(Kreuz.net) Em meados de junho, o Papa Bento XVI elevou o liberal padre de gravata, Pe. Teemu Sippo (62), [ndt: membro da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus) à dignidade de novo bispo de Helsinque.
Isso foi um choque terrível para os círculos católicos na Finlândia.
Já em sua primeira conferência de imprensa, Mons. Sippo convidou luteranos – especialmente aqueles que são casados com católicos, a receber a Santa Comunhão.
Em um artigo no semanário luterano “Kotimaa” um tal Veli Jaakko Franzi informou que como católico finlandês ele teria recebido a permissão de Mons. Sippo – quando ele ainda era administrador diocesano – para participar regularmente de uma celebração eucarística inválida na comunidade evangélica luterana da Finlândia.
O sítio finlandês liberal ‘Katkirkko’ descreve o recém nomeado bispo como um “novo Lutero”.
O sítio na Internet está estreitamente relacionado ao movimento inimigo da Fé “Nós Somos Igreja”.
Mons. Sippo será consagrado bispo no dia 5 de setembro pelo bispo liberal de Mainz, Cardeal Karl Lehmann. Ele está vinculado ao mesmo há anos.
Segundo relato do jornal diocesano católico “Fides”, o Cardeal fará a consagração episcopal de maneira reveladora na catedral luterana da cidade de Turku – 165 quilômetros a oeste de Helsinque.
No ‘Fides’ Mons. Sippo representou um ecumenismo indiferente.
Com inspiração divina nacionalista ele esclareceu que o idioma litúrgico em sua diocese seria o “finlandês”. Como “riqueza da Igreja”, invés dele descrever algo como o Sacramento do Altar, ele mencionou “as diferentes nacionalidades em nossa diocese”.
Ele explicou que as Santas Missas na diocese devem ser celebradas em finlandês e sueco.
Até hoje existe uma celebração eucarística da Missa Nova em latim na igreja da catedral de Helsinque.
A Missa Antiga também será celebrada regularmente a um grupo significativo de fiéis.
Contudo, parece que o Mons. Sippo simplesmente ignora as missas no idioma internacional da Igreja.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey