Assis III: hino à “deusa” Olokun é cantado dentro da Basílica de Santa Maria dos Anjos.

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Dentro da basílica de São Francisco: Wande Abimbola, um curandeiro e “sacerdote” pagão africano, representante da religião ioruba, cantou um hino à “deusa” Olokun durante o terceiro encontro inter-religioso de oração e peregrinação pela Paz mundial em Assis, Itália.

Em seu discurso, ele reivindicou fidelidade às doutrinas das diversas religiões presentes: “a nossa religião, bem como as religiões praticadas por outras pessoas, são válidas e preciosas aos olhos do Todo-Poderoso”.

26 Comentários to “Assis III: hino à “deusa” Olokun é cantado dentro da Basílica de Santa Maria dos Anjos.”

  1. Não! As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. (Iª Coríntios 10,20).

    Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se a pedra angular.
    Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos. (Atos 4,11.12)

  2. Completamente diferente foi a atitude de Sao Francisco diante do sultao herege, ali o santo fundador converteu o herege a religiao catolica como condicao para ele ser salvo. Quem diria que Assis se tornaria palco de uma aberracao dessas?

  3. Que beleza!!! Seria ótimo que, os colegas que acreditavam e esperavam que até o fim desse evento-aberração, o Papa condenasse essas feitiçarias, que agora se manifestassem com suas explicações milaborantes para isto.
    E agora já está em tudo quanto é noticiário o Papa pedindo perdão pelo passado “violento” da igreja, óbviamente se referindo às cruzadas. Sinceramente, isso é um cuspe na história, na verdade, e principalmente na memória, no heroísmo, na fé e no sangue derramado por aqueles verdadeiros guerreiros da fé…
    Que tristeza… Nossa Senhora, rogai por nós…

  4. Sem dúvida, isso é uma abominação que pede reparação.

  5. Pe. Wanderson,

    Na sua paróquia acontece algo parecido?

  6. Chegamos a um momento histórico em que os católicos ou defendem a fé com unhas e dentes , ou dão um testemunho radical de fidelidade ao Evangelho , ou se inflamam de zelo de Deus e de Cristo , único salvador , ou a fé vai desaparecer de muitos lugares.Não são os esforços de diálogo ente os homens que vão trazer a paz mas a redenção operada no coração do homem por Jesus Cristo.A paz é dom do alto , não produto dos esforços humanos.Uma paz sem Cristo é a paz do Anticristo que tentará tomar o lugar de Nosso Senhor, propondo soluções políticas para os problemas do mundo.

  7. Caro Osires, na paróquia de tantos Padres Wandersons pelo Brasil afora acontecem coisas que iriam corar até esse curandeiro e melhor, na plena comunhão e com as “bençãos” da CNBB.
    Que lástima! Como disse a Ana, fomos nocauteados pelo papa.

  8. A FSSPX tem razão ao criticar escancaradamente o encontro de assis. Há aqueles que tentaram ainda tapar o sol com a peneira dizendo que medidas prudentes iriam ser tomadas e etc. Até quando o rebaixamento da religião católica vai continuar? Se for da vontade de Deus espero estar vivo para ver a Consagração da Rússia ao Imaculdado Coração de Maria, pois segundo disse o fatimista Antônio Socci tal consagração será o remédio para os males da Igreja e do mundo. Quem viver verá!

  9. Vamos mandar esses padres que permitiram isso para rezar uma Ave Maria dentro de uma mesquita em
    Teerã e ver se receberão a mesma atenção!!!
    Enquanto inconsequentes permitem essas aberrações, Cristão continuam morrendo assassinados por não negar sua Fé!

  10. O que percebo e que a abominacao da desolacao invadiu os lugares mais santos da nossa religiao e com o patrocinio do Papa hereges adoram os seus deuses dentro do templo de Sao Francisco. So uma intervencao divina para por fim nesse escandalo inimaginavel.

  11. E houve quem apostasse que com Bento XVI, Assis seria diferente, que não haveria mais aquele festival sincrético…
    Aham…

  12. Artigo interessante sobre Assis III no “Permanência”: http://www.permanencia.org.br/drupal/node/2336

    Agora só falta ouvirmos o “cantar do galo”, já que pela TERCEIRA VEZ um Sucessor do Apóstolo Pedro nega conhecer Jesus Cristo como único e verdadeiro Deus, diante de um mundo que o ameaça.

    Se não o cantar do galo, então os dedos a escreverem na parede, já que no festim de Baltazar também foi entoado o louvor aos deuses pagãos.

  13. Bruno Luís

    Esses que acreditavam que seria diferente, são avestruzes.

  14. Ele está fazendo o papel dele, os culpados são os idealizadores desse evento. Rezemos pelo clero. E muito!

  15. Só nos resta rezar o santo rosario em reparação a tão grave ofensa a nossa senhora, dentro da casa em sua homenagem, eu imagino quão triste ela está , ó minha mãe nos perdoe, mesmo não concordado com essa aberração somos culpados, merecemos castigos pois não rezamos o suficientes, não lutamos o suficiente, nossas vozes não são ouvidas pelo clero porque somos fracos, sem vossa proteção e sem o olhar do vosso poderoso filho não somos nada, ó mãe abençoe o santo padre Papa Bento XVI, não deixe que os inimigos o rebaixe a esse nível, eu imagino quão triste ele está por presenciar essa aberração, Kyrie Eleison.
    In corde Iesus et Mariae

  16. Pois é. E tantos católicos por aí querendo tapar o sol com a peneira, dizendo que não iria acontecer nada disso nesse encontro, desculpando o Papa, etc. Dói ver isso, essa profanação, e dói também perceber a cegueira de católicos que no afã de defender o Papa a qualquer custo terminam desculpando atitudes erradas e acusam os que enxergam a realidade de radicais ou sedevacantistas.

