Audiência Geral desta quarta-feira.
Os sacerdotes devem ser formados “no coração e na alma”, sublinhou o Papa em sua audiência geral de hoje em Castel Gandolfo, em que fez um paralelo entre os tempos atuais e o período que seguiu o Concílio de Trento (1545 -1563). “O Concílio de Trento havia emanado normas para a ereção de seminários e para a formação de sacerdotes, porque a crise [da Reforma] era também condicionada à insuficiente formação dos padres, que muitas vezes não estavam preparados intelectualmente e espiritualmente, não estavam preparados no coração e na alma. Mas como a aplicação das normas tardava, São João Eudes – disse o Papa se referindo ao sacerdote do século XVII cuja festividade cai hoje no calendário dos santos – viu a inadequação de grande parte do clero e formou um seminário. Ainda hoje – disse o Papa citando o ano sacerdotal em curso -, há necessidade de que os sacerdotes testemunhem a misericórdia de Deus com uma vida toda conquistada por Cristo”. O Papa recordou a Exortação Apostólica “Pastores dabo Vobis”: “O Papa João Paulo II… enfatiza sobretudo a necessária continuidade entre o momento inicial da formação e aquele permanente… um verdadeiro ponto de partida em direção a uma autêntica reforma da vida e do apostolado dos sacerdotes e também ponto nodal para que a nova evangelização não seja simplesmente um slogan atraente, mas se traduza em realidade”.
Novo documento sobre a formação sacerdotal.
O Secretário da Congregação para a Educação Católica, Dom Jean-Louis Bruguès, anunciou que este organismo poderia publicar um novo texto “breve, incisivo e muito claro sobre a formação dos candidatos ao sacerdócio” na conclusão do Ano Sacerdotal no mês de junho de 2010.
Com informações de APCOM e Rádio Vaticano.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey