Palavras ignoradas, se não desprezadas e espezinhadas pelas Universidades Católicas no Brasil. Para ficarmos apenas nas PUC’s: exemplos aqui, aqui e aqui (este último com até ponto de macumba, segundo testemunhas). Rezemos para que passemos dos recados à ação:
Entre estas instituições em suas regiões, as escolas são lugares especiais, elas são um testemunho excepcional do vosso compromisso com a educação e formação dos nossos queridos jovens.
Os esforços feitos por toda a comunidade cristã para preparar os jovens cidadãos do seu nobre país, para construir uma sociedade mais justa e próspera, têm sido uma característica da Igreja nas vossas dioceses e em toda a Índia.
Ajudando a amadurecer as faculdades espirituais, intelectuais e morais de seus alunos, as escolas católicas devem continuar a desenvolver uma capacidade de julgamento e apresentá-los à herança legada a eles por gerações anteriores, promovendo, assim, um senso de valores e preparando os seus alunos para uma vida feliz e produtiva (cf. Gravissimum Educationis, 5).
Encorajo-vos a continuar a prestar muita atenção para a qualidade do ensino nas escolas presentes nas vossas dioceses, para garantir que elas sejam genuinamente católica e, portanto, capazes de transmitir as verdades e os valores necessários para a salvação das almas e a edificação da sociedade.
Certamente, as escolas católicas não são o único meio pelo qual a Igreja pretende instruir e edificar seu povo intelectual e moralmente. Como vocês sabem, todas as atividades da Igreja são feitas para glorificar a Deus e encher o seu povo com a verdade que nos torna livres (cf. Jo 8,32).
Esta verdade salvadora, no coração do depósito da fé, deve permanecer como fundamento de todo o esforço da Igreja, propondo aos outros sempre com respeito, mas também com compromisso.
A capacidade de apresentar a verdade delicadamente, mas com firmeza, é um dom a ser alimentado especialmente entre aqueles que ensinam na instituições católicas de ensino superior e aqueles que estão encarregados da tarefa eclesial de educar os seminaristas, religiosas ou os fiéis leigos, seja na teologia, na catequese ou no estudo da espiritualidade cristã.
Aqueles que ensinam em nome da Igreja têm uma obrigação especial em suas mãos: transmitir fielmente a riqueza da tradição, de acordo com o Magistério e de uma forma que responde às necessidades de hoje; enquanto os alunos têm o direito de receber a plenitude da herança intelectual e espiritual da Igreja.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey