Küng esperneia.

“Para o teólogo jesuíta Francisco Suáres (1548-1617), há duas possibilidades de ser cismático: quando se separa do Papa ou quando se separa da Igreja. Bento XVI deveria ser muito prudente na sua visão das coisas, porque ele vai contra o Concílio. É um choque para muitas pessoas. Ele restaurou a missa medieval tridentina. Ele retomou os ornamentos de Leão X (1513-1522), o Papa que perdeu a ocasião de salvar as coisas com Martinho Lutero. No ano passado, ele nomeou um novo prefeito para a Congregação do Culto Divino, Antonio Cañizares, que passeia com a “cappa magna”. Até parece que estamos na coroação de Napoleão. Nem mesmo a rainha da Inglaterra faz mais uma coisa dessas. O Papa se torna cúmplice de uma corrupção do sagrado, sob a forma de uma aristocracia clerical que esconde suas ações sob adornos barrocos.  Em relação ao Concílio, Bento XVI defende sua hermenêutica da continuidade contra uma hermenêutica da ruptura. Mas é uma mentira dizer que nós consideramos o Vaticano II como uma ruptura. Era uma mudança, uma reforma. Esta “hermenêutica da continuidade” é a única coisa que o Papa encontrou para interpretar o Concílio segundo sua visão de um retorno ao passado. Mas não se pode aceitar isso! Não se pode ir contra o Concílio”.

Palavras do “teólogo” Hans Küng, em entrevista à revista francesa La Vie

40 Comentários to “Küng esperneia.”

  1. Este hans Kung, teólogo do diabo, deveria lavar a boca antes de dizer que o Santo Padre Bento XVI é cúmplice de uma corrupção do sagrado.. esse kung não passa de um infeliz apóstata..

  2. Fica cada vez mais claro,para mim que o “caminho suave” correto é o da hemenêutica da continuidade…

  3. Será mesmo uma crítica? Eu quase percebi um tom de deslumbramento do teólogo: “restaurou [piedosíssima]a missa medieval tridentina”[…], “que passeia[gloriosíssima] com a “cappa magna”.”

    Sei não, viu. Acho que pintou uma pontinha de desapontamento da parte dele por não poder proveitar dos frutos do reinado de Bento XVI. Afinal, como representante mor da heterodoxia, ele não poderia fazer outra coisa senão criticar.

  4. Sr.Hans “King Kung”, por qué no te callas? Vá jogar bingo, velhote!

  5. Viva o Santo Padre!

    Viva Bento XVI, gloriosamente reinante!

    Que alegria é ver os raivosos a espumar e a espernear quando vêem a glória da Igreja, que o nosso querido Papa quer mostrar a todos. Alegro-me com as declarações, pois só mostra a espécie de “teólogo” que esse mastronço é.

    Todos com Pedro, a Jesus por Maria!

  6. O diabo vai dar uma bronca nesse teólogo.
    Do tipo:
    “Ei!Você tem que ser mais sutil,perspicaz,ambíoguo…
    Está sendo muito claro,direto.
    Não foi isso que combinei com vocês em 62!”

  7. GRAÇAS A DEUS O SENHOR HERÉTICO E SEDEVACANTISTA HANS KUNG TEM RAZÃO, O PAPA ESTA AOS POUCOS VOLTANDO A TRADIÇÃO,HEREGES E TEOLOGOS DA LIBERTAÇÃO COMO ELE ESTÃO DESESPERADOS VENDO O SEU BARCO AFUNDAR,VIVA O SANTO PADRE BENTO XVI, VIVA A TRADIÇÃO CATÓLICA.

  8. Em 18 de Maio de 2007 ele recebeu uma condecoração pública dos maçons. Nessa ocasião um Mestre Maçônico disse de Hans Küng: “O que você fala provêm de nossa alma maçônica”.

    “Hans Küng não só deixou de ser Católico, mas ele deixou de ser Cristão. Negando a Divindade de Cristo e O colocando no mesmo nível com Maomé ou Buda – isto não é mais ser Cristão. Se ainda sim, apesar dele ainda ser permitido servir como padre Católico, administrador dos sacramentos, confessar e pregar, então ele é absolutamente escandaloso” (Radomir Maly)

    Sem ambiguidades ele é herege e deve ser excomungado!

  9. Muito bem falado Christiano!

    Um herege que deve ser excomungado, para bem das almas e fim dos escândalos que suscita!

    Viva a Santa Igreja e o Papa!

  10. Mandem esse monstro modernista herético calar a boca!!

  11. Kung deveria ter sido excomungado pois não cansa de desafiar o Papa.

    Quem é ele para acusar Bento XVI de uma corrupção do sagrado quando quem fez isso foi o próprio Kung?
    Acusa o Cardeal Canizares e uma “aristocracia clerical” de esconder suas ações sobre adornos …mas que ações são essas Kung?

    Kung é um blasfemo , um cão danado, um jumento montado pelo Diabo, incapaz de saber lidar com a frustração de não ter sido aceito, com suas heresias, na Cúria Romana.

    Vá de retro Kung, filho de Lúcifer!Converta-se enquanto é tempo pois senão enfrentarás a ira de Deus.

  12. TEM MAIS :A HERESIA DO CONCILIARISMO ESTÁ DE VOLTA COM KUNG – NÃO SE PODE IR CONTRA O CV II MAS PODE-SE IR CONTRA O PAPA SEGUNDO KUNG.
    ESSE SENHOR É UM FALSO PROFETA A SERVIÇO DAS FORÇAS DO ANTICRISTO.

  13. Kung é um câncer! Um miserável que um dia quis ser sacerdote do Altíssimo, mas que, pelo orgulho luciferino, tornou-se um Judas, uma marionete de satanás!
    Ele só fala, fala e fala, pois a única coisa que lhe resta é falar aquilo de que seu coração está cheio!
    Suas palavras estão eivadas de inveja, de despeito, pois ele perdeu-se pelo caminho e agora só lhe resta atirar pedras, como os fariseus no tempo de Nosso Senhor.
    Quando morrer, terá um belo funeral maçom…

  14. Esse idiota só teria valor se ainda fosse católico. Tá fora! Os cães ladram e o Papa Reinante Fica!

  15. Hans Küng não deve ser tratado como herege… Seria muito suave rotulá-lo assim!
    Devemos, pois, encontrar outro adjetivo que combine com seu mal caráter.
    Consta que em 2008, o mesmo “King Küng” em entrevista ao Sr. Aldo Maria afirmou que “O Concílio representou o fim da Idade Média e o início de uma época nova. Agora, em Roma, alguém — [leia-se Bento XVI] — está tentando voltar à Idade Média,mas não penso que isso será possível. O Concílio conseguiu introduzir e integrar na catolicidade o paradigma da reforma protestante e o paradigma iluminista da modernidade. O caminho ficou pela metade, mas não se voltará atrás”.
    O que mais dificulta o Papa Bento XVI de empreender a Reforma da Reforma são essas pessoas que se dizem católicas e agem de forma protestante.
    O Sr. Orlando Fedeli, em resposta ao “King Küng” disse: “O Concílio Vaticano II abriu as portas da Igreja para Modernidade. Modernidade que Bento XVI condenou na encíclica Spe Salvi. Por isso, Hans Kung insinua que Bento XVI quer retornar à Idade Média.
    Quando até os hereges enxergam, por que alguns, que se dizem católicos, negam o visível ?
    Que cego é o pior, o herege explícito, ou o cego que recusa ver, e que afirma que o amargo é doce, e que a fumaça de satanás é ar puro?”

    Convido todos os leitores deste blog a rezarem um terço na intenção do Papa Bento XVI, Gloriosamente Reinante!

  16. Prezados,

    Kung não é sedevacantista; Ele é cismático. É bom não usar certos termos com outras definições para que não se cause confusões.
    Também discordo da visão de que Bento XVI está retornando a Tradição. Kung é um modernista radical, assim, para ele, qualquer ato conservador do Papa será visto como um movimento de retorno ao passado. Aceitar esta visão é cair na crítica que os conservadores fazem aos tradicionalistas de que estes analisam o CVII da mesma forma que os modernistas. E isso é falso!
    Kung também nao vai ser excomungado. A Igreja conciliar não excomunga mais ninguém por heresia ou cisma. Portanto, mesmo os neoncoservadores de plantão não precisam ter esperanças em relação a isso.

    Agora, vejam a grande contradição de Kung. diz ele:

    “Como papa, ele perdeu todos os momentos cruciais. Ele não correspondeu às expectativas dos ortodoxos, quando poderia ter proposto, através do diálogo, que não precisariam aceitar os Concílios de que não tenham participado desde o século XI.”

    Ao mesmo tempo sustenta:

    “Mas não se pode aceitar isso! Não se pode ir contra o Concílio”.

    Os ortodoxos não precisam aceitar os concilios a partir do seculo XI (inclusive o CVII), mas Bento XVI tem que aceitar o concilio sob a hermeneutica da ruptura?!

  17. É bom ouvir os lobos uivarem, tão bom quanto ouvir as trombetas dos exércitos inimigos soarem chamando para o gládio.

  18. A última frase de Küng – “Não se pode ir contra o Concílio” – muito se parece com a daqueles que apelam para sua infalibilidade quando opinam aqui no blog.

  19. Se ele acha o papa e alguns cardeais da Cúria demasiado tridentinos, com certeza teria um siricutico se pudesse ler o pensamento dos católicos da Tradição.

    Seria para ele a visão do Inferno, ver o papa com toda a indumentária pontifical, carregado na sédia gestatória e segurando a cruz papal com três braços, e à frente dos cardeais de cappa magna e murça de pele de arminho, seguidos de toda a corte com flabelli, trombetas, e todo o fausto possivel e imaginável.

  20. Quanto fanatismo! Quanto Farisaísmo! O grande teólogo Hans Kung tem o direito de decalara o que Pensa!
    A FSSPX tem sido muito mais agressiva com o Papa e não vejo nenhuma crítica a suas posturas radicais neste site!

  21. Uma sugestão bem brasileira aos amigos:
    No sábado de Aleluia, vamos malhar o Kung!!!
    Eu primeiro!!!

  22. Renato Sales vc foi preciso em tua análise;o Kung é contraditório;porém essa contradição tem explicação-é em nome do CV II (que abriu portas para o ecumenismo) que os ortodoxos não precisam aceitar os concílios posteriores ao cisma.A defesa intransigente do CV II como um superconcílio leva a loucuras como essas de reavaliar tudo a partir dele como se fosse o início de uma nova era para a Igreja ; e depois ele fala que não vê o CV II como ruptura …eu acredito que esse palavreado kungiano é estratégico,ou seja , visa desorintar as mentes para instalar na Igreja a confusão absoluta e assim redifinir tudo dentro da vida eclesial.

    Quanto ao Papa acho que nem tanto ao mar nem tanto a terra!

    Não vejo o pontificado de Bento XVI como retorno puro e simples ao passado,nem tampouco como continuidade ao “espirito” do CV II;o Papa se encontra em uma encruzilhada-vejam por exemplo esse elogio a CF 2010!Se fez alguma crítica foi muito velada…enquanto prevalecer esse tom diplomático nas declarações do Papa (tal como ocorreu com a encíclica Caritas in Veritatis) nada vai ser resolvido…a não condenação de Dom Rino é mais uma prova disso;quando se preserva alguém mesmo tendo ferido uma certeza da moral católica por ser Arcebispo é que a política se colocou acima da verdade.

    Se Santa Catarina de Sena estivesse viva hoje daria sem dúvida um puxão de orelhas no Papa(como fizera no século 14 ) por deixar de fazer o que precisa ser feito para recolocar a Igreja nos trilhos.

  23. Rafael Queiroz eu concordo com o que voce diz “A defesa intransigente do CV II como um superconcílio leva a loucuras como essas de reavaliar tudo a partir dele como se fosse o início de uma nova era para a Igreja ; e depois ele fala que não vê o CV II como ruptura …” e:

    “Não vejo o pontificado de Bento XVI como retorno puro e simples ao passado,nem tampouco como continuidade ao “espirito” do CV II”.

    Acredito que o Papa tem sido prudente, Sr. Rafael, ele sutilmente vem corrigindo as ambiguidades que esses teólogos deixaram nos textos do concílio e Häns Kung, que não é bobo percebe isso.

