Tornielli?
    2: A diocese é Caçapava do Sul ou Cachoeira do Sul?

    • Caro Bruno, Salve Maria.

      1) Erro já corrigido, obrigado!
      2) Creio que o município de Caçapava do Sul faça parte da Diocese de Cachoeira do Sul. Peço aos amigos que me corrijam.

  8. A Ascenção de Cristo, como aliás todos as passagens da Bíblia pode ser lida sob diversos sentidos, sem que haja contradição entre eles.
    Pode haver um sentido místico, como se significasse “ir de encontro a Deus”, “Deixar o mundo”, ou até mesmo converter-se.

    Mas a Ascenção de Cristo foi algo literal, que aconteceu de forma real e não-figurada. Tanto que a palavra Ascenção é diferente de Assunção, pois Ascenção significa que Cristo – que é Deus – subiu aos céus (como reza o Credo), mas por sua própria força, e Assunção – que é reservada à Santíssima Virgem – significa que Maria foi elevada até o Céu (claro, céu nesse sentido significa A habitação de Deus e dos seus anjos e santos).

    E a Sagrada Escritura menciona que até mesmo pessoas de menor merecimento foram levadas ao céu de corpo e alma, sem que tivessem morrido.

    Assim se deu com Elias e Enoch, as duas testemunhas que retornarão no final dos tempos, e que morrerão nas mãos do Anticristo.

    São Paulo nos fala de Enoch: “Pela fé, Henoc foi levado, a fim de escapar à morte e não foi mais encontrado, porque Deus o levara (…)” (Hebreus, XI,5);
    Quem ler o texto inteiro, notará que não se trata de uma passagem figurada, como quem diria que Deus tirou Enoch da vida num momento de Graça, mas que Deus preservou a vida física deste justo, para que este retornasse ainda, concluindo sua missão.

    O livro de Reis fala de Elias, que subindo num carro de fogo, foi arrebatado por Deus, em corpo e alma. (II Reis, II, 1-11)

    Aliás, Elias esteve mais uma vez na Terra, quando da Transfiguração de Nosso Senhor, junto com o espírito de Moisés.

  9. O caso dos pseudo-monges do Rio Grande de Sul é escandaloso. As respostas dadas são terríveis. É sem dúvida intervenção do demônio.

  10. Salve Maria!

    Também me surpreendi com esta apostasia dos monges, embora já soubesse da linha “ecumênica” e confusa seguida por eles. Há tempos troquei e-mails com “D. Marcos de Santa Helena osc” que imagino seja o mesmo “Dom Marcos OAC” que é Prior da Congregação.

    Ele se mostrou confuso devido contrastes de simpatia pela Tradição, disse-me que reza a Missa de S. Pio V aos domingos, critica a nova missa e seus abusos e diz que, embora não concordasse em tudo com a missa de Paulo VI, a contragosto também rezava.

    Ele me parece ter boa formação litúrgica, provável herança da formação em Cantos. Há um texto seu no site sobre “Participação Litúrgica” onde critica esta participação do povo e diz que antes do CVII, o povo participava de forma “contemplativa do mistério da missa” e no mesmo texto critica também o Clero por sua má formação dizendo “Há poucos dias sua Emcia. Revma. o Cardeal Bertone reportou-se sobre Liturgia. Vimos em um noticiário de Internet. Ele falou bonito, mas, concretamente, não disse nada.”.

    Mas, como todos ou a maioria dos que bebem da formação pós-CVII, o ecumenismo e o modo de ver a Igreja o contaminou, e o fez crer na tal “igreja, povo de deus”, onde inclui-se católicos e não católicos, uma pena.

    Rezemos por eles.

    Santa Cecília, rogai por nós!

    Cleber

  11. Caro Danilo,

    Pela lamentável resposta que você recebeu, eles provavelmente já apostataram a muito tempo e a notícia oficial só veio agora, pois ninguem fala desse jeito protestante de uma hora para outra.

    Oremos. Que Nossa Senhora interceda por esses monges.

  12. Boa madrugada a todos.

    O que me deixa mais triste é que ainda existe artigos combatendo o que o tal prior defende.

    E é no próprio site na congregação.

    Aqui vai o email deles.

    ordemdesantacecilia@terra.com.br

    Se quiser pode citar meu nome não tem problema.

    Obs: Usei de brincadeiras somente no site que coloquei os comentários com o prior fui educado e sério o tempo inteiro.

    Já não posso disser o mesmo dele.

    Pax !

  13. Esses monges apóstatas se dizem teólogos e escrevem num nível argumentativo muito baixo. Usam de desculpas bem esfarrapadas para justificar sua atitude.
    O orgulho é cego e a cegueira não permite que tais monges, ao contrário do que citou seu prior nessa resposta arrogante, saibam onde estão pisando.
    Larga é a porta que leva para a perdição…

  14. “… E aquele que se chamava Judas, um dos doze, vinha à frente deles; e aproximou-se de Jesus para o beijar. E Jesus disse-lhe: Judas, com um beijo entregas o Filho do homem?” Lc XII, 47-48

  15. Canonização de João Paulo II, Karol Wojtyla?
    Será isso possível?
    Os fatos narrados no livro “Broken Cross”, de Piers Compton, não apontam nesse sentido.
    Confiram:
    http://www.catholicvoice.co.uk/brokencross/
    Algum douto poderia comentar?