A Catedral de Notre-Dame de Paris não é uma sinagoga nem um templo maçônico.

Cerca de cinquenta jovens católicos procedentes dos movimentos Civitas, MJCF (Movimento da Juventude Católica da França) e  Jovens de Saint-Nicolas [du Chardonnet], impediram a realização da conferência de Quaresma (!) do rabino Krygier na nave da catedral parisiense de Notre-Dame.

Antes mesmo que o rabino pudesse tomar a palavra no domingo, 21 de março, em Notre-Dame de Paris, e enquanto o Cardeal André Vingt-Trois concluía a sua introdução, um dos manifestantes se levantou e propôs a recitação de um Terço em “reparação a este escândalo”.

Após o início da oração, as autoridades pediram aos jovens que se calassem e o som do órgão se sobrepôs à voz dos jovens. Eles entregaram também folhetos explicando sua ação aos presentes. Mons. Jacquin, reitor da catedral, chegou ao ponto de ameçar uma senhora de colocá-la fora da igreja à força.

Tratava-se do primeiro discurso de um rabino na catedral em toda a História.

Após alguns minutos de interrupção, a conferência foi reiniciada com o rabino pronunciando seu discurso na sacristia, ao lado do cardeal, enquanto os fiéis que recitavam o Terço eram convidados a deixar o local pelo serviço de segurança. Ao sair, cantavam “Christus Vincit” e o famoso canto composto por São Luis Maria Grignon de Montfort “Vive Jésus, Vive Sa Croix”.

Os jovens continuaram seu Terço do lado de fora da catedral em reparação e pela conversão dos judeus. Ao fim do evento, os jovens tentaram exibir uma bandeira com os dizeres: “Notre Dame não é uma sinagoga”, mas foram impedidos pelos policiais.

O superior do Distrito da França da Fraternidade São Pio X, Pe. Régis de Cacqueray, ao felicitar os jovens pela iniciativa, afirmou: “A catedral de Paris não é uma sinagoga nem um templo maçônico”.

A conferência fazia parte da série “Vaticano II, uma bússola para o nosso tempo”, promovida pelo Cardeal Vingt-Trois durante a Quaresma. A iniciativa busca expressar a adesão do episcopado francês, do qual o Cardeal é presidente, ao Concílio Vaticano II e suas reformas em um período em que este se vê contestado e que a discussão de seus documentos é oficializada por Roma.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

35 Comentários to “A Catedral de Notre-Dame de Paris não é uma sinagoga nem um templo maçônico.”

  1. Glória Tibe Domine !!! Por essa ação dos jovens franceses, parabens a eles por essa iniciativa e serem fiéis a Palavra de Nosso Senhor: ” Minha Casa é Casa de oração…” e não um antro para encontros com hereges e pérfidos. Aos jovens brasileiros serve o exemplo de fidelidade, de perseverança e dignidade pela verdadeira luta pelo Reino de Deus, pela Glorificação de Nosso Senhor e pela propagação da única fé que salva a Católica.

  2. UMA ATITUDE LOUVAVEL QUE DEVE SER EXEMPLO PARA TODOS OS CATÓLICOS,ESSES ENCONTROS ECUMENICOS SÃO OBRA DE SATANAS, VIVA O PAPA BENTO XVI VIVA A IGREJA CATÓLICA.

  3. Deus seja louvado por essa atitude corajosa dos jovens franceses. Mons. Lefebvre interceda por nós, para que essa resistência cresça. Que o Papa Bento XVI se convença do erro de querer “dar uma no cravo e outra na ferradura”. Que ele exerça sua autoridade impedindo que uma abominação como essa de Paris se repita. Abaixo o Vaticano II, conciliábulo satânico e maçônico! Que João Paulo II, com seu herético espírito de Assis, seja anatematizado para glória do Deus Uno e Trino e para salvação das almas.

  4. “A conferência fazia parte da série “Vaticano II, uma bússola para o nosso tempo”,”
    uma bússola quebrada que aponta sempre para o sul.
    Parabéns aos jovens que enfrentaram a hierarquia podre da Igreja da França.

  5. Salve Maria!

    Parabens ao bom exemplo destes jovens católicos, que servem de exemplo a todos, inclusive, aos padres e bispos! Vale ressaltar, para quem não sabe que estes jovens são fiéis da FSSPX em Paris.

    U.I.O.G.D.

