Um momento “No Espírito do Concílio”: Glória (?) no mais profundo dos infernos.

Nos informa o leitor Thiago Dionísio:

É  o ‘glória’ da ‘missa’: Missa N.S Desatadora dos nós, música Aqui tem Glória, em Campinas São José, SC (Arquidiocese de Florianópolis) – Padre Hélio da Cunha. Esse vídeo foi postado em 2008, mas vi agora. Salve Maria!

58 Comentários to “Um momento “No Espírito do Concílio”: Glória (?) no mais profundo dos infernos.”

  1. Trágico.

    REZEMOS!

  2. Que lixo!

  3. Ferretti, isso é um culto protestante!

  4. Não adianta resmungarem, carismáticos! Com todo o blá, blá, blá costumeiro!
    Vocês INFUNDIRAM UM SEMENTE DE SATANÁS dentro da Santa Igreja!

  5. Isso é conversão ao catolicismo? Não parece…

  6. Me desculpa, mas isso é um culto protestante?
    Pq não se parece nada com a Santa Missa que celebramos aqui na paróquia.

  7. Até mesmo uma igreja protestante mais tradicional teria vergonha do acima referido. E mesmo os carismáticos “das antigas” teriam…

    O tipo de música é aquele tipo forró-brega-sertanejo (breganejo) com letrinha simplória, típico da Deus é Amor e de setores mais pobres da Assembléia de Deus. Se cantar aqueles gospel melosos já era trágico, enveredar pelo breganejo com padre pulando como um cabrito no altar é de dar nojo!

  8. Kyrie eleison.

    É notório a voz de quem canta. Não tem como negar é PROTESTANTE.

    Kyrie eleison.

  9. É Rafael Vitola Brodbeck, a seita RC”C” é a responsável por toda essa loucura.

  10. Isso Thiago! Chuta o pau da barraca do Beléco Helio da Cunha!
    Gente isso é velho, passado, bons mesmo são os novos cultos de lá!
    http://www.paroquiasantoantonio.net/
    Sita da paróquia Santo Antônio, Campinas São José.

  11. Uma ante-visão do Inferno.

  12. O pior é que a igreja está lotada…

  13. É… Quem dera que fosse só aí…
    Em todos os lugares- Isso contagia!

  14. É Glória que sobe, é glória que desce …

    Meu Jesus, misericórdia.

  15. Qual a cor desse paramento???

    É o rito ordinário.
    ..

  16. Acho que o Fratres in Unum se enganou. Esse vídeo é uma montagem, tanto é que colocaram uma casula no pastor protestante. Falando sério, a solução para isso seria simples: esses irmãos (e todos os que ficam mutilando a Missa), inclusive o padre que está presidindo esse culto protestante, poderiam sair da verdadeira e única Igreja e passar para uma igreja protestante ao invés de ficarem profanando o verdadeiro culto cristão: a Santa Missa. Simples assim.

  17. E o que nós pobres leigos podemos fazer?
    Só nos resta rezar sem cessar; entregar a Igreja ao seu único e soberano Senhor que é Jesus.
    Não ir de forma alguma a uma missa celebrada deste tipo, mesmo que seja a unica missa em nossa paróquia. (Se possível até ir a missa em outra paroquia que a celebre como deve ser.)
    Orientar aos amigos, conhecidos e familiares sobre o verdadeiro significado da missa.
    E importante é também não ficar maldizendo, condenando, deixando exposta a divisão interna da Igreja, principalmente em questões litúrgicas. A nossa desunidade é um grande empecilho para a volta da verdadeira piedade. Orientação, fidelidade sim; divisão, murmuração, maledicência, jamais!

  18. Que que é isso?! Uma mistura de Barretos com Universal do Reino de Deus? Cruzes!

    O que mais me causa indignação é que os “músicos” católicos nada sabem da verdadeira música sacra católica. O que mais me escandaliza é ver a conivência, de muitos sacerdotes, com palhaçadas musicais semelhantes à do vídeo dentro da Igreja, entrando na onda da RC”C”, profanando o que é sagrado e protestantizando o que é católico. Como eu gostaria de ver São Pio X vivo hoje, pois com certeza ela faria igual a Jesus com os vendilhões no Templo de Jerusalém!

    Creio que a esmagadora maioria dos “músicos católicos” nunca leu sequer um documento Papal acerca da Música Sacra Católica. Se tivessem lido, saberiam que “a música sacra deve possuir, em grau eminente, as qualidades próprias da liturgia, e nomeadamente a santidade e a delicadeza das formas, donde resulta espontaneamente outra característica, a universalidade. Deve ser santa, e por isso excluir todo o profano não só em si mesma, mas também no modo como é desempenhada pelos executantes.” (Pio X, Motu Proprio Tra Le Sollicitude)

    Se os ditos “músicos católicos” estudassem os documentos Papais saberiam também que “o canto gregoriano foi sempre considerado como o modelo supremo da música sacra, podendo com razão estabelecer-se a seguinte lei geral: uma composição religiosa será tanto mais sacra e litúrgica quanto mais se aproxima no andamento, inspiração e sabor da melodia gregoriana, e será tanto menos digna do templo quanto mais se afastar daquele modelo supremo.” (Pio X, Motu Proprio Tra Le Sollicitude)

    E também saberiam que:

    “[…] está no desejo de todos, a saber: a de que sejam eliminadas essas canções profanas que, ou pela moleza do ritmo, ou pelas palavras não raro voluptuosas e lascivas que o acompanham, costumam ser perigosas para os cristãos, especialmente para os jovens, e sejam substituídas por essas outras que proporcionam um prazer casto e puro, e que, ao mesmo tempo, alimentam a fé e a piedade; de modo que já aqui na terra o povo cristão comece a cantar aquele cântico de louvor que cantará eternamente no céu […].” (Pio XII, Encíclica Musicae Sacrae Disciplina)

    Quem for músico católico, por favor, tire uma tarde para ler, pelo menos, estes dois documentos, de São Pio X e Pio XII. No Site do Vaticano tem em português. Quem tiver dificuldade para encontrá-los pode me escrever que eu mando por email.

  19. Que padre animadinho né rss….

  20. A Forma Ordinária da Santa Missa é bem diversificada.
    Hoje ela é rezada por tuda a superfície terrestre e talvez até mesmo em suas entranhas, para mineiros que trabalham na exploração do enxofre…é claro.
    A Forma Ordinária não deixa ninguém infeliz, pode ser rezada de uma maneira mais alegre e eclética indo para uma forma mais séria.
    Acho até que Bento XVI quando criou a forma extraordinária, ou melhor, Extaordinária, deveria incluir um adendo ao Motu Proprio, nos obrigando a lembrar sempre da canção do urso Balu:

    Eu uso o necessário
    Somente o necessário
    O EXTRAORDINÀRIO é demais
    Eu digo necessário
    Somente o necessário
    Por isso é que essa vida eu vivo em paz…

  21. Vcs caçam pêlo em ovo, essa é a mais forte expressão de alegria do povo, é a abertura ao mundo. Eles tem o apoio da Igreja, ok? Simples assim.

  22. É pra vomitar…
    Não existe outra solução diante de um bacanal desse…
    Ou melhor…
    Existe…
    REZAR muito pela Igreja de Deus…
    Sejamos DEICIDIDOS: JAMAIS PARTICIPEMOS DE TAL ATO; MESMO QUE NÃO HAJA UMA SANTA MISSA, ORDINÁRIA OU EXTRAORDINÁRIA, não PARTICIPEMOS NUNNNNNNNCA dos bacanais blablablablá…. carismáticos ou dos ritos macumbíferos dos padrecos ou bispos ligados à cloaca da tl das cebs…Eles não querem fazer o que faz a IGREJA ROMANA, logo, suas “missas” são inválidas, a TEOLOGIA assim nos garante.

  23. Essa canção é da cantora evangélica Cassiane ( procurei no google) . Deus in adiutorem meum intende!

  24. Gente, agora eu nem mais lamento, é tão patético que parece um programa humorístico.

    Chegaram ao ponto de cantar as músicas da herege Cassiane. Alguém já leu a letra dessa Cremilda gospel?

    Tem cada trecho, que vou te contar… “Seus pés são como latão reluzente”, Que piada…

  25. http://www.paroquiasantoantonio.net/pt/contato/index.php
    mandem seus emails para lá perguntando sobre o caso. Mande o link do vídeo, mande a noticia do fratres e vamos ver o que eles falam, perguntem se quiserem se eles nao tem vergonha na cara… DEUS ME LIVRE!

  26. RC “C” = Porta de saída para o protestantismo !!!
    O carismatismo é arvore má nascida do protestantismo .. e isso é fato!
    É arvore que não presta e que só produz heresias.
    Quanto ultrage e sacrilégio esse pentecostalismo carismático tem feito a santa liturgia da missa .
    Só o verdadeiro catolicismo tradicional pode arrancar esse cavalo de tróia protestante que adentrou os muros católicos.
    Por isso rezemos e convidemos cada vez mais pessoas para participar e conhecer a Missa Tridentina.

  27. Nossa que horror, que culto neo-pentecostal é esse? “Ó Glória de que vem em cima, que vem de baixo”. Isso é uma vergonha! Daqui a pouco vão chamar “Pedir Mas cedo” e Silas Malacheia” para dar testemunho na Missa. Abaixo a bizarrice da RCC e Viva a Tradição, viva o Magistério da Igreja!

    Nossa Senhora Rainha dos Anjos interceda pela Igreja e por todos nós.

  28. Não, meus caros, não é culpa da RC”C” esse delírio. É culpa do clero, Bispo e Padres, que permitem essa palhaçada. Essa gente já perdeu a Fé há tempos.
    Essa não é a Igreja de Cristo, mas, sim a seita fundada durante o Vaticano II.
    Meu consolo é saber que essa maldita seita está ferida de morte e sangra com tamanha ignorância.

    “…Por fim, Meu Imaculado Coração Triunfará.”

  29. Graça e Paz!
    Também acho que a responsabilidade é do padre e devo supor que o sr. Bispo não tem conhecimento desse abuso. Devemos informá-lo.

  30. lembra uma música funk: ta dominado, tá tudo dominado….

  31. Um culto protestante pentecostal dos mais fuleiros…

  32. Que é loucura, dá nojo, etc. e tal, é aceitável e evidente. Protestante e muito mais pentecostal, está na “medula” destes grupos.
    Mas, “figurinhas carimbadas”, hajam com honestidade. Critiquem o Novus Ordo com imagens de uma missa na rúbrica. É isso que precisamos. A crítica dentro do que está na conformidade magisterial.
    Criticar o que está muito longe de ser uma missa católica, dizendo estar dentro do padrão, é tamanha desonestidade.
    Comparem “banana verde” com “banana amarela” e nao “banana” com “nectariana” (?)
    Posso postar diversas missas rezadas/cantandas no rito de São Pio V, sem precisar ser uma celebrada por D. Lefebvre, que será um abismo de distância desta loucura tamanho família.
    Falar que isto é vazão do Rito Ordinário, é violentar demais. Típico de quem só sabe separar o joio do trigo como “plena comunhão” e “não plena comunhão”.

    Salve Maria!
    E.M. RVGarcia

    P.S. Hoje é o dia do perdão de Assis / Indulgência da Porciúnca (indulgência plenária nas condições estabelecidas) até o fim do dia. Faço votos que aproveitem a ocasião. RVG

  33. ERRATA: em “Porciúnca”, lê-se Porciúncula.
    P.S.2. Realmente, é resultado do espírito do concílio (o título é coerente).

  34. Robson, que o rito ordinário possa ser celebrado com dignidade (latim, gregoriano, versus Deum, etc) ninguém duvida. O que não se pode negar é que ele TAMBÉM pode ser celebrado com rupturas claras com relação ao missal antigo e contempladas na lei atual da Igreja (comunhão na mão, coroinhas meninas…) infelizmente (e não estou falando deste glória absurdo do vídeo, que infringe até o vago Novus Ordo). Mas o problema não seria exatamente este: poder celebrar “legalmente” de ambas as formas previstas pela lei, com rupturas e sem?

    Você poderia me dizer em qual paróquai da sua diocese você encontra um rito ordinário celebrado em perfeita continuidade com a Tradição da Igreja? Na sua paróquia há predominância da missa sem nenhum vestígio de ruptura (sem comunhão na mão, sem coroinhas meninas, para citar os abusos/rupturas previstos em lei, e sem leitoras, sem ministérios de música protestantes, para citar os absurdos aceitos pelas autoridades)?

    Que possa haver esporadicamente missas bem celebradas é hoje razoável. Mas de fato, o que temos de ORDINÁRIO é algo dentro dos conformes da tradição católica? Mesmo nas melhores paróquias em que há a convivência das duas formas, desconheço UMA no Brasil em que não haja NENHUMA ruptura entre elas.

    Por isso, infelizmente, o que temos de ORDINÁRIO é uma missa cheia de abusos. Não adianta vivermos no país das maravilhas considerando uma missa abstrata e irreal, embora prevista sua possibilidade (sim, pois também permite o outro lado da moeda) no missal.

    Portanto, o que temos nas paróquias, ESTE É O RITO ORDINÁRIO. E não algo vago e sem correspondência com os fatos.

    Quando esta forma ordinária for fixada e blindada com normas claras que digam o que fazer e o que não fazer, expurgando terminantemente qualquer ruptura com o passado, aí sim te darei razão. Enquanto permitir duas posturas que muitas vezes levam a duas RELIGIÕES, não!

  35. Padre Francisco, o Sr. Arcebispo de Florianópolis sabia sim! Padre Helio (Beléco) da Cunha é bem conhecido na arquidiocese e amigo de Dom Murilo, então metropolita aqui.
    Ah e todos conhecem bem a fama desta “novena” de Campinas SJ.

  36. Caro amigo Robson,
    Você não vê?
    Você cai na armadilha que é a missa de Montini.
    O problema real não é o remelexo contagiante do padre ou a libertação das frangas, pombinhas e urubus de fiéis que não estão nem aí para missa. Isso é o de menos!
    A missa de Paulo VI se desdobra em várias direções justamente para evitar e confundir a crítica. A bandalheira serve como um “decoy” que conduz o fiel mais crítico para bem longe da realidade que importa, que é a teologia e a doutrina que está contida no Missal de Paulo VI, na sua estrutura, sem falar na história que se passou durante o planejamento da missa nova.
    Você não entende?
    Você não entende que o que você vê é só uma cabeça de uma hidra que lhe dá repúdio mas que com outra cabeça lhe convida com ares de…ordinário.
    Eu falei de extraordinário e ordinário mas não existe nada disso. Isso é uma falácia, um engodo.
    Que diabo de extraordinário é esse que retira do ordinário 1182 orações, joga fora 760 e dos poucos 36% que restou, mais da metade foi adulterada. Um extraordinário só com 17% do ordinário.
    Deus jamais aceitará duas formas de sacrifício.
    É como se Jesus Cristo após ser morto na Cruz, descesse e falasse “agora eu vou mostrar pra vocês como se faz a forma ordinária” ou a outra forma, que seja.
    Não importa se o forrobodó é num bairro de Floripa ou no meio da Basílica de São Pedro o que importa é que nada disso é o que foi feito sempre na Santa Madre Igreja.
    Discutir cenas de arrasta-pés litúrgicos é o que mais agrada a quem justamente não quer o retorno e a restauração da Igreja.

  37. Exceto que o Missal só permite um lado da moeda, Marco. Seu argumento é um boneco de palha.

  38. Eis mais um pouco da “fumaça de Satanás” a que se referiu o Papa Paulo VI.

  39. Vejam os outros o mundo como quiserem.
    Para mim, a falta de fé faz surgir oposições à tradição, aos Textos Sagrados e ao Magistério da Igreja, onde tudo é manipulado em interpretações e espetáculos que estejam de acordo com o que pensam e querem os condutores de massas, sejam padres, pastores ou políticos. Estes querem o poder.
    E esses católicos que formam essa massa desenfreada, são controlados porque também querem o poder, na forma da felicidade gratuita e agradável. Basta cantar e sacudir o esqueleto.
    A Fé é a adequação da razão ao plano sobrenatural, que desejamos e onde encontramos Deus, Bem Supremo. A doçura da fé é a esperança de e em Deus, porque a razão também quer me mostrar que o finito não alcança o Infinito, mas Jesus Cristo resolveu esta parte.
    A falta de fé é o abandono do plano divino em favor do plano terreno, que está bem próximo de todos nós nesses tempos de tantos “ismos”. E lá vamos para a festa e a salvar o planeta!

  40. Jucken, realmente a forma ordinária (que não se restringe aó o missal, mas também a IGMR e a legislação litúrgica esparsa) só permite um lado da moeda. Peço então perdão publicamente e renuncio ao meu argumento boneco de palha.

    Afinal, o padre, na forma ordinária, não é livre para escolher a posição versus populum, em aberta ruptura com a Tradição Católica. De fato, reconheco este boneco de palha.

    Ele também não é livre para adotar integralmente o vernáculo, outra ruptura. Outro boneco de palha.

    O ofertório da forma ordinária é outro boneco de palha que infelizmente nos engana, a nós, tradicionalistas radicais. Embora não haja referência ao caráter propiciatório nele, há uma perfeita continuidade. Desculpe novamente.

    Também não é livre para escolher a oração eucarística de sua preferência, desde o catolicíssimo cânon romano a outras orações eucarísticas semi-protestantes. Desculpe, não foi minha intenção criar este boneco de palha.

    Distribuir a comunhão na mão é outro boneco de palha que não tem previsão nenhuma na legislação atual. Fico feliz em saber que a lei da Igreja condena todo padre que age desta forma, em profunda ruptura com o zelo pela Sagrada Eucaristia que a Igreja foi moldando com os séculos e que a fez abandonar esta prática há mais de um milênio.

    Também o uso de meninas acólitas é outro boneco de palha não previsto na legislação.

    Perdão, Jucken. Retiro o meu comentário.

  41. Lembrei-me de algumas palavras de Mons. Lefebvre.
    “Para continuar a ser católico, teria que me tornar protestante?”
    acredito q sejam mais ou menos assim.

  42. E o pessoal tentando salvar o Rito Novo…

    Não é por causa deste vídeo que ele precisa ser salvo.

  43. Vão me desculpar os defensores da ortodoxia do Concílio Vaticano II, mas a “Sacrosanctum Concilium”, depois de exaltar o canto gregoriano como “o próprio da liturgia romana EM IGUALDADE DE CIRCUNSTÂNCIAS” (SC, 116), já escancara estas mesmas circunstâncias a todo e qualquer precedente, e mais ainda ao versar sobre a “adaptação às diversas culturas”, sempre deixando reais significados abertos à tripla interpretação:

    “Em certas regiões, sobretudo nas Missões, há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. Estime-se como se deve e dê-se-lhe o lugar que lhe compete, tanto na educação do sentido religioso desses povos COMO NA ADAPTAÇÃO DO CULTO À SUA ÍNDOLE, segundo os art. 39 e 40. Por isso, procure-se cuidadosamente que, na sua formação musical, os missionários fiquem aptos, na medida do possível, a promover a música tradicional desses povos nas escolas E NAS AÇÕES SAGRADAS” (id, 119).

    O resultado, todos conhecemos, e não me cola a chorosa desculpa neoconservadora de que “o concílio foi traído”. Fosse um marido mais austero, teria evitado possíveis traições com as proibições explícitas e claras a gêneros musicais pseudo-sagrados presentes na “Musicam Sacram” de S. Pio X, por exemplo.

    Mais adiante, no art. 120, a referida Constituição conciliar pede de modo comovente que se conserve o órgão de tubos na igreja latina, que eleva poderosamente o espírito a Deus, mas como a língua conciliar é sempre bifurcada, o mesmo artigo concede democraticamente que o espírito não se eleve a Deus e fique cá na terra mesmo: “Podem utilizar-se no culto divino outros instrumentos, segundo o parecer e com o CONSENTIMENTO DA AUTORIDADE TERRITORIAL COMPETENTE” (idem, ibidem).

    Ora, a autoridade territorial competente recai sobre o Arcebispo de Florianópolis. Com plena legalidade conciliar até o Zeca Pagodinho poderia cantar este Gloria desde que o sr. Arcebispo autorizasse.

    O padre e o arcebispo não estão em comunhão com a Tradição litúrgica romana, mas estão em plena comunhão com o Concílio Vaticano II, e isto lhes basta!

    Com base nas determinações conciliares, esta “missa” também é lícita, claro, sempre à luz da renovação litúrgica do Vaticano Segundo, jamais da Tradição bimilenar:

  44. É o mesmo estilo de música da chamada “Assembléia de Deus”.

    Esse pessoal da Renovação Carismática não tem mais Catolicismo, mas apenas alguns ELEMENTOS CATÓLICOS, como as seitas que se dizem “cristãs” têm. Algumas seitas têm mais, outras têm menos, mas nenhuma tem a plenitude do Catolicismo.

    Não são os que seguem alguma ou várias coisas do Cristianismo que vão salvar sua alma, mas apenas os que seguem INTEGRALMENTE o Cristianismo: “Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”(Mt 7, 21).

    É evidente que: Quanto mais as instituições “católicas” procuram imitar práticas e coisas protestantes, menos católicas e mais protestantes ficam, pois o protestantismo é condenado pela Igreja Católica, como no Concílio de Trento.

    Ao optarem pelo Protestantismo, o que as instituições da Renovação Carismática têm a oferecer aos seus membros só pode ser o Protestantismo. Se tais instituições “católicas” já conduzem seus membros a afastarem-se cada vez mais da parte militante da Igreja do Senhor, mais ainda tais instituições conduzem seus membros a afastarem-se cada vez mais da parte triunfante da Igreja do Senhor.

    E como foi revelado pelo próprio Senhor Jesus Cristo, a Igreja à qual Ele chama de “minha Igreja” é a Igreja fundada por Ele na Rocha de Pedro (cf. Mt 16, 18), e não as igrejas que rompem com esta Igreja. Quem não ouve esta Igreja, contra a qual as portas do inferno não prevalecerão, deve ser tido por pagão e publicano (cf. Mt 18, 17).

    Não é pelo Protestantismo que temos que optar, mas sim pelo Catolicismo. Infelizmente, a Renovação Carismática, com todas as suas instituições, tem optado pelo Protestantismo. Resta-nos então combater contra esse movimento e rezar pela conversão de seus membros.

    Se a Renovação Carismática opta pelo Protestantismo, então todos os que optam pela Renovação Carismática optam pelo Protestantismo.

    Eis aí a realidade da Igreja no Brasil, cada vez mais protestante!!! Se se ensina aos “católicos” a amarem o Protestantismo, como é que o Protestantismo vai parar de desviar os “católicos” para suas fileiras?

    Acho que está bastante evidenciado no post o Protestantismo Interno no seio das estruturas católicas, que se alastrou e se alastra cada vez mais por toda a Igreja do Brasil. É hora de todos que apoiaram ou apoiam a Renovação Carismática ou que são negligentes ou passivos para com ela colocarem a mão na consciência e refletirem sobre o mal que têm feito. Deus vai pedir contas!

    Quem ainda duvida que a Renovação Carismática seja uma seita protestante, use a intuição (intuição não é sentimento): Pergunte-se, com toda retidão, isso é Católico?

  45. Prezado Sr. Santana,

    Parece que preciso ser mais claro. Eu não disse que o Novus Ordo é equiparável com a Missa Tridentina em momento algum.
    Aqui, em esmagadora maioria, sabemos que a Barca de Pedro tem um desvio com o Novus Ordo, e que, por questões deste espírito Conciliar, deu piores azos como estas aberrações do que a própria letra poderia conter.
    E que a Missa do Modus Antiquor é perfeita, em relação a imperfeita Missa atual, é evidente.
    O que tentei, mas sem sucesso, é dizer que as críticas deveria ser feitas com mais honestidade ao modo de críticas a uma “face só” como disse o Sr. Jucken.
    Cair na armadilha é correr atras do inimigo errado…ou do “peão” do inimigo.
    Agora, nem no Novus Ordo, nem no antiquor, havia inscrições para se ter “meninas no altar” conforme já sabemos.
    Nem para tirar a batina…Um seminarista da minha diocese de origem me disse anos atrás, quando eu perguntei sobre o pq. ele não estava com o hábito talar, que “no concílio isto foi abolido”.
    Onde? Só se for na vontade do padre que “ensinou” a este futuro sacerdote.
    Nem para ter “expressões” como esta…pentecostais.
    O que aconteceu então…uma vontade maliciosa, ajustou-se com os desavisos e alí alojou-se.

    Uma vez que temos, agora tem-se que fazer algo para substituir este mau modo. Infelizmente, não podemos agora chegar a chibatas e arrancar em todas as paróquias de uma vez as “meninas do altar” porque não vai funcionar.
    Nem a forceps tirar os ministros.
    Um modo, é substituir as atribuições (Só se muda com eficácia quando se substitui).
    Sei que o outro modo é fazer na canetada, sendo preto-no-branco. Infelizmente, o Santo Padre não vai resolver a “murros na mesa” (eu até que gostaria, humanamente falando) pois não funcionará e não obedecerão.
    Parece titubiante mas vai como Deus permite.

    Bem, tentei. Essa é a relidade das paróquias, daqueles que querem instaurare omnia in Christo, e vivem não só nas paróquias, mas em escolas, famílias e em geral.

    Enfim, tentei.

    Salve Maria

    ***

    Prezado Sr. Marco,

    Sou Oratoriano, (em uma ad experimentum “ordem terceira” da Congregação do Oratório de São Filipe Neri de SP), onde temos Santas Missas Tridentinas quase todos os dias (exceto segundas e quintas). Bem, neste sentido, como todos sabem, a Missa é o começo e o fim de toda esta luta, ou seja, não é só um problema da liturgia, mas um problema doutrinal que gera um problema litúrgico, ou vice-versa (lex orandi, lex credendi, velha história). Neste caso, quando estes padres por força da situação, rezam a Missa no Novus Ordo (o que muitos dos Srs e Sra. chamam de bi-ritualistas, ou Padres Motu plena comunhão, etc. e tal) fazem-no o mais dígno possível.
    O padre não dá comunhão na mão e a cada dia, mais e mais pessoas se ajoelham para receber nosso Senhor (digo,mesmo aos que assistem a Missa no Novus Ordo).
    E porque isto acontece? É o exemplo que arrasta, como diria Sto. Agostinho. A influência dos “trads” tem seu efeito, mesmo naqueles que não a frequentam ou desconhecem.
    Os fiéis que assitem a Missa no Modus Antiquor, como todos sabem, já são bem distintos dos demais e tornam a postura do católico de sempre cada vez mais visível e, até diria, imponente.
    A cada dia, mais uma conversão verdadeira…a passos que só Nosso Senhor sabe o porque.
    Mas não muda para todos. Nem todos que encontram a verdade aceitam.
    Para o povão, não tem nada que saber de Missa “de padre de costas” ou em língua “que não entende”.

    Ai que aperta o cerco. Ter que fazer um apostolado mais inteligente para buscar a razão desta gente que só vive da emoção. É bem arduo, mas deve ainda fumegar.
    É preciso substituir estas loucuras sensitivas por algo mais próximo da razão.

    Bem, enfim, por isso é preciso que morra a semente para que haja frutos, e dos bons. Temos que ser estas sementes, hoje, maceradas por todos os lados.

    Salve Maria!

    RVGarcia, E.M.

  46. Hoje está difícil
    ERRATA:
    1) em “havia inscrições”, leia-se “haviam inscrições”
    2) em “católico de sempre cada vez…”, leia-se “católico de sempre, cada vez…”

    Att.,
    E.M. RVGarcia

  47. Esse rito é de que religião?

    Mas que rito mais ordinário!

    (Sim, sarcasmo.)

  48. Que “negócio” é esse de dizer que bispo não sabe o que acontece em sua diocese? ha! ha! ha!
    As “missinhas malucas” do Marcelo Rossi não são por acaso presididas por um bispo? Bispo este
    que apoia e preside a profanação litúrgica? O mundo sabe pois está na televisão! Não é só bispo que sabe. Sabe Bispos, Núncio e Curia romana. E o Santo Padre O Papa sabe? Se “euzinho” que não sou ninguém sei imaginem toda essa gente importante usando Mitra e Báculo. Essa é a “igreja conciliar”
    Que lástima!…

  49. Quanta unção!

    Ô, glória!

    Aff, gente, tenha paciência, né? Isso sinceramente me envergonha. Eu queria ter a oportunidade de conversar com esse padre…ia falar umas boas verdades.

  50. Não creio que isto seja culpa da renovação, até porque na minha paróquia, a renovação é tão simplória que nem parece a RCC, os escândalos litúrgicos são feitos pelos padres que nem tem relação com a renovação.
    Eu vejo que o problema vai além de uma associação de leigos. O clero está infectado com essa doença maléfica. Isso é culpa da falsa verdade de que você pode interpretar como bem entende a tradição da Igreja, isso é culpa da falsa interpretação.

  51. Aos que pedem não comparar bananas com nectarinas:

    https://fratresinunum.com/2011/07/14/comparacao-dos-proprios-nos-missais-de-sao-pio-v-e-paulo-vi/

    Uma comparação apenas de textos. Nada de “glória de baixo”, “Missa Afro”, “TL”, “Missa Holanda Vice campeã da Copa”, “Missa Gay” nada! Apenas o texto. O mesmo texto difundido pelo mundo todo “à forceps”, de um ano para outro, após ter sido condenado por bispos da época e o mesmo texto que recebeu as críticas do Cardeal Ottaviani e Bacci. O mesmo texto usado nas solenes celebrações do Vaticano e nos “Cultos Dominicais” de alguns locais no Brasil.

    http://gloria.tv/?media=48969

    Um vídeo longo, que eu havia visto em partes no youtube, mas está inteiro no Glória TV (que não é “glória de baixo”) e faz comparações entre duas missas celebradas no mesmo dia, no mesmo lugar, uma após a outra.

    Se nenhum dos dois exemplos é suficiente para mostrar que há sérios problemas, que não adianta “celebrar piedosamente o rito ordinário”, Kyrie eleison.

  52. Prezado Robson Garcia,
    Eu não sabia de sua condição e nem de sua experiência e vivência no assunto, que são infinitivamente superioers as minhas.
    Abusei usando seu nome para introduzir idéias e palpites meus.
    Sendo assim peço que me perdoe.

  53. Neste caso, quando estes padres por força da situação, rezam a Missa no Novus Ordo (o que muitos dos Srs e Sra. chamam de bi-ritualistas, ou Padres Motu plena comunhão, etc. e tal) fazem-no o mais dígno possível.
    Essa senhora aí, acho que foi pra mim. NUNCA disse que era indigno um padre celebrar a missa do motu. O que eu disse, é que a maioria fica com jogadinha de piada pra cima da FSSPX em seus sermões. Da minha parte, chego no padre e falo que é ridiculo o que ele faz.

  54. Sr. Galvão,

    Mais uma vez, não disse que está em pé de igualdade as missas. E gostei do tema do qual colocou o hyperlink pois neste pé, é que evidenciamos as diferenças das missas e onde cabe a discussão. Neste artigo a discussão é no tom “banana” com “banana”.
    Acho interessante mostrar a “nectarina”, visto que é a aberração que sobrou deste espírito nefasto que nos assombra a mais de 40 anos.

    Sr. Santana,

    Longe disso meu caro. Já vi diversos comentários seus de um bom nível e de um conhecimento, prá lá do que eu sei. Alias, o que me conta é muito mais os anos no apostolado do que o conhecimento adquirido nos livros.
    Esqueci de comentar que concordo que a situação é atípica e não é comum (manter dois ritos). Isto realmente, deverá ser temporário e de carater de ajuste ou uma “situação de contorno” se assim puder dizer.
    É evidente que não teremos dois ritos a longo prazo. Esperamos em Deus que isto ocorra da melhor maneira possível. Com o Santo Padre que temos, minha esperança é altíssima.

    Salve Maria!

    E.M. RVGarcia

  55. Se o texto não falasse em “missa”, eu apostaria que se tratava de um deboche carnavalesco com alguém fantasiado com algo qe parece traje litúrgico, ridicularizando a Igreja…
    Triste.

  56. Sr. Robson

    Por mais que tenha sido sua frase que me despertou o comentário, não o coloco como único destinatário, pois muitos defensores do NOM de Paulo VI tem a visão “Estão comparando os nossos abusos com o de mais rígido da Missa Tridentina”.
    E é exatamente o que quer dizer o narrador do vídeo, creio que na primeira meia hora, não me recordo o ponto exato, quando defende a comparação feita e diz que nem todo padre que reza a Missa Tridentina é plenamente santo (exemplo alguns dos mencionados em https://fratresinunum.com/2011/08/04/estes-padres-que-nao-amavam-a-missa…) e nem todo padre que reza o NOM de Paulo VI é “padre Bozo”.

    Sem mais, Salve Maria, e que Deus abençoe este trabalho do Fratres e a todos os seus leitores.