Começa o 8º ano do pontificado de Bento XVI. Os votos do Padre Lombardi.

Em seu editorial para a Rádio Vaticano, o Padre Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, envia seus votos ao Papa Bento XVI no início de seu oitavo ano de pontificado:

“Desejamos que possa chegar à conclusão do diálogo com a Fraternidade São Pio X como espera, isto é, de modo que se supere uma dolorosa fratura sem que se abram novas”.

Voto ou ameçada velada, hein Padre Lombardi?

8 Comentários to “Começa o 8º ano do pontificado de Bento XVI. Os votos do Padre Lombardi.”

  1. Ao ler o que disse o Padre Lombardi, me veio o seguinte em mente:

    A conclusão de um debate, é a verdade a qual as duas partes que debateram, devem aderir, mas e a conclusão de um diálogo, qual é?

  2. Eu não diria ameaça velada. Todos são livres diante de Deus para tomar a decisão que bem lhes convier. Mas compreendo que houve sim uma certa pressão nas palavras sempre meio atrapalhadas do porta-voz da Santa Sé.

  3. “de modo que se supere uma dolorosa fratura sem que se abram novas”

    Uma fratura com os políticos heréticos pseudo-sacerdotes da Teologia da Libertação e companhia seria um favor.

  4. Sim, superar a fratura da Roma Modernista com a Tradição!

  5. As palavras do padre realmente parecem uma tentativa de intimidar o papa, como se sugerisse que se o papa não fizer do jeito deles, estará se responsabilizando pelas disputas que virão no futuro e suas possíveis consequências. Isso pode ser um bom sinal, um sinal de que o papa talvez tenha indicado nos bastidores que vai aceitar as solicitações da SSPX para o acordo. Aí os modernistas já começam a exercer o seu “jus sperneandi” e a pressionar o papa até mesmo em público.

  6. Longa vida a Sua Santidade, o Papa Bento XVI. Viva o Papa!

  7. Alex (4:24) o problema do Vaticano n é TL, é MAÇONARIA.

  8. Impressionante o tom do final da mensagem de Padre Lombardi, que não deixa dúvidas. Significa: se Vossa Santidade aceitar a Fraternidade São Pio X sem impor-lhe a aceitação das novidades do Concílio Vaticano II e da Missa de Paulo VI, correrá o risco de que grupos contrários a esse acordo declarem um cisma de proporções inimagináveis.
    O Papa Bento XVI está sob enorme pressão nestes dias em que a questão do acordo está para ser decidida. Mais do que nunca, é preciso rezarmos para que ele permaneça firme e tenha a força do Alto, a fim de se opor aos lobos modernistas. Querem levá-lo a um beco sem saída. O Papa teme um cisma, pois se importa com a salvaçao das almas, e sabe que pessoas inocentes e de boa fé, por falta da devida instrução, serão enganadas e levadas num dilúvio modernista sem precedentes. Não somos capazes de imaginar o tamanho de uma tal catástrofe a nível planetário. Já para os modernistas, que não possuem zelo nenhum pelas almas, “quando pior, melhor”. Se estão em “plena comunhão”, podem impor com facilidade seus erros doutrinais, morais e litúrgicos aos fiéis e, com isso, perder as almas. E se declararem um cisma com Roma, podem levar consigo milhões de almas, que se rebelarão contra o Papa, abandonarão a Igreja e se perderão do mesmo jeito. Em ambos os casos, segundo os cálculos modernistas, eles só têm a ganhar do ponto de vista temporal (embora percam suas próprias almas junto com o rebanho, mas isso não importa para eles, contanto que façam a vontade do “patrão”).