  6. Os cruzados ainda existem…

  7. Valentes jovens! Deus lo vult! Deo gratias!

    Verdadeiros cruzados do séc. XXI, e que cada vez são mais precisos…

    Viva a Santa Igreja! Viva o Santo Padre!

  8. Santa Inveja…

  9. CHEGA DE PALAVRAS.
    Uno-me aos jovens franceses da MJCF para começar uma séria de AÇÕES CONCRETAS AQUI NO BRASIL a fim de pressionar os bispos locais para o cumprimento das diretrizes de Roma.
    Passo 1: Oração do terço em locais públicos pedindo pelas vocações sacerdotais e santificação do clero;
    Passo 2: abaixo assinado em nível nacional para a CNBB
    -pela implementação do termo “pro multis” no lugar de “por todos”;
    -pela formulação de novas diretrizes nos seminários para ensino da liturgia tradicional;
    -pela mudança de enfoque nos temas abordados pelas campanhas da fraternidade abordando temas tradicionais como Inferno, Pecado, Púrgatório, Sacramentos, Juízo Final etc
    -formação de uma caravana católica até Brasília-DF mobilizando jovens do Brasil inteiro para audiência com o Presidente Da CNBB e entrega deste abaixo assinado;
    – Elaboração de um vídeo sobre o evento encaminhando uma cópia para o Papa e para a Comissão Eclesia Dei.

    Obs. Não posso liderar este moviemnto, mas desde já me coloco disponível para apoiar ativa e financeiramente todas estas iniciativas.
    Christus Vincit.

  10. Que a Cruz do Senhor seja sempre a luz destes jovens e que Deus os Abençoe.
    E Sobre aquilo que a Ana Maria Nunes postou.
    Não sei o que dizer. ESTAMOS NO PERIODO DIFICIL.

    Mas duas coisas me confortão.

    Primeira: Na Santa Palavra diz assim:
    -Havera um Resto.
    A segunda é aquela promessa que Nossa Senhora fez em Fatima dizendo:
    E por fim o meu Imaculado Coração Triunfará.

    Que Deus nos Abençoe e Tenha piedade de nos pecadores.
    Todos somos indignos porem buscamos a Santidade, coitado daquele que não busca.

    Pax

  11. Efetivamente existe uma guerra em curso. Uma lástima que o Episcopado da “filha primogênita” da Igreja se encontre em tal situação. A França Católica, de incontáveis santos e santas, hoje se encontra de joelhos por obra de seus próprios Bispos. Rezemos para que o Papa Bento XVI tenha a fortaleza do Bom Pastor para enfrentar, golpear e expulsar esses lobos.

  12. Deplorável!
    A conversação dos judeus é inevitável.
    Estamos no final dos tempos.
    Já existem mais de duzentos mil judeus “messiânicos” em Israel que são perseguidos pelos judeus ortodoxos.Por que não acolhê-los?
    Esquecemos que Jesus e Maria são judeus.
    Jesus provavelmente estudou com os melhores rabinos de seu tempo pois sabia ler e escrever.Assim como São Paulo estudou com Gamaliel.
    Quanto ao CVII, realmente foi idealizados por maçons.
    Mas daí a comparar o judaísmo com a maçonaria é o mesmo que dizer que nosso Deus Yahuweh, que se revelou aos patríarcas bíblicos e elegeu Israel como seu povo escolhido é comparável a Lúcifer e Zabulon príncipes da maçonaria.
    Que Nosso Senhor Jesus Cristo perdõe a ignorância e intransigência juvenil.
    Pobre Santo Padre que é sempre bem recebido nas sinagogas.Deve estar muito envergonhado com a atitude destes jovens.
    In baculo cruce et in virga Virgine.

  13. Formidável!!! Deus abençõe esses jovens que lutam contra esses tipo de sacrilégio!!!
    Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

  14. Excelente idéia do Cleir, seria interessante discutir melhor uma forma para realmente se colocar em prática, nosso país é muito grande e, se nos mobilizarmos, certamente NSJC triunfará!
    Salve Maria Mãe do Meu Salvador!

  15. Sra. Carmem,

    o diálogo que não busca converter é fruto do CVII – e é dessa postura que nascem esses encontros. Não é para estudar as Escrituras e provar que Nosso Senhor é o Messias prometido. Não é para lembrar-lhes que “Aqui está alguém maior do que Abraão!”

    Após a Ascensão, é facilmente percebível que Nossa Senhora dedicou-se ao florescimento da Igreja nascente; e os apóstolos, após o Concílio de Jerusalém, romperam definitivamente com o Templo. O cristianismo é a continuação do judaísmo, que não foi aquele pregado pelos fariseus e saduceus, obviamente, que já tinha se desviado abruptamente da Lei de Moisés – que foi suplantada pelo Talmud e pela Zohar. Esse “judaísmo” foi condenado por Nosso Senhor, pois desviava do caminho de Deus e não cumpria o papel PREPARATÓRIO da religião judaica.

    Mas era necessário que Ele fosse entregue na Cruz, por aqueles que deveriam ter-Lhe reconhecido a Realeza. Como hoje, a Igreja vive a sua Paixão, e é entregue aos tribunais pagãos por aqueles que deveriam defendê-la. Esses jovens fizeram como Simão de Cirene e Verônica; que na sua pequenez, aliviaram um pouco a dor da Igreja…

    Se existem judeus que começam a pender para Nosso Senhor, desejamos que a Graça lhes converta definitivamente. Se não precisassem tornar-se cristãos, os Apóstolos não teriam arrebanhado muitos deles para o cristianismo – e a Igreja não teria tentado, incansavelmente, ao longo dos séculos, convertê-los.

    Todos – judeus, protestantes, muçulmanos, ateus e maçons – precisam se converter e reconhecer a Cristo e Sua Única Igreja, com perigo de perder-se eternamente.

    Precisamos nós, também, de conversão diária, pois se estamos de pé, é pela Graça.

  16. Concoro com o André em tudo.
    A franco-maçonaria e a Sinagoga não são opostas!

    Quanto a ação concreta dos jovens no Brasil, haveria de se discutir outros pontos. Por exemplo: quem se habilitaria a protestar a respeito do “PRO MULTIS”?

    Pedir que se ponha “Por muitos” no lugar de “Por todos” não é aderir à Missa Nova?

    Logico que uma tradução mais condizente com a realidade seria menos mal do que a vigente… Mas isso dividiria certamente as forças. Eu mesmo não aceito a Missa Nova. Como é que vou fazer lobby para reformá-la, se a mesma missa foi concebida humanamente, sob um contexto vil, e mesmo os cardeais Ottavianni e Bacci demonstraram que ela é falha em si mesma (nem me refiro ao descumprimento das rubricas, mas à simples estrutura)?

    Quanto a falar com a CNBB, também deveria haver um extremo critério, pois não se pode em momento algum parecer que a CNBB constitui uma instância possuidora de autoridade. A CNBB não passa de um clube de bispos com ares de grandeza.

    Penso que seria muito bom inquirir dos padres da FSSPX ou amigos da mesma sobre o que fazem os católicos na França, e mesmo nos EUA onde eles são de longe muito mais ativos do que nós (embora geralmente não se registrem conflitos neste sentido, como no caso da furia dos paroquianos pela expulsão do pároco tradicional num lugarejo da França).

  17. Gostaria apenas de lembrar que Bento XVI foi o primeiro Papa a chamar um RABINO para pregar no Sínodo dos bispos. E o rabino ainda falou mal de Pio XII. Isso ocorreu em 2008.

    Parabéns aos jovens franceses!

  18. Bruno,
    também estou de acordo com você no sentido de que não devemos dar crédito à Missa Nova nem a CNBB.
    Mas pressionar a CNBB para o bom cumprimento das rubricas da Missa Nova não implica necessariamente em aceitar o Rito Novo como legítimo.
    Prova disso é o próprio Bento XVI que reza missa nova e nem por isso, deixa de considerá-la como uma liturgia “fabricada”, “degenerada em show”.
    O que se busca com este movimento é FAZER PRESSÃO SOBRE A CNBB, mostrá-la que os leigos não aceitam suas arbitrariedades passivamente; coibir seus abusos através da MOBILIZAÇÃO NACIONAL; intimidá-la; forçá-la a obedecer as ordens de Roma.
    É certo que não devemos obediência a CNBB, porque Cristo fundou a Igreja, não a CNBB.
    Mas ela é a autoridade eclesiática nacional de fato (não de direito) que manda no Brasil.
    Fingir que ela não existe é pior.
    Significa dar as costas para o lobo que ataca o rebanho. Mais sensato seria domar o lobo para fazê-lo obedecer o pastor.
    Ao mesmo tempo, devemos lembrar que o Papa precisa do apoio dos leigos em seu projeto de restauração. Ele precisa deste feed-back para animá-lo, para encorajá-lo, para ver que não está sozinho.
    Assim como nós queremos ver de bento XVI ações concretas, também ele espera de nós atos concretos que o apoiem em meio a esta tremenda crise.

  19. CONCORDO!
    Concordo com o Cleir e com essa iniciativa… Estou “dentro”, acreditoque devemos começar a discutí-la!

  20. ñ se pode misturar “gregos com troianos”. podemos respeitar o que os outros são mas não meter crupos religiosas num templo católicos. seá que esses grupos aceitariam que os católcios entrecem nos seus templos?
    ser ou ñ ser, eis a questão…

  21. Concordo com o Cleir.

    Se quiserem mobilizar-se, estou disposto. Por que não fazemos uma lista com os interessados?

  22. Veja bem, Cleir, ficaria implícito que aceitamos a Missa Nova, caso a mesma seja obedecida em suas rubricas. De outra maneira, como se justificaria o fato de pregarmos o cancelamento deste produto humano, e ao mesmo tempo exigirmos sua melhoria? Ou se prega a existência deste rito antropocêntrico em sua versão “bem celebrada”, como aspiram os neo-conservadores e tradicionalistas “juramentados”, ou se parte para o combate puro e simples da missa, como a FSSPX faz, caso lembremos de artigos de padres, como Álvaro Calderón…

    Quanto a CNBB, aí talvez possa se chegar a uma atitude comum, mas reitero, com muito critério, para evitar equívocos, e para que todos saibam exatamente o que se reivindica, e o que traduz fielmente o pensamento dos “amotinados”.

    Já pensou? “existe um grupo protestando contra a missa nova e a CNBB… Provavelmente se contentariam com uma missa nova, pois gostam da antiga, mas não desejariam a reforma da nova, a não ser que a aceitem. E querem o fim da CNBB, mas recorrem a ela para deixar a pauta de suas reivindicações, ou seja, aceitam sua autoridade”

    Entende? As coisas devem ser feitas de forma a deixar tudo bem claro, e não transformar os pensamentos acima em munição para que os conciliares não nos caricaturem como caóticos e confusos, como se fôssemos rebeldes sem causa.

  23. Senhor Cleir, estou realmente animada com essa sua idéia, acredito que muitos jovens concordarão em aderir a esse movimento.

    Acredito que esse caminho é bem interessante, sobretudo no sentido de apoiar concretamente Bento XVI.

    Acredito, ainda, que é importantissimo nos orientarmos com os padres da FSSPX que são muito sensatos.

    Peço a gentileza de entrar em contato comigo, meu email é: carlinha_robertad@hotmail.com

    Salve Maria!

  24. São católicos de verdade!

  25. Caros Cleir e Bruno,

    História que ouvi sobre um certo monge, confirmada por este na minha presença:

    Esse monge, de ordem franciscano, após o Motu Próprio que liberou a Missa Tridentina, celebrou-a sem pedir autorização ao bispo. O prelado, sabendo disso, mandou-o chamar e deu-lhe um pito daqueles; além disso, como era de esperar, proibiu-o de celebrar a Missa de S. Pio V. Argumentou o monge: “Mas o Papa permitiu que se celebrasse a Missa Tridentina livremente, independente da permissão do bispo”. Contraveio o bispo: “O PAPA MANDA LÁ EM ROMA, AQUI QUEM MANDA É A CNBB!”

  26. prezado luiz fransciscano não é monge, é frade.

  27. Sr. Bruno e Sra. Carla,
    só agora pude ler o seu último post. Suas palavras são muito sensatas e equilibradas. É disso que precisamos neste momento.
    Mas a prudência não nos exime de agir. Exige apenas ponderarmos nossas ações.
    Poderemos conversar depois em particular sobre o assunto.
    Sra. Carla, vou entrar em contato com a Senhora em breve.
    Salve Maria.

  28. e enquanto isso muçulmanos, e chineses comunistas estão dominando o mundo… num plano claramente orquestrado para obterem a hegemonia mundial… estudos estratégicos já apontam o grande embate do século XXI entre muçulmanos e chineses pelo controle global.
    mas ninguém quer ver ou finge que não vê

  29. Caro Italo, concordo, os comunas chineses e os muçulmanos são os jogadores mais poderosos e preparados. A Rússia para a China, me parece, vai servir apenas como escada, que logo depois deve ser absorvida pelos chineses. Aí eu vejo a necessidade urgente da Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, antes que a coisa fique pior. Os chineses parecem ter a paciência e estratégia do jogador de xadrez. Sei pouco a respeito; acompanho as opiniões do Olavo de Carvalho e do Jefrey Niquist, somente.

  30. Obrigada Sr Cleir, aguardarei o contato.
    Salve Maria!!! Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

  31. Essa história que o Luís contou é muito triste, pois mostra a realidade de tantos padres fiéis que se deparam com bispos hostis, e muitas vezes se acovardam…
    Não estou dizendo ser esse o caso do frade franciscano. Mas quantos e quantos, diante da hostilidade episcopal, não reconsideraram e deixaram a Missa para lá?

    Que essa atitude covarde não se repita por aqui, da parte de nenhum padre ou seminarista, mas que ajam sempre espertos e prudentes. Se eu fosse um sacerdote, rezaria a Missa Verdadeira com muitos anos de antecedência, e quem não gostasse que me desse uma solução para desmentir a Bula de São Pio V… Mas esse sou eu, com meu pavio curto… Não desencorajo ninguém a fazer igual. Mas também não recomendo…

    Prezado Cleir,
    Compartilho igualmente de sua idéia. A divergência que tivemos foi de fundo estratégico, somente. E lógico, todos nós sabemos que qualquer movimento que façamos pressupõe muita oração e muita resignação à vontade de Deus, que pode ser, mas também pode não ser a nossa…
    E concordo também que a prudência não exclui a ação.

  32. Era bom ver ver mais vezes os jovens (como eu) lutar pela defesa do catolicismo como estes fizeram… Mas jovens destes são raros…

  33. Cleir estou contigo por amor a Cristo!

    Eu também como tantos aqui estou cansado de tantas ofensas a Nosso Senhor , aos seus sacramentos , a sua doutrina , etc.

    Entre em contato:rafadominus@yahoo.com.br

  34. A conversação dos judeus se dará no final dos tempos como afirmam as escrituras.
    Ainda bem que o jovem abaixo não foi agredido por jovens intransigentes:

    Nossa Senhora do Milagre – Padroeira da Ordem dos Mínimos
    No dia 20 de janeiro de 1842, um acontecimento memorável se deu em Roma, na bela igreja da Ordem dos Mínimos, S. André Delle Fratte, situada perto da praça de Espanha. Um jovem judeu, de 27 anos, de Estrasburgo, entrou nesta igreja pelo meio dia. Para esperar por alguns instantes um amigo católico, ele ficou de pé, perto da porta. De repente sua vista se embaça, uma força irresistível o arrasta e o lança de joelhos aos pés do altar do arcanjo S. Miguel, patrono da Ordem dos Mínimos, situado à esquerda na igreja, a pouca distância da entrada. Lá, em cima do altar, a VIRGEM MARIA se mostrou a ele, numa luz brilhante, cheia de majestade e doçura. De suas mãos estendidas, como a representa a Medalha Milagrosa, raios desciam de suas mãos. O jovem Afonso contemplou um instante a maravilhosa visão, mas não pode suportar o brilho. Logo tudo desapareceu, rapidamente.

    Afonso Ratisbonne estava transformado, com o rosto em lágrimas, sacudido por uma emoção profunda, incapaz de exprimir. Balbuciava: “…eu a vi …eu a vi …agora que eu a vi… conduze-me a um padre.”

    Depois de um breve retiro, meditação e oração, Afonso Ratisbonne foi solenemente batizado em Roma, no dia 31 de janeiro de 1842, e quis receber o nome de Maria: Afonso Maria Ratisbonne.

    Pode-se adivinhar a impressão profunda que causou no mundo católico a repentina conversão deste jovem judeu. Tanto que a Igreja não tardou a declarar, após uma pesquisa canônica exigente, que a conversão de Afonso foi um milagre obtido pela intercessão da bem aventurada Virgem Maria. A imagem da Virgem que converteu A. Ratisbonne foi denominada NOSSA SENHORA DO MILAGRE, hoje padroeira da Ordem dos Mínimos.