O Papa poderia preparar uma surpresa para o “mundo católico” que se daria a conhecer na Quinta-feira Santa.

SECTOR CATOLICO – 24/02/10 – Segundo foi informado Sector Catolico, o Papa Bento XVI poderia estar preparando uma enorme “surpresa” para o “mundo católico” que se conhecerá, presumidamente, na próxima Quinta-feira Santa, data em que a Igreja celebra a instituição da Eucaristia e da Ordem Sacerdotal.

O então Cardeal Joseph Ratzinger celebrando a Santa Missa no Rito Latino-Gregoriano, em 1990, no seminário da Fraternidade São Pedro, na Alemanha.

Segundo apontaram estas fontes, que não souberam determinar com exatidão em que consistirá a medida, falam, no entanto, de dois possíveis marcos. Por um lado, a supressão do indulto universal para receber a Sagrada Comunhão na mão. A outra possibilidade é que, finalmente, o Papa se anime a celebrar a Santa Missa in cena Domini segundo a “forma extraordinária” do Rito Romano.

Com qualquer uma delas ficaria nitidamente expressa a vontade do Papa para o conjunto da Igreja universal no que se refere à celebração sacramental, onde é necessário recuperar com urgência o caráter sagrado das celebrações, desde a urbe ao orbe, para expressar com maior dignidade o que celebramos os católicos, especialmente na Santa Missa, renovação incruenta do sacrifício de Jesus no Calvário e cume da redenção do gênero humano (“… por vós e por muitos homens para o perdão dos pecados”).

De fato, esse tipo de comentário está já nos corredores eclesiásticos de Roma e transcendeu as cúrias diocesanas de alguns lugares e países. Não sabemos ainda o que o Papa nos prepara, mas sem dúvida será uma surpresa e das boas! Longa vida ao Papa!

26 comentários sobre “O Papa poderia preparar uma surpresa para o “mundo católico” que se daria a conhecer na Quinta-feira Santa.

  1. Se essa notícia for mesmo verdadeira e se o Papa fizer isso seria com certeza absoluta a melhor notícia dos últimos quarenta anos e certamente uma das melhores notícia deste início de século. Que Nosso Senhor Jesus Pedro e Paulo defenda o Santo Padre. Assim seja.

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  2. Se o Papa proibir a comunhão na mão (ato sacrílego introduzido ilicitamente pelos modernistas holandeses) será que os padres da Canção Nova vão acatar a ordem “em plena comunhão” com Roma?
    À espada, cruzados!

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  3. Sem criar muitas expectativas, mas com fé em Nosso Senhor, e com o auxílio de Maria Santíssima, a melhor forma de considerar essas notícias de coisas boas, que todavia ainda estão para acontecer, é rezando pelo Papa.

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  4. Aguardemos sem muita expectativa. Nos últimos cinco anos, todas as vezes em que se ouviram rumores de novidades com data marcada vindas de Roma, então sempre se chegava ao dia e nada acontecia…

    De qualquer forma, abolir a maldita prática da comunhão na mão tornaria a missa nova um pouco mais distante do protestantismo! É para se festejar!!! É um argumento a menos para podermos criticar, graças a Deus! Porque se for às custas de consertar as coisas, eu adoraria que retirassem todos os meus argumentos…

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  5. Esperamos sempre por isso, mas depois vem a frustração. Espero que dessa vez seja verdade. Viva o Santo Padre por tudo que já nos devolveu. A Missa e a fé!

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  6. Se isso acontecer será um grande sinal daquilo que é a vontade de Deus para a Igreja – mesmo que isto não aconteça agora eu creio que a tendencia é que caminhemos neste sentido.
    A liberação da missa antiga não foi sem razão, a mão de Deus está por trás disso , ele não abandona a Igreja.
    A restauração da fé , da liturgia , da tradição católica acontecerá mesmo com toda a oposição progressista dentro da Igreja.

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  7. São duas excelentes notícias! Queira Deus que as duas possam ser colacadas em prática, mas como disse o Sr. Bruno Santana, criam-se expectativas que posteriormente nos frustram… Entretanto, abolir a comunhão na mão seria uma forma de “enriquecer” a Missa Nova, sendo que celebrar a Missa Tridentina fortaleceria e, certamente, animaria a ala tradicional da Igreja, principalmente os padres que são “proibidos” de celebrarem a missa no “rito extraordinário”. Ambas notícias, no entanto, chocariam os modernistas…
    Que Nossa Senhora acompanhe cada passo seguro do Santo Padre, Bento XVI!

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  8. “in cena Domini” Gostaria de esclarecimento sobre osentrido desta expressão. Como seria esta missa e por que ela seria tão importante? Seria mais importante do que a supressão da comunhão na mão. Gostaria que mantivessem como os católicos orientais a comunhão sob as duas espécies para todos. Infelizmente quando há, (E em muitas missas do rito ordinário que fui há sempre) dão a comunhão sob as duas espécies para os ministros, eles mesmos se servindo e a religiosos e sob uma unica espécie ao povo, fazendo distinção que eles mesmos tanto criticam, embora saiba, claro que Jesus está inteiro sob cada uma das espécies. Mas para que esta distinção?

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  9. Prezado Francisco,

    Na quinta-feira santa renovam-se as promessas formuladas no dia da ordenação sacerdotal e benzem-se os óleos dos catecúmenos, dos enfermos e o sagrado Crisma. Durante a Missa “in Cena Domini”, a comunidade cristã revive o que sucedeu na Última Ceia. Segundo o artigo o Papa poderia celebrar no Rito Tridentino.

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  10. Sr. Francisco,
    Em relação a sua outra dúvida sobre a distribuição da Comunhão em duas espécies durante muito tempo a Igreja admitiu a comunhão em duas espécies aos fiéis. Mas esta prática trazia um grande problema, que era a facilidade com que gotas do Sangue de Nosso Senhor fossem derramadas durante a administração da Comunhão. Este derramamento constitui um grave desrespeito para com Cristo. Assim a Igreja, conduzida pelo Espírito Santo, sabiamente interditou a comunhão em duas espécies aos fiéis, para evitar que partículas do Sangue de Nosso Senhor fossem derramadas desnecessariamente, pois uma pessoa não precisa receber a ambas as espécies para receber a Nosso Senhor inteiramente.

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  11. Concordo plenamente. A questão é em relação a se conceder a comunhão sob duas espécies na missa apenas a um grupo de pessoas. Em ordenações a familia do padre, em casamento aos noivos, em renovação de votos ao religiosos e etc. Agora estão indo alem das orientações do missal romano. Dão a comunhão sob as duas especies e como os ministros servindo-se para ministros da comunhão. Vejo o rito bizantino (Igreja melquita) como mais coerente. Todos comungam sob as duas espécies e não ha o perigo ode de derramar o sangue de Cristo pis se usa patena e é por intuição e alem disso é só na boca. Creio que o rito latina ao conceder a comunhão apenas sob a espécies do pão quis distinguir mais o sacerdócio ministerial do padre que age in persona Christi manifestando assim o que Cristo fez na ultima ceia ao suar pão e vinho para acentuar o sacrifico. Neste aspecto o rito é também coerente, pois em nenhum caso admite exceções para duas espécies, criando suspeitas de o grupo que comungou sob as duas recebeu mais ou ficou mais próximo do padre, com ose fosse quase um com-celebrante.

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  12. O melhor mesmo seria decretar o fim da “communicatio in sacris”, mil vezes pior, mais sacrílega e herética que a comunhão na mão e o próprio rito moderno da missa. Mas acho que estamos muito longe de alcançar essa graça.
    João

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  13. Prezado Francisco,
    Além do que disse o Christiano, mais importante que isso é o que di o Catecismo Maior de São Pio X:” Tanto na hóstia como no cálice está Jesus Cristo to inteiro porque Ele está na Eucaristia vivo e imortal como no Céu; por isso, onde está seu corpo, está também seu Sangue, a sua Alma e a sua Divindade; e, onde está o seu Sangue, está também o seu Corpo, a sua Alma e a sua Divindade, pois tudo isso é inseparável em Jesus Cristo.” Eis o melhor motivo para não ser necessário a comunhão sob as duas espécies. E os que fazem de forma diferente estão errados.

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  14. Sr. João Costa,
    O senhor poderia esclarecer porque a “communicatio in sacris” é mil vezes pior, mais sacrílega e herética que a comunhão na mão… Obrigado.

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  15. Sempre lembrando que, como Nosso Senhor está 100% presente em cada partícula, então não há prejuizo algum em receber a comunhão só sob uma espécie.

    Além do mais, é muito salutar receber a Comunhão apenas sob uma espécie reservando a consumição de todas as aparências restantes de pão e vinho pelo sacerdote.

    1) Porque é um costume latino
    2) Porque no passado a Igreja entrou em grandes guerras por causa deste “detalhe”. Os protestantes e os hussitas da Boêmia moveram verdadeiras guerras, onde muitos morreram, porque queriam que a Comunhão passasse a ser concedida em duas espécies, coisa que sempre foi rejeitada.

    Sempre, exceto nesses tempos escandalosos onde vivemos, onde a Santa Sé pareceu se achar no dever de contrariar tudo o que sempre defendeu.

    Bem, não sejamos mais protestantes que os protestantes, nem mais hussitas do que o hussitas, ao reivindicar o mesmo que esses hereges.

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  16. Encontrei uma definição buscando no google:
    “This is also known as Intercommunion, that is the sharing of Holy Communion with someone who is not a part of your Church”

    Ou seja, dar comunhão para não católicos.

    Não coloquei o link porque parece que o site que tem essa informação é sede-vacantista.

    Salve Maria!

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  17. Prezados.
    “Communicatio in sacris” é ter em comum as coisas sagradas, os sacramentos, orações, o serviço religioso.
    Em Portugal, na semana de oração pela unidade dos cristãos (em si uma coisa boa, instituída por Leão XIII) houve verdadeira “orgia religiosa”, sob o patrocínio da autoridade eclesiástica. Não só cristãos participaram, mas judeus, muçulmanos etc e trocaram entre si orações. Um judeu ofercia a um cristão um oração da sua religião e recebia a de um muçulmano e assim sucessivamente. Um escândalo que só conduz à ruína geral. Isso tem de acabar, mas estamos longe, infelizmente. E João Paulo II tem muita culpa por esse desastre incalculável
    João

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  18. Sr. João,
    Realmente é lamentável o que aconteceu em Portugal essa “orgia religiosa” só escandaliza e nunca seria possível acontecer antes do concílio vaticano II. E lembrando que foi o ecumenismo quem abafou o pedido de consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.

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  19. Bem, não sejamos mais protestantes que os protestantes, nem mais hussitas do que o hussitas, ao reivindicar o mesmo que esses hereges.

    Bruno Luís Santana
    fevereiro 25, 2010 em 4:16 pm
    Só esclarecendo que os ritos orientais católicos das igrejas unidas a roma (Liturgia Byzantina) concedem a comunhão sob as duas espécies PARA TODOS e não são protestantes. Perigo maior e conceder sob duas epecieis a um grupo restrito na missa, pois isto daria a entender que um grupo é mais importante que outro que o outr ou recebeu mais, pois nem todos e hoje principalmente hoje conhecem o catecismo de São Pio X e nem mesmo atual.

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  20. Lógico, me referi à Comunhão sob as duas espécies em relação à Tradição Ocidental da Igreja Católica Apostólica de rito latino. O costume da comunhão sob duas espécies em nosso contexto nasceu principalmente de grupos de dissidentes da religião…

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