Um recado aos católicos de Uberaba.

X, quanto a rezar missa no rito de São Pio V e reformado por João XXIII em 1962, eu interpreto como um gesto de boa vontade de Bento XVI, na direção do pessoal que sente forte atração pela tradição antiga. Aqui nunca ninguém pediu uma celebração nesse rito. Mas vou atender, se um grupo significativo o solicitar. Abraços. + Roque scj

Embora não haja necessidade de autorização por parte do bispo diocesano, quando o clero local não atende a necessidade dos fiéis, cabe ao ordinário providenciar a observância da lei (Summorum Pontificum,art. 7º).

Os artigos de Dom Aloísio Roque Oppermann, que destoam dos publicados por outros epíscopos brasileiros, podem ser encontrados no site da CNBB.

20 Responses to “Um recado aos católicos de Uberaba.”

  1. Epa! Esse não é o bispo que condenou em um artigo da CNBB, folhetos marxistas para a juventude?

    Alô povo de Uberaba! Não deixem a chance passar!

  2. Dom Sinésio de Santa Cruz do Sul RS tem um artigo no site CNBB que adorda esse assunto.

  3. Deus Abençoe Dom Aloísio Roque Oppermann!! Não sei muito sobre esse Bispo mais o pouco que li sobre ele pude perceber que ele não aceita a orientação que a CNBB costuma dar a seus enfadonhos, chatos e marxistóides pronunciamentos, notei que ele é contra a Teologia da libertação castrista.

    Que mais bispos se espelhem em seu exemplo, os católicos do Brasil agradecem

  4. Um grupo significativo… Bem, mas ao menos D. Aloísio se dispõe a facilitar as coisas caso haja uma demanda que ele considere suficiente.

    O que dizer? Obrigado? Diante dos seus êmulos bispos, ao menos D. Aloísio torna a Missa Tradicional como algo potencialmente alcançável…

  5. Lembrando que Dom Aloísio é da ultra modernista congregação Dehoniana (padres do Sagrado Coração de Jesus), cuja revista na Itália, poucos meses antes do motu proprio, publicou um estudo canônico dizendo que Paulo VI havia ab-rogado o missal de 1962. E no Brasil, congregação de Pe. Joãozinho, Zezinho, e antigamente, Fábio de Melo.

  6. será que algo de bom saiu dos dehonianos?

  7. Creio que a atitude do Bispo de Uberaba é a voz do Pastor que acompanha o redil e não interrompe a caminhada da Igreja. Mas vejo também que condenar a missa do Missal de Paulo VI é não querer andar em comunhão com toda a Igreja! O próprio Papa, celebra no rito do Missal do Concílio Vaticano II. Bem como já celebrou no Rito do Missal de São Pio V! Não pode ahaver em nossa Igreja esses extremos litúrgicos em que o que passou serve, o que vem depois não! A preocupação de Jesus no evangelho não era os rituais legais cumpridos pelos fariseus: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar em primeiro lugar, sem, contudo deixar o restante”. (Mt 23,23) mas a pessoa humana! Pois muitas vezes, podemos nos prender a “rituais ou liturgias” e esquecer do nosso irmão! Comunhão não significa uniformidade, mas sim, compartilhar as mesmas idéias, valores! Já assisti uma missa celebrada no Rito de S. PIO V, magnífica! Mas participo das missas em minha comunidade com o Missal de Paulo VI, também Magnífica! Sabe por quê: o padre que a celebra, faz com toda a piedade e devoção e respeito ao que ali prescreve! Que se corrija os abusos! Que participe das missas no Rito de S. Pio V os que admiram, entendem e gostam! A Igreja na sua Universalidade, procura estar em todos os ambientes e falando a todas as culturas! É só percebermos as mensagens do Santo Padre em diversos idiomas. Precisamos respeitar as opiniões e o modo de crer das pessoas e é isto que D. Aloiso está fazendo! Pois enquanto existem preocupações com os “rituais”, esquecemos de nos preocupar com o Reino de Deus em nós! Jesus alertou: “Buscai antes o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo”. (Lc 12,31)
    Outro aspecto é negar o concilio e a abertura que o mesmo deu à Igreja e a sua presença no mundo. Mas podemos explanar depois!

  8. Dom Aloísio Roque surpreendeu-me. De fato ainda existem bispos no Brasil com dicernimento.
    Por outro lado eu penso que catolicismo não é somente missa, embora eu não seja como o Sr. Cássio S Souza que defende a Missa Nova.
    Louvável a atitude de Dom Aloísio Roque em sinalizar positivamente com relação à Missa Tridentina e provocar os seus diocesanos à demandarem a Missa de Sempre. Mas isso é somente um passo na “escada da fé”. Há tempos que o catolicismo no Brasil se esvaziou em termos qualitativos: padres que não usam batina, leigos protestantizados, falsas doutrinas introduzidas, modernismo, igualitarismo, ecumenismo etc…
    Devemos continuar lutando pelo resgate do verdadeiro catolicismo! O Concílio Vaticano II foi apenas um marco histórico de todas as inovações e mutações que fizeram com a verdadeira religião, mas há anos que tentavam introduzir essas idéias distorcidas no seio da Igreja. As mesmas figuras que por meio do CVII “modernizaram” a Igreja, já a teriam distorcida por meio de heresias e erros anteriormente.

    Sr. Cássio,
    Não podemos igualar a Missa de São Pio V com a Missa de Paulo VI, mas podemos compará-las, porém omito-me a descrever as discrepâncias entre os dois ritos. Toda essa sua linguagem fantasiosa me lembra o episódio da serpente com Eva: “…Mas participo das missas em minha comunidade com o Missal de Paulo VI, também Magnífica! Sabe por quê: o padre que a celebra, faz com toda a piedade e devoção e respeito ao que ali prescreve!”
    Essa idéia do tudo pode e tudo é legal não condiz com a religião católica! Meu caro Sr. Cássio, não seja ingênuo e não sirva de alvo de chacota em blogs na internet.
    O Papa Bento XVI através do MOTU PROPRIO SUMMORUM PONTIFICUM tornou pública a sua intenção e Dom Aloísio Roque através de seu pronunciamento também…
    Quem tem olhos que veja, quem tem ouvidos que ouça” (Mat XIII, 14).

  9. Sem querer julgar as intenções, mas o último período da frase do sr. bispo é enigmática: “se um grupo significativo o solicitar”. Este, parece ser o entrave para os católicos que desejam assistir a Missa tradicional qual é o critério do “grupo significativo”? O “vou atender” é alentador, mas o restante é uma incógnita.

    No meu entender, os católicos deveriam apelar para razões de doutrináias e de consciência. O que se tem visto é que os bispos tem alegam que os fiéis devem ter razões positivas quanto o NOM, ora, se não há restrições qual seria então a “excentricidade” de pedir a Missa tradicional?

  10. S.E. Rvma. Dom Roque Opperman é um bispo que tem se destacado de forma louvável através de seus artigos publicados no site da CNBB.
    A acolhida que ele dá aos católicos ligados à Tradição e que desejam a Missa segundo o Rito de S.Pio V é digna de gratidão!
    Quanto ao critério de “grupo significativo”, tudo é uma questão de entendimento com esse bispo. Não vamos ficar procurando “cabelo em ovo”, nem pré-julgando.
    Não podemos generalizar a congregação dehoniana como toda ela contaminada. Deus pode e quer conservar muitos corações e mentes para que O sirvam na fidelidade à Santa Igreja. Dom Roque é um exemplo para muitos bispos brasileiros que ainda insistem em fazer-se de cegos e surdos aos apelos do Santo Padre e que não aceitam, marginalizando todos os bons católicos que amam a Tradição.
    Rezemos por este bispo e por seu pastoreio para que Deus o recompense por sua boa disposição e fidelidade e rezemos também pelos bispos desobedientes e cegos para que possam ver o exemplo deste prelado.

  11. Sr. Carlos Magno! Caros irmãos deste blog! Simplesmente rezo por este Senhor e por nossa Igreja para que sejamos mais santos e menos “tendenciosos”! Se opinar em um blog é motivo de “chacota” por parte deste senhor Carlos, então, deixo o espaço para que ele opine e eu continuarei a participar das missas em minha comunidade com o Missal de Paulo VI! Depois eu não disse que na religião católica tudo podee tudo é legal. Gosatria de entender Sr. Magno o porque compara a minha linguagem “fantasiosa” com o episódio de Eva?! No evangelho do 1º Domingo o diabo tentou Jesus com a Palavra de Deus! Em um dos comentários que eu li sobre este evangelho dizia o Seguinte:”Cristo nega-se a fazer milagres inúteis, por vaidade ou por vanglória. Nós devemos estar atentos para saber rejeitar tentações semelhantes: o desejo de ficar bem, que pode surgir até nas coisas mais santas; o prurido de montar em benefício próprio falsas argumentações que pretendem fundar-se na Sagrada Escritura;” Pensemos! Quanto ao Sr. Carlos, mesmo de longe o respeito pela sua colocação, pois somos pessoas que temos liberdade de expressão! Mas só lembro uma coisa ao Senhor: Em nenhum momento eu fiz o comentário direcionado a vossa pessoa ou a outro comentarista desta matéria, mas o Senhor prefere comentar ofendendo! O que o Senhor acima coloca é verdade: são as intenções! Amemos a Igreja! Amemos o Reino de Deus!

  12. Cassio. Tem muita gente de cabeça dura nesse blog. Tem Cismáticos, Sedevacantistas, doidos. Não perca seu tempo. Eu assisto a Missa Pio V porque tenho facilidade e sorte, mas não sou contra quem assiste a Missa Paulo VI quando celebrada conforme as rubricas, sem invenções e adaptacões segundo a vontade do celebrante. Aliás eu procuro sempre olhar prá dentro de mim e das minhas misérias antes de sair atacando os outros, como muitos `puritanos` nesse blog.

  13. Sr. Cassio, talvez quando o Carlos Magno falasse em “chacota” não fizesse necessariamente uma campanha ou ameaça ao senhor ou a quem age de forma idêntica. O que acontece é que, assim como ele, muitos aqui, depois de muito tempo e de muito debruçar-se diante da doutrina da Igreja e da forma como a crise entrou e se espalhou em praticamente todos os seus setores.

    O que acontece é o seguinte: independente de boa vontade de indivuduais ou boas intenções, objetivamente falando, temos sérias reservas contra o rito de Paulo VI.
    É um rito altamente questionável,

    1)Por sua concepção – fabricado artificialmente, ao contrário de todos os ritos da Igreja, que sempre foram inspirados pelo Espírito Santo e desenvolvidos naturalmente através dos séculos;

    2)Pela forma como foi concebido – para atender a demanda dos homens, para favorecer o ecumenismo, ainda que às custas de eclipsar ao máximo as mais veneráveis Verdades que Deus nos revelou e que os não-crentes reppudiam;

    3)Por quem criou o rito: por um monsenhor ligado à maçonaria, com o auxílio de seis pastores protestantes, de crenças contrárias à Fé.

    4)Pela maneira clara com que foi imposto: O papa tornou explícita no Motu Proprio Summorum Pontificum a grande verdade (já conhecida por quem tinha conhecimento da Bula Quo Primum Tempore de São Pio V): de que a Missa Tridentina jamais foi proibida, e deve ser encorajada.
    Esta realidade precisou vir a tona porque é de conhecimento comum que o Missal de Paulo VI foi imposto de forma draconiana em todas as dioceses do globo, com a intenção claríssima de SUBSTITUIR o rito tradicional.

    Se paramos para comparar as lamentações do cardeal Ratzinger pela ruptura litúrgica, compreenderemos que ele estava atônito não tanto porque não tivessem deixado os dois missais convivendo juntos para um enriquecimento mútuo (coisa que ele apoia), mas por ter visto a clara intenção vinda do Vaticano e abraçada pelas dioceses, em tudo fazer para que a missa fosse extinta. O que disse Paulo VI, quando sugeriram que, ao invés de perseguir o antigo rito, apenas o deixasse opcional junto ao novo?

    Eis a resposta de Paulo VI (com palavras minhas, de memória): “deixar livre a Missa, tal como é rezada em Êcóne é condenar o Concílio por meio de um símbolo”.

    Nosso firme repúdio pela Missa Nova não é tanto por ressentimento, nem por preferência pelo rito tradicional, nem por simples não-conformismo.
    Mesmo que alguns de nós tenhamos TAMBÉM um pouco de tudo isso. Mas o que justifica nossa não-adesão é que, de posse de todo o conhecimento que adquirimos sobre o que é a Missa,sobre qual é a natureza da Igreja e a Imutabilidade de suas Verdades, e sobre o triunfo do antropocentrismo moderno nas mentes e nos gestos da grande maioria dos católicos de hoje…

    Nós sabemos que a Missa Nova é um engodo. Sabemos que ela veio para coroar uma fé antropocêntrica. Seria um atentado contra a nossa consciência e uma afronta intelectual ter conhecimento de todo esse mar de lama e aderir a isso em nome de uma unidade exterior. Quantos tradicionalistas não acharam por bem fazer um acordo para facilitar as próprias vidas e tentarem influenciar positivamente os católicos que estavam “dentro”?
    Mas será direito comungar com os católicos no exterior e intimamente detestar tudo isso?

    Equiparar as duas formas litúrgicas para nós é: a)ou uma grande ignorância da situação, ou b)relativismo e indiferença, frutos da mesma ignorância, ou c)cumplicidade com o erro, fruto de uma obediência irracional, que prefere “pecar com a maioria” do que acertar às custas da indisposição com as autoridades…

  14. Prezado Cássio,
    O Sr. Carlos Magno não te ofendeu ao menos não ví ofensas da parte dele ao sr.
    Comparar a missa de Paulo VI ao rito tridentino é no mínimo uma grande ignorância isso sim é inquestionável.
    Nunca seria possível um protestante ou qualquer herege falar bem da Missa de São Pio V que o concílio de Trento declarou ser irrepreensível ou seja sem erros.

    Veja o que foi declarado sobre a missa nova de Paulo VI:

    Roger Mehl
    “Se levarmos em conta a evolução decisiva da liturgia católica [com a Missa Nova de Paulo VI], a possibilidade de substituir o canon da missa por outras orações litúrgicas, o obscurecimento da idéia segundo a qual a missa seria um sacrifício, a possibilidade de comungar sob as duas espécies, não há mais motivos para as Igrejas da Reforma proibir aos seus fiéis de tomarem parte na Eucaristia da Igreja Romana.”
    (Roger Mehl, protestante, in “Le Monde” de 10 de setembro de 1970)

    Revista protestante

    “As novas orações litúrgicas [da Missa Nova de Paulo VI] deixaram cair a falsa perspectiva de um sacrifício oferecido a Deus.”
    (“uma das mais importantes revista dos protestantes”, citada por Jean Guitton no jornal “la Croix” de 10 de dezembre de 1969)

    Jean Guitton e a Missa Paulo VI par Paxi (2009-09-10 13:24:43)

    Assim, em 19 de Dezembro de 1993, participando de um debate de Lumière 101, a rádio dominical de Radio-Courtoisie, Jean Guitton sustentou que:

    «a intenção de Paulo VI quanto á liturgia, quanto a assim chamada vulgarisação da Missa, era reformar a liturgia católica de modo fazê-a coïncidir o quanto possível com a liturgia protestante… com a Ceia protestante». E mais adiante: «… Eu repito que Paulo VI fez tudo o que estava em seu poder para aproximar a Missa católica – a do Concílio de Trento – da Ceia protestante. Particularmente ajudado por Mons. Bugnini, que nem smepre gozou de sua confiança, nesse ponto”.

    Entre os ouvintes da palestra, um Padre protestou, dizendo que «não estava de acordo com Monsieur Guitton quando ele pretendia afirmar que Paulo VI quis aproximar a Missa católica da Ceia calvinista. Parecia-lhe que essa afirmação não se sustentava”.

    E Guitton respondeu: «Naturalmente, eu não assisti a Ceia calvinista, mas eu assisti a Missa de Paulo VI. E a Missa de Paulo VI se apresenta principalmente como um banquete, não é? E ela insiste muito sobre o aspecto de participação em uma refeição e muito menois sobre a no;áo de sacrifício, de sacrifício ritual, face a Deus, a quem o Padre mostra apenas as suas costas. Então, creio não me enganar dizendo que a intençaõ de Paulo VI e da nova liturgia, que tem o seu nom, é de pedir aos fiéis uma maior participação na Missa, e dar um lugar maior à Sagrada Escritura e um lugar menor a tudo o que na Missa havia, conforme dizem alguns, “de mágico”, outros dizem “de consagração consubstancial”, – [e se corrigindo] – de transubstancial, e que é a fé católica”.

    “Dito de outro modo, houve em Paulo VI a intenção ecumênica de mudar – ou, pelo menos, a de corrigir ou atenuar – o que havia de por demais “católico” [sic!], no sentido tradicional, na Missa, e de aproximar a Missa católica – eu repito – da missa calvinista».

  15. Prezado Sr. Cássio,

    Em atenção ao seu segundo comentário, que trata de uma postagem da minha parte acerca das intenções do Excelentíssimo Senhor Bispo da Diocese de Uberaba-MG, Dom Aloísio Roque, onde Vossa Senhoria de forma gratuita sente-se ofendido por minhas palavras, venho dizer que não era a minha intenção ofendê-lo, porém a caridade manda ensinar e corrigir os que erram. Vejamos, pois, onde o senhor demonstra fraqueza doutrinária e necessita de correção:

    1 – “Mas vejo também que condenar a missa do Missal de Paulo VI é não querer andar em comunhão com toda a Igreja!”
    * Este ponto é aclarado pelo comentário do Sr. Bruno Santana, a quem reservo estima e consideração;

    2 – “O próprio Papa, celebra no rito do Missal do Concílio Vaticano II. Bem como já celebrou no Rito do Missal de São Pio V! Não pode ahaver em nossa Igreja esses extremos litúrgicos em que o que passou serve, o que vem depois não!”
    * As atitude do Santo Papa Bento XVI demonstram que, ao contrário de seus breves antecessores, ele está restabelecendo o Rito Tridentino da Santa Missa e que parceladamente as coisas irão se encaixar nos seus devidos lugares, sem pressa, pois esta é inimiga da perfeição.

    3 – A preocupação de Jesus no evangelho não era os rituais legais cumpridos pelos fariseus: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar em primeiro lugar, sem, contudo deixar o restante”. (Mt 23,23)
    * O profeta Malaquias nos mostra Deus irritado com as negligências e as provas de má vontade dos sacerdotes judeus da Antiga Lei quando ofereciam os sacrifícios:
    “O filho honra seu pai, e o servo reverencia o seu senhor. Se eu, pois, sou vosso pai, onde está a minha honra? E se eu sou o vosso Senhor, onde está o temor que se me deve? diz o Senhor dos exércitos. Convosco falo, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome, e que dizeis: em que desprezamos nós o teu nome? Vós ofereceis sobre o meu altar um pão imundo, e dizeis: Em que te profanamos nós? Nisso que dizeis: A mesa do Senhor está desprezada. Se vós ofereceis uma hóstia cega para ser imolada, não é isto mau? E se ofereceis uma que é coxa e doente, não é isto mau? Oferecei estes animais ao vosso governador, e vereis se eles lhe agradarão, ou se ele vos receberá com agrado, diz o Senhor dos Exércitos” (Mal. 1, 6-8).
    Diante disto, Deus, pela boca do profeta, se mostra resolvido a rejeitar aqueles sacrifícios: “O meu afeto não está em vós, diz o Senhor dos exércitos; nem eu receberei algum donativo de vossa mão” (Mal 1, 10).
    4 – “Comunhão não significa uniformidade, mas sim, compartilhar as mesmas idéias, valores!”
    * Esta parte merece um relincho de um asno ao fundo! Uniformidade é um desdobramento da palavra uniforme, que segundo o dicionário Michaellis significa: Que tem uma só forma; que tem a mesma forma; conforme. 2 invariável; constante, regular. Logo, as mesmas idéias e valores sendo comuns tornam-se uniformes!

    5 – Outro aspecto é negar o concilio e a abertura que o mesmo deu à Igreja e a sua presença no mundo.
    * Leia os livros O RENO SE LANÇA NO TIBRE e A CANDEIA POR DEBAIXO DO ALQUEIRE… Serão úteis para o senhor e para a sua abertura. A Igreja não é uma rede de franchising como o McDonald’s… Ela já é universal por natureza!

    Outros pontos do seu comentário são citações bíblicas que as considero “pitadas” de verdade em meio a um caldeirão de ambiguidades…

    Aos demais leitores, meus sinceros cumprimentos e saudações!

  16. Senhores: Cristiano, Bruno e Paulo Morse!
    Minhas Saudações!
    Agradeço as vossas considerações ao meu comentário tanta pela primeira vez como na segunda. De fato, comentários como os senhores relizaram edificam e faz-nos pensar em nossa idéias! Muito Obrigado de coração!
    Quanto ao último comentário do Sr. Carlos Magno, principalmente o ponto 4 (releia por favor), quando o mesmo diz “…merece um relincho de um asno ao fundo” prefiro não comentar!
    Aos demais agradeço mais uma vez pelos comentários edificantes e por que não dizer de fato que são ponderações corretivas seja a alguns pontos do meu comentário! Ananlisarei os comentários dos senhores e se cometi erros em minha escita, peço perdão!
    A todos a Paz de Cristo com as bençãos que dele nos vem!
    *Agradeço a equipe deste blog pela atenção e por responder ao meu email.
    Cássio S Souza – vosso servo.
    Padre Diocesano

  17. Reverendíssimo Pe. Cássio,

    Ponho-me de joelhos à vossa presença e peço-lhe perdão pelas minhas palavras acaloradas.
    Mais uma vez peço-lhe desculpas se o ofendi.
    Saiba Pe. Cássio, que o senhor atingiu-me profundamente quando utilizou do seu tão honroso título sacerdotal ao final de seu comentário!!! Título este que até os anjos no céu respeitam e se poem de joelhos para beijar tão valiosas mãos consagradas.
    Reitero o meu pedido e informo-lhe que sinto-me envergonhado em ter atingido um sacerdote do altíssimo!
    Entretanto, peço-lhe que não omita em seus escritos e assinatura tão admirável título sacerdotal, que é o de PADRE! O senhor não é igual a nós leigos e para tanto receba todo o meu prestígio.
    Hoje mesmo rezarei um terço em prol do seu sacerdócio e comprometo-me até o final do Ano Sacerdotal rezar pela sua vocação diariamente.
    Lutemos juntos, senhor padre, pela Igreja e pelo Papa!!!
    Rogo a São João Maria Vianney que dedique atenção especial ao senhor, Pe. Cássio, e rogo-lhe a sua benção, valendo-me de minhas sinceras reconsiderações.

    Carlos Magno Oliveira
    Pobre Pecador

  18. Reverendíssimo Padre Cássio S. Souza,
    Eu que agradeço e me coloco de joelhos ante o senhor, Padre rogando-lhe sua benção. Seu exemplo de humildade e simplicidade é próprio de uma alma verdadeiramente sacerdotal.

  19. Mais uma vez D. Aloisio surpreende. Quanto mais o tempo passa, mais o admiro. Este que, quando bispo aqui em Campanha_MG, foi de vital importância em meu retorno à Verdadeira Religião.

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