Rio de Janeiro: “Não é orientação da Arquiodiocese a proibição da comunhão na boca”.

Nota da Redação: Resposta de Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro, a um fiel da zona sul do Rio de Janeiro, o qual teve a Comunhão na boca negada por seu pároco. Em sua mensagem original, o fiel indaga ao Excelentíssimo e Reverendíssimo Arcebispo do Rio de Janeiro se o procedimento de se administrar a Comunhão exclusivamente na mão se trata de uma determinação da Arquidiocese (conforme vem ocorrendo em outras dioceses a guisa de prevenção contra um possível contágio de gripe suína).

From: Secretaria <secretaria@ …org.br>
Dom OraniDate: 2009/8/11
Subject: sua mensagem de 28 de julho

Sr. X,

Paz e Bem!!!

Depois de tomar ciência de sua mensagem acima citada, Dom Orani, Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, me solicitou que enviasse a seguinte resposta:

Agradeço a preocupação para com o Bem e a Integridade da Igreja e comunico-lhe que, NÃO É ORIENTAÇÃO DA ARQUIDIOCESE, E NEM TÃO POUCO DO ARCEBISPO, A PROIBIÇÃO DA COMUNHÃO NA BOCA, sendo esta então uma iniciativa do seu Pároco.

Receba uma Benção Especial de Dom Orani João Tempesta, O.Cist.

Carlos Roberto Margarido

Chefe de Gabinete.

10 Comentários to “Rio de Janeiro: “Não é orientação da Arquiodiocese a proibição da comunhão na boca”.”

  1. D. Orani tem andado na linha, é o que parece… Que Deus o conserve assim!

  2. Mas e o padre vai continuar fazendo isso e bispo não chamará atenção? Agora os padres são autoridades máximas em suas paroquias. Então para que bispos? Com exemplo fica a duvida. Adianta reclamar ao bispo?

  3. Bom. Mas não faltou “ele não pode fazer isso”…?

  4. Esse episódio narrado pelo fiel do RJ já aconteceu com vários de nós. É consolador que o bispo tenha respondido dessa maneira, mas ao mesmo tempo é uma lástima que se precise escrever para o bispo perguntando esse tipo de coisa. A que ponto chegamos.

    Espero que essa notícia ganhe notoriedade, porque muitos padres estão dando a impressão que a prática da comunhão na mão (durante a gripe suína) é uma determinação vinda de cima, como de fato aconteceu com outras dioceses que publicam em seus sítios na Internet as medidas profiláticas.

  5. Aqui em Juiz de Fora, o Reitor da Igreja da Glória deu a comunhão na mão aos demais e a mim na boca e de joelhos(mandou que eu comungasse por último). Aqui comunhão na mão é moda. Não foi por causa da epidemia. Esse é mais um pretexto dos modernistas para implantar esta sacrílega forma de comungar.

  6. Fico imaginando o que pensam os outros quando vêem alguem comungar de joelhos e na boca. Já fiz isto, mas confesso que fiquei incomodado e com medo do padre. imaginei que pesariam assim. “Eis aí um fariseu que comunga de joelhos e na boca só pra mostrar que é mais católico do que os outros,” Já que o padre faz questão de dar a comunhão na mão pra todos. Percebe-se isto pelos olhos arregalados e a expressão admirada quando não se apresenta a mão para ele ou os ministros. Decidi seguir o rito. Se no rito renovado(e deformado) já se tornou pratica comungar de pé e na mão então vou seguir o rito. Mas vou comungar na boca. Pelo menos ate o dia em que me concederem. Se me negarem algum dia vou participar da missa SÓ NO RITO MELQUITA que é sempre na boca ou na missa Tridentina em Fortaleza. Mesmo que para isso tenha que viajar todo domingo 100 km (ida e volta).

  7. Francisco Silva de Castro, não se preocupe com o que pensem sobre vc… vc é fariseu? Responda apenas para si mesmo e siga sua vida.

    Eu comungava somente na boca e de joelhos, estranhamente nunca senti olhares sobre mim… apenas a graça e a alegria de estar recebendo meu Salvador.

    Agora, encontrei um convento em minha cidade que celebra a Missa em latim e segue toda a tradição tim-tim-por-tim-tim. Creio que sou grandemente agraciada por Nosso Senhor.

    Mas ANTES minha única preocupação era com relação ao padre… se ele recusaria… mas graças a Deus nem o bispo, nem os padres com os quais comunguei nunca recusaram.

    Persevere. Os primeiros mártires em Roma enfrentaram mais do que olhares atravessados…

  8. Não basta esclarecer o fiel, necessário se faz também coibir o abuso, o desmando, o abuso de autoridade principalmente.