  24. O Papa Bento XVI esta retornando a tradição, obviamente este retorno se da aos poucos feito com muita calma e prudencia,depois do estrago que o modernismo e a teologia da libertação fez no seio da Igreja não é prudente uma virada radical,não se cura uma doença grave com uma unica dose do remédio,pois o organismo pode sofrer contra indicações do medicamento.o mesmo se da com a Igreja,muitos católicos não se encontram preparados para acolher de volta a liturgia tradicional,assim essa preparação se faz aos poucos o que causa a impressão de que o Papa não esta mudando nada,não podemos ser ingenuos o Papa sabe o risco que ele corre por defender a verdadeira doutrina, ele sabe que é um homem idoso e que pode não ter tempo suficiente para recolocar a Igreja no rumo certo então precisa deixar o caminho preparado para quem sabe um futuro sucessor que só Deus conhece. Rezemos ao Espirito Santo pelo Papa e pela Santa Igreja.

  25. Prezado sr. Rafael,
    Concordo com o que você disse.
    Sr. Christiano,
    O papa não tem que corrigir sutilmente, mas abertamente, sem ambiguidades.
    A Igreja tem como fim principal a verdade:

    “A Igreja é uma sociedade espiritual cujo fim principal é manter a pureza da Fé e a sã interpretação da palavra de Deus, contida nas Sagradas Escrituras e na Tradição. (…) São Paulo declara que, se Jesus Cristo estabeleceu pastores e doutores, é para que todos os homens não estejam a mercê de todo vento de doutrina e para que cheguem a unidade da fé: um só Deus, uma só Fé, um só batismo (Efes, IV, 5).” (P.A. Hillaire. La Religion demonstrada. pág. 509, tradução nossa)

    “A intolerância dogmática é uma prerrogativa indispensável da verdade, e fruto legítimo e inevitável da mesma existência da religião católica, única verdadeira e obrigatória para todos os homens.”
    “Reprovar à Igreja a intolerância doutrinária, é reprovar-lhe o que creia ser, e de fato seja, a verdade necessária, o qual constitui para ela seu mais atencioso elogio, porque próprio é da verdade excluir tudo o que é contrário.” (Pe. Gualtero Deviver. Curso de Apologetica Cristiana. Tomo II. pág. 215-216, tradução nossa)

    Sr. Michel,
    Bento XVI não está retornando a tradição.
    Veja só a noticia que saiu no ZENIT:

    “BENTO XVI VISITARÁ TEMPLO LUTERANO EVANGÉLICO DE ROMA

    CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- No próximo dia 14 de março, o Papa Bento XVI PARTICIPARÁ DE UM CULTO na Christuskirche, o templo da Igreja Evangélica Luterana de Roma, na Via Sicilia.” ( http://www.zenit.org/article-24125?l=portuguese)(destaque meu)

    Portanto, se um padre qualquer ou um bispo qualquer fizer isso, não se pode ser contrário, afinal até o Papa faz. Colocar-se contra um padre ou um bispo que vai a um culto e não colocar-se contra esta atitude do Papa é um contra-senso.
    Com todo repeito, mas um Papa que quer voltar a tradição indo por LIVRE E ESPONTANEA VONTADE a cultos protestantes, realmente é “dureza”…

  26. Sr. Renato Salles,
    Eu também adoraria se as coisas em Roma fossem tão simples como o Sr. apresenta, mais não são. Se o Papa fizesse essa reviravota que o Sr. propõe não seria nada prudente, seria possível até mesmo acontencer um cisma ou até mesmo o pior. O Sr Orlando fedelis tem um artigo muito interessante onde ele faz um paralelo entre o retorno à tradicão com o milagre do sol em Fátima. “Também seu retorno foi ziguezagueante, hesitante, “cambaleante”. indicando que a Igreja retornaria à situação anterior à queda em meio a hesitações.” Rezemos pelo Papa.

  27. O Papa visita templos protestantes,mesquitas,sinagogas,etc.
    É política?
    Algum acordo?
    Troca?
    É realmente preciso?
    A pergunta é simples:
    Pra quê?

  28. A melhor forma de malhar esse Judas ao meu ver é deixando-o um ano inteiro confinado no Instituto Cristo Rei e Sumo Sacerdote, lá em Gricigliano. Depois dessa ele sairia num estado de calamidade… Também, os padres de lá fazem liturgias tão faustosas que beiram até a ostentação…

  29. A pergunta é: quantos rabinos ,imâs, lamas, mediuns,pastores visitam a Igreja Católica ?

    Nenhum…no entanto nossos Papas ,Bispos ,Padres , vivem promovendo o ecumenismo e o diálogo interreligioso-ocorre que ambos acontecem numa via de mão única:só a Igreja se dispõe ao encontro,enquanto eles permanecem fechados a verdade.

    Até aqui ainda falta provar quais frutos o ecumenismo trouxe para a efetivação da unidade dos homens em Cristo e na Igreja.

  30. Christiano,já há um cisma, a única coisa que pode acontecer é oficializá-lo.
    Concordo com o Renato:chega de tanta diplomacia!
    Se Jesus fosse diplomático assim não teria pregado a metade do que pregou nem feito tantos milagres ,por respeito ao sentimento religioso de fariseus e saduceus.

  31. Uma das propostas do Concílio Vaticano II que mais danos tem causado à Igreja é a do ecumenismo, em razão da qual, a pretexto de “estender a mão” aos “irmãos separados” e aos não-cristãos, vários membros do clero abandonam sua identidade católica.

    Não se viu, até hoje, nenhum rabino pedir perdão pelo assassínio de Cristo; nem ministro protestante penitenciar-se pelas perseguições aos católicos, que produziram milhares de mártires, ou pelo roubo dos bens da Igreja nos países da “Reforma”; nem algum imã maometano desculpar-se pela total erradicação do cristianismo – em que pese a propalada “tolerância” muçulmana – no norte da África e noutras terras católicas conquistadas pelo Islã, ou mesmo pela escravização de inúmeros cristãos raptados nos litorais da Europa; nem qualquer pagão arrepender-se do massacre de tantos religiosos em países de missão.

  32. Sr. Rafael Queiroz,
    Eu não sou a favor do ecumenismo e esse movimento proposto pelo concílio vaticanoII não trouxe bons frutos. Graças ao ecumenismo, muitas vezes o João PauloII se viu na situação constrangedora de pedir desculpas a protestantes, judeus e muçulmanos, e mesmo a pagãos, por pecados que estes imputam à Igreja, quando se sabe que a Igreja, Esposa Mística de Cristo, é impecável e não pode ser contaminada pelos erros pessoais de seus membros.

    Tenhamos paciência com nosso Papa. As coisas estão andando em direção a tradição só não vê quem não quer. A orientação da Igreja pós-conciliar está na total decadência, né verdade? A salvação é o retorno a tradição..

  33. veja só renato o fato de o Papa visitar uma Igreja Protestante, não significa que ele não queira voltar a TRADIÇÃO,esta ato é um ato político mas não tem haver com a doutrina teológica da Igreja,SE ELE NÃO QUER VOLTAR A TRADIÇÃO ENTÃO POR QUE LIBEROU O MOTU PRÓPRIO DA MISSA DE SEMPRE.

  34. Caros amigos, é muito simples a “questão Hans Küng”:

    Quando esse herege vitando diz: “Mas não se pode aceitar isso! Não se pode ir contra o Concílio”, ele está querendo dizer simplesmente: “mas não se pode aceitar isso! NÃO SE PODE IR CONTRA MIM”!

    Triste tempo para a Igreja, que infestada ficou de “árbitros da ortodoxia” à esquerda e à direita.

    “Ut inimicos Sanctae Ecclésiae humiliáre dignéris, te rogámus audi nos”

  35. Nessa visita a seita luterana em Roma, o Santo Papa poderia colocar um pouco de lenha na foqueira e lembrar aos luteranos que eles tem que, e devem, pedir desculpas para a Santa Igreja Cátólica e aos católicos pelas mentiras e perseguições (massacres)que eles nos fizeram.

    Mas pós-Vaticano II eu acho díficil isso acontecer.

  36. cristiano voce esta corretissimo as coisas em roma não são simples,tem gente que acha ser facíl a posição do Papa, para quem esta de fora é mole quero ver e lá dentro do Vaticano, a tradição esta voltando aos poucos.

  37. Prezado Sr. Michel,

    O Papa vai a Igreja Luterana PARTICIPAR DE UM CULTO. Este “ato político” envolve sim a doutrina e a moral da Igreja.

