Niemeyer projetará nova Catedral de Belo Horizonte.

Nova catedral de Belo HorizonteRádio Vaticano – « O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor de Oliveira, anunciou que a arquidiocese vai dar início à construção de uma nova catedral, com capacidade para 5.000 pessoas, ainda este ano. O projeto já foi apresentado ao papa Bento XVI. Finalizado, o projeto da catedral, que terá o nome de Cristo Rei – Santuário da Divina Misericórdia – é obra do mais renomado arquiteto brasileiro e considerado um dos nomes mais influentes na arquitetura moderna internacional, Oscar Niemeyer, 101 anos. Belo Horizonte tem apenas uma catedral, Nossa Senhora da Boa Viagem. A nova, além de ser templo, vai abrigar todos os veículos de comunicação da arquidiocese, o Memorial da Igreja e a sede da Região Episcopal Nossa Senhora da Conceição, e deve centralizar outros serviços à comunidade […] ».

Pergunta o leitor Gederson Falcometa: “Trata-se de uma Catedral horrível sem nenhum ar religioso, que se parece mais com uma nave alíenigena do que propriamente com uma Igreja. O que podemos fazer para impedir a concretização desta impiedade?”

Aos amigos, a resposta…

36 Comentários to “Niemeyer projetará nova Catedral de Belo Horizonte.”

  1. Já havia lido esta notícia há tempos e a comentei exaustivamente nos orkuts da vida.

    Não há atitude mais besta e burra do que chamar um comunista e ateu para construir uma igreja – é como se um açougue contratasse um cachorro para entregador…

    Também não há atitude mais imprudente do que contratar um idoso já em idade bíblica e lucidez duvidosa para projetar um edifício público de grande circulação humana.

    Isso é pura vaidade moderna da Arquidiocese. Oscar Niemeyer não se tornou célebre por projetar a horrenda capital Brasília, mas por atingir o centenário de vida transformando os desvarios de sua mente pervertida em monumentos públicos. Caso contrário cairia no mesmo ólvido que seu parceiro em Brasília, o arquiteto Lúcio Costa.

    Transformar os insanos rabiscos do camarada Niemeyer custa dinheiro público, e neste caso, os dízimos da mineirada católica de BH!

  2. CORREÇÃO: Transformar os insanos rabiscos do camarada Niemeyer EM REALIDADE CONCRETA custa dinheiro público, etc…

    Quanto ao questionamento do Gederson, é uma boa pergunta: o que fazer para impedir que esta catedral do homem enfeie mais o mundo?

    Talvez a solução seja NEGAR-SE a custeá-la. Certamente deve haver uma ruidosa campanha arquidiocesana para sua construção. Quem é de Belo Horizonte faça a sua parte, não dê dinheiro!

  3. Como pode um ateu/comunista desenhar igrejas?

  4. Os parágrafos de 49 a 52 da Encíclica Eclesia de Eucharistia trata da necessidade de uma união da arte arquitetônica e musical estarem em consonância com o Mistério eucarístico. Apesar de não obrigar nada. A maquete da nova Catedral de BH, na minha opinião, é completamente o oposto da arte litúrgica tradicional.

  5. Já estou acostumado com essas bizarrices da “arte moderna”.
    Eu moro em Brasília (a cidade onde Nossa Senhora de Fátima solta pipa e no lugar do Rosário carrega um carretel de linha).

  6. Prezados(as),

    Salve Maria puríssima!

    O Arcebispo já não remeteu o pedido de aprovação para Sua Santidade? Será que o papa Bento XVI vai aprovar esta obra de mau gosto e nada piedosa para catedral metropolitana???
    Pelos atuais ares, acho que não…

    Não ajudar $$$, será o primeiro passo…

    AMDG
    RVGarcia

  7. Que coisa horrorosa! Lançam tudo quanto existe de tradição no lixo!

    Deus impeça isso! Nossa Senhor, ouvi-nos! Levantai-Vos, Senhor, defendei a Vossa causa!