    E agora, depois dessa profanação, o que irão dizer? Vão dizer que o Papa não sabia, claro…

    Chega a ser cansativo.

  17. Vê isso, louvar ao demônio na frente do Papa e este não fazer nada?

    Quem dera se o mundo tradicionalista fosse lá e fizesse um boicote: plantar na porta e só sair com a polícia, chegar lá pela madrugada, dar um jeito de fazer um cordão humano, arrumar uma gritaria boa, rezar um rosário bem alto, arrebentar com essa palhaçada. Sei lá, dar um jeito de atrapalhar a coisa. Incomodar ao menos.

    Não tinha quase ninguém do lado de fora, graças a Deus, mas que seria bom um barulho tradicionalista lá seria. Como fizeram com o rabino em Notre Dame. Umas 10 mil cabeças tradicionalistas seria suficiente e faria um estrago bom. Já imaginou!

  18. Ainda sobre Assis III:

    “Tempos funestos sobrevirão, nos quais …. aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem” (II, 98).

    Nossa Senhora do Bom Sucesso à Madre Mariana, Séc XVII – Equador

  19. Notícias assim deixam-me com vontade de fazer um artigo sobre ecumenismo e o diálogo inter-religioso. Afinal, fontes não faltam!
    Creio que o Papa não concorde com o “sacerdote” pagão. Mas isso é resultado de um outro problema: a heresia conciliarista inflacionada pela falsa colegialidade, que se chama “corporativismo”; o medo de romper com a ruptura de cinquenta anos atrás faz com que se mantenham eventos desse tipo. E por que acontece numa basílica? Pela perda do sentido de Sacrifício da Missa, com a consequente perda de sentido de sacralidade do local de sua celebração. Três questionamentos (colegialidade, ecumenismo, Missa) feitos por um santo que, por enquanto, não corre o risco de ser canonizado, nem sequer beatificado. Na Matriz de minha paróquia eu não temo tirar bêbado, embora com jeito, se necessário. Como para o Papa, fica-me impossível corrigir tudo de uma vez só. Um pagão profanando uma basílica deveria experimentar algo similar. Diz-se que “no muito falar sempre há pecado”. Pra que dar a palavra para quem vai pecar na basílica? É como dar a pistola ao assassino ou a chave ao ladrão.
    Mas como mandar embora os “principais” convidados? O medo do que o mundo vai dizer é grande… E o mundo pode ser clérigo, como eu e o Papa! Ou pode ser uma dessas cortes internacionais para direitos humanos. A solução é não fazer novamente, como disse Nosso Senhor à adúltera.
    Wande Abimbola… Olokun… Tragicômico… Depois criticam o latim!
    Ah! O curandeiro é relativista. Pelo menos poderia ter anunciado sua crença de modo convicto de ser a única verdadeira. Mas aqui no Brasil os macumbeiros também vão à Missa. Alguns também são… (adivinhe).
    Rezemos pelo clero, principalmente pelos sacerdotes pecadores mencionados neste comentário. Dia 1º de novembro serão oito anos para mim.

  20. Entre os idealizadores, figura especialmente o Vigário de Cristo. Triste.

  21. Miserere nobis Domine!
    Santa Maria Mãe de Deus, rogai pela Igreja fundada por seu Filho amado, Nosso Senhor!
    Está chegando a hora meus irmãos da grande perseguição, está chegando a hora de negar ou dar a vida, o sangue por Nosso Senhor. Que tristeza!

  22. Hemos tomado su información al final de nuestro post. Mil gracias. Un abrazo en Cristo.

    Ver: http://catolicidad-catolicidad.blogspot.com/2011/10/asis.html

    Atentamente
    BOLG CATOLICIDAD

  23. Só uma pergunta… Quem é o encapuzado ao lado do Williams?

  24. “Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo profeta Daniel (9,27) – o leitor entenda bem – (São Mateus 24,15)”.
    “Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos (São Mateus 24,24)”.

  25. Sempre é bom recordar o Cardeal Pie:

    “Um imperador colocou Jesus Cristo assim como Abraão entre as divindades de seu oratório, como viu-se mais tarde um outro César propor prestar-lhe homenagens solenes. Mas a palavra do profeta não tardou a se verificar: as multidões de ídolos que viam, de ordinário sem ciúmes, deuses novos e estrangeiros serem colocados ao lado deles, com a chegada do deus dos cristãos, lançam um grito de terror, e, sacudindo sua tranqüila poeira, abalam-se sobre seus altares ameaçados: ecce Dominus ascendit, et commovebuntur simulacra a facie ejus. Roma estava atenta a esse espetáculo. E logo, quando se percebeu que esse Deus novo era irreconciliável inimigo dos outros deuses; quando viu-se que os cristãos, dos quais se havia admitido o culto, não queriam admitir o culto da nação; em uma palavra, quando constatou-se o espírito intolerante da fé cristã, é aí então que começou a perseguição”. Sermão sobre a intolerância católica pregado pelo Cardeal na Catedral de Chartres