    Prezado Sr. Christiano,

    Veja meu caro, não se deve ter esse tipo de prudencia em condenar o erro. Levando sua forma de ver as ultimas consequencias, temos que a Igreja jamais poderia ter condenado arianismo, o pelagianismo, o docetismo, o protestantismo, etc, pois isso também seria imprudente, pois levaria a estas pessoas a estarem fora da Igreja. Ao meu ver, o erro de fundo de sua forma de pensar, com todo o respeito, é partir do principio conciliar de que a Igreja tem culpa quando alguém por livre vontade se distancia dela, se apegando à própria opinião em vez de se submeter ao Magistério. Se a Igreja condenar os modernistas, será ótimo, pois teremos um cisma silencioso que se tornaria aberto como bem disse o sr. Rafael Queiroz.

    Além do mais tem que se levar em conta neste “ato prudencial”, quem realmente quer ser católico e fica desorientado diante de tantas teses que fervilham na Igreja sem serem condenadas elas mesmas quanto aos seus respectivos autores.

    Leão XIII recorda também a praxe constante da Igreja, que “considerou como rebeldes declarados e expulsou de seu seio a todos os que não pensam como ela sobre qualquer ponto de sua doutrina”. (Cf.http://www.permanencia.org.br/SimSimNaoNao/111/Art1.htm)

    Já li a interpretação que Orlando Fedeli faz do segredo de Fátima. É um trabalho muito interessante, com certeza! Mas, devo lembrar que é apenas uma interpretação: Orlando Fedeli tem uma, Roma tem outra, os sedevacantistas tem outra, etc. Não acho que se deva basear todo agir diante da crise atual e a visão a respeito de Bento XVI a partir de uma das muitas interpretações que podem ser dadas ao segredo. Prefiro me ater aos fatos.

    Bento XVI não me parece querer retornar a Igreja para a Tradição. Ele quer implementar a linha da hermeneutica da continuidade (na descontinuidade) e dar a Tradição seu lugar na Igreja, ou seja, assim como temos carismáticos, neocatecumenos, conservadores, etc, com seus carismas, também teriamos a Tradição para aqueles que quiserem seguir esta linha. Ele apenas está sendo coerente com o próprio ecumenismo que ele defende – o que os papas anteriores não eram – : todos tem seu lugar ao sol na Igreja.

    Saudações em Cristo Nosso Senhor!

  38. Apesar de não concordar ou melhor, não compreender essa visita, penso que não podemos julgar o papa (no sentido de julgar sua intenção e seu coração) pois conhecemos bem o que pensa e ensina Sua Santidade à respeito das outras religiões e da única Igreja de Cristo (vide Dominus Iesus e Declarações de Bento XVI), documento e declarações estes que causaram tanta polêmica no meio não católico ( e também entre os “católicos”), portanto não descarreguemos nossa metralhadora de julgamentos tão rapidamente pessoal… O Santo Padre não pode ter mudado de pensamento (ortodoxia) pelo simples fato da visita… rezemos e esperemos para tirarmos conclusões…

  39. José, pós-Vaticano II, fica díficil avcredita que o Santo Papa não irá fazer os velhos discursos ecumênicos chatos e sem o menor sentido!

    Se o Santo Papa for lá e falar na cara dos hereges toda a podridão luterana e de seu criador (Lutero), vai muito valer a pena!

    Assim como Cristo Jesus não tinha medo de falar na cara dos fariseus os seus erros e escândalos, o Vigário de Cristo na terra não pode temer de seguir o exemplo de Jesus Cristo na frente dos hereges protestantes.

  40. Carissímos,
    Salve Maria!
    Este homem, sem dúvida nenhuma, deixou de ser Católico a muito tempo, se é que um dia o foi. Ele ainda tem a audácia de dizer: “não se pode ir contra o Concílio” – leia-se Vaticano II, que aliás deve ser o único que ele conhece. Contra esse falso argumento, aplica-se aqui o fato do Concílio Vaticano II ser o ÚNICO concílio da Igreja que não é dogmático, ou seja, que o que la foi definido não se torna obrigatório, consequentemente quem não o aceita não incorre sob a pena de ser anátema.