  8. Que Deus, por Nossa Senhora, dê sabedoria ao Santo Padre para não aprovar e abençoar esse projeto.

  9. Coitados dos irmão mineiros…Não bastasse a igreja da Pampulha, agora vão ter uma catedral pagã também…
    Nós, aqui do RJ sabemos o que vcs estão passando…Pois a catedral daqui parece um balde de cabeça pra baixo…

  10. Estudo Arquitetura e Urbanismo, e posso assegurar que me é ultrajante não apenas o pendor do clero modernista para as “crias” da arte moderna, mas também o fato de que todo profissional de Artes tem hoje sua formação bitolada em “fazer o novo” e “não reproduzir cópias malfeitas (???)” de estilos passados. E, há mais tempo que imaginamos, os acadêmicos são orientados a beber deste veneno sem saber sequer a filosofia que há por trás (o mais aparente na nova “catedral” são – lugar-comum do Niemeyer! – a foice e o martelo, que tanto agradam aos teólogos da libertação).

    E a destruição da boa arquitetura sacra no Brasil não se iniciou pela igrejinha da Pampulha, mas bem antes. Só para citar dois exemplos da primeira metade do século XX:

    – Santuário de Fátima, Florianópolis: embora com muitos altares tradicionais no interior, por fora só se sabe que é uma igreja por causa do elevado campanário com Nossa Senhora no topo (a igreja foi feita no modernista estilo art-déco, o mesmo do Empire State).

    – Igreja do Mosteiro de São Bento em São Paulo: as pinturas em seu interior são da escola simbolista, e, como tal, além de mostrarem imagens de contornos distorcidos, evocam significados ocultos, portanto esotéricos. O exterior é todo eclético. O pior de tudo é que, para a construção deste complexo, a igreja e o mosteiro antigos, de estilo barroco, foram demolidos, com a esfarrapada desculpa de que suas paredes em taipa de pilão estavam arruinadas (na republicana São Paulo, toda construção barroca era um “pardieiro”).

    Talvez haja outros exemplos inclusive no século XIX (quando a moda era o neoclássico e o romântico) que mereceriam ser citados, mas pela brevidade do tempo fico por aqui.

  11. Pedro, graças a Deus o arquiteto só projeta a “obra de arte”. Quem faz o trabalho pesado de erguer tudo são os engenheiros.

  12. Se a rigor, fosse um prédio público vários aspectos jurídicos poderiam ser questionados apesar da pouquíssima chance de êxito, consideradas ainda outras tantas circunstâncias. Mas a obra é da arquidiocese, logo particular.

    A exemplo do que aconteceu e ainda acontece em vários casos como estes, outras questões indiretas poderiam ser atacadas judicialmente para impedir a construção da obra. Destacaria, talvez, sem muita certeza ainda, algo que em direito é denominado de patrimônio cultural imaterial. Já existem caso de proteção a modos de fazer, formas de expressão, celebrações, festas, danças, TRADIÇÕES, etc… em São João Del Rey – MG, por exemplo, o modo de tocar os sinos das igrejas está protegido com registro no IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Contudo, essa briga aí seria algo muitíssimo difícil. Desaconselhável para quem não puder se dedicar a ela com o zelo que ela requer.

  13. Faço minhas, integralmente as palavras de Pedro.

  14. O Pedro Pelogia encerrou inteiramente a questao. Maravilhoso.

  15. Quando vejo Niemeyer desenhando eu fico abismado. Ele faz três riscos no papel e os coitados dos engenheiros precisam desenvolver toda uma estrutura para suportar a construção.
    O esboço, na minha opinião, está ótimo. Ótimo para um museu de arte duvidosa, quero dizer, “moderna”. Para uma Igreja, nem a Universal do Macedo!
    Como disse o Pedro, é realmente pura vaidade do arcebispo. Mas será um sucesso, eu garanto. A arquidiocese vai arrecadar todo o fundo necessário, vai construir a aberração e vai ficar admirando por muito tempo.
    O pior é ver que ela lembra, de longe, o Congresso Nacional, com essa “coisa” em forma de meia esfera. E por dentro, tenham certeza, vão pintar aqueles neo-ícones esdrúxulos, todos coloridos como os desenhos de Romero Brito, e colocar uma cruz (se houver cruz…vai saber) no estilo da Basílica de Aparecida.
    Altar? Provavelmente vai seguir o modelo de Aparecida – um bloco nu de pedra num centro circular, sem ponta ou norte certo, exatamente como é a teologia da missa moderna, onde ninguém é sacramentalmente diferente de ninguém.
    Rezemos pela catedral, pela diocese e, principalmente, por Dom Walmor.

