“Obrigado, Santo Padre, obrigado”.

(Kreuz.net) “Obrigado, Santo Padre, obrigado”, esclareceu o  Superior do distrito alemão da Fraternidade São Pio X em uma alocução em vídeo veiculada hoje por ocasião do aniversário de um ano do levantamento do Decreto de Excomunhão contra os quatro bispos da Fraternidade.

O passo do Papa é um testemunho de “grande coragem apostólica” e, além disso, um “marco de tendência”.

Através do “indigno espetáculo da mídia” com relação à afirmação de um dos quatro bispos, a atitude teológica, eclesiológica e pastoral do Papa não foi corretamente apreciada, mas até mesmo obscurecida: “Lamentamos isso profundamente”.

Em seguida, o Padre Schmidberger cita duas passagens da Carta do Papa aos bispos do mundo inteiro, em março de 2009.

Daí se pode encontrar informações sobre a motivação de Bento XVI:

“No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus. Não a um deus qualquer, mas àquele Deus que falou no Sinai; àquele Deus cujo rosto reconhecemos no amor levado até ao extremo (cf. Jo 13, 1) em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado.”

E: “Podemos ficar totalmente indiferente a uma comunidade onde existem 491 padres, 215 seminaristas, 6 seminários, 88 escolas, 2 universidades, 117 irmãos e 164 irmãs?”

“Penso, por exemplo, nos 491 sacerdotes: não podemos conhecer toda a trama das suas motivações; mas penso que não se teriam decidido pelo sacerdócio, se, a par de diversos elementos vesgos e combalidos, não tivesse havido o amor por Cristo e a vontade de anunciá-Lo e, com Ele, o Deus vivo.”

Pela primeira vez a Fraternidade pode apresentar as suas objeções.

O superior distrital menciona as discussões teológicas entre os representantes da Santa Sé e da Fraternidade.

O diálogo teve seu início em uma atmosfera “muito boa, direcionada ao esclarecimento das divergências”:

Pela primeira vez a Fraternidade teve a possibilidade de apresentar às autoridades competentes as suas objeções contra determinadas afirmações do Concílio Vaticano Segundo e o desenvolvimento pós-conciliar “com tranqüilidade e de maneira argumentativa”.

Somente assim as discussões poderiam levar ao êxito.

Trata-se da recuperação do Corpo místico de Cristo, da Santa Igreja, “que hoje sangra de milhares de chagas”, da salvação eterna de incontáveis pessoas e da Honra do Deus trino:

“A Igreja precisa novamente dar testemunho vivo do verdadeiro Deus uno e trino, de nosso Senhor Jesus Cristo como único Salvador do gênero humano e de nossa Igreja, como a única instituição de salvação fundada por Ele”:

“Queremos frear a ditadura do relativismo e da descristianização da Sociedade.”

Um Instrumento da Nova Evangelização.

O Padre Schmidberger menciona o clamor múltiplo do Papa João Paulo II por uma Nova Evangelização de todo o mundo.

Durante os últimos quarenta anos a Fraternidade criou, em mais de sessenta países do mundo – “apesar de uma inegável resistência da parte de forças destrutivas na Igreja e na Sociedade” – uma infra-estrutura, que pôde prestar uma “contribuição importante a um tal empreendimento”: “e isso não obstante todos os erros, fraquezas e faltas também existentes entre nós.”

O Padre Schmidberger menciona ainda que trinta comunidades religiosas estão ao lado da Fraternidade.

A conclusão do superior distrital: “Caso uma parte dos bispos entenda por bem apoiar o nosso trabalho e caso os fiéis se multipliquem mais e nos auxiliem de maneira mais enérgica do que antes, então, a Igreja poderá ser renovada de cima a baixo e uma cristandade será construída, como a Igreja sempre o desejou.”

A Europa precisa se tornar cristã novamente: “Deixem-nos restituir à Alemanha o Reino de Cristo Rei e sua Esposa Imaculada, a única Igreja, santa, católica e apostólica.”

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

28 Comentários to ““Obrigado, Santo Padre, obrigado”.”

  1. Obrigada, FiU, por trazer ao meu conhecimento mais esta pérola desses valentes soldados de Cristo…

  2. Só mesmo os tacanhos defensores do progressismo senil do Vaticano II (as “alegres comadres de Windsor”) para não enxergarem a vitalidade que existe em tantos sacerdotes e seminaristas que compõe as fileiras da FSSPX e a reta intenção em defender o Sagrado Depósito da Fé que lhes é peculiar.
    Mesmo entre esses progressistas há os que já reconhecem o óbvio: a FSSPX pode oferecer uma ajuda inestimável à Santa Igreja, ao Santo Padre.

  3. Acho 2 trechos muito significativos:

    “marco de tendência”.

    e

    A Europa precisa se tornar cristã novamente: “Deixem-nos restituir à Alemanha o Reino de Cristo Rei e sua Esposa Imaculada, a única Igreja, santa, católica e apostólica.”

  4. “Alegres comadres de Windsor”!?!?!
    Nunca havia visto este termo. O que significa?
    De qualquer forma, me uno aos agradecimentos do Padre Schmidberger, pois S.S. Papa Bento XVI está dando a oportunidade que eu tive e muitos anseiam: conhecer a Igreja Católica Apostólica Romana, única Igreja fundada por Cristo.

  5. Vejo, estarrecido, que o teor das presentes declarações do Revmo. Pe. Franz Shimmidberger tem um tom claro de capitulação, principalmente ao citar João Paulo II e falar de “erros, fraquezas e faltas também existentes entre nós.”! Não podemos esquecer quem foi João Paulo II, com seu desvairado ecumenismo!

  6. É realmente uma pena que, mesmo dentro da Igreja, os esforços do Santo Padre Bento XVI não sejam reconhecidos. De fato, quando ele falecer, não haverá aclamações de “Santo Subito”. Precisaremos de muitos e muitos anos ainda para que vejamos reconhecidos os méritos e esforços deste glorioso papa.

  7. Não basta agradecer mas agir ! Espero num futuro não muito distante que a FSSPX se una plenamente a Santa Igreja Católica !

  8. Ótima alução do Pe. Schmidberger, sempre muito realista e sensato. Eu gosto desse padre!

    Marcel, não vejo nenhuma capitulação em seu discurso, o fato de admitir fraquezas e faltas nada mais é do que sinal de maturidade e humildade. Ou você acha que a FSSPX é imune a fraquezas e faltas? E o fato dele citar o Papa João Paulo II NO CONTEXTO em que ele o faz só corrobora o que ele diz no último parágrafo. A Europa está vivendo um sério processo de descristianização e islamização. Sobretudo na Alemanha, país onde ele vive, muitas vezes os católicos só vão encontrar catolicidade nas capelas da FSSPX. Então, faz todo sentido a citadação de “nova evangelização” de que ele faz referência.

  9. Foi com esses sinais de “maturidade e humildade” que defeccionaram Dom Gerard e os Padres de Campos!

  10. Corrigindo: alocução

    Calma, prezado Marcel. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

    Nesse discurso o Pe. Schmidberger não está “renegando” e “desmentindo” algo que dissera no passado, como em certas instâncias trads. Ele está apenas falando palavras de gratidão ao Santo Padre.

    Não façamos juízos temerários.

    Para o mundo, a Tradição é algo completamente desconhecido, portanto, novo. Provavelmente, foi isso que ele quis dizer com “Nova Evangelização”. Estamos há quarenta anos mergulhados no modernismo, então, a redescoberta da Missa Tradicional e do Catolicismo autêntico se afigura como algo totalmente novo.

  11. Acho um exagero ver nisso qualquer sinal de capitulação.

  12. Cuidado, Marcel, quem vive Práxis (ação) é progressista!!!!

  13. Cuidado, Lucas, quem vive Práxis (ação) é progressista!!!!

  14. Rogério,
    Melhor seria sem a Práxis de visitas a sinagogas e mesquitas.

    Que tal uma uma Práxis lá em Ecône?

  15. O Papa sai do Vaticano para visitar a sinagoga de Roma e escutar o rabino palpiteiro dizer que PioXII não daria um bom santo,sendo que ele não acredita nem em Jesus Cristo, não seria a Práxis do ecumenismo do CVII?
    Detalhe: na saida do Papa da sinagoga os judeos cantaram um hino que fala da espera do Messias que é claro,para eles ainda não chegou!

  16. Que tal práxis nenhuma?
    Aliás, práxis em Êcone!?!?!
    Práxis, Roberto, é tipicamente a ação sem teoria.
    Não há lugar para práxis na Igreja, e ação fundamentada em doutrina (no caso, sã doutrina) jamais poderá ser nominada práxis.
    Repito: não há lugar para práxis na Igreja.
    O que o Santo Padre deve fazer é o que a Igreja sempre ensinou: theoria (contemplação) que implica o intelecto.

  17. Os judeus esperam o Messias, como esperam que todo o mundo lhes peça perdão, pois sentem-se os coitadinhos do gênero humano, esperam uma Igreja cada vez mais deformada ao seu gosto, um aborto nas discussões entre Roma e a FSSPX. Enfim, esperam….demais!
    Enquanto, em nome de um ecumenismo sujo e matreiro, a Verdade for sendo sufocada, essa raça de manipuladores continuará ditando regras à Deus e o mundo!

  18. A FSSPX tenta dançar conforme a música, por isso se utiliza da linguagem conciliar para adapta-la a tradição, é isso que percebo. Não podemos ser pessimistas em tudo.

    O ecumenismo conciliaresco por parte do Santo Padre Bento XVI continua? Sim, continua e é péssimo.Só que até isso deu uma significante melhorada. Vejam, olhem um pouco para trás e lembrem dos encontros do Papa João Paulo II com budistas, feiticeiros e beijos ao alcorão.

    Bento XVI já batizou um mulçumano convertido a fé católica, um amigo me disse que João Paulo II se recusou a aceitar a ingressão à fé católica do falecido Roger da comunidade Tazé.

    Agora é claro que é preocupante o Papa dizer para o Rabino que é irrevogável o diálogo do Vaticano II. Mas em que sentido? Não seria uma contradição evidente dizer isso em pleno andamento das discussões doutrinais?

    A FSSPX tem também às vezes suas armas da ambiguidade, mas a única coisa que é perceptivel entre a FSSPX e Roma nisso tudo é que Roma está mudando e não o contrário

  19. O comentário acima não é meu. Para aqueles que conhecem, sou de Maceió.

  20. Errata: NÃO nem conhecem.

  21. Rogério,
    Você tem razão, lamento pela confusão que fiz.
    Falei sem conhecer de fato o que é práxis.

  22. Vimos a visita do Papa Bento XVI a sinagoga.
    Agora que tal a visita do chefe do movimento sionista Theodore Herzl ao Papa Pio X em 1904, é paulada em cima de paulada, não dá tempo nem de respirar.
    Note que o judeu é que vai procurar o Papa, o Papa recebe, não vai visitar, não sai da cadeira.

    HERZL: Yesterday I was with the Pope [Pius X]. . . . I arrived ten minutes ahead of time, and without having to wait I was conducted through a number of small reception rooms to the Pope. He received me standing and held out his hand, which I did not kiss. Lippay had told me I had to do it, but I didn’t. I believe this spoiled my chances with him, for everyone who visits him kneels and at least kisses his hand. This hand kiss had worried me a great deal and I was glad when it was out of the way.

    He seated himself in an armchair, a throne for minor affairs, and invited me to sit by his side. He smiled in kindly anticipation. I began:

    HERZL: I thank Your Holiness for the favor of granting me this audience. [I begged him to excuse my miserable Italian, but he said:

    POPE: No, Signor Commander, you speak very well.

