Dois aniversários, uma profissão de fé.

Há exatos 40 anos, no dia 30 de novembro de 1969, entrava em vigor o Novus Ordo Missae de Paulo VI. Ele, cuja adoção não fora “deixada certamente ao arbítrio dos padres ou os fiéis”, viria de maneira avassaladora “substituir o antigo [ordo], após madura deliberação, depois das instâncias do Concílio Vaticano II” (Paulo VI, alocução ao consistório para nomeação de vinte cardeais, 24 de maio de 1976).

Há 35 anos, em 21 de novembro de 1974, Dom Marcel Lefebvre publicava uma declaração que muitos à época chamariam de “auto-condenação”. Nela, o arcebispo fazia sua profissão de fé católica e denunciava as novidades que “contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja”.

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‹‹ Neste dia de aniversário, é bom se recordar da declaração de Mons. Lefebvre de 21 de novembro de 1974, para a reler. Apesar de pressões diversas de amigos, professores, de seu próprio corpo docente de Ecône, apesar da incrível pressão em Roma dos Cardeais Tabéra, Wright, Garonne, apesar da pressão de Mons. Bennelli, substituto da Secretaria de Estado, apesar da pressão do Cardeal Villot, Secretário de Estado, apesar do risco de supressão da sua Fraternidade, que foi realizada por Mons. Mamis, bispo de Friburgo, sucessor de Mons. Charrière, Mons. Lefebvre jamais mudou um ïota. Bela força de alma! Bela convicção! Belo amor à verdade! Deve-se sacrificar tudo por ela!

Ela [a declaração] é sempre a minha “carta”, ainda que eu constate com alegria que Roma dá, pouco a pouco, sob o pontificado de Bento XVI, “um franco golpe em favor” de sua Tradição ›› .

Pe. Paul Aulagnier, La Revue Item

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Nós aderimos, de todo o coração…

Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.

Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.

Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos.

‘Se ocorresse – disse São Paulo – que eu mesmo ou um anjo do céu vos ensinasse outra coisa distinta do que eu vos ensinei, seja anátema’ (Gal. 1, 8).

Não é isto o que nos repete hoje o Santo Padre? E se se manifesta uma certa contradição nas suas palavras e nos seus atos, assim como nos atos dos dicastérios, então elegeremos o que sempre foi ensinado e seremos surdos ante as novidades destruidoras da Igreja.

Não se pode modificar profundamente a lex orandi (lei da oração, liturgia) sem modificar a lex credendi (lei da Fé, doutrina, magistério). À Missa nova corresponde catecismo novo, sacerdócio novo, seminários novos, universidades novas, uma Igreja carismática e pentecostalista, coisas todas opostas à ortodoxia e ao magistério de sempre.

Esta Reforma, por ter surgido do liberalismo e do modernismo, está completamente empeçonhada, surge da heresia e acaba na heresia, ainda que todos os seus atos não sejam formalmente heréticos. É, pois, impossível para todo o católico consciente e fiel adotar esta reforma e submeter-se a ela de qualquer modo que seja.

A única atitude de fidelidade à Igreja e à doutrina católica, para bem da nossa salvação, é uma negativa categórica à aceitação da Reforma.

E por isso, sem nenhuma rebelião, sem amargura alguma e sem nenhum ressentimento, prosseguimos a nossa obra de formação sacerdotal à luz do magistério de sempre, convencidos de que não podemos prestar maior serviço à Santa Igreja Católica, ao Soberano Pontífice e às gerações futuras.

Por isso, cingimo-nos com firmeza a tudo o que foi crido e praticado na fé, costumes, culto, ensino do catecismo, formação do sacerdote e instituição da Igreja, pela Igreja de sempre, e codificado nos livros publicados antes da influência modernista do Concílio, à espera de que a verdadeira luz da Tradição dissipe as trevas que obscurecem o céu da Roma eterna.

Fazendo assim, com a graça de Deus, o socorro da Virgem Maria, de São José e de São Pio X, estamos convictos de permanecer fiéis à Igreja Católica e Romana e a todos os sucessores de Pedro, e de ser os ‘fideles dispensatores mysteriorum Domini Nostri Jesu Christi in Spiritu Sancto’. Amem. (cf. I Cor. 4, 1 e ss.)”

+ Marcel Lefebvre

21 de novembro de 1974

Fonte: FSSPX – Brasil

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História.

Em 26 de março de 1974, um encontro foi realizado em Roma para discutir a Fraternidade Sacerdotal São Pio X e sua principal fundação, o seminário em Ecône.

Presentes neste encontro estiveram o Cardeal Garrone, Prefeito da Congregação para a Educação Católica; o Cardeal Wright, Prefeito da Congregação para o Clero; Mons. Mayer, secretário da Congregação para os Religiosos; Mons. Mamie, Bispo de Lausanne, Genebra e Friburgo — a diocese na qual a Fraternidade primeiro obteve sua autorização canônica; Mons. Adam, bispo de Sion — a diocese na qual Ecône está localizada. Foi decidido que um relatório sobre a Fraternidade e o Seminário deveria ser compilado.

Com surpreendente rapidez o relatório pedido foi despachado em quatro dias, em 30 de março de 1974. Foi redigido por Mons. Perroud, vigário geral da diocese de Lausanne, Genebra e Friburgo. Este relatório, acompanhado por uma carta de Dom Mamie, foi enviado ao Cardeal Garrone.

Em 30 de abril de 1974, Mons. Lefebvre e Mons. Mamie se encontraram em Friburgo.

Em meados de junho de 1974, supostamente o Papa Paulo VI teria convocado uma Comissão ad hoc de Cardeais. Conquanto não seja possível afirmar com certeza que isso é falso, é certo que o documento convocando a Comissão nunca foi feito. Como será demonstrado posteriormente, este documento era um dos ítens que o defensor de Mons. Lefebvre teria solicitado ver não tivesse a apelação do Arcebispo sido barrada. Não seria exagero presumir que uma razão pela qual fora negado ao Arcebispo o devido processo legal tenha sido que um número de sérias irregularidades foram trazidas à luz.  Isso dificilmente pode ser uma coincidência em vista das críticas levantadas pela legalidade duvidosa dos procedimentos contra Mons. Lefebvre, que quando uma Comissão de Cardeal foi convocada para examinar o caso do pe. Louis Coache, um sacerdote tradicionalista que foi removido de sua paróquia por sua defesa da Missa e do catecismo tradicionais, grande cuidado foi tomado para não deixar brechas legais. […]

Em 23 de junho de 1974, a Comissão de Cardeais se reuniu e decidiu por uma visitação canônica ao Seminário.

A Visitação Apostólica do Seminário de Ecône ocorreu de 11 a 13 de novembro de 1974. Os dois visitadores eram belgas: Mons. Descamps, um biblista, e Mons. Onclin, um canonista. A Visitação Apostólica foi conduzida com grande eficácia. Professores e estudantes eram submetidos a questões agudas e detalhadas a respeito de todos os aspectos da vida do seminário. De todo modo, considerável escândalo foi causado pelas opiniões que os dois visitadores romanos expressaram na presença dos estudantes e professores. Pois, conforme Mons. Lefebvre, estes dois visitadores consideravam normal e de fato inevitável que houvesse um clero casado; eles não acreditavam na existência de uma Verdade imutável; também tinham dúvidas sobre o conceito tradicional da Ressurreição de Nosso Senhor.

Em 21 de novembro de 1974, em reação ao escândalo causado por estas opiniões dos Visitadores Apostólicos, Mons. Lefebvre considerou necessário esclarecer onde ele se mantinha em relação àquela Roma representada por esta disposição de idéias. “Essa”, disse ele, “foi a origem de minha Declaração que, é verdade, foi redigida indubitavelmente num espírito de excessiva indignação”.

Nesta Declaração ele rejeitava as posições expressas pelos Visitadores, mesmo se elas eram atualmente aceitáveis àquela Roma que os Visitadores representavam oficialmente.

Nesta Declaração ele afirmava:

…nós negamos… e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência Neomodernista e Neoprotestante…

Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos.

É difícil ver como qualquer Católico ortodoxo possa eventualmente discordar de Mons. Lefebvre a este respeito. É ainda mais significante, então, que a Comissão de Cardeais posteriormente tenha afirmado que a Declaração “parece-nos inaceitável em todos os pontos”.

Também é importante notar que esta Declaração não era pretendida como uma declaração pública, para não se falar numa espécie de Manifesto desafiando a Santa Sé. Se pretendia que fosse uma declaração privada apenas para benefício dos membros da Fraternidade São Pio X.

Contudo, a declaração vazou sem a permissão de Mons. Lefebvre, e porque o texto, ou extratos dele, estavam sendo usados de maneira à qual ele não poderia fechar os olhos, ele autorizou Itinéraires a publicar na íntegra o texto original francês em janeiro de 1975. Uma tradução inglesa desta Declaração foi publicada em Approaches 42-3 e The Remmant de 6 de fevereiro de 1975.

É particularmente significante que a Comissão de Cardeais tenha persitentemente se recusado a ver esta Declaração no contexto de sua origem: como uma reação privada de justa indignação ao escândalo ocasionado pelas posições propagadas pelos dois Visitadores Apostólicos que foram enviados a Ecône pela Comissão de Cardeais.

Apologia Pro Marcel Lefebvre, Michael Davies, vol. I, cap. IV – A campanha contra Ecône.

10 Comentários to “Dois aniversários, uma profissão de fé.”

  1. REPAREM QUE 40 FOI UM NÚMERO MUITO UTILIZADO NA BÍBLIA.

    PORQUE , PASSADOS AINDA SETE DIAS , FAREI CHOVER SOBRE A TERRA 40 DIAS E 40 NOITES ; E DESFAREI DE SOBRE A FACE DA TERRA TODA SUBSTÂNCIA QUE FIZ .

    E HOUVE CHUVA SOBRE A TERRA 40 DIAS E 40 NOITES
    E ESTEVE O DILÚVIO 40 DIAS SOBRE A TERRA ; E CRESCERAM AS ÁGUAS E LEVANTARAM A ARCA , E ELA SE ELEVOU SOBRE A TERRA.

    E ACONTECEU QUE , AO CABO DE 40 DIAS, ABRIU NOÉ A JANELA DA ARCA QUE TINHA FEITO.

    E CONTINUOU AINDA A FALAR-LHE E DISSE: SE, PORVENTURA , ACHAREM ALI 40 ? E DISSE : NÃO O FAREI , POR AMOR DOS 40
    E ERA ISAQUE DA IDADE DE 40 ANOS, QUANDO TOMOU A REBECA , FILHA DE BETUEL ARAMEU DE PADÃ-ARÃ, IRMÃ DE LABÃO ARAMEU , POR SUA MULHER
    ORA SENDO ESAÚ DA IDADE DE 40 ANOS , TOMOU POR MULHER A JUDITE , FILHA DE BEERI , HETEU , E A BASMATE FILHA DE ELOM , HETEU.

    TRINTA CAMELAS E LEITE COM SUAS CRIAS , 40 VACAS E DEZ NOVILHOS ; VINTE JUMENTAS E DEZ JUMENTINHOS.
    E CUMPRIRAM-SE-LHE 40 DIAS; PORQUE ASSIM SE CUMPREM OS DIAS DAQUELES QUE SE EMBALSAMAM ; E OS EGÍPCIOS O CHORARAM SETENTA DIAS . ( JACÓ )

    E COMERAM OS FILHOS DE ISRAEL MANÁ 40 ANOS , ATÉ QUE ENTRARAM EM TERRA HABITADA : COMERAM MANÁ ATÉ QUE CHEGARAM AOS TERMOS DA TERRA DE CANAÃ.
    E MOISÉS ENTROU NO MEIO DA NUVEM , DEPOIS QUE SUBIU AO MONTE: E MOISÉS ESTEVE NO MONTE 40 DIAS E 40 NOITES.

    FARÁS TAMBÉM 40 BASES DE PRATA DEBAIXO DAS VINTE TÁBUAS . COM AS SUAS 40 BASES DE PRATA.
    E ESTEVE ALI ( MOISÉS ) COM O SENHOR 40 DIAS E 40 NOITES: NÃO COMEU PÃO , NEM BEBEU ÁGUA , E ESCREVEU NAS TÁBUAS AS PALAVRAS DO CONCERTO , OS DEZ
    MANDAMENTOS.

    ASSIM , POIS , FEZ AS TÁBUAS PARA O TABERNÁCULO ; VINTE TÁBUAS PARA A BANDA DO SUL; E FEZ 40 BASES DE PRATA DEBAIXO DAS VINTE TÁBUAS; COM AS SUAS 40 BASES DE PRATA ;
    DEPOIS , VOLTARAM DE ESPIAR A TERRA , AO FIM DE 40 DIAS
    E VOSSOS FILHOS PASTOREARÃO NESTE DESERTO 40 ANOS , E LEVARÃO SOBRE SI AS VOSSAS INFIDELIDADES , ATÉ QUE OS VOSSOS CADÁVERES SE CONSUMAM NESTE DESERTO.

