O Vaticano e o ‘bispo rebelde’ do México.

IHU – O Vaticano pediu ao bispo mexicano Raúl Vera López para que dê esclarecimentos sobre a sua posição e o seu trabalho com grupos homossexuais. Mas, não apenas isso. Também sobre o seu apoio à despenalização do aborto e à adoção de crianças por parte de casais do mesmo sexo.

A reportagem é de Andrés Beltramo Alvarez e está publicada no sítio Vatican Insider, 12-09-2011. A tradução é do Cepat.

No começo de setembro o prelado da diocese de Saltillo esteve em Roma convocado pela Congregação para a Doutrina da Fé. A recomendação foi clara: deve definir sua postura em respeito à doutrina da Igreja católica, um pedido que o interessado pareceu ignorar parcialmente.

Na Cúria Romana Vera teve encontros com Marc Oullet, prefeito da Congregação para os Bispos, e com William Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Além disso, no dia 6 de setembro, teve uma longa conversa com o sacerdote jesuíta espanhol Luis Ladaria Ferrer, secretário do ex-Santo Ofício.

De acordo com revelações feitas por fontes eclesiásticas tratou-se de reuniões cordiais e sem ânimo de admoestar, mas com uma recomendação precisa: o clérigo deveria estabelecer claramente sua adesão aos valores da Igreja à qual pertence, a católica, apostólica e romana. Nestes casos e para maior certeza se sugere que o interessado se retrate através de um texto escrito, talvez um artigo.

Ainda não está claro se efetivamente as autoridades vaticanas exigiram a Vera a redação deste escrito; mas também não ouviram suas explicações e lhe deram uma palmadinha nas costas, como se seu trabalho não tivesse inconvenientes.

Se o convocaram, foi pelas sérias dúvidas sobre a compatibilidade de suas declarações e suas ações com os valores “não negociáveis” defendidos pelo catolicismo no mundo de hoje: tanto a vida humana desde a sua concepção até a sua morte natural como a família fundada sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher.

A viagem do pastor de Saltillo a Roma não foi um passeio turístico; foi convocado a comparecer. E assim o fez, explicando – entre outras coisas – que parte de seus mal-entendidos se encontra na agência católica de notícias ACI Prensa, cujo diretor, Alejandro Bermúdez, foi acusado de fazer uma campanha contra ele publicando informações infundadas e calúnias. Tudo parece indicar que o argumento não foi aceito, embora ele o tenha repetido diversas vezes aos seus interlocutores.

De qualquer maneira, as recomendações vaticanas pareceram surtir pouco efeito ou um efeito parcial porque, no seu retorno ao México, Raúl Vera manteve sua postura e antecipou que seu trabalho pastoral com a comunidade homossexual continuará, porque seus integrantes também são cristãos.

Em declarações à imprensa, reconheceu que a Sede Apostólica segue com atenção a pastoral social de sua diocese e que lhe fez uma série de observações, mas apenas de “tipo administrativo”. Nada mais.

“Não é nenhuma novidade que a Igreja apóie a diversidade sexual, porque nos Estados Unidos há, pelo menos, 50 dioceses que atendem comunidades homossexuais. A única diferença é que os bispos norte-americanos fizeram uma instrução para balizar a pastoral, coisa que não temos na América Latina”, disse.

Adiantou também que vai continuar apoiando as mulheres porque “não é justo” que, quando abortam por razões alheias à sua vontade, como ocorreu com mulheres indígenas, apenas elas são presas e não se pune os médicos e as clínicas onde são praticados os abortos.

“A diocese não tem nada a esconder, tudo é público; de maneira nenhuma nós promovemos a desonestidade, a promiscuidade e a maldade”, apontou.

Reconheceu que durante a conversa com Ladaria no Vaticano este lhe disse “algumas coisas que deveria fazer”, mas insistiu que estão de acordo na necessidade de atender espiritualmente os homossexuais.

Atacou mais uma vez a ACI Prensa por publicar notícias sobre o seu apoio aos grupos homossexuais com uma suposta “intenção sumamente desagradável”. “Da mesma maneira que os fariseus questionavam Jesus para pô-lo à prova, também com esse espírito apresentaram as coisas como queriam”, disparou.

Complementou suas declarações falando sobre as crianças adotadas por “casais homossexuais” e apontou: “Eu não vou abandonar essas crianças no momento em que uma lei aprova, e evidentemente que a Igreja parte do direito das crianças, não podemos abandoná-las”.

“Não podemos abandonar as pessoas de quem dependem, como também não vou desamparar crianças que num determinado momento estão vivendo com um casal onde houve um divórcio e uma segunda união”, sentenciou.

12 Comentários to “O Vaticano e o ‘bispo rebelde’ do México.”

  1. Isso é pra quem diz que o Santo Ofício é apenas figurativo…

  2. Pergunta que não quer calar: será que as autoridades vaticanas entregaram a este bispo um “Preâmbulo Doutrinário” a que ele tenha que aderir para permanecer em plena comunhão?

  3. Excelente pergunta, Alexandre. Adorei!

  4. O tal “monsenhor” Vera está em harmonia com a sua igreja sim, pois seu “trabalho” tem base legal no CVII e é chamado no vaticano só pra “inglês ver”. Vera é fiel a igreja conciliar quando desobedece os valores e princípios da Igreja dos Papas. Vera diz que os encontros no vaticano são cordiais e as recomendações são de cunho administrativo apenas. É vero Vera e sem “Preâmbulo Doutrinário”. Notem como os “valores da vida” são defendidos por Vera em “detrimento” dos valores que norteiam o homem para a Vida Eterna. Sua “amizade pelas “comunidades homossexuais é maior do que sua obediência a quem quer que seja dentro da igreja, a não ser a aqueles que “bebem na mesma fonte” e comem no mesmo “cocho” dos modernistas seus iguais. Fico imaginando que alguns abortistas o tratem como “monsenhor” Vera, outros divorcistas como “dom” Vera, porem na intimidade com “comunidade” Gay certamente uns o chamam de “monsenhor”, outros de “dom” e outros mais “íntimos” até de Vera ou quem sabe por “dom” Vera, “lúcia”? Tem coisas que só Deus não duvida, porque Tem certeza.

  5. Uma pergunta que sempre tem que ser repetida:

    Este é o tipo de Bispo que alguns dizem temer o Santo Padre, fazer cisma com a Santa Sé?

  6. Carissimos,

    O trabalho do Monsenhor Veras é nocivo e danoso à Igreja e no México, como no Brasil apoiado por outros bispos existem trabalhos semelhantes.

    Existe um apostolado chamado Courage, iniciado em Nova Iorque pelo Servo de Deus Cardeal Terence Cooke e pelo Padre John Harvey que motiva as pessoas com atração pelo mesmo sexo (que é a forma que a moral cristã católica denomina as pessoas que tem a tendencia homoafetivas). Esse apostolado segue estrita e rigorosamente o ensinamento moral da Igreja no tocante à orientação espiritual de pessoa com tal tendencia e foi aprovado pelo Vaticano em 1994. Ora, o mesmo apostolado chegou ao México e está presente em quase todas as dioceses mexicanas, exceto na de Saltillo, cujo bispo é referido Monsenhor Veras, pois o mesmo na verdade não segue, nesse sentido, o que a Igreja orienta no tocante a essas pessoas, mas segue a doutrina relativista do mundo.

    Esse mesmo apostolado hoje está presente em diversos países do mundo como os EUA, Canadá, Porto Rico, Argentina, Filipinas e está agora querendo chegar ao Brasil com a iniciativa de alguns leigos e leigas que querendo seguir o ensinamento da Igreja e contando com o apoio de sacerdotes fieis ao ensino moral da Igreja de Cristo, querem buscar a santidade até o nível que lhe for possível, porém, existem muitos bispos no Brasil que agem como Monsenhor Veras e estão fechando as portas para o referido Apostolado pois, o que ensina o Apostolado está em acordo com a doutrina da Igreja e, por isso, vai em desacordo com o que a agenda do movimento gay apregoa e eles tem medo de ajudar as almas para não entrarem em conflito com o movimento gay.

    Por isso, peço que orem. Orem por todos os homens e mulheres que, abraçam essa cruz e como vocês são filhos zelosos da Igreja e que poucas vezes encontram bons sacerdotes para orienta-los. Rezem para que os obstáculos criados por bispos que são maus pastores caiam e que o Apostolado Courage e outros que seguem o verdadeiro ensinamento moral da Igreja possam existir e se espalhar por toda a Terra de Santa Cruz. Orem pela santificação de todo o clero, pela santificação de todos os homens e mulheres a quem Deus permitiu abraçarem a cruz da atração pelo mesmo sexo, indesejada por aqueles que querem seguir a Jesus Cristo, mas que eles precisam abraçar até o fim em castidade e continência perfeita, como ensina o Magistério da Igreja de Jesus Cristo.

    Para conhecer mais o trabalho do Apostolado seguem os sites em inglês e espanhol e o blog em português. Indiquem para todos os conhecidos de vocês que, sofrendo sozinhos muitas vezes, podem encontrar apoio de outras pessoas que também abraçam a mesma cruz, mas querem viver em obediência absoluta a doutrina de Jesus Cristo ensinada pela Santa Igreja Católica.

    Muitos de nós, no Apostolado, somos seguidores fieis do que a Igreja ensinou desde sempre e, tanto no Brasil (onde ainda não estamos oficialmente, mas onde já estamos estruturando chapters [que são células de partilha e crescimento]) como no México, Porto Rico, Filipinas e Argentina participamos semanalmente da Missa no Rito Extraordinário (Tridentino).

    In caritate Christi,

    Juventude Coragem.

    Site do Apostolado Courage em Ingles: http://couragerc.net/
    Site do Apostolado Courage em Espanhol: http://www.courage-latino.org/
    Blog do Apostolado Courage no Brasil: http://juventudecourage.blogspot.com/

  7. Sr. Cristiano
    Seu comentário ( De fato não foi um comentário o Sr. aproveitou o espaço para fazer uma “propagandazinha” do tal “Courage) parece muito “piedoso”, é muito “macio” e “delicado” mas o tal “apostolado courage’ não resolve o problema. Como as coisas mudaram… Antigamente tínhamos na Igreja vários Apostolados: As Filhas de Maria, Sagrado Coração, Santíssimo Sacramento e outros com caráter e nível destes. Agora vem o senhor falar de “apostolado” homossexual dentro da igreja. Não importa o nome “bonitinho que queiram dar a isso. “Courage!…” Não seria gueto gay? O Problema começa a ser resolvido quando o indivíduo tem a CORAGEM de procurar o confessionário e continuar o processo de arrependimento. De preferência procurar um Padre daqueles, aqueles “antigos” que não “perfumam” o pecado chamando-o de “tendência homoafetiva” Na minha terra isso tem outo nome… Quando a gente pensa que já viu tudo… Vão fazer um “apostoladozinho” pra cada tipo de pecador. Imagine só: “apostolado” dos que roubam terra, “apostolado” gai, ‘apostolado” dos fornicadores, “apostolado” dos políticos metidos em robalhera e por ai vai… “apostolado para quem tem “tendências homoafetivas” Durma-se com um barulho desses!

  8. Sr. Francisco,

    O apostolado Courage não prega em nenhum momento a existência de um “gueto gay” dentro da Igreja. O que ele propõe e dar um aconselhamento próprio para as pessoas que têm uma tendência homossexual, aconselhamento este que visa a VIDA CASTA destas pessoas.

    E sobre resolver ou não o problema, quais dados o senhor dispõe para fazer tal afirmação?

    Tenho um amigo que está lutando justamente contra este problema, é uma luta árdua, principalmente hoje, com todo o bombardeio gayzista nas escolas, televisões, filmes, etc. É louvável que a Igreja abra um espaço FIEL À DOUTRINA para atender as pessoas com este tipo de problema.

    Fernanda

  9. Sr. Francisco,

    Percebo que voce emitiu um juizo de valor sem de fato conhecer realmente o trabalho realizado pelo Apostolado Courage.

    Gostaria de esclarecer algumas coisas, afim de que o senhor repense as suas afirmações, ao inves de fazer acusações infundadas.

    No Apostolado Courage todas as pessoas NECESITAM OBRIGATORIAMENTE estar vivendo em CASTIDADE. Não se tolera no mesmo apostolado qualquer pessoa que esteja vivendo qualquer realidade libertina e imoral. Eu mesmo nunca ousei ofender a Deus com esse tipo de pecado e vivo em castidade absoluta desde sempre e muitos outros também não, os outros que acabaram caindo nesse pecado, vivem em castidade conscientes de que esse tipo de pecado brada os Céus.

    Todos nós, no Apostolado, estamos obrigados a recorrer aos Sacramentos com frequência (Confissão semanal e Eucaristia através da frequencia diária a Santa Missa), e somos acompanhados por Diretores Espirituais que nos ajudam a buscar sempre a vontade de Deus para nossas vidas (sempre em consonancia com o Magistério da Igreja).Temos, também, psicologos católicos que nos ajudam a buscar a heterossexualidade, mas como o senhor sabe, as circunstancias que levam as pessoas a esse caminho são ainda pouco conhecidas.

    Ninguém no Apostolado Courage aprova o tipo de vida imoral apregoado pelo movimento gay e por outras realidades. Tanto é que esse mesmo movimento persegue o Apostolado porque todos nós vivemos integralmente aquilo que a Igreja ensina.

    Todos no Apostolado somos obrigados a participar também de outras realidades dentro da Igreja (pastorais, movimentos, outros apostolados). Não somos um gueto, somos um grupo de pessoas que infelizmente, contra a nossa vontade, percebemos em nós a existencia dessa cruz que é a atração pelo mesmo sexo. Por experiencia posso dizer que oro todos os dias, pois gostaria enormemente de não ter essa tendencia, não a desejo para o meu maior inimigo apesar das pessoas apregoarem na rua que é algo licito embora quando se conheceu a Jesus Cristo e a sua Igreja, sabe-se que tal comportamento é pernicioso.

    Posso dizer por minha propria experiencia que sou um rapaz normal como o senhor foi e outros aqui tambem. Jogava bola na rua, empinava pipa, jogava bola de gude, andava de skate e bicicleta, coisas tipicamente de meninos. Não fui vitima de violencia sexual na infancia e meu pai foi sempre um pai presente e carinhoso, mas sempre foi a autoridade de casa.(Embora algumas pessoas digam que as pessoas com tendencias homo sofram violencia sexual na infancia ou tiveram um pai ausente) Conforme fui atingindo a adolescencia fui percebendo que nao sentia atraçao pelas mulheres, embora começasse e continuo a ser assediado por elas. Não sou efeminado, sou um homem normal como o senhor e todos os outros, muito embora tenha sido acabrunhado dessa cruz contra a minha vontade. Gostaria muito de me casar com uma mulher, ter filhos e educa-los tal e qual fui educado pelos meus pais, mas infelizmente, ainda não conseguir desenvolver qualquer tipo de atração pelo sexo oposto. Nunca pequei contra a castidade porque recebi uma solida educação na fé dada pelos meus pais, motivo pelo qual repudio qualquer tipo de comportamento que ofenda a Deus. Frequento a missa diariamente e comungo porque estou em estado de graça, confesso-me semanalmente (todos os sabados), jejuo às sextas feiras, faço visitas ao Santissimo Sacramento diariamente, rezo o rosário diariamente, faço lectio divina diariamente, trabalho, estudo e tenho amigos e sou vicentino, visito um presidio com frequencia. Como o senhor pode perceber, não sou nenhum igual a nenhum desses que o senhor encontra na rua fazendo carnaval em prol da imoralidade, mas procuro a santidade com afinco e posso dizer que as pessoas do meu capitulo também procuram-na, muito embora não posso afirmar o que elas fazem para isso, mas sei que elas sao orientadas para fazer o mesmo que eu faço.

    Por isso, peço que o senhor realmente conheça o Apostolado antes de emitir juizos temerários. Todos as pessoas que se beneficiam desse apostolado, como eu, não compactuam com qualquer ideologia contraria ao que ensina a Santa Igreja Católica e necessitam das suas orações para nos tornarmos santos.

  10. Nunca imaginei receber uma “aula” sobre comportamento homossexual e pessoal aqui no Fratres in Unum, mas “se está na chuva, é pra se molhar.” Não estou interessado na vida íntima e pessoal de quem quer que seja… Por que será que gays tem o orgulho de falar aos “quatro ventos” a sua condição mesmo dizendo-se “arrependidos”? O que deveria ser segredo de confissão é alardeado como “virtude”. Esse tipo de “apostolado” é cria do CV II portanto, “quem sai aos seus não degenera. Isso também é uma forma gaizista de com “coragem” ou sem “coragem” dizerem que são gays. Permaneço com o meu comentário acima, gostem ou não é assim que penso.

  11. Francisco, a paz de Cristo

    Salve Maria

    Como a história do apostolado Coragem já foi exposto por Cristiano, limitamo-nos apenas a corrigir mal entendidos seus.

    Primeiro, é preciso dizer que o apostolado não cria grupos isolados da Santa Igreja, tal como o ativismo gay fomenta o chamam de “cultura gay” que se isola da cultura comum. Nos encontros, os presentes são instruídos na fé católicas e são ensinados a ter uma vida de recebimento dos sacramentos e de oração.

    Segundo, os participantes não são incentivados a se assumirem publicamente como gays, nem como tendo atração pelo mesmo sexo. Mais precisamente, não incentivamos o que chamam de “sair do armário”. Tal como você bem pontuou, as lutas afetivas são assunto de confissão, da direção espiritual e, no limite, da família – na medida em que os pais podem ajudar seus filhos. Nos encontros, o encorajamento é no sentido de “ter coragem para enfrentar a cruz da atração pelo mesmo sexo e não desanimar, nem fugir dessa luta”.

    Espero ter ajudado. Escreveremos de novo, em breve.

    Juventude Coragem

  12. O SENHOR VIU A NEFASTA LEGALIZAÇÃO DE CASAMENTOS GAYS, E, COM ELA , O RECRUDESCIMENTO DA IMORALIDADE NO MUNDO: (JB.6.65) – POR CAUSA DISTO É QUE VOS TENHO DITO:
    (SL.78.1)- Escutai povo meu, a minha lei, prestai ouvidos às palavras da minha boca:(NE.4.19)–Disse eu aos nobres, aos magistrados, e ao resto do povo:(DT.29.10)–Vós estais hoje perante o Senhor vosso Deus, os cabeças das vossas tribos, e vossos anciãos, todos os Homens de Israel: (LS.6.2/4)–Ouvi, pois, ó reis, e entendei tomai a instrução ò Juízes de toda a terra, aplicai os ouvidos, vós, que governais os povos, e que gloriais de terdes debaixo de vós muitas nações; porque de Deus vos tem sido dado o poder, e do Altíssimo a força, o qual vos perguntará pelas vossas obras, e esquadrinhará os vossos pensamentos: (2CR.19.6) – Vede o que fazeis, porque não julgais da parte do homem, e sim, da parte do Senhor, e no julgardes Ele está convosco: (CL.3.17) – E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus; dando por ele graças a Deus: (NM.32.23) –Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor, e sabei que o vosso pecado vos há de achar; (DN.9.7) – como hoje se vê:
    (IS.1.10) – Ouvi a palavra do Senhor, vós, príncipes de Sodoma, prestai ouvidos à lei do nosso Deus, povo de Gomorra;(2CO.5.19) – porque importa que compareçamos ao tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo: (1CO.6.18) – Fugi da impureza: Aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo: (EC.10.32) – Quem justificará ao que peca contra a sua alma? (1CO.4.16) – Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores; (1TS.4.4)– e que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra: (MT.26.41) – Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o Espírito na verdade está pronto, mas a carne é fraca: (PV.15.3) – Os olhos do Senhor estão em todo lugar contemplando os maus e os bons:(LC.6.10)–E, fitando todos ao redor, disse ao homem: (LV.18.22) – Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação: (1CO.6.9/10) Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: Nem impuros, nem idolatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas; nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus: