Um momento “No Espírito do Concílio” em Ribeirão Preto.

Deixemos que fale a Arquidiocese de Ribeirão Preto, cujo ordinário, Dom Joviano de Lima Júnior, foi presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB (créditos à leitora Mônica):

A Paróquia São Benedito, no Jardim Procópio, em Ribeirão Preto, celebrou nos dias 02 e 03 de julho, a Solenidade de São Pedro e São Paulo. No domingo, 3, na missa das 19h, para mostrar às crianças a importância destes dois santos na história da igreja, a liturgia utilizou-se de fantoches para alcançar o universo imaginário das crianças.

Nesta celebração eucarística celebrou-se o primeiro aniversário da Pastoral da Escolinha Dominical. A Escolinha Dominical visa evangelizar os pequeninos, enquanto seus pais participam da Santa Missa. As crianças são recebidas por monitores voluntários que as aguardam à porta da igreja. Os monitores recebem formação e são preparados para cuidar com carinho das crianças, abrindo-lhes caminhos na fé e no amor. Os fantoches Pedro, Aninha, Samuel e padre Serginho interagiram com o padre Amauri Sergio, pároco de São Benedito, e fizeram com que as crianças participassem ativa e piedosamente da celebração.

Já o leitor Reinaldo Aparecido Bento indica: O que fazer se aparecer… oh… O ESPÍRITO DO CONCÍLIO… é só chamar…:

26 Comentários to “Um momento “No Espírito do Concílio” em Ribeirão Preto.”

  1. Lamentável…

  2. Em nome dessa palhaçada de “Pastoral da Escolinha Dominical”, estão privando as crianças de participarem do Sacrifício do Altar!do Sacrifício do Altar!

  3. Apenas um lembrete- O Arcebispo foi presidente da Cõmissão Episcopal de Liturgia de nossa Conferência Episcopal. Graças a Deus foi é passado…Embora o presente ainda seja uma icognita

  4. Deus tenha piedade de nós e desses maus pastores!

  5. Dom Joviano acha a Missa de Sempre engraçada, disse ele entre risos na Redevida: “Como um sacerdote pode clamar Dominus vobiscum estando voltado para uma parede?”. A missa com fantoches é que é seríssima.

    O novo presidente da Comissão Nacional de Liturgia é dom Armando Bucciol, Bispo de Livramento de Nossa Senhora-BA.

  6. E começou dia 12 o Encontro dos Responsáveis pelos Folhetos Litúrgicos do Brasil…

    Imagina as geniais idéias!

    http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/liturgia/7055-comeca-o-encontro-dos-responsaveis-pelos-folhetos-liturgicos-do-brasil

  7. Rodrigo, também estou à procura do video. Trata-se da cobertura que a Redevida fez da Assembléia Geral da CNBB em 2008, e durante uma semana a emissora exibiu programas de entrevistas com os Bispos apresentando suas respectivas comissões. O programa sobre Liturgia teve a presença de dom Joviano, de d. Fernando Panico, Bispo do Crato-CE, de outros dois Bispos e do padre Gregório Hans, assessor da Comissão de Liturgia. Pela primeira vez numa TV dita católica ouvi falar do motu próprio “Summorum Pontificum”, mas os entrevistados não se referiram à sua aplicação ou não-aplicação, mas apenas denegriram os movimentos tradicionalistas com humor, e o Arcebispo de Ribeirão Preto soltou a piadinha acima, esquecendo-se que entre o sacerdote e a parede geralmente está o Santíssimo Sacramento, e que ao dizer “Dominus vobiscum” o padre volta-se para o povo (exceto no Prefácio).

  8. Ridículo.

  9. Canalhice pura!

  10. Prezados amigos:
    Como um jovem pai com 04 filhos (09 anos, 06 anos, 04 anos e 01 ano) posso afirmar que esse tipo de “atividade” não é a mais indicada às crianças, ainda mais essa palhaçada junto ao altar e ao sacrário. Desde muito novos, ou melhor, desde o nascimento, meus 04 filhos sempre assistiram, e ainda assistem, à Santa Missa ao meu lado e ao lado de minha esposa. É óbvio que existem dificuldades, choram quando bebês, não param quietos no colo, querem correr,… e por aí vai uma infinidade de coisas próprias da energia infantil. Porém com boa orientação, disciplina e paciência (deles e nossa), todos eles aprenderam (o último ainda está aprendendo) a se comportar muito bem durante as missas. Isto é responsabilidade intrínseca aos pais, que devem ensinar às crianças que tudo tem a sua hora e a HORA DA MISSA É UM MOMENTO SAGRADO.
    Com relação à “escolinha dominical”, penso que é um arremedo das ditas escolas dominicais dos protestantes. O lugar para se aprender a verdadeira e sã doutrina católica é na FAMÍLIA. Posso afirmar que isto custa aos pais, porém o lucro para a nossa alma e para a alma de nossos filhos é imensurável.
    Obrigado.
    Siqueira.

  11. Rezemos pelo atual responsável pela Liturgia, porque o responsável anterior foi e
    ,pelo jeito, permanece péssimo !