  16. Caros,

    Há exatamente 30 dias, saiu a seguinte chamada na primeira página do Correio Braziliense:

    “A fé segundo Niemeyer

    As catedrais de Brasília, Niterói e Belo Horizonte e a Capela Roberto Marinho são algumas das obras de caráter religioso saídas da prancheta de Oscar Niemeyer, comunista histórico. Em artigo para o Correio, o arquiteto explica a contradição. ‘Quando projeto uma catedral, reconheço que o prazer que sinto em ver uma obra bem realizada é muito menor do que a importância que lhe dão aqueles que vão frequentá-la’, afirma.”

    Dá-se para notar o descompasso, pelo menos entre aqueles que, de boa-fé, adentram essas “catedrais” imaginando que elas estão a serviço da Igreja. No clipping do seguinte link, pode-se ler integralmente o artigo:

    http://www.asbea.org.br/asbea/assuntos/le_na_midia.asp?cid=8059

    Agora, se nos causa perplexidade a fachada dessas edificações, imaginem o que põem dentro delas. Para mais informações, leiam, da despudorada filomodernista Iara Kern, “Brasília Secreta”, disponível em:

    http://www.casadosconcursos.com.br/catalogo.asp?ID=19

    Para mim, só há uma explicação: maçonaria. É o ponto de contato entre os inimigos da Igreja.

    Abraço,

    Antonio

  17. Caro Antonio Maria,

    Embora alguns consigam ver valor arquitetônico nas obras de Niemeyer, a funcionalidade acústico-musical de suas edificações nunca foi o forte, para dizer pouco. O Teatro Nacional, por exemplo, que deveria ser exemplo de excelência nesse quesito, é reconhecido como uma das piores acústicas do mundo, por muitos dos músicos visitantes com os quais tive contato. O labirinto que lá existe é totalmente anti-funcional e, portanto, subutilizadíssimo, prestando-se apenas a simbolizar semisecretamente a intenção de Niemeyer em espelhar o teatro numa pirâmide faraônica.

    Na catedral, a difusão do som é de uma reverberância horrível, completamente inadequada para qualquer uso que se possa imaginar para aquela edificação. Essas maçons foram capazes de maliciosamente criticar a polifonia católica do século XVI, por supostamente não favorecer a integibilidade do texto cantado (nos quais nem acreditam!), mas na catedral não se entende bem nem uma simples e lenta leitura, com ou sem microfone!

    Esse é o Niemeyer, de Brasília. Tão louvado mundo afora, sabe-se lá verdadeiramente porquê!

    Abraço,

    Antonio

  18. Niemeyer pode ser um grande arquiteto de prédios públicos mas não entende nada de arquitetura Católica
    é incrivel o endeusamento que a mídia faz deste homem é muito raro encontrar alguem com coragem para criticar o trabalho deste homem,parece-me que no meio arquitetonico é um tabu analisar criticamente o senhor oscar e seus desenhos bizarros,um ancião centenário não tem mais capacidade de raciocinio para um projeto destes com certeza isso é algum desenho engavetado e empoeirado que tristemente a diocese de BH retirou do armario do Niemeyer.
    Espero que os verdadeiros católicos de BH digam NÃO a esse projeto

  19. É exatamente o que quis dizer. Se as antigas catedrais eram um perfeito modelo de arte na acústica, na estética do Sacrifício (Casa de Deus), etc. Acontece axatamente o oposto com as obras do Oscar Niemayer.

    Talvez os mais esclarecidos possam completar com mais detalhes, mas, a Igreja da Pampulha quando projetada a pedido do então prefeito Juscelino K., foi criticada pelo bispo da época como não sendo uma construção baseada na boa arquitetura ára fins eclesiásticos. Se não me engano, ele até se recusou a benzê-la!

  20. Pois é,talvez tudo isso seja para se concretizar a idéia de que após o CVII criou-se uma “nova religião”, um “novo cristianismo” puramente humano e sem transcendência. Lastimável… Concordo com o Thiago, a Catedral aqui do Rio mais parece um zigurate pagão, uma tristeza completa. De certa forma, até compreendo, já que a liturgia CNBBesca é um mero “encontro entre amigos” sem nenhum vestígio de sacralidade, nada melhor do que estas ocnstruções modernas que expulsam totalmente oaspecto místico e transcedental, tão próprio da arquitetura religiosa dos tempos em que podíamos falar em “sociedade cristã”. Isso me causa muitíssima tristeza, muita mesmo.

  21. Lembrei-me de outro detalhe.

    O P. João Batista, de Anápolis, tem um artigo muito interessante sobre a catedral de Brasília ter sinais esotéricos.

  22. Ela se parece com um capacete de um samurai.

    Obras abstratas e de gosto muito duvidoso.

  23. Prezado Pedro Pelogia

    Não há necessidade de se dizer “comunista e ateu”, pois nem todo ateu é comunista mas todo comunista é ateu!

    DFLD

  24. BH não é como Salvador ou Rio. É preciso se criar algo para atrair os turistas! (rs)

  25. Niemeyer pode ser ateu, mas ele serve pessoas que, de longe, são atéias. A Catedral de Brasília tem símbolos esotéricos, calalísticos…portanto, gnóstica. Fico pensando qual é o simbolismo satânico posto nesta igreja que é uma completa aberração da lógica e da beleza.

  26. Sugiro ao senhor Arcebispo que ofereça o projeto desta “catedral” à NASA. Ficaria bem mais convincente para centro de recepção de ETE´s numa provável visita.

  27. Portal União: minha fala pode ter sido pleonástica nesse ponto, mas a fiz para enfatizar a inoportunidade de uma “igreja” projetada por Niemeyer. Há ateus não-comunistas, como também há muitos comunistas que se dizem cristãos (ou pensam sê-lo), e este é sem dúvida o caso das pessoas que contratam ateu-comunista-stalinista Oscar Niemeyer para erguer templos a um Deus que ele próprio nega que exista.
    Ao Fábio e ao Manuel: fico muito honrado com vossos elogios. Deus os abençoe!

  28. Triste essa notícia! Vai fazer a mesma coisa que em Brasília, projetar um templo que em nada tem como característica de um templo Católicos.

    A algum tempo disponibilizei o artigo “A arquitetura das Igrejas Católicas de Brasília” a quem interessar segue o link: http://praelio.blogspot.com/2009/06/arquitetura-das-igrejas-catolicas-de.html

  29. huauhuha…

    o design disso parece q vai ser usado tbm como a nova taça do campeonato brasileiro…

  30. E para piorar, a nova catedral será dedicada a Cristo Rei. Gostaria de saber se algum rei mundano gostaria de viver num “palacio” horroroso daquele. E o pior é que quem viverá nele será o Rei dos reis.

    Isso na verdade só é reflexo da doutrina modernista sustentada por estes bispos.
    Seria muito lamentável também se Bento XVI aprovasse tal aberração.
    Deus queira que não!

  31. Em 1984, o professor Inácio da Silva Telles proferiu na Biblioteca Municipal de São Paulo uma interessante palestra, cujo tema era “Brasília, Cidade Sagrada”. Nela, aquele professor mostrou como a planta dos orgãos públicos de Brasília correspondia exatamente à localização dos orgãos (e funções correspondentes) da “Árvore dos Sefiroths”, da cabala judáica. E a figura do “avião”, das chamadas Asa Sul e Asa Norte, na verdade seria a figura de um pássaro (o “Simurgh”, figura da mitologia gnóstica) que, com as asas totalmente abertas, voava com máxima energia em direção ao Oriente. Quanto à Catedral de Brasília, a atual, sua arquitetura imitava um feixe de lenhas, significando que a Igreja Católica devia ser queimada. Parece que o bom professor estava coberto de razão. Pouco tempo depois, foi editado o livro “De Aknaton a Jk das Piramides a Brasilia”, de autoria de Iara Kern, recentemente reeditado com o título “Brasília Secreta”. Esses fatos indicam que as “loucuras” da arte moderan não seriam aleatórias, mas teriam fundamento na gnose.

  32. Tudo o que se é e se faz é o resultado do que se pensa e de como se age. Aqui em Niterói Dom Alano já desistiu dessa Catedral psicodélica num tal de “caminho Niemayer” e está reformando a antiga Catedral com altares originais que haviam sido destruídos pelos padres “desconciliadores”.
    Espero que dom Walmor pense nesse desastre arquitetônico. Se ele for a Campos e ver a Igreja principal de Dom Rifan construida nos moldes antigos com pinturas em 3d ficaria surpreso e desistiria dessa
    obra demoniaca idealizada por um homem sem fé e crença.

  33. Gostaria de saber sobre a influência nefasta que elementos esotéricos ou anticristãos, presentes na arquitetura de igrejas católicas, podem exercer sobre os fiéis, sobre uma diocese ou região.

  34. Não sei quem é mais gagá: Niemayer, ou a Curia de Belo Horizonte.
    Niemayer, tal como Dercy Gonçalves, é um exemplo de que longevidade e experiência não tornam idosos necessariamente sábios.

    Já a Mitra Arquidiocesana, o que dizer? É como aquele conto “O rei está nu”… Será preciso que alguém simplesmente diga “Esta catedral é muito feia, é horrivel!” para que as escamas caiam dos olhos? Já não é suficientemente evidente que o desenho revela uma estrutura desagradável à vista humana?

    São coisas assim que me deixam ficar até mesmo rabugento…

  35. Caros,

    Não sei se todos estão a par, mas há também uma celeuma recentíssima em torno das pinturas que fizeram na Igreja Nossa Senhora de Fátima, de arquitetura de Niemeyer, em Brasília. Os maçons sabem, mais do que muitos ditos católicos, o valor dos símbolos (na arquitetura, na música e nas artes em geral) que, mesmo quando não inteiramente compreendidos, são capazes de levar a sensibilidade de um ignorante a um estado incompatível com a fé católica.

    Aos interessados, leiam, através do pequeno clipping de notícias do Correio Braziliense abaixo, o que tais maçons, com e sem avental, têm se prestado a confessar pública e despudoradamente acerca de suas idéias e intenções:

    Suspensa pintura na Igrejinha – Correio Braziliense – 10.06.2009.pdf
    http://www.sendspace.com/file/0hgpbd

    A igreja da cidade – Correio Braziliense – 13.06.2009.pdf
    http://www.sendspace.com/file/e4mws6

    Arte Sacra – Embate entre o novo e a tradição – Correio Braziliense – 27.06.2009.pdf
    http://www.sendspace.com/file/nojm9z

    Manifestação em prol da arte – Correio Braziliense – 28.06.2009.pdf
    http://www.sendspace.com/file/kijmvo

    A fé segundo Niemeyer – Correio Braziliense – 05.07.2009.pdf
    http://www.sendspace.com/file/n69x4b

    Mudando de assunto – Correio Braziliense – 05.07.2009.pdf
    http://www.sendspace.com/file/mq3gbh

    Destaques meus para a confissão de Francisco Galeno, na matéria “Suspensa pintura na Igrejinha”: “Não posso mudar tudo, pois também tenho minha fé, que é minha arte”.

    Senhor, tenha misericórida de nós.

    Salve Maria!

    Antonio