A Igreja do Brasil, ela sim, é quem geme em dores de parto.

Hino da Campanha da Fraternidade 2011 (destaques nossos).

Composição: Pe. José Antônio de Oliveira / Casimiro Nogueira

Cartaz oficial da Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema é: "Fraternidade e a Vida no Planeta".

Cartaz oficial da Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema é: "Fraternidade e a Vida no Planeta".

1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)
Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!
2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.
3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos…
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!

4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro…
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.
5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!
6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação.
(Rm 8,22)

Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!

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35 Responses to “A Igreja do Brasil, ela sim, é quem geme em dores de parto.”

  1. Vai depender só de nós!
    Vai depender só de nós!
    Vejo como muito grave, também estes versos acima. Se vai depender só de nós para que apelar ao Senhor como diz o cântico. Alem disso a criação germe para participar da gloriosa liberdade dos Filhos de Deus como diz São Paulo e a nova terra e o novos céus que esperamos como diz São Pedro em sua carta não se se reduz a proteger o planeta em si mesmo fazendo dos cristãos mais defensores do meio ambiente do que ansiosos pelo reinado de Cristo no mundo e por sua volta gloriosa. Estariam almejando o governo do partido verde ou dos ambientalistas? Isto ficaria bem durante o tempo comum mas em plena quaresma, onde fica a contrição pelos pecados pessoais, o apelo à penitência e à conversão? E a paixão de Cristo onde cabe nesta campanha voltada para o material e endeusamento da natureza?

  2. Que devemos defender o meio ambiente todos sabem, pois é obra da criação de Deus. Mas daí, colocar a “mãe terra” acima dos autênticos valores espirituais da Santa Quaresma já é panteísmo como aquele ecologismo deificado do herege tupiniquim Leonardo Bost…, ou melhor, Boff.

  3. Meu Deus onde vamos parar…

  4. Muito atual o tema da CF do próximo ano. Parabéns à Igreja !

  5. ISSO É UMA VERGONHA DESCARADA!
    A Igreja Católica está em crise por causa do Vaticano II e da Missa Nova e ainda tem CNBB para piorar.

  6. Por que esse pessoal não assume de vez e
    coloca a “Internacional Socialista” ?

    Quem anda morrendo é o Catolicismo, devido esse
    contínuo eco-marxismo, nojento e descarado, despejado
    sobre o povo.

    O que de fato queremos ouvir é sobre o Evangelho
    de Nosso Senhor Jesus Cristo e não essa arenga
    “comunistóide”.

    Abaixo a TL ! Abaixo os eco-comuno-petistas da CNBB !!
    Fora bispos vermelhos ou cor-de-rosa.

    É bom já começarmos a mobilização via internet,
    contra essa campanha (que usurpou a Quaresma).

    “Pau neles” !!!

  7. Devemos é denunciar para a Sagrada Congregação para Doutrina da Fé.
    Denunciemos enquanto é cedo!
    Pode ser que a Sagrada Congegação para a Doutrina da Fé tome alguma atitude contra a vergonhosa Campanha da Fraternidade.

  8. Ridículo!Ridículo!Ridículo! Mil vezes Ridículo! Já mencionei nesta semana no meu twitter (http://twitter.com/freicleiton que vou comentar os crassos erros teológicos deste dito “hino” que até musicalmente falando contém um erro violento de prosódia… Sem contar o panteísmo discarado existente, além de cometer o maior erro teológico possível: dizer que a maior obra de Deus foi a terra e não o homem (cf.: v.2: “Das criaturas todas, a mais linda!”); Isso nega até mesmo a Encarnação do Verbo! É uma heresia antiga e tem nome:Docetismo; sem contar também que dentre as opções do concurso algumas com letras muito belas, foram simplesmente descartadas… para colocar um trash como este…
    E isso tudo porque ainda ouviremos alguns que se dizem “franciscanos” quererem falar de uma “ecologia”… aff… isso é pura “desencarnação”. Não há como haver Cristo sem ser encarnado! Quando dizemos que estão desenterrando, às vezes sorrateiramente, mas, neste caso, escancaradamente, algumas heresias dos primeiros séculos do cristianismo, dizem que somos contra a CNBB… E não é para ser? Como ficarmos ao lado ou a favor de uma instituição ou dos membros da mesma se não faz por onde?!
    O artigo será publicado nas vésperas do Domingo de Ramos (calendário novo) de 2011. Até lá, que o Senhor nos ajude!

  9. Essa musiqueta é um compêndio de heresias…

    E essa campanha é ridícula; agora a nova moda da teologia da libertação é usar a retórica ambientalista para fazer a revolução socialista derrubando o capitalismo “predatório”.

    Caminhamos rumo ao fim , mas não devemos temer pois este fim marcará a vitória final da Santa Igreja Católica.

  10. A CNBB através das cansativas campanhas da Fraternidade prestam um enorme deserviço à evangelização e à salvação das almas dos Brasileiros.Já se defendeu a água, os animais, agora é a “Mãe Terra”…quando vão defender a igreja? Não tem um homem aqui no Brasil para gritar e denúnciar esses absurdos não??
    Eu estou cansado.Eu perco o respeito pela CNBB a cada dia que passa.

  11. O que foi gente? Um hino de grande proveito espiritual para os fiéis no tempo da Quaresma, período de oração, jejum e esmola. Temos que cuidar da Mãe Terra, mãe da humanidade. E claro, evitar o fim do mundo que advirá com o aquecimento global. Não podemos nunca nos esquecer porém de fazer deste mundo mais humano, com liberdade, igualdade, e campanha da fraternidade!

  12. CNBB além de socialista, agora é panteísta. De mal a pior.

  13. Em 2011, AVATAR 2, nas melhores paróquias.

  14. Essa gente n tem noção do que é a dor de parto!

  15. As Conferências Episcopais lembram o esquema das pentárquias oriental (Roma só reconheceu como Sé Patriarcal Alexandria e Antióquia). O pior de tudo é o que tratamento dado por estas conferências, ao Papa e a Sé Romana, chegaram a conclusão de que eles pretenderam ou reduziram a primazia de jurisdição do Papa, apenas em uma primazia de honra. Nosso amigo Roberto presentou nos com o texto intitulado “Sedeocupacionismo desobediente”, mas parece que mesmo que se deseja reduzir a primazia de jurisdição do Papa, a uma primazia de honra.

  16. O tema da fábula da Campanha da Fraternidade está fora de contexto que a Igreja Católica o utiliza, ou seja, no Advento, onde a humanidade chora e geme ansiando a vida do Salvador que vem resgatar do pecado abrindo o céu para a vida eterna. É um roteiro para a vida cristã.

    O contexto da Igreja da CNBB é materialista, esotérico panteísta, etc. menos, católico.

    É só ler o capítulo 8 de S. Paulo aos Romanos.

    PS.: Vamos ver a “ginástica” que os “conservadores” farão para darem uma conotação “tradicional” a esta Campanha da Fraternidade (usando o mesmo material que vem da CNBB: via sacra, cânticos, “celebrações”, etc.).

  17. Antônio, bom comentário! Acho que é hora em falarmos em: “CAMPANHA DA FÁBULA.”

    Fique com Deus.

    Abraço

  18. Gostaria de perguntar aos comentaristas dessa matéria como podemos nos preocupar com a questão ambiental sem cometer heresia, panteísmo e demais observações neste post, contrárias à Campanha da Fraternidade? Sou sacerdote, observo a sã doutrina, celebro os sacramentos como pede a Santa Mãe Igreja, mas me preocupa hoje uma frase Bíblica que está em Gn 2,15: “O Senhor Deus tomou o homem e colocou-o no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo.”

    Cito aqui alguns trechos do Papa sobre a questão:
    “A destruição do ambiente, um uso impróprio ou egoísta do mesmo e a apropriação violenta dos recursos da terra geram lacerações, conflitos e guerras, precisamente porque são fruto de um conceito desumano de desenvolvimento. Com efeito, um desenvolvimento que se limitasse ao aspecto técnico-econômico, descurando a dimensão moral-religiosa, não seria um desenvolvimento humano integral e terminaria, ao ser unilateral, por incentivar as capacidades destruidoras do homem”, avisa o Papa Bento XVI.

    Outro texto:
    Na mensagem para o Dia Mundial da Paz 2008, Bento XVI defende que “a família precisa duma casa, dum ambiente à sua medida onde tecer as próprias relações. No caso da família humana, esta casa é a terra, o ambiente que Deus criador nos deu para que o habitássemos com criati-vidade e responsabilidade”.

    Quero lembrar aqui que não estou concordando ou discordando de questões teológicas. Isso seria outra análise! Só pergunto: como os defensores da fé católica, que criticam a Campanha da Fraternidade, apresentam outro paradigma para vermos as questões sociais! Uma coisa eu sempre defendo, que a Campanha da Fraternidade poderia ser em outro período do Tempo Litúrgico da nossa Igreja! Agora, não preocupar-se com a questão social em que vivemos!?…
    Outro detalhe: não estou analisando o hino da Campanha, hein! Só quero uma resposta, se possível, sem ofensas nem frases adjetivas à minha pessoa (Art. V da Const. Fed.).
    Aguardo respostas educadas e objetivas à minha pergunta!
    Saudações em Cristo Bom Pastor!

  19. Olá Pe Cassio. Sou Rafael – leigo.
    Ninguém ou quase ninguém está falando – pelo o que entendi -, que a Igreja não deve se preocupar com temas como o meio ambiente, Economia, Violência entre outros.
    O problema é o momento e principalmente a forma que a Igreja trata desses temas aqui no Brasil. Tem gente hoje que pensa que os tempos Litúrgicos da Igreja são Advento, Tempo do Natal, Tempo Comum, FRATERNIDADE e Tempo Pascal.
    Temos deixado de lado o tempo de reflexão penitencial que é tão rico nos oferece. Muitas vezes o Evangelho de Cristo tem sido esquecido. A penitencia tem ficado simplesmente: Ah, eu não vou come carne, não vou come chocolate, não vou toma cerveja, não vou toma refrigerante… assim é bom que eu emegreço. Esses dias eu vi alguém dizer que estava gordo. Não ia pode espera até a quaresma para fica sem toma cerveja.
    Mais uma coisa padre, não tem sido visto nas campanhas da fraternidade um resultado que aquele que vai sempre na missa diz: essa campanha teve efeito na sociedade que as coisas começaram a mudar.
    Só mais uma coisa, a CNBB vem cometendo alguns erros graves em relação as Campanhas da Fraternidades, mas não podemos querer tira toda credibilidade dela como alguns vem tentando fazer nos comentários acima. Isso também não é cristianismo.

  20. Caro Pe. Cássio, sua bênção e que o Senhor te dê a Paz!
    Primeiramente, creio que o senhor não entendeu bem o teor de todas as críticas nesta post, incluindo a minha. Estamos todos criticando a letra do hino em si; outros, como eu, também a música. Há erros teológicos e musicais crassos!
    Mas, seguindo a sua sugestão de resposta, isto é, “como podemos nos preocupar com a questão ambiental SEM COMETER heresia, panteísmo e demais observações neste post, contrárias à Campanha da Fraternidade?” Respondo: Pelo que entendi, parece que o senhor compreende que cometer tanto “heresia, panteísmo e demais observações” é pressuposto para prosseguir com certas temáticas dentro da CF. É isso mesmo, padre? Porque esta fala está implícita.
    Ainda assim, como um franciscano que sou, defendo a existência da CF, que é boa em sua essência e objetivo. Porém, os temas são muito mal trabalhados – ou ao menos, mal compreendidos e, por isso mesmo, mal propagados. Creio que DURANTE O TEMPO DA QUARESMA – e que isto seja ressaltado mesmo – podemos utilizar dos temas para fomentar o que lhe é próprio: a prática do jejum, da oração e esmola. Neste sentido, acredito que a CF pode ser perfeitamente ENCAIXADA dentro destas obras de caridade. Até porque não é possível eximirmo-nos das questões sociais dentro da Igreja e da nossa realidade, senão seríamos alienados da mesma. E quem age assim, não pode se dizer cristão, se não tem os pés no chão. Mas não um chão que exalta a tudo menos ao próprio Criador de tudo. Fazendo isso, substituimos Deus por qualquer coisa, qualquer obra criada; cometemos o pecado do AT.: a Idolatria.

    Mas, meu caro padre, permita-me endossar ainda mais tudo o que afirmei acima. Em sua paróquia, como o senhor trata destas questões? Pois, por ora, o que temos em termos de CF é PAPEL, é TEORIA. A prática cristã e entenda-se aqui CATÓLICA, crê e professa o que diz São Tiago: “A fé sem obras é morta.” (Tg 2,26). Não estou aqui julgando o senhor, de modo algum. Mas é bom pensarmos (= saber onde está o real peso da coisa), para não defendermos qualquer “blábláblá”.
    Por fim, penso, em resposta final à questão:
    1. A CF é necessária, mas há que se rever um tempo mais adequado para ela, como por exemplo, o Tempo Comum;
    2. Em sendo durante o Tempo da Quaresma, que seja feita em vista das obras de caridade descritas acima, DENTRO DO ESPÍRITO E DA TRADIÇÃO DA IGREJA;
    3. É sempre bom lembrarmos que caridade deve ser feita SEMPRE e tratada de modo sério e não como “mais uma campanhazinha”.
    Reverendo padre, tal questão exige discussões muito mais sérias que estas e bem mais aprofundadas. Longe de mim, um filho do poverello, fazer algo contra a Mãe Igreja ou o que ela diz e prega. Se a CF está aprovada e é apoiada há anos, o que posso, da forma que posso, quando posso e se posso é fazer o meu melhor para que as deturpações existentes venham a contribuir para a salvação das almas e não para perdê-las. É o que alguém disse acima: “uma ginástica”.
    A sugestão da post foi muito bem feita e veio bem a calhar. Agora, sem argumentos fortes, prós ou contra, não adianta falar nada. É melhor calar, pois calúnias e difamações são pecados que bradam aos Céus!
    Sua bênção e que o Senhor te abençoe e te guarde!

  21. A CF começou em 1964, até 1964 o período quaresmal devia ser bem vazio, afinal, as pessoas faziam penitências, jejuavam, davam esmolas. Viviam com rigor e amor a fé católica. Hoje em dia, a maior penitência quaresmal é ter que aguentar essas musiquinhas nada católicas emporcalhando a missa, desviando o foco para o homem quando deveria nos guiar ao Cristo. O maior jejum é o de não sermos saciados pela graça de uma missa bem celebrada, com piedade, dentro das rúbricas. E, obviamente, ficamos a esmolar por uma liturgia mais santa, menos “criativa” e pela Missa Tridentina que não faz parte do espírito fraterno da CNBB.
    É a imbecilização de um tempo que deveria levar à conversão.

  22. Todas as coisas devem ser restauradas em Cristo.

    A Campanha da Fraternidade, idem. Principalmente ela.
    O que difere a CARIDADE CATÓLICA da filantropia maçônica?

    É simples: É fazer o bem ao próximo por amor a Deus.
    É tratar o próximo como se fosse Deus em pessoa que dessesse dos céus e nos pedisse auxílio.
    Deus deve estar presente o tempo inteiro, deve ser reconhecido, deve ser exaltado, deve ser louvado, deve ser celebrado em todos os momentos.

    A Campanha da Fraternidade, tal como nos é apresentada, é um grande embuste: suas campanhas seguem os temas da ONU, suas propostas tem um fortíssimo teor revolucionário-marxista, sua duração persiste durante toda a quaresma e substitui o momento mais central da meditação cristã – A Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo – em palavras que caem no vazio, em discursos que não elevam as pessoas acima do pão e dos afazeres terrenos.

    Poderiam-se fazer profundas meditações sobre o padecimento de Nosso Senhor, e breves reflexões sobre o que nós, cristãos, temos feito para aliviar o sofrimento do próximo. Mas a coisa se inverte: fala-se muito de igualdade à moda dos mundanos, em revolução, em ecologismo, e as coisas de Deus acabam sendo enxertadas de forma decorativa e relegadas a segundo plano!

    Isso só mostra que não é de espírito católico que essas campanhas são animadas. Mais fácil que elas prejudiquem a meditação cristã do que favoreçam a verdadeira caridade, que repito, não é a filantropia que nos propõem.
    Outra prova é a fraternidade agora ecumênica.

    Como haver fraternidade (=fratres, irmãos) se não há um Pai comum? Se dar o próprio Deus, que é o Supremo Bem, constitui o maior gesto de caridade possível, visto ser Deus maior e melhor do que qualquer outra coisa, porque a CNBB não faz este gesto de suprema caridade, e não cria estratégias de transmitir a Verdade Católica de forma integral e totalmente pura, afim de conseguir converter ao menos uns gatos pingados?

    É desse tipo de caridade sem Deus que eles têm para com os que jazem no erro? Fazer com eles filantropia e silenciar por respeito humano sobre a Salvação da Alma?

    As coisas estão mesmo fora dos trilhos. Já começa com uma mentalidade estranha à realidade católica… Como emendar algo assim?

    O padre Jahir falou sobre uma mulher muito devota que viveu no passado, e tinha visões da Santa Virgem. Era uma mulher que rezava 16 ou 17 rosários por dia, e crescia cada dia mais nas coisas do espírito.
    Sua fama de santidade foi aos poucos se propagando.
    Um dia, apareceram uns protestantes e foram ter com ela. Perguntaram então: “Se não nos passarmos para a religião católica, é verdade que iremos para o inferno?”
    Ao que a mulher, neste momento abandonando a coragem de dizer a verdade, optou pelo respeito humano e disse:
    “Deus saberá quem é sincero em seu coração”
    E os protestantes foram embora.
    Mas a Virgem apareceu e a repreendeu por sua palavra vaga. A Mãe de Deus disse:
    “Se você tivesse falado a verdade sem rodeios (de que eles provavelmente iriam para o inferno), teria conseguido a conversão de dois dos que vieram”.
    Pois é.
    Devemos trabalhar como se tudo de nós. Mas não somos super-homens: não será uma campanha que solucionará todos os problemas das pessoas.
    Deveria haver uma campanha universal de revisão de conceitos católicos, para que as pessoas voltassem a descobrir porque existem, o que fazem neste mundo, e quais suas finalidades.

  23. Qual credibilidade tem a campanha da fraternidade?

    Afinal de contas para quê serve a Quaresma que atrapalha tanto a campanha da cnbb?

  24. Rev. Padre Cássio,

    a mensagem que o sr. nos escreveu, revela nos a sua humildade, em querer entender a questão ambiental, para não cair na heresia, no panteísmo e em outros erros levantados neste post. Digo-lhe que para não cair em nenhum desses erros, basta apenas que o Sr. continue a ser o Padre piedoso e fiel, que demonstra ser. Para tanto, se me permite uma correção fraterna, considere a frase de Gn 2,15, que apresentou, mas considere sobretudo, a frase de Gn 3, 23-24: O Senhor Deus expulsou-o do jardim do Éden, para que ele cultivasse a terra donde tinha sido tirado. E expulsou-o; e colocou ao oriente do jardim do Éden querubins armados de uma espada flamejante, para guardar o caminho da árvore da vida.

    Veja, a frase que motivava a sua preocupação, é uma frase que estava no contexto anterior ao pecado original. O Éden não pode ser destruído, Querubins armados, o guardam. Mas a terra pode ser destruída, pelo homem pecador (não foi para este homem, que o sr. foi enviado?). Porém isto é transitório, quando Nosso Senhor voltar, ele renovará todas as coisas. Então é bom que ele encontre muitas almas para habitar “os novos céus e a nova terra.” Portanto, Padre, lhe dou um conselho: não se preocupe com questões ambientais, nosso mundo é passageiro, e com ele passará a sua corrupção. Mantenha se o sacerdote zeloso que é, observando a sã doutrina e celebrando os sacramentos como pede a Santa Mãe Igreja.

    Salvando almas, o sr. estará salvando o meio ambiente. Veja a Idade Média, nela não havia nenhuma ameaça a natureza, ao meio-ambiente e ao planeta. Embora seja chamada “Idade das Trevas”, é nossa “Idade da luz”, que destrói o meio-ambiente. Se considerarmos uma analogia, entre essas idades e homens. Veremos na Idade Média, a configuração de um homem justo, onde pode se contemplar muitas virtudes, mas se olharmos com este olhar para nossa idade, veremos a configuração do homem injusto, piedoso e sobretudo, intemperante. Poderia-se dizer que nossa idade, parece mais com a Babilônia e a idade média, com aquela mulher vestida de sol (descritas no apocalipse).

    A degradação do meio ambiente, tem sua causa no próprio pecado do homem. O que piorou depois da descoberta da pseudo-evolução, onde, com sua descoberta, todos os homens passaram a se sentir responsáveis pela evolução da sociedade e acabaram se esquecendo da natureza. Dando a entender que ao fazer evolucionar a sociedade, a natureza também evoluiria, como evoluiu anteriormente, recriando as mesmas condições que antes foram criadas. Mas não é isso que acontece, ela está morrendo e morrendo pelo pecado do homem. Alguns filósofos falaram da morte de Deus, estes começaram também a matar a natureza. Enquanto a natureza manteve o status de criação de Deus, ela estava protegida e intocável, por assumir de um certo modo, uma certa sacralidade, uma vez que ninguém tinha em mente destruir a obra de Deus. Hoje com o status conferido pela evolução, pelo niilismo e outras péssimas filosofias, ela está fadada a morrer, assim como essas pretensas filosofias, pretenderam excluir Deus, da sociedade.

    Por fim, lembro-lhe ainda, as palavras de Nosso Senhor:

    “O diabo vem para matar, roubar e destruir.”

    Não é isto que impera na modernidade? É preciso dizer, quem deve ser combatido?

    Fique com Deus.

    Abraço

    Gederson

  25. Pe. Cássio,
    A sua benção.

    Sua pergunta: “…como podemos nos preocupar com a questão ambiental sem cometer heresia, panteísmo e demais observações neste post, contrárias à Campanha da Fraternidade?”

    Vigiando essa preocupação, de maneira que não lhe faça por o ser humano em pé de igualdade com qualquer outro ser vivo, o que rende certas atitudes muitíssimo comuns por aí: defesa da não utilização de animais para fins de pesquisa, veganismo, controle de natalidade, negação de avanços tecnológicos, etc…

    É claro que é possível dar o devido valor a natureza!!! Eu sou bióloga, me preocupo muuuuito com a natureza, mas não penso que o homem é igual ou inferior a qualquer outra espécie. Somos feitos a imagem e semelhança de Deus, temos alma!

    É isso que a CNBB deve ter esquecido, que temos alma. Estou de acordo com os comentaristas que dizem que essa Campanha não tem sentido. Particularmente, acredito que a Camapanha do Tijolinho do Flamengo tem mais legitimidade do que a CF. Porque a CF, vindo de que vem, com a motivação que tem e ainda por cima no tempo de quaresma, só põe os bispos numa situação completamente vergonhosa, embaraçosa.

    Primeiro porque eles não estão a cumprir o seu papel de bispos. Segundo, porque eles não tem competência para fazer ninguém se conscientizar da importância do meio ambiente e de se tomar atitudes ecológicas.

    Deviam deixar aos cientistas, professores, gestores e educadores ambientais essa tarefa. Senão, vira uma piada, como é a letra da música.

    Kyrie eleison.

  26. Rev. Pe Cássio,

    eis alguns textos que poderão lhe ajudar a refletir:

    Filosofia econômica e necessidades do homem
    http://www.permanencia.org.br/drupal/node/584

    A inteligência em perigo
    http://www.permanencia.org.br/drupal/node/585

    A temperança, virtude desaparecida
    http://www.permanencia.org.br/drupal/node/588

    Garrigou-Lagrange – A possibilidade da Encarnação sem desvios panteístas – Rev. Pe Reginald Garrigou Lagrange
    http://traducoesgratuitas.blogspot.com/2005/04/garrigou-lagrange-possibilidade-da.html

  27. Não vivemos mais no Éden.
    Nossos pais foram expulsos de lá POR CAUSA DO PECADO de Adão.
    Eis mais um truque do ambientalismo pagão para confundir os espíritos.

    Gênesis, 3:

    17. E disse em seguida ao homem: “Porque ouviste a voz de tua mulher e comeste do fruto da árvore que eu te havia proibido comer, MALDITA SEJA A TERRA POR TUA CAUSA. Tirarás dela com trabalhos penosos o teu sustento todos os dias de tua vida.
    18. Ela te produzirá espinhos e abrolhos, e tu comerás a erva da terra.
    19. Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado; porque és pó, e pó te hás de tornar.”

  28. Prezado Reverendo Padre Cássio,

    Antes, fico triste em ter visto que o senhor teve que apelar até para a Constituição para pedir respeito. Um leigo deve respeitar um padre baseado sempre na tradição que consolidou deveres de todo fiel…

    Sobre as questões que o senhor coloca, tudo se inicia e termina, ao meu ver, com uma simples análise da História da campanha da fraternidade.

    Os temas são todos, pelo menos todos que eu vi desde que me conheço por gente já que sou de certa forma novo, de cunho materialista. A própria escolha dos temas são ruins. Inclusive, com uma escolha boa do tema, poderia se chamar campanha de qualquer coisa, não importa, mas os temas são superficiais.

    Temos hoje uma problema de ordem espititual na Igreja, causado por um desalinhamento doutrinário. Estes temas servem, ao meu ver, para apenas “emburrecer” a fé das pessoas…que são quase nada profundas…

    O problema do meio ambiente, é importante claro…mas como muitas mentiras foram contadas sobre este tema, é dificil levar tão a sério. (Assita ao filme “Not Evil, just wrong”), que revela trapaças criadas pela campanha do então candidato à presidência america, Al Gore.

    Os temas sociais são todos muito importantes…mas este é um setor que a Igreja perdeu para o Estado…continua sendo responsável por eles, mas perdeu para o Estado. Não que ela deva então abandonar estes temas, mas ao invés de brigar (e ter que se inclinar ao Estado), é mais fácil semear no terreno o qual não perdeu e nunca poderia perder para o Estado, o terreno da religião, e da fé…quando ficar forte neste novamente, aí sim poderá voltar e tomar conta do terreno social, o que seria um movimento natural.

    Veja, Nossa Senhora de Fátima, muito consciente de todos os problemas sociais que viriam a afligir ao mundo, citava-os como castigos e consequência, e não simplesmente como provações. Mesmo sabendo de tudo isso, afinal É MÃE DE DEUS, Ela nos pediu: Rezem o terço, e pediu ainda uma AÇÃO ESPIRITUAL AOS HOMENS DA IGREJA…e NÃO uma AÇÃO SOCIAL…

    Sou obrigado a, diante das consequências das quais Nossa Senhora já havia nos alertado, fazer aquilo que a Mãe de Deus pediu…

    Creio que este seja o caminho:

    Não ficar na dúvida de como tratar das questões sociais.

    Mas ter a certeza do que fazer antes disso.

    Um grande abraço e peço sua Benção Sacerdotal,

    Vladimir Sesar

  29. Pelo texto do poema podemos deduzir a sua doutrina que não é a Catolica.
    O conceito de uma terra viva ou mãe terra (Pangea) é a base do culto de Baal e Asthoreth, que já foi combatida no Antigo Testamento por Santo Elias.
    Posso estar equivocado, porem as semelhaças são surpreendentes.

    Paul Wels

  30. Não é função da CNBB propor temas sociais. Quem deve propor temas sociais é são as ONGs e o Governo. Nós católicos queremos ouvi-la falar de Deus!

  31. Gederson, o padre é tão humilde que ameaça com processo:

    Só quero uma resposta, se possível, sem ofensas nem frases adjetivas à minha pessoa (Art. V da Const. Fed.).

  32. Se católicos são batizados que se submetem ao ensinamento constante da Igreja, se sujeitam às autoridades constituidas, e vivem, falam, pensam, agem e se vestem como católicos, já tenho a campanha ideal para a CVBB:

    Protejam os católicos da extinção!
    Salvem os católicos!
    Adote um católico!

    Impressionante como a igreja brasileira de hoje vive mais do que nunca de aparências e uma total esquizofrenia espiritual: 99,9% dos frequentadores de igreja não tem uma vida católica plena. São liberais em maior ou menor escala. E muitos são “livre-pensadores” ou seja, são pessoas que retiram da religião os aspectos que mais a agradam, e sentam-se nas rodas mundanas para repetir “os erros da Igreja” junto aos ímpios.

    Estas últimas eleições mostraram como a autoridade moral da Igreja Católica no Brasil é algo incapaz de influenciar o eleitorado: em outros tempos ninguém ousaria permitir que a Igreja se opusesse, pois o não da Igreja seria sinônimo de derrota fragorosa e quiçá morte política.

    A situação de ignorância religiosa é alarmante. A moral está lá embaixo… E a CNBB vem falar de aquecimento global e mãe terra? Pois deixe-os cuidando da terra, enquanto as almas se perdem…

  33. Para que serve essas campanhas da Fraternidade ligadas a Quaresma?

    Vejam estes fatos e o pequeno conteúdo abaixo do que são ensinados, os senhores, nessas campanhas:
    A Quaresma é feita para os católicos buscarem as coisas de Deus. Desapegar-se das coisas da terra e preparar a alma para seu último momento na terra ligada ao corpo.

    A Campanha da Fraternidade, que usurpa um tempo católico e mais santo na Igreja, faz os católicos contemplarem as coisas da terra. Mas isso chama se militarismo. Não somos imortais corporalmente, pois o pecado original nos tirou essa imortalidade.

    Portanto, isso é algo alienado e leva ao católico a um olhar de porco.

    A Quaresma pede aos católicos viver com todos, seja pobre ou rico. “Pobres vós sempre tereis”, diz o Senhor. É fazer o bem para todos, sem distinção. Para maior gloria do nome de Cristo porque demonstra sua universalidade que santifica diversas culturas distintas.

    A Campanha da Fraternidade pede aos católicos a olharem os “pobres e excluídos” que tem uma televisão de 24 polegadas, um baita som e a bolsa esmola, junto com o Governo Lula que quer se libertar cada vez de Deus. Leva o católico ao ódio e desprezo para o que tem mais. Além disso, leva a um materialismo e secularismo. O nome de Deus é ofendido porque incorpora culturas pagãs.

    A Quaresma leva o católico a uma vida moralmente ligada as Leis de Deus, através do catecismo. “Com temor e tremor”, como diz a Bíblia. Busca uma sociedade verdadeiramente mais justa, através do cristianismo.

    A Campanha da Fraternidade leva ao católico a viver na ética. Algo inventado por sociedades secretas para substituir as Leis de Deus. Busca uma igualdade e o bem comum de minorias liberais e imorais. O exemplo maior, sem dúvida, fora a campanha no ano passado. A própria C.N.B.B. colocou as “Católicas do Direito de Decidir” a “discutirem” sobre o aborto em plena campanha. 2010 foi o ano que confirmou aquele ano. Fizeram-se mil malabarismos para abafar o movimento de alguns bispos contra a legalização do aborto para eleger um presidente de acordo com sua ideologia comunista. Isto é, essas campanhas são imorais.

    A Quaresma leva os católicos a viver a via sacra, o terço, enfim, a contemplação dos sofrimentos do Senhor, sua Paixão. Pede seus filhos a viver a piedade crista. A viver a caridade e buscar os sacramentos. Assim da à graça de levar a verdadeira caridade, isto é, dizer a verdade e vive-la sobretudo.

    A Campanha da Fraternidade é hipócrita. Usam meios piedosos para refletir sua ideologia marxista, panteísta e secular. Usa cânticos, na Missa no Novus Ordo, para profana-a mais a tornando mais antropocêntrica ainda com seu ofertório de Caim. Portanto, não leva ninguém ao confessionário, pois suas reflexões são vazias. Leva a filantropia a todos os fiéis.

    A Quaresma leva ao católico a conhecer melhor sua Fé, através da Paixão do Senhor. É um verdadeiro catecismo. Leva-o a refletir sobre o céu e o inferno. A brevidade da vida.

    A Campanha da Fraternidade o católicos a crise de Fé. Leva-o a questionar a questões políticas. Torna-se insuportável quanto ouvir a Voz do Brasil pelo rádio, aquele programa obrigatório e chato, embora esteja de nova roupagem. O católico de vez de ouvir coisas de Deus, vê debate político sobre movimentos sociais etc. uma política que hoje é de esquerda, amanhã de direta; porém nunca voltada para Deus e a eternidade.
    E etc.

    E concluo com franqueza:

    Os inimigos de Deus sabem que a mudança de mentalidade é fundamental, mas isso é um processo de anos.

    Por isso a campanha de 2002, 2003 etc. Enfim, cada uma com temas diversos; mas no mesmo contexto.
    Assim essas campanhas dentro na própria Igreja, programada Cavalo de Troia como foi à mentalidade liberal que triunfou no Vaticano II, tem o objetivo de acabar tudo que restou dos ensinamentos da Cristandade.

    É uma ingenuidade acreditar que algo bom ou proveitoso há nessas campanhas nada católicas.

    Acredito, porém, que um Papa acabará com tudo isso um dia futuramente.

    “Pelos frutos conhecereis a árvore” (Mateus, 7:16 seguintes).

    Fico por aqui.

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