  12. “O lugar para se aprender a verdadeira e sã doutrina católica é na FAMÍLIA”

    Sr. Francisco Siqueira:

    Há tempos tinha essa idéia a ser dita, na ponta da língua.
    Essas ditas “escolinhas dominicais” é o “ó do borogodó”.
    Sua frase está perfeita.
    Que Deus o abençoe pela franqueza.
    Olegario.

  13. “e fizeram com que as crianças participassem ativa e piedosamente da celebração.”

    Essa foi de amargar…

    Piedosamente… ai, ai…

    Eles sabem o que é piedosamente?
    será que ao menos compreendem o Dom da piedade?

    Na minha paróquia também tinha teatro durante a Missa, houve tempos que a “pastoral do teatro” colocava seus fantoches para agradar a criançada, minha filha bem pequeninha adorava, também qual criança não se atrai por esse estaparfúdio ato lúdico?

    Mas com o passar do tempo, o padre que aceitava e incentivava esses abusos foi embora, ficou outro e essas coisas acabaram (se bem que outras continuam), minha filha foi crescendo e agora tem aprendido a se comportar numa missa, eu também a tenho ensinado, da forma como o Sr Franciso diz.

    Caro Francisco, assim como o Olégário eu faço minha as suas palavras: “O lugar para se aprender a verdadeira e sã doutrina católica é na FAMÍLIA”

    Rezemos.

  14. “Escolinha dominical”? Mais um “aggiornamento” vindo do protestantismo?

  15. Aqui no Brasil a Igreja é uma caixinha de surpresas, nunca se sabe o que vem por aí… E o pior, cada surpresa revela o fracasso dessas besteiras de TL, essas bobeiras sentimentalóides que pregam em muitos púlpitos. Que fazer? Só rezar e denunciar.

  16. Lucio Clayton, meu bom amigo.

    Dia desses fui num sábado de manhã rezar o terço na paróquia.
    Á frente, nas primeiras fieliras, um grupo de mais ou menos 12 crianças, de 09 a 13 anos, (se não me trai a observação) aprendia atenta, a catequese.
    A catequista, uma senhora muito gentil, e que ao que pude ver, tinha até boa vontade, ensinava:

    – Crianças! Não devemos criticar Judas Iscariotes, por que se não fosse ele, Jesus não teria morrido para nos salvar…!! Isso é coisa de antigamente!!

    Pois é, não me admiro se mais à frente não comemorarem o Deicídio por ai…

    Eu engasguei; e continuei quase que desconcentrado, desfiando meu pobre tercinho.

    Forte abraço!
    Olegario.

  17. Estava tentando converter um amigo meu protestante. Mas com padres e missas assim e a confusão dele achar que CNBB = Igreja Católica não tem como…
    É muito triste a nossa época. Estamos abandonados no deserto.

  18. A VERDADEIRA DOUTRINA CATÓLICA, já nao serve para as nossas crianças??

  19. Essa história de “escolinha dominical” é criada pelos adultos da paróquia que, lamentavelmente, não conseguem conviver com as crianças na missa e com a agitação que às vezes elas fazem.
    Já vi situações horrorosas, de padre praticamente expulsando uma família porque seu bebê era irriquieto.
    Em compensação, participei de uma missa em que o padre convidava a comunidade a acolher as crianças pois, nas palavras dele, “poderemos estar expulsando da Casa de Deus um futuro padre…´
    Abs a todos,

  20. Vejo como positivo uma forma de acolher as crianças no momento da missa. digo os menores. Por que realmente há muitos pais que levam crianças dos dois aos 3 anos para a missa e estas atrapalham. Choram, correm na igreja; a idéia de ficarem num salão brincando e rezando como elas entendem é positiva. Mas não uma missa temática para estas com bonequinhos e tudo o mais. Isto é sem duvida avacalhar com o Santo Sacrifício da missa. Que sem duvida para estes não é mais um sacrifício e se não o é também não foi missa válida. Daí o perigo de ir a missas desta forma. Melhor não ir.

  21. Rocha,
    em minha paróquia Deus concedeu-me a graça de não ter dinheiro suficiente para fazer a assinatura dos folhetos. Vão acabar os folhetos de Missa e, pela orientação de não se fazer celebrações sem padre, salvo muito grave necessidade, não terão mais sentido os folhetos de “culto dominical”. Nas comunidades rurais suprimi os cultos e estabeleci Missas nos dias não dominicais, precedida sempre pelo Terço. E a participação está boa, com a aprovação dos fieis. Os teatrinhos e danças afro foram suprimidos imediatamente à minha posse. Também eliminei o uso da bateria, com a aprovação da comunidade.

    Conto com as orações de todos.

  22. Interessante. Não somos, eu e minha esposa, um primor de educadores. Porém, desde tenra idade, ensinamos os nossos (quatro) filhos a: respeitar os mais velhos; respeitar a propriedade alheia e respeitar o lugar onde estiverem, ou seja a comportarem-se com civilidade, inclusive à mesa. Nossos filhos sempre se portaram bem dentro da Igreja e durante as missas. O que se deve fazer é educá-las para que procedam direito na igreja.. Essa “Escolinha dominical” deveria ser dirigida aos pais para que aprendam a educar e dominar seus rebentos.

  23. Revmo. Pe. Marcelo

    Que Deus o abençõe, que seu trabalho frutifique abundantemente e que Deus ilumine mais padres a agirem desta forma.

    Tenha certeza das orações deste pecador por vosso trabalho.