    HERZL: [He is an honest, rough-hewn village priest, to whom Christianity has remained a living thing even in the Vatican. I briefly laid my request before him. But annoyed perhaps by my refusal to kiss his hand, he answered in a stern categorical manner.

    POPE: We are unable to favor this movement [of Zionism]. We cannot prevent the Jews from going to Jerusalem—but we could never sanction it. The ground of Jerusalem, if it were not always sacred, has been sanctified by the life of Jesus Christ. As the head of the Church I cannot answer you otherwise. The Jews have not recognized our Lord, therefore we cannot recognize the Jewish people.

    HERZL: [The conflict between Rome and Jerusalem, represented by the one and the other of us, was once again under way. At the outset I tried to be conciliatory. I said my little piece. . . . It didn’t greatly impress him. Jerusalem was not to be placed in Jewish hands.] And its present status, Holy Father?

    POPE: I know, it is disagreeable to see the Turks in possession of our Holy Places. We simply have to put up with it. But to sanction the Jewish wish to occupy these sites, that we cannot do.

    HERZL: [I said that we based our movement solely on the sufferings of the Jews, and wished to put aside all religious issues].

    POPE: Yes, but we, but I as the head of the Catholic Church, cannot do this. One of two things will likely happen. Either the Jews will retain their ancient faith and continue to await the Messiah whom we believe has already appeared—in which case they are denying the divinity of Jesus and we cannot assist them. Or else they will go there with no religion whatever, and then we can have nothing at all to do with them. The Jewish faith was the foundation of our own, but it has been superceded by the teachings of Christ, and we cannot admit that it still enjoys any validity. The Jews who should have been the first to acknowledge Jesus Christ have not done so to this day.

    HERZL: [It was on the tip of my tongue to remark, “It happens in every family: no one believes in his own relative.” But, instead, I said:] Terror and persecution were not precisely the best means for converting the Jews. [His reply had an element of grandeur in its simplicity:]

    POPE: Our Lord came without power. He came in peace. He persecuted no one. He was abandoned even by his apostles. It was only later that he attained stature. It took three centuries for the Church to evolve. The Jews therefore had plenty of time in which to accept his divinity without duress or pressure. But they chose not to do so, and they have not done it yet.

    HERZL: But, Holy Father, the Jews are in a terrible plight. I do not know if Your Holiness is aware of the full extent of their tragedy. We need a land for these harried people.

    POPE: Must it be Jerusalem?

    HERZL: We are not asking for Jerusalem, but for Palestine—for only the secular land.

    POPE: We cannot be in favor of it.

    [Editor Lowenthal interjects here] Here unrelenting replacement theology is plainly upheld as the norm of the Roman Catholic Church. Further, this confession, along with the whole tone of the Pope in his meeting with Herzl, indicates the perpetuation of a doctrinal emphasis that has resulted in centuries of degrading behavior toward the Jews. However, this response has the “grandeur” of total avoidance of that which Herzl had intimated, namely that the abusive reputation of Roman Catholicism toward the Jews was unlikely to foster conversion. Further, if, “It took three centuries for the Church to evolve,” it was that very same period of time that it took for the Church to consolidate and launch its thrust of anti-Semitism through the following centuries.

    HERZL: Does Your Holiness know the situation of the Jews?

    POPE: Yes, from my days in Mantua, where there are Jews. I have always been in friendly relations with Jews. Only the other evening two Jews were here to see me. There are other bonds than those of religion: social intercourse, for example, and philanthropy. Such bonds we do not refuse to maintain with the Jews. Indeed we also pray for them, that their spirit see the light. This very day the Church is celebrating the feast of an unbeliever who became converted in a miraculous manner—on the road to Damascus. And so if you come to Palestine and settle your people there, we will be ready with churches and priests to baptize all of you. (Marvin Lowenthal, Diaries of Theodore Herzl, pp. 427- 430.)

  23. Prezada Maria,

    O único caminho que a Igreja dá para a FSSPX tornar-se algo da Igreja é mesmo que a FSSPX se retrate de seus erros doutrinários e magisteriais. Isso vai requerer muita HUMILDADE do clero da FSSPX, coisa que altas autoridades de lá já demonstraram não terem.

  24. Senhores:

    O Sr. Victor José defendeu em outro post, respondendo ao Sr. Renato Salles:

    “Ah, o sr. Renato defende que pessoas fora da Igreja não podem se salvar, assim defende que não existe Batismo de Desejo, nem Batismo de Sangue; e que as seitas que se dizem cristãs ou religiões que possam seguir coisas comuns ao Catolicismo, não têm Elementos de Igreja; que os que não conheceram porque não tiveram Graça para isso, a Revelação, não serão julgados pela Lei Natural comum a todos os homens; que a Bíblia dos Protestantes, em si, não foi pega com a Igreja; que os Santos Reis Magos, representantes dos gentios no Presépio, não tem como serem santos, nem que foram para o céu; que as seitas que saíaram da Igreja não têm como preservarem nada da Igreja; que todos os sacramentos e Ritos Orientais não são católicos e apostólicos; e que é impossível o Espírito Santo agir, dando Graças, inclusive da Conversão, nos meios não católicos. Que situação hein sr. Renato!?”

    https://fratresinunum.com/2010/01/02/sobre-o-ecumenismo-monsenhor-brunero-gherardini-concilio-ecumenico-vaticano-ii-un-discorso-da-fare/#comments

    Portanto:
    1-) O Sr. Renatto Salles defendeu a doutrina correta;
    2-) Juntamente com os modernistas o Sr. Vitor José defende que fora da Igreja HÁ salvação, contrariando os ensinamentos de Pio IX e Pio XII. Posso concluir que se alinha com a tese modernista de Yves Congar em relação ao conceito de Igreja e Reino de Deus.
    3-) Posso concluir que seu ódio contra a FSSPX decorre do combate dela contra a seita modernista infiltrada na hierarquia da Igreja, do qual o Sr. Vitor José é um ferraz adepto.
    4-) Lembro S. Pio X: o modernismo é o esgoto de todas as heresias.
    5-) Todo modernista mistura a doutrina católica com doutrinas heréticas.
    6-) Não há dúvidas quanto a catolicidade da FSSPX, a não ser o ódio modernista do Sr. Vitor José contra ela.
    7- VIVA DOM MARCEL LEFEBVRE, que conservou intacta a doutrina dos santos apóstolos e não se vendeu por um prato de 30 quibes ou um carguinho qualquer.
    8-) FORA TRAIDORES MODERNISTAS
    8-) fora tr

  25. “Deixem-nos restituir à Alemanha o Reino de Cristo Rei e sua Esposa Imaculada, a única Igreja, santa, católica e apostólica.”

    ESSA LINGUAGEM QUASE NÃO SE ENCONTRA MAIS NOS MEIOS CATÓLICOS DE HOJE; HOJE SÓ SE FALA EM SOLIDARIEDADE , FRATERNIDADE , NO “REINO” , NUNCA HÁ REFERENCIAS CLARAS AO REINADO DE CRISTO

  26. Sr. Luciano,

    Dizer que há salvação fora da Igreja é uma maneira enfática de se expressar. Eu também digo que só há salvação dentro da Igreja.

    Os motivos da minha expressão eu já lhe expliquei. Se o sr. não aceita ou não concorda problema é seu. Não é o que o sr. fala ou deixa de falar que vai determinar que eu seja um herege. Eu estou com a Igreja de Cristo e com o Magistério Dela, não estou com um grupo mergulhado em erros condenados pelo Magistério da Igreja.

    Siga o Magistério da Igreja, menino!!!

  27. Dom Willianson diz que o dialogo entre a Santa Sé e a FSSPX é um “dialogo de surdos” e Padre Schmidberger agradece ao Santo Padre! Que estranho… batem com uma mão e acariciam com a outra!!

    Que a Nossa Mãe Santíssima lhes dê discernimento!

  28. Que ninguém se esqueça que Bento XVI é Chefe de Estado!