    SEGUNDO O NÚMERO DOS DIAS EM QUE ESPIASTES ESTA TERRA , 40 DIAS , POR CADA DIA UM ANO , LEVAREIS SOBRE VÓS AS VOSSAS INIQUIDADES 40 ANOS , E CONHECEREIS O MEU APARTAMENTO.
    ENTÃO AARÃO , O SACERDOTE , SUBIU AO MONTE HOR , CONFORME AO MANDADO DO SENHOR ; E MORREU ALI NO QUINTO MÊS DO ANO QUADRAGÉSIMO DA SAÍDA DOS FILHOS DE ISRAEL DA TERRA DO EGITO , NO PRIMEIRO DIA DO MÊS.

    E SUCEDEU QUE, NO ANO QUADRAGÉSIMO ,NO MÊS UNDÉCIMO , NO PRIMEIRO DIA DO MÊS , MOISÉS FALOU AOS FILHOS DE ISRAEL , CONFORME A TUDO O QUE O SENHOR LHE MANDARA ACERCA DELES.
    POIS O SENHOR TEU DEUS TE ABENÇOOU EM TODA A OBRA DAS TUAS MÃOS; ELE SABE QUE ANDAS POR ESTE GRANDE DESERTO: ESTES 40 ANOS O SENHOR TEU DEUS ESTEVE CONTIGO , COUSA NENHUMA TE FALTOU.

    E TE LEMBRARÁS DE TODO O CAMINHO PELO QUAL O SENHOR , TEU DEUS , TE GUIOU NO DESERTO ESTES 40 ANOS , PARA TE HUMILHAR , PARA TE TENTAR , PARA SABER O QUE ESTAVA NO TEU CORAÇÃO , SE GUARDARIAS OS SEUS MANDAMENTOS OU NÃO.

    NUNCA SE ENVELHECEU O TEU VESTIDO SOBRE TI , NEM SE INCHOU O TEU PÉ ESTES 40 ANOS
    SUBINDO EU (MOISÉS) AO MONTE A RECEBER AS TÁBUAS DE PEDRA , AS TÁBUAS DO CONCERTO QUE O SENHOR FIZERA CONVOSCO , ENTÃO FIQUEI NO MONTE 40 DIAS E 40 NOITES; PÃO NÃO COMI , E ÁGUA NÃO BEBI.

    SUCEDEU POIS QUE AO FIM DOS 40 DIAS E 40 NOITES , O SENHOR ME DEU AS DUAS TÁBUAS DE PEDRA , AS TÁBUAS DO CONCERTO.

    E ME LANCEI ( MOISÉS ) PERANTE O SENHOR, COMO DANTES; 40 DIAS E 40 NOITES , NÃO COMI PÃO E NÃO BEBI ÁGUA , POR CAUSA DE TODO O VOSSO PECADO QUE HAVÍEIS PECADO , FAZENDO MAL AOS OLHOS DO SENHOR , PARA O PROVOCAR À IRA.

    E PROSTREI-ME PERANTE O SENHOR AQUELES 40 DIAS E 40 EM QUE ESTAVA PROSTRADO ; PORQUANTO O SENHOR DISSERA QUE VOS QUERIA DESTRUIR.

    E EU ESTIVE NO MONTE, COMO NOS DIAS PRIMEIROS , 40 DIAS E 40 NOITES ; E O SENHOR ME OUVIU AINDA POR ESTA VEZ ; NÃO QUIS O SENHOR DESTRUIR-TE.

    40 AÇOITES LHE FARÁ DAR , NÃO MAIS ; PARA QUE , PORVENTURA , SE LHE FIZER DAR MAIS AÇOITES DO
    QUE ESTES, TEU IRMÃO NÃO FIQUE ENVILECIDO AOS TEUS OLHOS.

    E 40 ANOS VOS FIZ ANDAR PELO DESERTO : NÃO SE ENVELHECERAM SOBRE VÓS OS VOSSOS VESTIDOS , E NEM SE ENVELHECEU NO TEU PÉ O TEU SAPATO
    UNS 40 MIL HOMENS DE GUERRA ARMADOS PASSARAM DIANTE DO SENHOR PARA BATALHA , ÀS CAMPINAS DE JERICÓ.

