Good bye, Kasper!

O Santo Padre nomeou Dom Kurt Koch, até agora bispo da Basiléia, para subtituir o Cardeal Walter Kasper na chefia do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Mais um rumor — este, desde fevereiro — confirmado.

10 Comentários to “Good bye, Kasper!”

  1. Kasper… Já vai muuuuito tarde!

  2. Kasper, o cardeal camarada, não deixará saudades.
    Espero que o papa continue com a “limpeza”.

  3. Creolina nele(s)!!!!

  4. Eu acho que trocaram seis por meia-duzia!

    Dom Kurt Koch parece que irá seguir a linha de Dom Kasper.

  5. E o que será do Cardeal Kasper? Terminará seus dias rezando pela unidade da Igreja num mosteiro? Pra onde ele vai?

  6. Otima nomeação! Para refrescar a memória, um texto do Bispo de Basileia, publicado na Casa de Sarto:

    Os incondicionais da aceitação do Vaticano II são assim tão incondicionais?
    Monsenhor Kurt Koch, bispo de Basileia, Suíça, publicou recentemente no sítio da diocese que chefia o texto abaixo transcrito, cujo teor não sufrago por inteiro, mas que nem por isso deixa de ser muito interessante, e que apresento agora aos meus leitores em tradução efectuada pelo blogue “La Buhardilla de Jerónimo”. Nele, o prelado helvético denuncia a falta de honestidade moral de muitos dos supostos incondicionais da aceitação do Vaticano II, os quais afinal não são assim tão incondicionais quanto isso. Que bom seria que um bispo português, ao menos, também dissesse coisas destas! Os destaques infra são meus.

    ¿Qué me impulsa?

    ¡Más honestidad, por favor!

    En las últimas semanas muchos periodistas, y también algunos clérigos, han expresado sus opiniones sobre el Papa Benedicto. Opiniones que contienen muchas medias verdades, falsedades y calumnias. La peor acusación afirma que el Papa desea retornar a un pasado anterior al Concilio Vaticano II. Esta acusación es la peor porque implica que la persona misma que posee la autoridad de enseñar a la Iglesia universal estaría trabajando para minar la autoridad del Concilio. Tal veredicto estaría, sin embargo, completamente errado. De hecho, como joven teólogo, Benedicto XVI, contribuyó mucho dentro del concilio. Quienquiera que busque comprender hoy al Papa, no sólo a través de los medios, sino leyendo lo que él escribe, llegará a la conclusión de que ha orientado todo su magisterio según el Concilio. ¿Cómo debemos entender entonces la acusación?

    Mucha gente ha firmado una petición de incondicional aceptación del Concilio. De entrada, la expresión “incondicional aceptación” me irrita porque no sé de nadie – incluido yo mismo – a quien se pueda aplicar esto. Unos pocos ejemplos, arbitrariamente elegidos, serán suficientes:

    -El Concilio no abolió el Latín en la liturgia. Por el contrario, -enfatiza que en el Rito Romano, salvo casos excepcionales, el uso de la lengua latina debe ser mantenido. ¿Quién entre los ruidosos defensores del Concilio desea una “incondicional aceptación” de esto?

    -El Concilio declara que la Iglesia considera el Canto Gregoriano como la “música propia del Rito Romano” y que, por lo tanto, a ésta debe “darse el primer puesto”. ¿En cuántas parroquias es implementado esto “sin condiciones”?

    – El Concilio pidió expresamente que las autoridades gubernamentales cedieran voluntariamente aquellos derechos de participación en la selección de obispos que surgieron en el transcurso del tiempo. ¿Qué defensor del Concilio se ha dedicado “incondicionalmente” a esto?

    – El Concilio describe la naturaleza fundamental de la liturgia como la celebración del misterio pascual y el sacrificio eucarístico como “la compleción de la obra de nuestra salvación” ¿Cómo puede conciliarse eso con mi experiencia, vivida en muchas parroquias diferentes, de que el sentido sacrificial de la Misa ha sido completamente eliminado del lenguaje litúrgico y la Misa es ahora entendida sólo como una comida o “fracción del pan”? ¿De qué manera puede uno justificar este cambio profundo basándose en el Concilio?

    – A ningún oficio eclesiástico fue dada tanta importancia en el Concilio como al del obispo. Entonces, ¿cómo podemos entender la gran disminución de este oficio de la Iglesia en Suiza, justificada en referencia al Concilio? ¿Será, por ejemplo, cuando Hans Kung niega completamente la autoridad de enseñar de los obispos, permitiéndoles solamente el oficio de conducción pastoral?

    No sería difícil alargar esta letanía. Aún así, ha de ser obvio por qué demando más honestidad en el presente debate sobre el Concilio. En vez de acusar a otros, incluso al Papa, de desear volver a un pasado anterior al Concilio, habría que aconsejar a todos estudiar sus libros y volver a examinar su posición sobre el Concilio. Porque no todo lo que fue dicho y hecho después del Concilio, fue llevado a cabo en concordancia con el mismo –y esto se aplica también a la diócesis de Basilea. En todo caso, las últimas semanas me han mostrado que un problema primordial de la situación actual ha sido un muy pobre y, en parte, un muy unilateral entendimiento y aceptación del Concilio, incluso por parte de los católicos que lo defienden “incondicionalmente”. En este sentido todos nosotros –una vez más me incluyo- tenemos mucho por hacer. Por lo tanto, nuevamente repito mi pedido urgente: ¡Más honestidad, por favor!

    + Kurt Koch
    Obispo de Basilea

  7. Bom retiro… Kasper…

    Vá em paz e não volte mais…

    Tantos encontros, tantas reuniões, tantas visitas, sem nenhuma conversão à fé católica e divina…

    O objetivo do verdadeiro ecumenismo do Vat II, não é a volta dos dissidentes, ou como João XXIII os chamou, “irmãos separados” ao seio da Igreja católica?

    Mas, pelo que sei, jamais foi esse o objetivo e nem a prática de Kasper…

    Onde Kasper colocou a “Unitatis Reidintegratio”?

    É como disse um perito conciliar: “coloquemos textos ambíguos no Concílio, depois tirarão a consequência”…

    Continuemos a fazer concessões aos nossos “irmãos separados”, escondendo nossas imagens e orações, quandos estes vêm às nossas Igrejas para “ORAR” juntos…

    Não falemos em Maria, ela é causa de divisão…

    Mudemos a letra do Pai nosso, para agradar aos mesmos…

    E com isso, os católicos saem em debandada, em massa, para as seitas de fundo de quintal…

    É esse o fruto de 40 anos de ecumenismo???

    Houve até um padre que, numa reunião, na preparação do Jubileu do ano 2000, criticou João Paulo II, dizendo que o jubileu estava muiiiito Cristocêntrico!!
    E Buda? E Maomé? E Lutero? E os outros reformadores( prefiro chamar destruidores) da Reforma, ou melhor, da destruição protestante? Onde ficam? Perguntou esse padre…

    Vá em paz Kasper…

    Fique tranquilo…

    Sua missão, e que missão…. foi cumprida, ou melhor, pra ser honesto, compriiiiiidaaaa!!!!!!

  8. Engraçado, todo cardeal que o Santo Padre troca tem algum defeito para algumas pessoas… Acho difícil conseguirmos um santo para os “cargos” da Sé Apostólica.

  9. Defeitos…

    Todos nós temos, e não poucos, também o Santo Padre.

    “Quem não tiver pecado atire a primeira pedra”.

    Não se trata de conseguir um santo para nenhum cargo ou Dicastério da Santa Sé.

    A questão é quando, além de nossos pecados e defeitos, aderimos a alguma heresia, ou mesmo a alguma invencionice deste ou daquele teólogo(a) e, desgraçadamente, a impomos e propalamos, como doutrina da Igreja e pior, em nome do Vat II, que é tido, por alguns, mais católicos que o Papa, como responsável por toda e qualquer balbúrdia e, mesmo heresia, que se ensina hoje na Igreja…

    Não julgamos nem, muito menos, condenamos a consciência de ninguém, quem somos nós pra isso?

    Lamentamos, deploramos, as atitudes e idéias de pessoas, do proprio Magistério que, infelizmente, ensinam e propagam idéias, totalmente contrárias ao próprio Magistério, até heresias…

    Isso sim, é horripilante e é a causa da desordem que impera hoje na Igreja.

  10. Penso que não vai mudar em nada. Sem querer ensinar o Papa a governar a Igreja, o fim não deveria ser somente o de Kasper: esse Pontifício Conselho para a “Unidade” dos Cristãos (ao melhor “estilo CMI”) é que deveria FECHAR. A proposta desse organismo é inútil e acatólica, e quem confessou isto foi o próprio Kasper: “Nosso objetivo não é converter à fé católica”. A ala ecumênica do clero é o apêndice da Igreja – se amputada, não fará falta alguma, e talvez seja bom.
    A não ser que dom Koch seja um “sabotador” nomeado pela astúcia vaticana, que anule os propósitos desse órgão, aí sim seria interessante para céu e terra.