Um bispo que age prontamente para defender a doutrina católica sobre o matrimônio

O Arcebispo de Florença suspendeu um pároco que, junto com dois sodomitas, havia simulado uma cerimônia de casamento.

Dom Giuseppe Betori(kreuz.net) No domingo passado, o pároco Alessandro Santoro de Piagge – uma localidade de Florença – realizou uma cerimônia semelhante a casamento para o castrado Sandra Alvino (64) e um outro homem chamado Fortunato Talotta (58). Alvino foi castrado há mais de trinta anos atrás. Duzentos curiosos compareceram à igreja para assistir a simulação de matrimônio.

Inaceitável como pároco

O arcebispo Giuseppe Betori (62) de Florença simplesmente destituiu o Pe. Santoro de seu cargo de pároco, informou a Arquidiocese na segunda-feira em um comunicado de imprensa. Mons. Betori foi designado Arcebispo de Florença em setembro de 2008. Antes, ele era Secretário da Conferência Episcopal Italiana.

O Arcebispo lamenta a “Simulação de um Sacramento” entre os dois  depravados.  O Pe. Santoro precisa de um tempo para refletir e orar – afirmou o Arcebispo. Há dois anos atrás, Alvino e Talotta já haviam tentado obter uma simulação de casamento em uma igreja por meios fraudulentos.

O então Arcebispo Ennio Antonelli de Florença impediu a abominação sodomita.  Ademais, Mons. Betori exigiu de antemão que o ex-pároco não realizasse qualquer simulação de matrimônio. O bispo enfatizou que a simulação não tem qualquer validade e/ou eficácia.

Ele enfatizou que poderia dar a impressão entre os fiéis e o público de que a Igreja teria mudado as condições para a recepção do Sacramento do Matrimônio. A simulação também induziria os dois sodomitas a erro.

Negligência de uma obrigação culpável

Já no domingo, o pároco escandaloso defendera a simulação, segundo informações da Agência de Notícias italiana ‘Ansa’. Ele não quis perpetrar nenhum ato de rebelião – afirmou o pároco. O Pe. Santoro descreveu a rebelião como “um ato de lealdade perante a minha comunidade, a Igreja e as pessoas que amo. Era minha obrigação”.

Até mesmo o Cardeal Renato Martino, que se tornou emérito recentemente, criticou duramente a simulação, segundo a ‘Ansa. “ Não entendo como isso pode acontecer.” A simulação de matrimônio de sodomitas é contra a natureza: “A biologia, segundo a qual Deus criou o homem e a mulher, não pode ser modificada mediante fraude.”