Vinte e cinco anos depois, o espírito de Assis.

Uma delegação católica liderada pelo Patriarca de Antioquia acaba de entregar ao ministro egípcio de assuntos religiosos uma tradução autêntica, em árabe, do discurso pronunciado em 10 de janeiro por Bento XVI diante do corpo diplomático.

Este discurso seguiu-se por uma ruptura de diálogo de Al Azhar com o Vaticano.

A diligência oficial do Patriarca de Antioquia, segundo o La Croix, expressou ao ministro egípcio a esperança de que Al Azhar “estará em Assis, em outubro, por convite de Bento XVI, para comemorar os 25 anos do primeiro encontro”.

Há, portanto,  pouca possibilidade de que esta comemoração de outubro seja cancelada. O anúncio foi feito, os convites chegaram, a Santa Sé a vê mesmo como uma ocasião e um motivo para retomar o diálogo com o islã. A súplica a Bento XVI para um cancelamento não será atendida, mas colocará algumas questões, sugerirá reflexões, e talvez fará avançar o debate.

Esta súplica é de vários leigos italianos, universitários, jornalistas, intelectuais: Francis Agnoli, Lorenzo Bertochi, Roberto de Mattei, Corrado Gnerre, Alessandro Gnocchi, Camilio Langone, Mario Palmaro são os primeiros signatários. Sua apreensão é ver se prolongar um espírito de Assis que — para resumi-lo — não leva em conta a diferença, todavia declamada há vinte e cinco anos, entre “rezar juntos” e “se reunir para rezar”.

Para dizer a verdade, a diferença declamada nunca foi explicada. Vê-se efetivamente a diferença verbal, que tranquiliza: há, portanto, uma diferença, ótimo. Mas pouco se vê, ou absolutamente não se vê, em que consiste esta diferença. Descobrir que se está em uma igreja “reunidos para rezar” é muito parecido com “rezar juntos”…

Não haveria esta dificuldade se o encontro de Assis, o de vinte e cinco anos atrás e a sua repetição, fosse considerado não como um ato religioso, mas como uma medida diplomática em vista da paz mundial. Aliás, trata-se da paz temporal, problema político, e não da paz das almas (que, nos santos, consiste mesmo em plena guerra). Estando claro que é uma política da Santa Sé que está em questão, é evidente que seus aspectos e consequências discutíveis possam ser discutidos. Se for uma pastoral religiosa (e missionária?), então isso se tornaria mais delicado.

É o Papa que realizou Assis, é ainda um Papa que vai retomá-lo; o Soberano Pontífice é, portanto, quem reúne as religiões, quem se encontra, de certa forma, à sua cabeça, é um chefe de orquestra. O fracasso mundial dos poderes temporais, sua impotência diante das feudalidades financeiras internacionais, sua recusa a toda lei divina superior à consciência humana os lançam uma desqualificação moral tão radical quanto seu dano político. Dai a César…, mas a Santa Sé não encontra mais diante de si um César digno deste nome. É uma situação de exceção.

Assim como houve um “espírito do Concílio” terrivelmente devastador, no qual se rejeitava tudo o que lhe era anterior, do mesmo modo se vê um “espírito de Assis” igualitário que induz a crer que todas as religiões são da mesma natureza e convergem igualmente para o bem. Para que em dezembro de 2005 o debate sobre o “espírito do Concílio” fosse, enfim, oficialmente liberado, foi necessário que passassem e  desvanecessem quarenta anos e três Papas. Para que seja oficialmente liberado o debate sobre o “espírito de Assis” talvez seja necessário muito menos. Poderia ser, porque não, inesperadamente em outubro.

JEAN MADIRAN

Artigo extraído do n° 7274 de Présent de sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011.

Fonte: Le Forum Catholique

19 Comentários to “Vinte e cinco anos depois, o espírito de Assis.”

  1. Acredito que apartir de outubro próximo está oficialmente enterrado o dógma milenar que somente na Igreja Católica há salvação.

    Agora todas as igrejas são boas e salvam , e cada um deve procurar a sua.
    Devemos rezar todos juntos pela paz mundial.
    Basta de ortodoxia! Isso perdeu a razão de ser.

    Quem sabe esses chefes de religião, em união mundial, não rezam juntos a Deus pedindo para que ele pare com essa guerra milenar contra satanás e procure a paz celeste com ele e seus anjos, afinal ecumenismo é todos juntos respeitando e tolerando as diferenças de opinião!!
    Paz e Amorr e dá-lhe Vaticano II.

    “É o Papa que realizou Assis, é ainda um Papa que vai retomá-lo.”
    É pra chorar mesmo.

  2. A luta é extenuante, e cruel. É contra os atos nosso “pai na fé”, aquele que amamos e por quem rezamos. Nenhum leigo é doutor na fé, só Papa tem esse carisma naquilo que ele pode ser doutor na fé. É contra ele, nosso pai e nosso confirmador, que devemos dizer “não”, non possamus!

    A luta é extenuante, mas deve continuar, com firmeza mas sobretudo mansidão. O que o senhor sabe, Santo Padre, que nós não sabemos? Diga-nos por favor! É horrível dizer “não” a quem se ama, mas não podemos amar o Papa mais do que a Cristo apesar de que em Cristo amamos o Papa.

    Sou teu filho Bento XVI mas não posso dizer “sim” ao que devo dizer “não”. E minha negativa me faz ser contado entre os fascínoras, entre aqueles mais vis, mais imundos, mais repgunantes. Não, mil vezes não, e ao senhor dou meu amor ainda que não creiam que eu te amo, Santo Padre!

  3. Acho que não tem nada a ver tudo o que dizem sobre Assis, a Igreja nunca deixou de proclamar a singularidade do mistério da salvação de Jesus Cristo e de sua Igreja, o encontro em Assis não tem a mínima intenção de proclamar que todas as religiões são uma amálgama comum.
    Cuidado com o fanatismo, Bento XVI sabe o que faz.

  4. “O encontro em Assis não tem a mínima intenção de proclamar que todas as religiões são uma amálgama comum.”
    Não precisa proclamar nada, os atos já dizem tudo.
    “Reunidos para rezar” e “rezar juntos”…seja do jeito que for, está errado. Assis é uma excrescência e deve ser banido da Igreja.
    Chega de fanatismo ecumenista e relativista!

  5. O espírito de Assis não é novo. Antes do surgimento do cristianismo ocorria algo semelhante no Império Romano. Em seu panteão reuniam-se todos os falsos deuses conquistados pelos romanos. Naqueles tempos a liberdade religiosa estava sob a tutela do imperador pagão, que exigia por seu serviço ao homem, o culto de um deus. Assim, o Imperador Romano pagão de certo modo, também defendia os direitos do homem.

    No panteão romano havia a mesma paz, pela qual se trabalha em Assis. Como nos diz o Cardeal Pie, a paz no panteão terminou quando nele foram colocadas as imagens de Abraão e Jesus. Foi quando os falsos deuses e as falsas religiões, lançaram um grito de horror. Naquela luta travada entre o Império tutor da liberdade e da igualdade das religiões, também pode se contemplar a luta entre os direitos do homem e o direito de Deus. No fim triunfaram os defensores dos direitos de Deus contra os defensores do direito do homem. Hoje espanta que os defensores do direito de Deus, defendam os direitos do homem e trabalhem pela restauração do panteão romano.

    A distinção entre “rezar juntos” e “se reunir para rezar”, é curiosa. De fato, nos outros encontros, todos estiveram ali reunidos para rezar, mas todos rezaram juntos a seus deuses, por um objetivo comum entre todas as religiões. Considerando-se isto, surge a pergunta:

    É licíto pedir a Deus, liberdade para falsas religiões?

    Parece me que ao pedirmos em nossas orações pela conversão dos pecadores, não existe espaço para pedirmos a liberdade das outras religiões, até porque em nossas orações também pedimos a expansão do catolicismo. Necessáriamente está expansão implica no fim das falsas religiões, mas se rezamos para que tenham a liberdade, rezaríamos para que Deus as conservasse. Um absurdo!!!

    Se a Igreja não pode pedir a Deus liberdade para outras religiões, ela também não pode se reunir com elas para defender a liberdade religiosa. O encontro de Assis nada mais é do que a cogitação de coisas dos homens…

  6. Gederson, n dá ideia! Já já um aciona o estatuo do idoso pro tal espírito kkkkkkkkkkkkk

  7. “…até porque em nossas orações também pedimos a expansão do catolicismo. Necessáriamente está expansão implica no fim das falsas religiões,mas se rezamos para que tenham a liberdade, rezaríamos para que Deus as conservasse. Um absurdo!!!

    brilhante argumentação!! :aplausos:)

    Assis IeII é a demolição do dógma que diz qe fora dos muros católicos não há salvação.
    É a humilhação total da Encíclica Mortalium Animos de Pio XI.
    É um escânda-lo para leigos, seminaristas, religiosos, universitários, jornalistas, intelectuais que amam a tradição e não toleram esse absurdo.

    A impressão que tenho é que essa nova orientação ecumenica, tem como finalidade a total demolição da Igreja Romana, querem destruir tudo o que a Igreja ensinou em dois séculos, sua tradição, sua crença e sua fé.

    E ir contra essa orientaçao ecumenica significa se tornar o que o sr. Eduardo Gregoriano afirmou: um fascínora, um imundo um ser repugnante, a pior pessoa do mundo enfim um lixo.

    E não existe ecumenismo paz e amor para aqueles que não aceitam o ecumenismo maçõn.

  8. Leiam o livro “Fé, Verdade e Tolerância” do então cardeal Joseph Raztinger, ele fala um pouco sobre Assis e sobre a oração multirreligiosa e interreligiosa.
    É impossível todas as religiões politeístas e monoteístas rezaram juntas, seria uma grande ficção, mentira. Na oração multirreligiosa, cada religião ora da sua forma, separados, em um mesmo intuito, qual seja, a paz mundial!
    Para mim esses atos não querem dizer que as religiões são iguais, que refletem cada uma parte do divino absoluto.
    As orações interreligiosas já são distintas, talvez pudessem ser aplicadas aos protestantes, mas com um pouco de dificuldades ainda.
    Bento XVI sabe o que faz, Dominus Iesus está em vigor na Igreja e sempre estará, nunca nada foi dito ao contrário!
    Confiemos no Santo Padre, ele não é nada relativista!
    “Antes de tudo, obedecei ao Papa”
    Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face

  9. A Liberdade Religiosa não é defendida com o fim último de que se conservem as demais religiões, mas para afirmar que todos nós somos seres livres para realizar nossas escolhas no que concerne às crenças religiosas, esse é o livro arbítrio que Deus também respeita, ele quer que todos nós nos convertamos à fé católica, mas não impõe, é um ato livre e de amor do indivíduo.
    Ele chamou Noé, Abraão, Moisés, a Virgem Maria, ele não impôs, Ele os deixou livres para realizarem suas escolhas.

  10. Ana Maria, depois que o Papa João Paulo II pediu a São João Batista que protegesse o Islã, resta nos saber quais seriam os santos “protetores” das outras religiões. Se uma religião como Islã, é digna da proteção de São João Batista, então ela merece gozar de liberdade religiosa. Mas como sabemos que São João Batista veio no espírito de Elias, não temos dúvidas que ele passaria o Islã pela espada, como o profeta passou os adoradores de Baal.

    Lembrando Santo Elias, é bom lembrar que São Francisco quando foi ter com o sultão, também foi com o mesmo espírito de desafio. São Francisco não foi dialogar, mas ensina e reprovar, conforme pode se ler do testemunho Irmão Iluminato, que presenciou o seguinte de São Francisco ante ao sultão:

    “Os cristãos agem conforme a justiça quando invadem as vossas terras e vos combatem, porque vós blasfemais o nome de Cristo e vos esforçais para afastar de sua religião quanto mais homens puderdes afastar. Se, pelo contrário, vós quisésseis reconhecer, confessar e adorar o Criador e Redentor do mundo, eles vos amariam como a si mesmos”. São Francisco pacifista, a enésima mentira da TV – Sandro Magister.

    São Boaventura por sua vez registra que:
    “Pregou ao Sultão o Deus uno e trino e o Salvador de todos, Jesus Cristo” Montfort – São Francisco pacifista, a enésima mentira da TV – Sandro Magister.

    Quando viu que ninguém lhe dava ouvidos, não recorreu a inculturação, mas:

    “Vendo que não fazia progressos na conversão daquela gente e que não podia realizar o seu projeto, prevenido por uma revelação divina, ele retornou aos países cristãos” São Francisco pacifista, a enésima mentira da TV – Sandro Magister.

    É dificíl uma hermenêutica da continuidade entre a paz de São Francisco de Assis e a interpretação que o então Cardeal Ratzinger lhe deu:

    “…entendeu que as cruzadas não eram o caminho correto para defender os cristãos e os direitos dos cristãos na Terra Santa, mas que, antes, era necessário levar a sério e à letra a mensagem da imitação do Crucificado”. Fratres in Unum – O esplendor da paz de Francisco

    Percebem a contradição?

    O testemunho de Irmão Iluminato e o desafio de São Francisco, são transformados em coisas que contradizem totalmente os fatos, em prol do diálogo e da pazdo panteão. Em Assis se celebra a hermenêutica da ruptura, não só com relação a questão da liberdade religiosa, como também é uma hermenêutica que rompe com tudo aquilo que significa São Francisco de Assis.

    Mas você está certa: o espírito de Assis está sob a proteção do estatuto do idoso. rs

  11. Diante de todos esses comentários me lembro de Jesus e o centurião do exército romano. O Senhor disse não ter encontrado tamanha fé entre os judeus… Assis, Concílio Vaticano II, escândalos mil, são questões relevantes, porém, acredito, não essenciais. Rupturas, pouca fé, pouco amor, apego desordenado às normas, orgulho, ambição, tudo isso, tornando-se grande, sufoca o debate que seria valioso e os frutos que brotariam do mesmo, tornando assim pouco convincentes os argumentos e inócuos os resultados, principalmente por brotar de corações duros, de posicionamentos hipócritas e sem qualquer compromisso com o crescimento próprio, com o reconhecimento das próprias fraquezas e com a busca sincera das virtudes cristãs.
    Por CONHECER O CORAÇÃO DO HOMEM, Cristo não exclui aqueles que os homens excluem !

  12. Thiago, quando Bento XVI esteve no templo luterano, ele disse:

    “Só Deus pode nos dar a unidade”.

    Se a Dominus Iesus estivesse em vigor, ele não deveria ter dito:

    “Só Deus pode trazê-los de volta a unidade”

    No templo luterano, ele repetiu a eclesiologia condenada pela, Dominus Iesus…

  13. Para meditar e compreender:

    São Lucas XVIII, 1-18.

    Pedro José.

  14. Thiago, querendo ou não, o fim último da liberdade religiosa, é a conservação das falsas religiões. O livre arbítrio parte do pressuposto de que o temor do Senhor, é o princípio do saber. Algo muitíssimo esquecido por quase todos, que atualmente acham que a liberdade é o princípio do saber. Não existe ato livre no que diz respeito a fé, sem passar pelo temor, pela verdade e pelo amor (Ver os três dias da luz invisível de Hugo de São Vítor). Se o individuo através de um ato livre e de amor, fosse capaz de se converter a fé católica, ele não necessitaria da graça, pois é a graça que torna o homem capaz de ser livre e amar a Deus. Isto está no fim, não no princípio da conversão.

    O homem através de um ato livre e de amor, também pode escolher outra religião. Será que um homem que escolhe uma falsa religião, escolhe está religião por amor e por liberdade?

    O livre-arbítrio só faz sentido quando o homem é restaurado por Deus. Antes desta restauração, ele está em trevas e incapacitado a qualquer escolha. Você citou exemplos de homens e mulheres que foram chamados por Deus, mas não mencionou, por exemplo, que Moisés foi punido por ter batido na rocha com raiva e não entrou na terra prometida. Em linguagem moderna, Deus, não poderia fazer isto, pois foi um “desrespeito” a “liberdade” de Moisés de dizer não. Quando pediam a Jesus um sinal, ele respondeu que: “outro sinal não lhes será dado, senão o sinal de Jonas, que esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe”. Deus o mandou para Niníve, ele foi para Tarso, pela visão moderna, Deus teria desrespeitado a sua “liberdade” quando o puniu. Os homens bem como os cidadãos de Nínive, não sabem disntiguir entre a mão direita e a mão esquerda. Não estão todos os homens capacitados a escolherem a verdadeira religião, mas apesar disso, confere-se a eles o direito de escolha, sem saberem que ao escolher errado passaram a eternidade no inferno. Assim, coloca-se a liberdade como um bem maior que a salvação das almas!

    A questão não é simples, é delicada e complicada demais…

  15. Eu concordo contigo Gederson, mas só acho que não devemos nos precipitar tanto e colocar a carroça na frente dos cavalos.

  16. Senhor Thiago, na Sagrada Escritura, lemos: “Deixo-vos a paz,dou-vos a minha paz.Não vo-lá dou como o mundo a dá”(Jo 14,27). Acho que isto bastaria para impedir a evocação de demônios juntamente com nosso Senhor em Assis.

    A fundamentação do grupo católicos italianos que se dirigiu ao Papa é exemplar (https://fratresinunum.com/2011/01/13/apelo-ao-santo-padre/).

  17. Li que Ratzinger era discípulo ou entusiasta de Urs von Balthasar, o qual começou com essa história de ecumenismo apóstata. Outros andam denunciando que a “estratégia eurasiana” promulga o enlace do socialismo com o islamismo mesmo na União Européia. “O falso profeta se unirá ao anticristo”, está escrito. Daí que Lula tenha apoiado o bombástico Irã e reconhecido a terrorista e socialista-islamita Palestina. Interessante é notar como Santo Tomás estava certo. O laicismo faz da Igreja uma leiga amordaçada e do Estado uma religião ou um ídolo para adoração. É a tendência inevitável. Li também que em 20 anos a maioria dos eleitores da França e de vários países europeus será de muçulmanos. A média de filhos é de 6 para menos um em favor dos muçulmanos. Como a união do socialismo com o islamismo tem por alicerce um estado forte e absoluto que busca ser adorado como deus ou como ferramenta única de deus (no caso, de Alá), vejam só a ironia, o laicismo vai valer apenas para a Igreja, pois, o Estado deixará de ser laico para ser muçulmano-comunista. Ou seja, quem é que ficará como bobo da corte nesta história e ainda adoçando o chá de sua reunião irenista com os que buscam apenas enganar?

  18. Muito ponderado o comentário do genial — o que não quer dizer infalível — Jean Madiran! Madiran é um dos grandes luminares do pensamento católico.

  19. #

    Olá! Caros irmãos em Cristo, o comentário que quero fazer não é sobre o presente artigo, mais sim sobre o desmazelo litúrgico e progressismo na Cidade de Goiás, antiga capital do Estado. Cidade de sede episcopal, sob a mitra de Dom Eugênio Rixen. Deve-se lembrar, é na mesma cidade que fez campanha pró-camisinha dentro de sua catedral. Na cidade há o Mosteito da Anunciação do Senhor, pertencente aos Beneditinos de Subiaco, gostaria que clicassem nos link’s e vissem as fotos. Quanta desolação, meu Deus!!! Isso merecia um bom artigo aqui no blog sobre a questão! Só não mandei as fotos, por que elas tem direito reservado, mais podem vê-las seguindo o link. Que Deus os abençoe!!!

    Celebração dominical, igreja do Mosteiro
    Celebração dominical, igreja do Mosteiro
    Celebração de domingo no Mosteiro
    Celebração de domingo no Mosteiro
    Fachada do Mosteiro da Anunciação

    Como diriam os mineiros é de ficar boquiaberto!Rezemos pela nossa Igreja e seus sacerdotes, para que reconheçam o verdadeiro sacerdócio.