Incoerência: CNBB, a intrépida defensora da democracia, mostra como esta só é útil quando chancela as suas próprias teses. Representantes do povo “não levaram em conta” os pontos defendidos pela Conferência Episcopal, por isso merecem uma anti-democrática canetada de Dilma vetando as alterações no projeto do novo Código Florestal. “Se trata de termos uma relação mais ética com a natureza”, afirma o Secretário Geral Dom Steiner.
Folha de São Paulo | A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) afirmou nesta quinta-feira (26) estar “frustrada” com o texto do novo Código Florestal aprovado ontem na Câmara dos Deputados.
O governo esperava manter o texto referendado anteriormente pelo Senado, mas a bancada ruralista impôs uma derrota ao Planalto. Por 274 votos a 184, o texto do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) foi aprovado nesta quarta-feira (25) em plenário. Entre as 21 mudanças feitas no código estão a diminuição, de cem metros para 15 metros, da área a ser recomposta em margens de rios.
O texto ainda aguarda sanção da presidente Dilma Rousseff.
Na cerimônia de encerramento da 50ª Assembleia Geral da CNBB, que ocorreu nesta quinta-feira em Aparecida (180 km de São Paulo), o secretário-geral da organização, dom Leonardo Ulrich Steiner, disse esperar o veto da presidente a alguns pontos do código aprovado pelos deputados.
“Não se trata de uma briga com ninguém. Se trata de termos uma relação mais ética com a natureza”, disse dom Leonardo Steiner.
“Infelizmente a sensação que nós tivemos foi de que o Congresso não levou em conta alguns elementos importantes, inclusive apontados pela ciência, por cientistas. É frustrante ver que o Congresso não nos presenteou com um código que realmente ajude o Brasil no futuro. Provavelmente teremos que voltar a discutir esse código”, afirmou Steiner.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey