A cidadania planetária do bispo auxiliar de Niterói.

Assembléia Geral da ONU recordando o convênio sobre a diversidade biológica e a convenção marco das nações unidas sobre a mudança climática, declarou 2011 ano internacional dos bosques. É um importante reconhecimento que os bosques e sua ordenação sustentável podem contribuir significativamente para o desenvolvimento equilibrado e harmônico, promovendo a erradicação da pobreza e possibilitando a conservação e o uso responsável de todos os tipos de bosques em benefício das gerações presentes e futuras.

As tragédias climáticas que aconteceram em Petrópolis e Nova Friburgo ceifando um número incontável de vidas e danos irreparáveis tem a ver sim com as alterações climáticas que modificaram o regime pluvial [ndr: há quem apresente uma resposta católica à catástrofe, Excelência]; o volume e concentração das chuvas e a própria constituição dos solos. Neste momento que conjuga o resgate e a restauração dos sobreviventes e se pensa na prevenção de catástrofes é bom não esquecer da urgência de um pacto natural de não agressão ao ambiente e de proteção a todos os ecossistemas, florestas especialmente as mais frágeis. É tempo de lembrar que a terra é nosso corpo e nossa casa, que todas estas tragédias pelas que passamos são também sinais de exaustão; de desequilíbrio, de não saber conviver com o ambiente natural.

Precisamos acolher e cuidar com muita compaixão as vítimas dos soterramentos e deslizamentos, e também, crescermos na nossa consciência de cidadania planetária defendendo os direitos dos bosques, afirmando com convicção que a terra é nosso habitat; que a vida é uma teia que nos une a todas as criaturas, que só estaremos seguros respeitando e reverenciando a criação como um dom sagrado de Deus, que temos que cuidar e defender.

+ Dom Roberto Francisco Ferrería Paz
Bispo Auxiliar de Niterói

Fonte: Arquidiocese de Niterói

33 Comentários to “A cidadania planetária do bispo auxiliar de Niterói.”

  1. O príncipe ecochato é uma vergonha!

  2. Não entendi nada.

  3. “Cidadania planetária”…..kkkkkkk
    Esses Bispos andando atrás de fábulas, como o aquecimento global, só pra agradar o mundo!

  4. Próximo Bispo de Campos ou de Niterói?
    Falou o que mesmo?

  5. Quando um ignorante de determinados assuntos se pôe a comentà~los, só por acaso não sai asneira. O Bispo Auxiliar de Nireroi não teve a felicidade de ter o acaso a socorrê-lo.
    Teria gostado muito que o Bispo tivesse descorrido sobre assuntos ligados à Fé e aos costumes onde tem o dever de ser mestre.
    O número de asneiras, todas dentro do “politicamente correto” não merecem resposta.

  6. vCS DO fRATRES IN UNUM SÃO RADICAIS DEMAIS. DOM ROBERTO É UM SANTO BISPO. GOSTA DA TRADIÇÃO E MELHOROU SIGNIFICATIVAMENTE A DISCIPLINA EM NOSSA ARQUIDIOCESE. QUANDO VC AGRIDE A NATUREZA VC TAMBÉM AGRIDE DEUS. ESSE É O ESPIRITO DO TEXTO. AS VEZES ME CUSTA A PENSAR NO CATOLICILISMO DE VCS.

  7. CATOLICISMO DIGO.

  8. Meu Deus !!

    Será que foi a falta de tal “pacto” que matou +- uns
    400.000 indonésios naquele tsunami ou 200.000 haitianos que pereceram no recente terremoto ??

    A tragédia é quando as pessoas especialistas em teologia começam a falar sobre clima,desastre,ecologia,etc.

    Poderia se falar sobre a efemeridade da vida,
    sobre a fragilidade do ser humano,sobre o pecado, sobre a morte (principalmente a eterna),etc,etc.

    Bem como, uma mensagem ainda mais cristã:

    sobre a Vida Eterna, Ressurreição, etc.

  9. Impressionante!
    Enquanto se declara a plenos pulmões – e em plena comunhão! – que o “natural” foi o responsável pela tragédia serrana aqui do RJ, numa só tacada se subverte a ordem natural dos acontecimentos, assim como se desnaturaliza o próprio munus da função, isto é, o sr. Bispo acha que a Mãe Terra se vingou de seus filhos ingratos, bem como se demitiu de suas funções de pastor de almas com a declaração mais bisonha que um ecoboboca poderia fazer!

  10. Acho uma iniciativa louvável. Essa ironia que o ‘Fratres in Unum’ está utilizando para minimizar toda e qualquer opinião ‘contrária’ está perdendo o sentido.

  11. O bispo anda lendo muito Fritjof Capra (A Teia da Vida = literatura New Age) e pouca doutrina católica.

  12. Em contrapartida, temos o sermão proferido por D Tomás de Aquino, prior do Mosteiro de Santa Cruz, sobre a tragédia da região serrana. Um exemplo de catolicismo, que pode ser lido no contra impugnantes: http://contraimpugnantes.blogspot.com/

  13. Em 1650, padre Antonio Vieira, já dizia, descrevendo o Juízo Final, e referindo-se aos Bispos:

    “Sairão após estes outros anjos e irão ao lugar dos bispos e arcebispos: Et separabunt malos de medio justorum. Lá vai aquele porque não deu esmolas; aquele porque enriqueceu os parentes com o património de Cristo; aquele porque, tendo uma esposa, procurou outra melhor dotada; aquele porque faltou com o pasto da doutrina a suas ovelhas; aquele porque proveu as igrejas nos que não tinham mais merecimento que o de serem seus criados; aquele porque na sua diocese morreram tantas almas sem sacramentos; aquele por não residir; aquele por simonias; aquele por irregularidades; aquele por falta de exemplo da vida, e também algum por falta da ciência necessária; empregando o tempo e o estudo em divertimentos, ou da corte e não de prelado, ou do campo e não de pastor.

    Valha-me Deus, que confusão tão grande! Mas que alegres e que satisfeitos estarão neste passo, um São Bernardino de Sena, um São Boaventura, um São Domingos, um São Bernardo, e muitos outros varões santos e sesudos, que quando Ihes ofereceram as mitras, não quiseram subir à alteza da dignidade, porque reconheceram a do precipicio. Pelo contrário que tais levarão os corações aqueles miseráveis condenados? Quantas vezes dirão dentro em si mesmos e a vozes: Maldito seja o dia em que nos elegeram e maldito quem nos elegeu! Maldito seja o dia em que nos confirmaram, e maldito quem nos confirmou! Se um homem mal pode dar conta de sua alma, como a dará boa de tantas? Se este peso deu em terra com os maiores atlantes da Igreja, quem não temerá e fugirá dele?

    Grande desconsolação é hoje para as igrejas de Portugal não terem bispos; mas pode ser que no dia do juízo seja grande consolação para os bispos de Portugal não chegarem a ter igrejas. De um sacerdote que não quis aceitar um bispado, conta São Jerónimo que, aparecendo depois da morte a um seu tio religioso que assim Iho aconselhara, lhe disse estas palavras: Gratias, Pater, tibi refero ex dissuasione episcopatus: «Dou-vos, Padre, muitas graças porque me persuadistes que não aceitasse aquele bispado»; nam scito quia nunc essem de numero damnatorum si fuissem de numero episcoporum: «Porque sabereis que hoje havia eu de ser do número dos condenados, se então fora do número dos bispos».

    Oh quantos sem saberem o que fazem, debaixo do nonte lustroso de uma mitra, andam feitos pretendentes de sua condenação! A este e a muitos outros que não quiseram aceitar bispados, revelou Deus que se haviam de condenar, se chegassem a ser bispos. E quem vos disse a vós que estáveis privilegiados desta condicional? De chegardes a ser bispo, pode ser que não dependa a salvação de outras almas; e de não chegardes a o ser, pode ser que dependa a salvação da vossa. O mais seguro é encolher os ombros e deixar governar a Deus. “

  14. Besteirol ecológico.

    Direito dos bosques ? Sua excelência deveria estar mais preocupado com os direitos dos fetos abortados , com os direitos de Deus , negados.

    Muitos Bispos hoje falam de tudo menos do que é necessário.

  15. Ferreti,

    Toda e qualquer tragédia está intrinsecamente vinculada ao Pecado Original. A criação também ela foi afetada pela desobediência dos primeiros pais. Neste sentido, a natureza – antes submetida a Deus e, por concessão d’Ele, ao homem – se revolta e agride devastadoramente.

    Para os que costumam chamar a natureza de “mãe” é hora de rever os próprios conceitos. A irmã natureza é, em certas horas, inimiga, sobretudo dos mais pobres e indefesos.

    Quanto aos pecados atuais, a correlação não me parece sempre necessariamente pertinente. Estamos diante dos insondáveis desígnios de Deus, quando Ele permite tais catástrofes ora num lugar, ora noutro.

    Entretanto, o bispo não está completamente equivocado. É evidente que determinadas ações humanas – indiferentes no que tange à moralidade – são corresponsáveis pela terrível dimensão da tragédia e pelo grande número de vítimas fatais. Tais ações vão da ocupação irregular de terrenos ao desmatamento, entre outras.

    Entre os comentários, há quem dê a entender que, por se ocupar destas questões, o bispo descuide de sua missão específica. Tal ilação é definitivamente injusta.

    A despeito do vocabulário e referências usados pelo bispo, aos quais podemos ter algumas restrições – tais como “cidadania planetária”, “direitos dos bosques” – não vejo porque submetê-lo a um julgamento tão ácido, nem porque criar oposição entre o que escreveu e o que outros escreveram. Certamente o bispo não nega que o pecado seja a causa primordial da desordem natural.

    Pe. Clécio

  16. N tem uma vírgula no texto do príncipe que fale que o pecado seja a causa de alguma coisa, se acha que é pq n falou? N falou pq n acha, o texto é claro!

    Quem falou, explicou e ensinou o por quê dos porquês foi o que vcs dizem que n está em plena comunhão.

    Vcs vão ter que engolir, quem ensinou como sacerdote Católico foi Dom Tomás!

  17. Caro F. e amigos leitores, Salve Maria!

    O que tenho notado no blog — especialmente nos últimos dias, mas não é algo novo — é um mórbido interesse por notícias escabrosas, acontecimentos escandalosos, uma ênfase em que tudo que possa chocar e deprimir os católicos tradicionais fiéis à Igreja. Qual é a utilidade e proveito que os leitores podem tirar de chacotas à autoridade eclesiástica? O intuito do blog é levar os católicos ao desânimo e à tibieza?

    Que interese mórdibo que em tudo que vai mal, instalando a dúvida e o desânimo no coração dos leitores católicos! Realmente o texto do Bispo Auxiliar não se pode dizer que seja dos mais edificantes. No entanto, na mesma página da Arquidiocese, ao lado mesmo do texto do Bispo Auxiliar, está um texto belíssimo de Arcebispo Metropolitano! Este belo belíssimo (http://www.arquidioceseniteroi.org.br/interna.asp?id=309) não teve espaço aqui: o que tem espaço aqui parece ser o sensacional, o que causa escândalo (real ou afetado), o que causa indignação (digna ou não), como um jornal desses que busca a notícia mais escabrosa para vender mais.

    De João Paulo II — este grande Papa mariano (quantas encíclicas marianas, se não bastasse instalar na Praça de São Pedro uma imagem da Virgem, o que não houve por 500 anos!), Papa do Rosário, Papa da Eucaristia, Papa da Confissão, que tanto sofreu pela Igreja — se fala num tom pouco agradecido, pouco respeitoso até, velada ou abertamente criticando seu processo de beatificação e canonização.

    A quem serve o Fratres in Unum? Será que esse nome realmente cabe? Quanto à FSSPX, só recebe elogios — e se alguma vez recebe alguma crítica, logo é compensada por inúmeros posts laudatórios — e não se comenta o perigo grave para a alma que constitui acompanhar esta organização (confissões inválidas, falso “estado de necessidade”, sedevacantismo prático, matrimônios inválidos, Missas ilícitas, “tribunais” cismáticos, maurrasianismo…).

    Termino com um trecho do texto do Arcebispo Metropolitano de Niterói:

    “No dia 22 a Igreja nos convida a uma reflexão contemplativa sobre o Ministério Universal do Bispo de Roma e Sucessor de Pedro na Celebração Litúrgica da Cátedra de São Pedro! Como se faz urgente a conscientização dos Fiéis Católicos a respeito da importância fundamental deste Ministério, sinal visível da Unidade da Igreja, justamente por estarmos mergulhados num mundo, numa cultura que cada vez mais elimina do seu dicionário conceitos como “respeito”, “obediência”, “acatamento do princípio de Autoridade”, “visão de fé” e tantos outros, cuja ausência gera um subjetivismo auto-suficiente e arrogante! Para nós, católicos, ouvir a voz de Pedro, hoje Bento XVI, é ouvir a voz do próprio Cristo!”

  18. O sermão de Dom Tomás de Aquino, Prior do Mosteiro da Santa Cruz, pode ser lido, na íntegra, no seguinte endereço: http://ipsa-conteret.blogspot.com/

  19. Nesse hino da campanha da fraternidade da CNBB para esse ano está a explicação para as tragédias de Petrópolis e Nova Friburgo.
    Certamente agradara aos Wiccanos,ecologistas e afins.

    Tema: Fraternidade e a vida no planeta
    Lema: A criação geme em dores de parto (Rm 8,22)

    1. Olha, meu povo, este planeta terra:
    Das criaturas todas, a mais linda!
    Eu a plasmei com todo amor materno,
    Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)

    Nossa mãe terra, Senhor,
    Geme de dor noite e dia.
    Será de parto essa dor?
    Ou simplesmente agonia?!
    Vai depender só de nós!
    Vai depender só de nós!

    2. A terra é mãe, é criatura viva;
    Também respira, se alimenta e sofre.
    É de respeito que ela mais precisa!
    Sem teu cuidado ela agoniza e morre.

    3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos…
    Que a fome mata e a miséria humilha.
    Eu sonho ver um mundo mais humano,
    Sem tanto lucro e muito mais partilha!

    4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
    Sente esse ar que te entreguei tão puro…
    Agora, gases disseminam morte;
    O aquecimento queima o teu futuro.

    5. Contempla os rios que agonizam tristes.
    Não te incomoda poluir assim?!
    Vê: tanta espécie já não mais existe!
    Por mais cuidado implora esse jardim!

    6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
    De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
    Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
    Quero essa terra em plena gestação!

    Fonte:site da CNBB.

  20. O povo n lê mesmo o post e comenta. Já tem na íntegra o texto de Dom Tomás no post!

  21. Senhor Ferretti, sabe para quê serve o Fratres? Fazer certas pessoas economizar com psiquiatra.

  22. Luiz Roberto,

    Pensei a mesma coisa que você. Esse texto ambientalista de Dom Roberto tem toda a pinta de ser uma propaganda para a Campanha da Fraternidade ecológica, que desvia a atenção dos fiéis da Paixão de Cristo, que é a reflexão que interessa na Quaresma, para fazê-los meditar na “paixão da natureza”.

  23. O que se deseja do clero é que ensine um catecismo claro. E muito menos que se diga que a conseqüência de uma tragédia foi por causa de “alterações climáticas que modificaram o regime pluvial”. Nosso Senhor diz colocar a verdade às claras sobre os telhados, não às escondidas.

    Aliás, esse esconde-esconde se repete quase sempre em questões que envolvem a Fé.

    Porque será?

    Muitos padres no púlpito preferem nos dias de finados falar dos entes queridos em vez da verdade católica do purgatório (dão impressão que todos os fiéis mortos estão contemplando face-a-face com Deus). Sobre o inferno, muito menos, etc.

    Não é preciso arrumar quebra-cabeças e nem colocar metáforas. Então deve dizer de modo claro que isso se trata da questão da reforma litúrgica:

    Por isso a Ira Divina, por exemplo, foi colocada de lado na reforma das leituras do calendário novo. Mais leituras, porém escondendo muitas verdades de Fé.
    Quem tem consciência da problemática da reforma litúrgica não acreditará que foi, digamos como justificativa para o bispo, simplesmente um eufemismo na parte dele. Há uma origem. Portanto, há uma crença envolvida. Não é algo do acaso.

    Em tempo: o livro “O Problema da Reforma Liturgica” até hoje não foi rebativo pelo Vaticano.

  24. Certo dia junto com os apóstolos, Nosso Senhor se revelou como alimento, sua carne era verdadeiramente comida e seu sangue verdadeiramente bebida.

    Muitos naquele dia murmuraram que a palavra Dele era muito dura, digamos assim, muito radical para ser mais exato.

    Se esse fato ocorresse em tempos atuais, alguns católicos não duvidariam que muitos outros católicos achassem que Cristo é “fundamentalista” ao dizer essas coisas.

    Disse Cristo, a Verdade: “quereis também ides com eles”?

    Aquela porta está bem aberta ainda…

    Correção: rebatido, com “d”.

  25. Acho temerário tentar reduzir tudo e todos a esgotadas interpretações humanas, duras e intransigentes. Assim, esquecem todos da Vida e prendem os corações nos tesouros que nem chegam a enferrujar, mas se dissipam como poeira com o vento. Jesus, Senhor e verdadeiramente Sábio, Piedoso e Humilde, Bom Mestre e Redentor dos homens, tenha piedade de nós. Palavras sábias do Pe. Clécio

  26. Os católicos perplexos – entre eles este humilde pedaço de nada que aqui escreve – esperam sempre palavras de vida eterna derramadas dos lábios dos Pastores; o que se vê atualmente não é nada disso…
    O que se vê hoje em dia são alguns slogans, palavras de ordem, frases de efeito, lugares comuns, chavões e sentenças consabidas arquirepetidos, não pelos ditos Pastores, mas pelos média ou pelos inimigos.
    Sabemos que a natureza é para ser possuída e usufruída pela homem, mas não destruída e esquecida por este: o que se quer escutar são razões, motivos e justificativas de ordem mediata e não imediata.
    Focar o discurso naquilo que tem mais “poder de evidência”, como no caso do discurso da “Vingança da Natureza” do sr. Bispo, é descarrilar o trem da argumentação teológica e ficar ao rés-do-chão das palavras panfletárias de ocasião!
    A comparação é inevitável: enquanto D. Tomás fala em pecado contra Deus, D. Roberto nos brinda com a agressão a Terra; enquanto D. Tomás alude aos Princípios, D. Roberto nos delude com climatologia e geografia; enquanto D. Tomás nos fala em espiação e penitência, D. Roberto nos chama a atenção ao pacto de não agressão aos bosques, as fadas, aos elfos e aos gnomos; enquanto D. Tomás nos lembra da Pátria Celeste, D. Roberto nos intima a consciência planetária.
    Só por isso que os católicos perplexos reclamam de palavras de vida eterna…

  27. ‘ASSIM TAMBÉM AQUELES DEZOITO HOMENS, SOBRE OS QUAIS CAIU A TORRE SE SILOÉ, E OS MATOU, JULGAIS QUE ELES TAMBÉM FORAM MAIS CULPADOS QUE TODOS OS HABITANTES DE JERUSALÉM? NÃO, EU VO-LO DIGO; MAS, SE NÃO FIZERDES PENITÊNCIA, TODOS PERECEREIS DO MESMO MODO.
    (Lucas 13 3-5)

  28. Sou fã dos comentários do Marcus M. L. Pimenta, ele e outros(comentarista daqui tb) faz jus a frase:
    Em tempos de plena comunhão, tem hora que é melhor conversar ou ler o que escreve um leigo do que padre.

  29. Permitam-me as citações sem mencionar os autores. Creio que conheçam os mesmos…

    “Disse Cristo, a Verdade: “quereis também ides com eles”?” e Pedro respondeu: A que iremos? Só tu tens palavras de Vida eterna!

    “Só por isso que os católicos perplexos reclamam de palavras de vida eterna…”

    Será que pedimos muito?

    “Queremos a fé, e queremos que a Igreja nos dê a fé”

  30. Escandalizam-se com os trads quando fazem, no dizer de alguns, comentários ácidos…mas ninguém se pergunta quais são os direitos dos bosques, defendidos pela Sua Excelência Dom Roberto Francisco. Creio que ninguém aqui, nem mesmo os neos, acredita na existência dos Smurfs. É o fim da picada!

  31. Curioso esse trecho do “hino”:

    2. A terra é mãe, é criatura viva

    Quando há anos atrás eu lia sobre o neo-paganismo do Asatrú e Wicca, era justamente essa concepção que eles diziam ter sobre o planeta. Que ele todo era também uma entidade, um ser com vida. E supostamente daí ele ser “sagrado” e bla bla bla.

    Interessante notar como a musiquinha da CNBB está afinada com este tipo de pensamento…

  32. Quanto à letra da CF, não vou comentar, pois o Sr. Antonio Carlos já disse o que tenho em mente. Apenas complementando, hoje se “cultua” a natureza e se esquece das almas…

    Quanto à música, ela é de péssima qualidade, tanto melódica quanto harmonicamente. Isso mostra, com grande evidência, a decadência musical católica, infelizmente. O que mais me deixa perplexa é que esse tipo de “música” é tocada dentro das Igrejas, contrariando as normas para Música Sacra ditas por São Pio X.