    PORQUE 40 ANOS ANDARAM OS FILHOS DE ISRAEL PELO DESERTO , ATÉ SE ACABAR TODA A NAÇÃO , OS HOMENS DE GUERRA , QUE SAÍRAM DO EGITO , QUE NÃO OBEDECERAM À VOZ DO SENHOR , AOS QUAIS O SENHOR TINHA JURADO QUE LHES NÃO HAVIA DE DEIXAR VER A TERRA QUE O SENHOR JURARA A SEUS PAIS DAR-NOS , TERRA QUE MANA LEITE E MEL.

    DA IDADE DE 40 ANOS ERA EU, ( CALEBE) QUANDO MOISÉS , SERVO DO SENHOR , ME ENVIOU DE CADES-BARNÉIA A ESPIAR A TERRA ; E EU LHE TROUXE RESPOSTA , COMO SENTIA NO MEU CORAÇÃO:

    ENTÃO A TERRA SOSSEGOU 40 ANOS : E OTNIEL ( ESTE É IRMÃO DE CALEBE ) , FILHO DE QUENAZ , FALECEU .

    40 DIAS DE DESERTO DO SENHOR

    VÁRIOS 40…

    NO MÍNIMO IMPRESSIONANTE!

    40 ANOS DE ANTI-MISSA!

    ISSO DEVE SIGNIFICAR ALGUMA COISA.

    40 ANOS DE DESTRUIÇÃO!

    40 ANOS DE PADECIMENTO DO CORPO MÍSTICO DO SENHOR.

    REZEMOS.

  2. 40 ANOS?

    NÚMERO BEM CONHECIDO NA CRISTANDADE

    40 (quarenta): Número que indica um tempo necessário de preparação para algo novo que vai chegar:

    40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7,4.12);

    40 dias e 40 noites passa Moisés no Monte (Ex 24,18; 34,26; Dt 9,9-11; 10,10);

    40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm 14,33; 32,13; Dt 8,2; 29,4, etc.);

    Jesus jejuou 40 dias antes de começar o seu ministério (Mt 4,2; Mc 1,12; Lc 4,2);

    a Ascensão de Jesus acontece 40 dias depois da Ressurreição (Act 1,3).

    Quando alguém errava, era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25,3) e Paulo também recebeu cinco vezes as 40 chicotadas menos uma (2Cor 11,24).

  3. SERÁ QUE DEPOIS DE QUARENTA ANOS DE DESERTO ESPIRITUAL PARA A HUMANIDADE, ALGO GLORIOSO ACONTECERÁ? REZEMOS!

    40 ANOS DE MISSA NOVA, 40 ANOS DE TRISTEZA E DESTRUIÇÃO.

    SENHOR, MISERICÓRDIA!
    MATER MASERICORDIAE, MISERERE NOBIS!

  4. Após a podridão litúrgica desses 40 anos, há ainda aqueles que consideram Paulo VI um querubim de inocência. Por quê? Ele foi omisso e, declarada e escandalosamente, contribuiu para a obra de demolição da Sagrada Liturgia e da Sã Doutrina Católicas. E ainda se fala em beatificação…
    Foi um dos piores papas do século 20 e nem a publicação da famosa encíclica condenando a contracepção, a Humanae Vitae, pode redimí-lo de sua grande parcela de culpa no mau governo da Igreja.

  5. Gostaria de pedir a todos que divulgassem a Cruzada de Rosários da FSSPX. Vejam o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=h6tr6bO2_XI&feature=related.
    Seria de boa informação para aqueles que acham que a Rússia foi consagrada ler o texto em http://www.fatima.org/port/crusader/portcr84_ferrara.asp
    Os fatos provam: a Rússia NÃO foi consagrada.

  6. Neste link http://advhaereses.blogspot.com/2009/11/revista-veja-1968-para-onde-vai-igreja.html há uma importante reportagem sobre a indagação estupefata, feita no momento do turning point dos rumos da catolicidade perpetrados com o “advento” do CV-II…
    É para se notar e espantar com o grau de estranhamento causado ao senso-comum pelas “mudanças” e “atualizações” “sugeridas” pelas “melhores intenções” dos padres conciliares…

  7. Parabéns Missa Nova, espero nos próximos anos estar comemorando a sua Missa Tradicional de Réquiem!

  8. Humanae Vitae e o Credo do Povo de Deus são o que pode ter salvado Paulo VI do fogo do inferno.
    Mas o estrago que esse Papa causou à Santa Igreja foi maior que todos os hereges protestantes juntos até hoje.
    Deus tenha piedade de sua alma!

  9. Rogério.
    Excelente video. Valeu…