Seminaristas rezam pela Vida em frente a uma clínica de aborto.

Pontifício Colégio Josephinum – Seminaristas do seminário Josephinum deram testemunho da sacralidade da vida rezando o Rosário em frente a uma clínica de aborto, em Columbus (Ohio, EUA) no dia 17 de março. O padre James Wehner, reitor, explicou que “os seminaristas precisam enxergar visivelmente as forças do mal em funcionamento e responder com um ato de fé em que a oração se torna a grande força.”

Um grupo de seminaristas reza todos os sábados em uma clínica local; a eles se lhes acompanha toda a comunidade do seminário e o reitor, que conduz o Rosário, uma vez a cada semestre.

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11 Comentários to “Seminaristas rezam pela Vida em frente a uma clínica de aborto.”

  1. Aprendeu CNBB? Não, não aprendeu! Nem que a verdade caísse como meteoro no seu colo!

  2. grato em saber que há ainda bons seminários e reitores.

  3. Parabéns pela ato.
    Quanto à batina então.. Chega a ser vergonhoso para muitos daqui.
    Se bem que o exemplo tem que vir de cima . Dos Bispos !!

  4. Seminaristas usam batina com detalhes vermelhos? Uma pergunta.
    Esse é o futuro de nossa Igreja, mais padres, e menos anti-padres. Se Deus quiser!

  5. Ó Deus amado…Multiplicai esses exemplos aqui no nosso Brasil, pois em matéria de Seminários, em geral, é um horror as famosas “casas de (de)- formação” das Dioceses brasileiras…
    O estudo é um descalabro total desde a Filosofia, totalmente moderna e atéia, até a Teologia que tem como bibliografia obrigatória o tal frei Beto, o tal Genésio, o tal Libânio, a tal Ione Buchooooo, o tal frei Carlos Mesters…
    Que tristeza, a Igreja criou e continua criar cobras que se voltam contra ela mesma, pois os padrecos formados nesse mar de lama fétida e pestilenta são mentores e fabricadores da tal “missa” do coco, “missa” dos quilombos, “missa” do vaqueiro, “missa” afro, etc etc. Resistem de modo ferrenho e implacável contra tudo que Roma tem pedido, sobretudo em Liturgia, ridicularizam e zombam da Liturgia como pede o N. Ordus, sem falar no Rito Antigo…
    Infelizmente, mas é verdade, a Missa segundo o Missal de Paulo VI quase não existe mais. E pensar que a nova tradução do Missal que parece que levará alguns anos para sair, trará as horripilantes orações eucarísticas para Missa com crianças e as trocentas para diversas circunstâncias…
    Que sou eu para ensinar o Pai nosso ao vigário…
    Mas, ou Roma, contra toda resistência, põe um fim a essas misérias litúrgicas, impondo, impondo, o modo correto de celebrar a Santa Missa, mesmo segundo o Missal de Paulo VI, ou continuará a fazer-se tudo certinho nas Liturgias papais e depois, nas Dioceses, com os Bispos como “Liturgos” maiores, e os padres que passaram pela passagem de um Rito para o outro, fazendo uma bandalheira só…
    Já perceberam que esses padres são os mais rebeldes em relação a tudo que diz respeito a antes do Vaticano II? Parece que muitos desses doidos, jubilares até, são infelizes e frustrados…
    Rezemos pelos nossos seminaristas que a coisa tá feia…Pior do que imagina-se…
    São Pio X, rogai por nós.

  6. Realmente,devemos orar muito,por essa causa,um “causa muito nobre” devemos sim preservar a vida,pois esse é a missão que Deus nos deu. Conforme diz a sagrada escritura em Gênesis 9:1 “E abençoou Deus a Noé e a seus filhos, e disse-lhes: Frutificai e multiplicai-vos e enchei a terra.”

  7. Alex, o vermelho é porque é um seminário pontifício.

  8. Alguém me falou que eles são sedevacantistas, procede?

  9. Herodes, de fato, foi um rei muito poderoso e influente, por manter cativos fiéis seguidores até hoje. Ele tencionava matar a Jesus: fê-lo trucidando milhares de crianças em seu lugar, subtendendo que estaria dentre elas, à época, abaixo de 2 anos. Em pleno século XXI Herodes capta numerosíssimos devotos discípulos – os herodólatras – vinculados ao espírito satânico, em nome e lugar de quem praticam, promovem ou votam em candidatos ou partidos favoráveis a leis homicidas, como a do aborto e correlatas.
    Nem os animais jamais ingerem seus ovos ou abortam os filhotes.
    Assim sendo, todas as crianças sacrificadas nos abatedouros, matadouros ou clínicas de aborto, esses colaboracionistas têem suas digitais impressas no sangue derramado de cada uma delas proveniente desses fratricídios praticados; são excluídos da Igreja católica por grave apostasia, no ato, não podendo inclusive receber validamente os sacramentos, transformando-se em mortos espirituais, defuntos ambulantes.
    O pior, no Juízo Final serão duramente interpelados de co-participação em cada um desses assassinatos. Já possuímos tantos pecados pessoais, adicionaremos ainda mais homicídios, propositamente? Poderíamos evitá-los facilmente não avalizando tais procedimentos, acrescendo milhares de gravíssimos pecados ainda mais ao nosso já sujíssimo currículo existencial como católicos.
    A não ser que a pessoa, após infortunda existência, maldita vida, queira ser recebido por satanás e ouvir dele: obrigado, comparsa, tome posse do reino do inferno; é todo seu, precipitando-o adentro, para sempre! Acha boa idéia compartilhar com ele a eternidade