A análise-desconjuntura eclesial na Assembléia Geral da CNBB. Frei convoca episcopado a não temer Roma. E sobrou até para o altar do Papa, para os blogs ‘restauracionistas’ com comentários e para os jovens que lutam pela missa anterior ao Concílio!

Frei Luís Carlos Susin discursa aos bispos do Brasil.

Frei Luís Carlos Susin discursa aos bispos do Brasil.

No último dia 18 de abril, Frei Luís Carlos Susin, professor da PUC do Rio Grande do Sul, foi convidado para apresentar, na Assembléia Geral da CNBB, uma “análise de conjuntura” — aquele bolodório chatérrimo que ela publica todo mês em seu site e que ninguém lê, fora os tipos “intelectuais” que vivem às expensas das entidades católicas do Brasil — voltada exclusivamente ao campo eclesial.

Selecionamos, então, alguns trechos dessa adestração episcopal que é, na realidade, uma verdadeira desconjuntura (segundo os melhores “pais dos burros”, ato de separar, desunir, romper) eclesial, manifestação profética-libertadora de um frei latino-americano (não sabemos se sem dinheiro no banco, parentes importantes e vindo do interior!) daquela “visão inaceitável” que “corre o risco de terminar numa ruptura entre a Igreja pré-conciliar e a Igreja pós-conciliar” …

Perguntar não ofende. Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB e criado Cardeal há pouco: como o senhor permite tamanha afronta ao magistério de Bento XVI debaixo do seu eminentíssimo nariz? O repertório de desaforos é tão vasto que até o arranjo de altar usado por Bento XVI é chamado de “contaminação da volta do sacro arcaico”. Atos ou omissões podem dizer muita coisa, Eminência. Não seria oportuno se pronunciar a respeito e talvez até revelar o nome do infeliz que teve a desfaçatez de convidar este senhor para falar na Assembléia Geral?

Reputados bispos ditos “conservadores” do Brasil, se é que existem: abram suas reverendíssimas bocas, façam algo, dissociem-se dessa pantomima. Os fiéis clamam!

And last but not least. Frei Susi, quais blogs o senhor tinha em mente ao elaborar o seu discurso? Só podemos interpretar esta sua “aula magna” como um verdadeiro sinal de alerta aos bispos contra alguma sanidade que vem sendo recobrada, pouco a pouco, pelos fiéis e padres em nosso país.

Ah, sim! Íamos nos esquecendo. Calorosa e fraternalmente desejamos: Vão para o raio que os partam, o senhor e seus amiguinhos proféticos latino-americanos, com a sua “Igreja Santa e Pecadora”!

* * *

[…] É claramente equivocado, como fazem os tradicionalistas radicais, acusar o Concílio de provocar ruptura com a tradição da Igreja. O Concílio não é a causa, mas a busca de resposta às rupturas e, mais ainda, ao desmoronamento de um paradigma cultural em que aconteceu a dissociação entre fé e cultura, que Paulo VI colocou em relevo como algo dramático na Evangelii Nuntiandi  – e que foi vivido e sentido pela grande maioria dos bispos aqui presentes. O Concílio nos ajudou a sairmos do gueto cultural já insustentável, foi ponte e não ruptura.

A década de sessenta, de fato, testemunhou uma queda de paradigma também na totalidade da vida eclesial: ficamos órfãos de livros para rezar, sem cantos para cantar, sem livros para estudar, sem roupa adequada para vestir, sem linguagem adequada para nossas homilias, sem referências de autoridade canônica estável para obedecer. Como em toda queda de paradigma, que não se dá por partes, mas em sua totalidade, foi necessário ser criativo até para sobreviver eclesialmente. Isso foi vivido no marco da queda de um paradigma mais amplo e dramático da cultura moderna para a pós-moderna, cujo simbolismo é o ano de 1968 e os que se seguiram.

Quando cai um paradigma, como analisam os especialistas, tudo volta a zero, e todos necessitamos aprender novamente, precisamos ser novamente alfabetizados. […] Voltar ao paradigma anterior para se proteger de ameaças e sombras é inviável e patético. […]

[Nota da Redação: A respeito da volta ao zero: “Já durante as sessões e, a seguir, cada vez sempre mais, no período sucessivo, opôs-se um auto-intitulado ‘espírito do Concílio’, que na verdade, é o seu verdadeiro ‘antiespírito’. Segundo esse pernicioso antiespírito […] tudo o que é ‘novo’ […] seria sempre, e de qualquer forma, melhor do que o que existiu ou existe. É o antiespirito, segundo o qual se deveria começar a história da Igreja a partir do Vaticano II, visto como uma espécie de ponto zero” – RATZINGER, J.; MESSORI, V. A fé em crise? O cardeal Ratzinger se interroga. São Paulo: EPU, 1985, p. 21]

“Ruptura”, palavra non grata? Ela foi cunhada na área da teoria do conhecimento como “ruptura epistemológica”, significando que contextos novos não podem ser conhecidos por meio de categorias de conhecimento tradicionais, e somente uma ruptura epistemológica prepara uma nova compreensão com uma epistemologia nova. Nesse sentido, ruptura não é uma negação, mas uma colocação em perspectiva histórica. Por exemplo, uma liturgia barroca ou uma igreja barroca fazem parte do tesouro histórico da Igreja, e paramentos barrocos tecidos em fios dourados podem ser apreciados em nossos museus para compreendermos uma época de nossa história. Mas insistir numa missa barroca é ir vivo para o museu. Assim também certas categorias de linguagem, certas leis canônicas que fizeram história, etc.

Mas como a palavra “ruptura” ganhou um sentido diabólico em alguns segmentos da Igreja [Outra nota da redação: particularmente, na Sé de Pedro], talvez seja mais sábio não utilizar a palavra. A palavra adequada é “renovação”, como enfatizou Bento XVI. Segundo ele, trata-se da “reforma na continuidade do mesmo sujeito Igreja”. Os que utilizam a hermenêutica da continuidade dão ênfase à continuidade mais do que à reforma.  Mas a palavra chave para entender um Concílio que quer introduzir uma reforma é, de fato, “renovação”, pois esta é a história do cristianismo desde o evangelho: novidade, e, portanto, renovação. Importa mais o futuro do que o passado, e a memória só tem sentido enquanto reforça a esperança.

[…]

Tanto no clero como entre os católicos que estão inseridos em movimentos e organismos eclesiais, a cinqüenta anos do começo do Concílio, temos uma geração naturalmente afastada da experiência do Concílio e do seu contexto. É uma geração que, em caso positivo, escuta ou estuda um acontecimento do passado. Que importância conseguem dar à recepção do Concílio, por exemplo, no Pacto da Catacumba ou em Medellín? Há uma dificuldade que agrava a consciência da relevância do Concílio e da sua recepção, já mencionada na introdução: a menor importância que se dá, hoje, na cultura, à consciência histórica e crítica. Quando, por exemplo, um grupo de jovens se organiza para reivindicar uma liturgia anterior ao Concílio, fazendo a afirmação equivocada de que se batem pela liturgia “que sempre foi e sempre será!”, estamos diante de um conflito por falta de interesse por informações de ordem histórica.

[…]

Se o Vaticano I fortaleceu o primado petrino do bispo de Roma, o Vaticano II complementou o ensinamento sobre a hierarquia sublinhando o papel do colegiado dos bispos e das Igrejas locais. O colegiado exercido nas Conferências introduziu o que Dom Boaventura Klopenburg chamou de “novo gênero literário” do magistério. Cinqüenta anos depois se pode encontrar nos sites das Conferências os resultados de tal exercício. O CELAM e a CNBB tiveram momentos antológicos que repercutiram no conjunto da Igreja. Recentemente um fórum de católicos do Quebec se dirigiu aos seus bispos pedindo que evitassem la peur de Rome [“o temor de Roma”], para que fosse o debate com Roma e não a subserviência a marca do exercício da colegialidade 

[…]

No entanto, por diversos caminhos, a palavra “participação” é decisiva na eclesiologia pós-conciliar. Um dos elementos que deixam a situação nervosa é a maior participação das Igrejas locais na nomeação de seus bispos. As consultas secretas sub grave tem suas razões, mas sobram duas perguntas: Esta forma consegue evitar a endogenia interna à hierarquia da Igreja? Ela evita as pressões e eventuais corrupções locais, mas não fere a sensibilidade de participação também nas responsabilidades maiores da Igreja, selando um abismo entre leigos e hierarquia, e às vezes também entre clero e seus bispos? Tal situação se replica também nas comunidades paroquiais.

O verdadeiro poder, que evita tanto o caos como o autoritarismo, é, conforme refinada conceituação de Hannah Arendt, “capacidade de ação em conjunto”, portanto tecido por consensos desde a discussão até a decisão. Ainda que se advoguem razões de revelação e de direito divino para agir de modo diferente, o poder e a autoridade arriscam ficar sem plausibilidade e sem eficácia quando utiliza o mecanicismo “exteriorista” de tipo “manda quem tem o poder e obedece quem tem o dever”.

Examinando a realidade, há inúmeras comunidades paroquiais levadas nos ombros de grupos de leigos, frequentemente mais mulheres que homens, mas há também o fato sintomático de mulheres, inclusive da vida religiosa feminina mais consciente, que se distanciam de uma Igreja governada somente por homens. Não é o caso de entrada de mulheres no sacerdócio ministerial, mas de oportunidade de participação nas instâncias de governo da Igreja.

[…]

Não se pode dialogar simplesmente apelando para o princípio de autoridade, citando o magistério. Como o magistério autêntico é um ministério específico de autentificação, ou seja, de oficialidade, é natural que seja um pouco mais conservador do que os trabalhos e ensaios dos teólogos, mas estes precisam de apoio e confiança para suas pesquisas e sua audácia criativa, sem que pese tacitamente a possibilidade de perda de missio canônica e outros incômodos. Francamente aqui fala um teólogo para os senhores bispos: há um clima de conformismo exagerado e temeroso. Embora tal clima não corresponda tanto ao Brasil como a outros países.

[…]

Permitam-me três exemplos, sintomas que causam ruído em nossa liturgia: em alguns casos, o neo-sacerdote, depois da unção das mãos, foi convidado a percorrer a igreja com as mãos levantadas sob o aplauso dos fiéis, reforçando assim a percepção de sua sacralidade e diferença. Ora, o óleo, que é do crisma, é o mesmo no qual são ungidos todos os cristãos para assumirem seus ministérios de vida cristã adulta. O testemunho da sacralidade dessas mãos será o seu próprio serviço, não o culto às mãos. O segundo exemplo é o costume recente, já corrigido com fadiga em algumas dioceses, de conduzir o Santíssimo exposto em ostensório para que o povo o toque com suas mãos ou outras manifestações de fervor, o que os liturgistas alertam como perda de foco da celebração eucarística, onde há comunhão, mais importante do que o toque fervoroso. É também incompreensão da reserva eucarística, sempre subordinada à participação na eucaristia. O que eu queria sublinhar é que esta exuberância típica do barroco leva a supervalorizar, por exemplo, o toque ou a adoração mais do que a comunhão, o que nos conduz diretamente para o sacro arcaico. Finalmente, o acento unilateral que, na celebração eucarística, ganhou ultimamente, tanto em termos de linguagem como na disposição do espaço e objetos litúrgicos, o aspecto de sacrifício centrado na cruz ou nos altares de queima da vítima animal. Ora, o memorial eucarístico abrange toda a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, e a melhor forma da mesa é a ceia da comunidade em torno à mesa da comida. Novamente retorna a pergunta: é contaminação da volta do sacro arcaico também na Igreja?

Conjuntamente com este acento no sacro, ressurge também entre nós o risco de dualismo entre religião e mundo, sacro e profano, contrário à economia da encarnação e da transfiguração pascal cristã. Tais sintomas aparecem em movimentos eclesiais e em homilias catastróficas a respeito do mundo em seus diversos aspectos e onde a religião parece pairar acima do mundo degradado.

[…]

Evidentemente, o Concílio reclamou para a liturgia o retorno aos três aspectos da genialidade romana: a simplicidade, a sobriedade e a funcionalidade. Estes três princípios permitem uma boa transparência, sólida e séria. Juntamente com a participação ativa e os ministérios, isso nos dá critério suficiente para discernirmos os eventuais excessos de entusiasmo pagão e a transformação da liturgia em performances de passarela e culto à personalidade.

[…]

Há novos estilos de comunidades, no Brasil bem pesquisadas pelo grupo da antropóloga Brenda Carranza da Puc de Campinas. Há dois perfis nessas novas comunidades, algumas de estilo soft, pertença leve e pouca institucionalidade, mais de acordo com os ares pentecostais que respiramos. Mas as mais notáveis são as de pertença hard, dura e total, buscando uma plataforma firme num mundo movediço e meteorológico. Esses grupos tendem a ser restauracionistas, e em seus sites, sobretudo em blogs com comentários, seguem um tom bastante agressivo em relação aos que são católicos de outra forma. Sem adequada formação podem terminar em fanatismo e violência verbal. Algumas ocorrências de excesso de basismo nas comunidades de base, em décadas passadas, parecem quase inócuas diante da crescente agressividade de grupos tradicionalistas que se pode detectar na Internet a nível internacional e nacional.

Embora o clima pentecostal favoreça uma sensibilidade mais ecumênica, a mídia de algumas denominações pentecostais tem contrastado o nome de católicos com o nome de cristãos, que, nesse caso, substitui a palavra “crente” e suas conotações pejorativas vindas dos católicos. Ficamos assim reclassificados por eles: os cristãos são os que seguem Jesus, e os católicos são os que seguem o Papa. Como estamos em tempos de desapropriação de símbolos e especialmente da linguagem, fica muito difícil desfazer este sofisma. O único instrumento sem retaliações indignas é o de utilizarmos também com abundância o nome de cristãos. (Embora seja verdade que inúmeros grupos católicos utilizem as assim chamadas “três brancuras” – a hóstia, Maria e o Papa – para caracterizar a identidade católica que, de resto, usa muita linguagem comum desses tempos pentecostais. Se por hóstia entendemos os sacramentos, por Papa entendemos magistério e clero, e por Maria toda uma forma de devoção e fervor, é certo que dizem muito do que é a identidade católica que de fato é percebida. Mas se desenvolvermos as formas indicadas pelo Concílio Vaticano II, tudo ganha maturidade).

[…]

Ainda é sentida a dolorosa situação de crime infame nos abusos por pedofilia, conjugados ao abuso de poder sacro e de traição da confiança, que teve como consequência a percepção de falibilidade da Igreja e a diminuição de autoridade pública como perita em humanidade. Em termos eclesiológicos já se confessava antes disso sermos Igreja santa e pecadora, mas o cultivo da sacralidade do clero e a repugnância pelo tipo de crime foram um choque incomparável a outros casos de pedofilia: corruptio optima péssima. (A falta de verbo nos faz traduzir frequentemente pelo lado da consequência: a corrupção do melhor o torna o pior. Mas pode ser traduzido de forma mais contundente ao se referir à sacralidade: a corrupção do melhor engendra o pior. É o “anticristo” que se pode surgir em meio cristão, quando se perverte, segundo João.) Ou seja, foi a própria sacralidade do poder, considerado inatingível exatamente por sua sacralidade, que gerou o pior tipo de pedofilia, justamente aquela vinda de pessoas consideradas sacras. […] As estatísticas dão esperança, uma vez que a concentração de casos de abuso está em clérigos cuja formação se situou exatamente no paradigma pré-conciliar que já não se sustentava mais. Não voltar para as condições de formação daquele tempo já é um ganho. Mas este é só o lado negativo. O lado positivo da cura é, insisto, o testemunho do contrário do escândalo: o socorro aos pequeninos, a opção preferencial pelos pobres e pelos que sofrem, seguindo o começo da Gaudium et Spes e a grande tradição latino-americana.

77 Responses to “A análise-desconjuntura eclesial na Assembléia Geral da CNBB. Frei convoca episcopado a não temer Roma. E sobrou até para o altar do Papa, para os blogs ‘restauracionistas’ com comentários e para os jovens que lutam pela missa anterior ao Concílio!”

  1. Meu Deus! E diante de sucessores dos apóstolos! A que ponto chegou a Igreja brasileira!? Como pode? Tomem vergonha, seus bispos! Traindo o sucessor de Pedro! Traindo a Fé de tantos santos, tantos mártires!

    Ouvi-nos, Senhor! Purificai vossa Igreja!

  2. Esse ai não precisou assinar o preâmbulo…

  3. Ele escorregou, ou como se diz, do ditado popular que o diabo pisa no prórpio rabo, este comunista disse a verdade sobre o Concilio Vaticano II: “ficamos órfãos de livros para rezar, sem cantos para cantar, sem livros para estudar, sem roupa adequada para vestir, sem linguagem adequada para nossas homilias, sem referências de autoridade canônica estável para obedecer.”

    Quanto a critica que os católicos tradicionais agora se unem na tecnologia da informação dos blogs e estão se articulando, exemplo disto é este blog cujo trabalho permitiu a queda de chalita e Edinho Silva da canção nova – e porque não o Fábio de melo que está na “geladeira” para não receber saraivadas de bala dos católicos tradicionalistas que são contra o aborto e o casamento homossexual. Foi o trabalho do Frates in unum e seus fieis leitores que fez com que o Bispo de São carlos tirasse seu sitio do ar.

    Na verdade os católicos chamados por ele de fundamentalistas, que eu entendo os não mocorongos e songamongas, não somos tão bem articulados, porque se realmente fossemos bem organizados, o que falta é santidade, as leis da esquerda católica que favorecem o aborto, o casamento homossexual, liberalização das drogas e etc não estariam sendo aprovadas.

  4. Olhe sinceramente , pensei pra caramba antes de escrever alguma coisa aqui mas sinceramente a única coisa que me veio foi isso :
    Vão para o raio que os partam, o senhor, Frei Luís Carlos Susin a CNBB , Medellín, CEB´s , vocês são aquele joio que o Senhor Jesus mandará arrancar de sua SANTA Igreja amarrar e queimar no inferno.
    Você “frei” Luís Carlos Susin, envergonha São Francisco de Assis, você não é franciscano coisa nenhuma e muito menos mereçe ser chamado de católico.

    “Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB e criado Cardeal há pouco: como o senhor permite tamanha afronta ao magistério de Bento XVI debaixo do seu eminentíssimo nariz?”

    Boa pergunta mas duvido que teremos uma resposta !!

  5. “Perigosíssimos” FRATRES;
    Esse cara aí, é a “encarnação do ódio”.
    Será este filho da perdição, por acaso Franciscano ?!?
    Pobre São Francisco…
    Ah, caso ele tenha sido (de)formado na “espiritualidade franciscana”, este deve ter preferido seguir o Bernardoni…
    “Perigosíssimos”, creio que nem o Calvino, que tanto odiava a Igreja e destruía altares e se dedicava a blasfêmias, lá do inferno, junto ao pai deles todos, o velho parlapatão, o diabo, jamais imaginou que em toda a sua eternidade de tormentos infernais “assistiria” um show desses: um frade blasfemando diante de cardeais e de bispos, e no final, sairia aplaudido…
    Depois, quando pergunto se ESSA “IGREJA” CONCILIAR É SÉRIA ? Tem gente que fica com raivinha, ficam me xingando, tentando em “esculhambar”…
    Hummm…
    “Perigosíssimos” FRATRES, essa cão ferrância é absolutamente anti-Católica.
    Daí vem os “neo-con” e a turma dos “plena”, os habitantes da “Arca de Neo é”, dizendo que inexiste ruptura, que a “chave de leitura” é a continuidade…
    Continuidade em quê?
    Só se for continuidade em apostatar, em blasfemar, em trair a Nosso Senhor, em levar milhares de almas para a danação…

  6. O que eu lamento e muito, é que esse frade é professor da PUCRS da faculdade de Teologia. Por ele passa os futuros sacerdotes.

  7. Enquanto isso, o demônio ri.

    Precisamos é de uma cruzada de Rosários pel expurgação da Igreja no Brasil.

  8. “Perigosíssimo Mor” FRATER FERRETTI;

    Acho que esse lobo está falando desse “nosso” FRATES:

    “Esses grupos tendem a ser restauracionistas, e em seus sites, sobretudo em blogs com comentários, seguem um tom bastante agressivo em relação aos que são católicos de outra forma. Sem adequada formação podem terminar em fanatismo e violência verbal. Algumas ocorrências de excesso de basismo nas comunidades de base, em décadas passadas, parecem quase inócuas diante da crescente agressividade de grupos tradicionalistas que se pode detectar na Internet a nível internacional e nacional.”

    Hummm…
    Estamos incomodando essa gente aí …
    Vamos nos preparar, logo logo vem chumbo …
    Essa PeTralha costuma ser muito vingativa …
    Afinal, estamos mostrando quem eles são o mal … E o que eles estão fazendo: traindo Nosso Senhor.
    Isso e incômodo, uma vez que mostramos que “o rei está nu”, neste caso, estamos mostrando que ” a cão ferrância está nua”.
    Creio que preferiam continuar travestidos…
    De ovelhas, claro.

    Abração;

    Felipe

  9. Eles estão desesperados com o iminente retorno da FSSPX, o qual vai fortalecer o exército do Santo Padre na luta contra o modernismo dentro da Igreja.

  10. Aí está um belo compêndio de baboseiras modernosas, eivado da típica linguagem pseudo-intelectual produzida nessas pucs da vida.

    Vejam só: “Se […] por Maria (entendermos) toda uma forma de devoção e fervor…”. Que diabos isso deveria significar? Que a Virgem Santíssima é só um símbolo de algum tipo de prática devocional?

    Outro exemplo: “Como o magistério autêntico é um ministério específico de autentificação, ou seja, de oficialidade, é natural que seja um pouco mais conservador do que os trabalhos e ensaios dos teólogos, mas estes precisam de apoio e confiança para suas pesquisas e sua audácia criativa…” Qual é a necessidade de se usar um termo como “autentificação”?!?! E depois vem me falar de “sacro arcaico” (mais um exemplo), de “barroco”. Poupe-me! O Magistério é um ministério de salvaguarda da Fé de lobos como a sua turma de ditos “teólogos”, meu senhor!

  11. Isso é um Absurdo! Esse Homem é um herege! O que espanta e que falam ate do altar do papa, isso em uma assembleia da CNBB! Ainda não da pra acreditar!

  12. Caros,
    Estranhei esse texto não ganhar espaço antes. Os absurdos ditos são incontáveis. Tomei conhecimento dele antes pois um de meus professores enviou-o, carregado de elogios, para todos os alunos. É triste quando propaga-se o orgulho de ser herege.

  13. Em 2010 gravei este debate que se vcs assistirem um pouco vão ver um prof.universitário que odeia a Santa Igreja.Vcs poderão ver isto nas suas palavras.Tem que ter estômago.No final do debate,o católico leigo,saiu com uma maravilhosa para o prof. ateu anti Igreja Católica e o psicanalista.Disse ele: Eu posso rezar pelo srs,vcs não pode fazer isso por mim.Aliás,o leigo se saiu melhor que o padre que estava no debate.Acho que é uma marca destes tempos,quando os leigos muitas vezes são melhores que os religiosos na defesa da Santa Igreja.

    Bom,num outro debate,que infelizmente não gravei,em que o assunto era relacionado a Igreja Católica,estava este mesmo prof. juntamente com este frei susin,e mais dois participantes.

    Durante o programa,como sempre,o prof. maluco destilava impropérios contra a Igreja.Num determinado ponto do debate,em que este sr falava,tendo bem na sua frente exatamente este frei susin,ele olha para o frei,e diz,não exatamente com estas palavras,mas exatamente com este sentido: ” Eu concordo com a visão de Igreja que tem o frei susin,A Igreja deveria ser como a Igreja que o frei defende.”

    Bom,isso diz tudo!

    Infelizmente,como disse,não gravei este debate.Se encaixaria como uma luva neste tópico.Mas fica aqui meu relato.

    Que este frei,que já não é mais criança,se converta antes de chegar sua hora.

    Fiquem com Deus.

    Flavio.

  14. Muito autoritário esse frei! Quer mandar no Papa e nos demais bispos. E barrar a voz dos leigos. Demonstra de si, nesse discurso, o que acusa nos outros.
    Bem ao final do artigo acima ele defende a “grande tradição”…. “latino-americana” (comunismo intra-eclesial de bem menos de um século). Já ouvimos falar de alguns expoentes de tal “tradição”: os “Boffes”, Dom Hélder, Comblin, Gutiérrez, Frei Beto, dentre tantos outros; ultimamente – ensinando a “tradição” liberteira aos bispos do Brasil -, Frei Luís Carlos Susin!
    Se fala o que falou aos bispos e não acontece nada, por que ainda não é bispo? O Brasil tem tudo para ser uma outra Áustria.

  15. Tratou-se, sem dúvida, de um discurso hostil que fere a eclesialidade da Igreja, que não é, nem nunca foi ou será, santa e pecadora e sim Santa e Santificadora. Temerário e ainda mais preocupante foi o silêncio daqueles que poderiam se pronunciar admoestando o palestrante para que não faltasse ao sagrado respeito e devoção ao Santo Padre dentro de uma conferência episcopal. As críticas à Igreja são críticas ao Papa, o que, no final, são críticas ao próprio Cristo! Discursos como o acima apresentado fortalecem a divisão, enfraquecem a comunhão, relativizam as notas da Igreja e referendam o triste desabafo do Papa Paulo VI sobre o ingresso da fumaça satânica no seio da Santa Madre Igreja. Oremos pela santificação do clero e pela conscientização dos religiosos e leigos.
    Marcelo Santos.

  16. Gente, esse povo perdeu totalmente a noção das coisas. Não existe um grupo soft e um grupo hard. Digamos às claras: existe um grupo católico e um marxista, isso sim. É tão óbvio o diabólico discurso do non serviam que é difícil tecer uma crítica baseada em certos pontos. Cada palavra desse senhor é uma afronta a Deus e a Sua Igreja. Estamos diante de um apóstata, um inimigo infiltrado que encontra acolhida episcopal no site da própria conferência…Deus nos salve!

  17. Triste. O que esperar? Que Deus nos ajude.

  18. Ferreti, cadê aquela lista com e-mails e telefones da Congregação para Doutrina da Fé?

    • Aí vai:

      NUNCIATURA APOSTÓLICA
      Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ Cep 70401-900 Brasília – DF
      Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF
      Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916
      Fax: (61) 3224 – 9365
      E-mail: nunapost@solar.com.br

      SECRETARIA DE ESTADO DA SANTA SÉ:
      Eminência Reverendíssima Dom Tarcisio Cardeal Bertone
      Palazzo Apostolico Vaticano
      00120 Città Del Vaticano – ROMA
      Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088
      1ª Seção Tel. 06.6988-3014
      2ª Seção Tel. 06.6988-5364
      e-mail: vati026@relstat-segstat.va; vati023@genaff-segstat.va ; vati032@relstat-segstat.va

      CONGREGAZIONE PER LA DOTTRINA DELLA FEDE
      Eminência Reverendíssima Dom William J. Levada, Prefeito desta egrégia Congregação,
      Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano
      E-mail: cdf@cfaith.va

      CONGREGAZIONE PER IL CULTO DIVINO E LA DISCIPLINA DEI SACRAMENTI
      Eminência Reverendíssima Dom Antonio Cardeal Cañizares Llovera, Prefeito desta egrégia Congregação,
      Palazzo delle Congregazioni
      Piazza Pio XII, 10
      00120 CITTÀ DEL VATICANO – Santa Sede

      CONGREGAZIONE PER I VESCOVI
      Eminência Reverendíssima Dom Marc Cardeal Ouellet
      Palazzo della Congregazioni, 00193 Roma, Piazza Pio XII, 10
      Telefone: 06.69.88.42.17
      Fax: 06.69.88.53.03

      CONGREGAZIONE PER IL CLERO
      Eminência Reverendíssima Dom Mauro Cardeal Piacenza
      Palazzo delle Congregazioni, 00193 Roma, Piazza Pio XII, 3
      Telefone: 06.69.88.41.51
      Fax: 06.69.88.48.45

      SUPREMO TRIBUNAL DA ASSINATURA APOSTÓLICA
      Eminência Reverendíssima Dom Raymond Cardeal Leo Burke.
      Piazza della Cancelleria, 1 – 00186 ROMA
      Tel. 06.6988-7520 Fax: 06.6988-7553

  19. Vou pro inferno com FSSPX, mas não vou pro céu com esses homens!

  20. Padre Marcelo, o senhor citou os grandes expoentes da tradição latino americana: “Boffes”, Dom Hélder, Comblin, Gutiérrez, Frei Beto.

    Mas se esqueceu do maior, do sublime, do explendido, do fantástico… Belchior!! Afinal, para esses panteístas da libertação, “tudo é divino, tudo é maravilhoooosuuuuu!!”

  21. “Ou seja, foi a própria sacralidade do poder, considerado inatingível exatamente por sua sacralidade, que gerou o pior tipo de pedofilia, justamente aquela vinda de pessoas consideradas sacras. […] As estatísticas dão esperança, uma vez que a concentração de casos de abuso está em clérigos cuja formação se situou exatamente no paradigma pré-conciliar que já não se sustentava mais”.

    Mentiroso, manipulador da informação, delinquente intelectual! É a geração concílio e pós-concílio que mais produziu pedofilia. São os padres da “primavera conciliar” que estupram, devoram sexualmente crianças, que cospem na cara de Deus. É esta geração pop e hedonista de padres porcos, que cultuam a aparência, o corpo, os modismos, que abusam de inocentes.

    Para gente como você “considerar sacra uma pessoa” é que gera a pedofilia, então simplifca-se: – acabe com a sacralidade!

    Não! Acabem com a primavera conciliar, porque ela produziu tudo isso! Mas o cão nunca quer largar o osso! Assumir isso é assumir que o Concílio foi uma tragédia, logo, vocês fariam parte dela!

    Obrigado Dom Marcel, que por amor a Cristo, manteve resquícios da Santa Igreja para combater esta prostituta pós-conciliar que é “santa e pecadora”.

  22. Recomendação ao Fratres: traduza esta matéria para o inglês e faça com que chegue a Roma.

  23. prezados irmãos em Cristo

    fico muitíssimo feliz em saber que a tradição faz esses socialistas de batina tremerem, gostaria de saber se alguem aq tem uma noção real, uma pesquisa, estudo algo desse tipo que mostre o crescimento da procura pela tradição por parte dos fiéis. A única coisa que me faz ver isso são os sites e a preocupação dos modernistas.

  24. Nestes últimos dias, vemos claramente o Demónio a trabalhar com toda a sua força. Lamentar que estes que deviam ser servidores de Deus, tornaram-se os filhos de Satanás. Curiosamente, esta ebulição, esta agitação (até geograficamente a Itália treme…) coincide com as vésperas da decisão do Santo padre em relação à FSSPX.

    Estamos em luta. Não há como negar.

    O exercito do Inferno, com Lúcifer à cabeça, está às portas da Igreja, já com alguns sequazes infiltrados nela que, pouco a pouco, se vão revelando…

    Não demos o prazer da sensação de vitória a Satanás nem na mais pequena batalha!

    Sejamos a resistência, os combatentes, até ao fim!

    Rezemos muito, mas muito, pelo Santo Padre e pela Igreja!

    “Coitadinho do Santo Padre. temos de pedir muito por ele” – Já dizia a pequenina Jacinta de Fátima.

    Rezemos, então!

    Avé, Maria…

  25. “Reputados bispos ditos “conservadores” do Brasil, se é que existem: abram suas reverendíssimas bocas, façam algo, dissociem-se dessa pantomima. Os fiéis clamam!”. Recado para Dom Fernando Guimarães, Dom Rifan, etc.

  26. Vai ser uma tarefa árdua traduzir esse texto para o inglês! É difícil de entender o que está escrito em português!

  27. Domine miserere! A que ponto chegaram esse hereges? Cadê dom Carlos Keller? Dom Fernando Quimarães? Dom Rifan? Cadê os padres e bispos conservadores? Se não falam com medo da CNBB, Deus os jugará. Cadê o Sr. Cardeal? Algum bispo se pronuncie. A Santa Sé deveria pedir um preâmbulo aos nossos bispos, não a Dom Fellay.
    In Corde Iesu et Maria.

  28. Esse texto mostra, com clareza, os últimos suspiros de uma geração estéril, que não deu frutos e que está morrendo. Eles sequer compreendem os anseios da juventude porque se crêem jovens! A filosofia marxista que matou a Europa acha que nós é que somos os “patéticos”. Coitados! Não enxergam a trava no próprio olho.
    Outro fato digno de nota é quão fraquinho é este texto do ponto de vista intelectual. De fato, a TL nunca produziu filosofia católica de qualidade. Foi sempre esse blábláblá de luta de classe, de conjunturas, de paradigmas. Eles são intelectualmente limitados. Vê-se, por exemplo, a colocação do sr. Susin de que o abuso sexual pelo clero se deu por causa/no do período pré-Conciliar. Sugiro que ele se informe, leia livros de gente grande. Caso ele consiga ler em inglês (língua do “Império norteamericano”), sugiro o livro “After Asceticism: Sex, Prayer and Deviant Priests”, do Instituto Linacre, publicado em 2006. As conclusões de um estudo sério sobre o tema nos levam a conclusões diferentes do texto fraquinho do sr. Susin.
    A receita do sr. Susin aos problemas da Igreja já deu seus resultados. O clero NO é, em boa parte, um clero deprimido, afeito ao álcool, à moleza televisiva. Um clero que se afunda num mar de niilismo, sem compreender o que deveriam ser e o que o povo espera que eles sejam. A “bela primavera” serviu para incutir o cinismo na boca dos padres, para arrebanhar seminaristas semi-analfabetos aos seminários, para lotar de efeminados os bancos das faculdades de Filosofia e de Teologia.
    Nem 5% dos católicos brasileiros são praticantes. Parabéns, TL!
    Enfim, texto fraquinho. E patético.

    em Cristo,
    Patricia

  29. Caríssimos, confesso que não aguentei passar do segundo parágrafo. Que Deus tenha misericórdia da alma desse frei e suscite coragem aos bispos para defenderem a fé.

  30. Altamente Perigoso e Venerável Grão-Mestre Incomparável G. M. Ferreti.:

    A sacralização prossegue rapidamente. Foi publicada um motu proprio, que entrou em vigor no dia 14 de setembro de 2007, e uma outra Instrução, em 13 de maio de 2011. Logo poderemos cantar vitória, porque renasce um movimento litúrgico e a língua latina começa a retornar em toda a liturgia, inclusive nas partes dispensáveis. A diferença já é sentida mesmo na Sé de Pedro. Será retirada toda a liberdade de escolha entre os vários formulários, excluindo-se a criatividade e obrigando-se o uso do missal. Em suma, com esse documento creio termos disseminado o princípio da máxima sacralidade, segundo a vontade do Senhor. Temos lutado duramente contra os nossos inimigos da CNBB e tivemos que recorrer a toda a nossa astúcia para que alguns poucos bispos a colocassem em prática, o que surtirá um grande efeito no futuro. Devemos estar preparados para a batalha. Por sorte, encontramos o apoio dos amigos e irmãos da FSSPX e das comunidades “Ecclesia Dei” e de outras ordens bloguísticas, que são fiéis. Agradecemos pelos textos enviados e esperando vos ver em breve, vos abraçamos.

    Vossos irmãos do F.:I.:U.:

  31. Eu sempre aprendi que a excomunhão tem um duplo efeito: o de preservar a sociedade dos cristãos, a santa Igreja; e um efeito medicinal para o excomungado, porque antes ser excluído da Igreja militante em vida e ter a oportunidade de se arrepender e ter a chancedo retorno a comunhão dos redimidos pela graça, do que no juizo ser reprovado pelo Supremo Juiz. Daí a enorme monstruosidade do pós-concílio, que renuncia as cencuras, aos anatemas, as excomunhões; a declarar com claridade o que devemos crer e professar… sob a justificativa de que hoje a Igreja prefere agir com misericórida, como se em alguma dia a Igreja tivesse deixado de agir por misericórdia ao utilizar-se dos antigos recursos. Extrema crueldade vemos no liberalismo dos nossos dias. Rezemos pelo Papa.

    Mas já que ele se recusa a utilizar-se dessa poderosa arma, fica aqui um videozinho que esse sujeitnho deveria ouvir em vida, para não ouvir algo pior quando seu corpo tiver dado o útlimo suspiro e sua alma se encontrar diante do Julgamento.

  32. um texto que define bem quem é a santa (e pecadora) igreja (em minusculo pq é so mais uma entre as varias de cristo) caótica Apostática brasiliana.

    resumindo estão em plena comunhão… comunhão com o capeta, isso como define São Vicente nunca foi, não é, e nunca sera a Igreja Católica, unica e verdadeira Igreja de Cristo.

    igreja caótica apostática brasiliana, sem mais meritíssimo!

  33. E é esta corja que vai continuar bradando aos quatro ventos que a FSSPX é cismática e sedevancantista. Aos que querem permanecer católicos, preparem-se para o cisma que vai acontecer no Brasil, quando a Igreja retomar as rédeas e condenar toda essa porcaria criada após o CVII.

  34. Os plenas com a palavra, se tiverem coragem. Alguém vai apresentar o preâmbulo pra esse?

  35. O “beato” João Paulo II nos seus momentos de simancol falava de um “cisma silencioso”. O finado Orlando Fedeli, por sua vez, disse que com Bento XVI o cisma tornou-se CLAMOROSO.

    Alguém ainda duvida disso? De que a CNBB está em cisma? Eis o cisma proclamado, a confissão cismática e herética desse frade do demônio diante dos bispos que calam (e consentem).

    E NA PLATÉIA? Por que nenhum desses COVARDES ergueu a voz contra o precônio cismático? Por que nenhum “valente” de clergima se levantou embravecido com o dedo em riste como aquele que se levantou com o dedo contra dom Antonio de Castro Mayer numa dessas malditas assembléias?

    Outra coisinha: ONDE ESTÃO OS BISPOS DITOS “CONSERVADORES”? HEIN, HEIN? Dom Bergonzini está na UTI, disso eu sei…

    Perdi o respeito por esses homens.
    Perdi o respeito por todos os episcopais ouvintes desse frade perdido, ouvindo caladinhos em suas cadeiras toda essa infâmia. Quando tiver a oportunidade de me encontrar com algum bispo, ele vai ouvir.

  36. A força da tradição já está incomodando, sinal que não estamos passando despercebido, e em breve, a verdadeira primavera florescerá.

  37. Prezados, o que subjaz – como princípio – a todo o discurso do “frei” é o historicismo de tipo progressista, de maneira que, refutada essa idéia central, todas as pontuações que ele faz caem por terra.
    O mais intrigante está no fato de que um sujeito desses seja chamado à CNBB e não receba admoestação alguma quando ataca especificamente ao Papa (ainda que se valha de alguma camuflagem retórica não é tão difícil identificar seu alvo). Talvez já esteja na hora de fazermos conjuntamente um dossiê sobre os desmandos da CNBB, enviando a Roma… e para ficar ainda mais interessante a iniciativa, poderíamos fazer uma viagem até lá, pedindo ao Papa a dissolução do organismo. Mesmo que ele não seja dissolvido, valeria a pena só pra deixar essas arautos da teologia da libertação mais nervosos… isso não tem preço, rs.

  38. Já mandei meu e-mail para a Nunciatura Apostólica. Segue abaixo:
    Excia. Revma.
    Sr. Núncio Apostólico

    Causou-me indignação a chamada “Análise de Conjuntura” proferida pelo Frei Susin durante a última Assembléia dos Bispos do Brasil. Considero uma verdadeira afronta aos ensinamentos do Sumo Pontífice Bento XVI, no tocante à liturgia celebrada pelo Papa e a hermenêutica da continuidade proposta como a verdadeira interpretação do Concílio Vaticano II. Peço respeitosamente a V. Excia. que tome as devidas providências para que o Magistério Ordinário do Santo Padre seja acatado em nosso país e não rdicularizado como aconteceu durante a Assembléia dos Bispos. É grave que isso aconteça no decorrer de uma Assembléia Geral do Episcopado Brasileiro.
    Agradeço a atenção

  39. Diogo, irmãs e irmãos,
    Eu sou, seriamente, a favor de um dossiê como esse que você citou.
    Será que por este site poderíamos organizar um movimento que chegasse mesmo ao Santo Padre? Algo sério, consistente, bem elaborado, contendo documento e assinaturas de todos?
    Eu adorei a ideia, e dou todo apoio!
    Vamos adiante!
    A CNB do B precisa ser dissolvida!
    Abraços,
    Luiz Fernando
    BH – MG

  40. De facto, é vergonhoso ouvir tais heresias e blasfémias contra a Igreja e o Santo Padre! Caros amigos, que Nossa Senhora Auxiliadora interceda pela Igreja, pois tal como encontrei num blog muito interessante de um grupo de Jovens, “Os tempos são tristes e temos necessidade de que a Virgem Santa nos ajude a defender a fé cristã” – http://gjcsraiosdeluz.blogspot.pt/

    Que Nossa Senhora nos proteja e ampare!

  41. Cadê D. Rifan, D. Keller e demais bispos simpatizantes da Tradição (falo simpatizantes, pois se fossem Tradicionalistas teriam se pronunciado)?
    Cardeais D. Damasceno, D. Scherer, D. Agnelo, D. Scheid, e etc. Vcs deixaram isto acontecer?
    Senhor Arcebispo Primaz, vc também bateu palmas para esta palhaçada?
    É a fumaça de satanás, que já está causando estragos dentro da Igreja!
    Cadê o preâmbulo para a CNB do B?
    Coitado dos seminaristas que estão sendo formados por este lobo em pele de franciscano.

  42. Diogo e Luiz Felipe,
    venho falando nisso há DOIS ANOS, mas ninguém quer botar a mão na massa. Minha ideia era organizar uma CONFERÊNCIA DE LEIGOS no Rio de Janeiro com ampla divulgação apresentando o tema: “O PAPEL DA CNBB NA SALVAÇÃO DAS ALMAS”. E indicaria qual a verdadeira utilidade e eficácia das campanhas de fraternidade na vida espiritual do Povo. Isso, poderia ser ilustrado com dados estatísticos e números de pessoas que saem da Igreja e aderem ao protestantismo, depois encaminharíamos isto para Roma.
    Se quiserem fazer este dossiê, apoio totalmente, inclusive financeiramente.
    Acredito que os leigos devem começar a adotar AÇÕES CONCRETAS. Mesmo sabendo que não vai dar em nada, estes ações servem para mostrar o inconformismo dos leigos contra essa bacanal e nosso apoio ao Papa contra os seus inimigos.
    Ferreti, por favor disponibilize para o e-mail deles o meu e-mail pessoal.
    PS: ofereci denúncia para a Nunciatira Apostólica. Já fiz minha parte também.

  43. Todo o meu apoio à proposta do Diogo.

  44. Deus seja louvado! Depois de 50 anos de domínio absoluto, eles se colocam na defensiva. Isto seria impensável há 10 anos. O Sinédrio começa a tremer diante da ameça dos católicos, que argumentam com base na autoridade das Sagradas Escrituras, da Tradição e do Magistério autêntico.

  45. Há tempos que algumas ordens religiosas (capuchinhos, franciscanos, dominicanos, jesuítas,etc) necessitam de uma intervenção do Vaticano.
    A formação de seus seminaristas estão dando muito a desejar. É a realidade que a Patrícia Medina falou, conheço religiosos que são semi-analfabetos (isto mesmo!) e foram ordenados. Freis que mal escrevem o nome direito, que fraudaram certificados de ensino médio, para entrarem no convento!
    O resultado disto tudo é o que estamos vendo nas paróquia e comunidades.
    Isto quando não surge um “frei Susin”, se achando o dono da verdade.
    Um amigo de Salvador-Ba, falou que na UCSAL o instituto de Teologia está nas mãos de hereges. Tem um frei capuchinho que tem aversão à Nossa Senhora (se juntou com a coordenadora do curso de extensão para retirar a disciplina Mariologia da grade de extensão, sob o pretexto de que tudo que a Igreja tem para falar Dela se resume a um capítulo da Lumen Gentium). E tem uma professora de Sagradas escrituras que é discípula de Lutero (é freira, viu?). Este amigo abandonou o seminário, pois temia que perdesse a sua fé.

  46. Meu Deus…
    E pensar que uma afronta dessa ao Papa foi feita diante de mais de 300 bispos que se dizem fiéis ao próprio Papa…
    Não nos escandalizemos não, os inferneiros liberteiros bosteiros estão estrebuchando de ódio por esse papado, é um cisma não mais silencioso, mas clamoroso, graças a Deus, ao menos vemos os inimigos de peito aberto, não mais camuflados como há anos atrás…
    Há muito que não lia esse lixo dessas análises de conjunturas deploráveis. Pior que a cultura do nosso Episcopado, fruto da deformação das casas de “formação” é baixíssima, conta-se nos dedos os Bispos realmente bem formados.
    Com certeza havia quem pudesse contradizer esse infeliz ali na Assembléia, mas, o medo de ir contra a corrente foi maior, e isso é triste…
    E demos graças a Deus por haver blogs “arcaicos e medievais e saudosistas” que estão fazendo a diferença na primavera conciliar…
    Será que esse senhor não vê o horror e o caos em que caíram seus conventos franciscanos nessa primavera?
    Será que ele não vê o bando de efeminados repugnantes que purula na vida religiosa tanto franciscana como nas outras, tanto masculina como feminina?
    O doutoooooorrrrr teóoooooologo usa um palavreado rebuscado, complexo, tomado da filosofia moderna e atéia que, garanto que a maioria dos seus ouvintes não entendeu nada… É típico desses salafrários da libertação para o inferno…
    O mesmo método usado por outros cães raivosos e repugnantes como ele, nas aulas dos institutos de “teologia,” onde os tontos, semi-analfabetos, advindos das “grandes” escolas do nosso Brasil, onde se aprende tudo, menos o que deveriam aprender, ficam pasmos, de boca aberta diante desses doutoooooooresssss em teologiiiiiaaaaa…Enchem os tontos de textos e mais textos para fazer análises e debates nas salas de aulas e nas casas de “formação”, e os tontos acham que estão fazendo um grande curso de “teologia”…Ahh, me esqueci das donas freirocas que participam desses cursicos e falam tantas coisas “lindas” e “científicas”, que nem meu avô que era analfabeto, suportaria ouvir…Elas tem quase certeza que serão padras um dia…rsssss
    É deplorável, mas é a realidade da nossa Igreja do Brasil.
    Abarrotemos os endereços postais das Congregações Romanas com essas beldades de “análises” sim, não pensemos que não surte efeito que surge.
    Na Igreja as coisas caminham muito mais devagar que imaginamos, não é a toa que ela é bi-milenar e imortal…
    Os corifeus restantes e decadentes da maldita tl não darão tréguas…
    Imagina…
    Um dos mais idolatradores doentes e cegos do Concílio, D. Valentini e seus comparsas, são contra um outro Concílio, coisa que pleiteavam ardentemente há 25 anos atrás, isso é um sinal maravilhoso que as coisas melhoraram, ainda que pouco.
    O rasgo é grande, o dano nas almas mais ainda, mas a vitória é de Nosso Senhor. Ele que fundou a Igreja e não permitirá que nenhum frustrado e infeliz na vida religiosa e pessoal, a destrua.
    Ele não tem a vergonha na cara que teve o seu amigo Genésio que, pelo menos assumiu sua safadagem e saiu da Igreja.
    Não esqueçamos de abarrotar os e-mails dos nossos antístites também, principalmente dos aliados a Bento XVI.
    D. Rifan, formado pelo grande D. Mayer, onde estás?????
    Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

  47. E eu diante disso pergunto : cadê o Papa ?
    A Igreja no Brasil é cismática , herética e apóstata.Esse discurso é cara dos bispos de nosso país , é a cara do clero brasileiro, e de um grande parte do clero no mundo.
    Dois pesos e duas medidas : enquanto se exige tudo dos tradicionalistas- que nunca negaram um só dogma de fé- , não se exige nada dos hereges que hoje ocupam cátedras sem temor de serem excomungados.

  48. Quem disse que algum destes ligam pro Papa,KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
    Mas fica a pergunta incomoda, DE QUEM É A CULPA?
    Em que época estes senhores foram formados, qual a teologia , qual filosofia, qual a doutrina?
    Precisa de resposta?

  49. “Conjuntamente com este acento no sacro, ressurge também entre nós o risco de dualismo entre religião e mundo, sacro e profano, contrário à economia da encarnação e da transfiguração pascal cristã. Tais sintomas aparecem em movimentos eclesiais e em homilias catastróficas a respeito do mundo em seus diversos aspectos e onde a religião parece pairar acima do mundo degradado.”

    O senhor Luís Carlos Susín não fez mais do que reafirmar as teses de seu pai e mentor, o apóstata Teilhard de Chardin, para quem, o Mundo inteiro, pela Encarnação de Cristo é um “Sacramento”, ele que foi o pior expoente do modernismo panteísta condenado pelo magistério da Igreja:

    “Meu Deus…, para que eu não sucumba à tentação de amaldiçoar o Universo, faze com que eu o adore, vendo-te oculto nele. A grande palavra libertadora, Senhor, a palavra que revela e opera ao mesmo tempo, repete-a Senhor: “Hoc est Corpus meum”.

    “Para converter-se em Alfa ômega, Cristo deve, sem perder sua dimensão humana, fazer-se coextensivo às dimensões físicas do tempo e do espaço” (Opúsculo Le Chistique, en Frénaud pg. 11 e 19)

    E sabemos que o fenômeno teilhardiano, atua como um termômetro. É um ponto de referência, o critério definitivo que permite distinguir entre modernistas e católicos fiéis.

    O conflito é evidente e não se trata aqui de algumas questões de caráter teológico emanadas pelo Vaticano II° que precisam ser ainda implementadas ou fortalecidas, mas da tensão entre duas religiões opostas e inconciliáveis ocupando o mesmo espaço:

    “A religião do homem que se faz deus, defendida pelo senhor Luís Susín et caterva e a Religião do Deus que se fez homem defendida pelo Magistério bimilenar da Igreja Católica Apostólica Romana.”

    O Ilustre palestrante “pancristicista” fez um “passeio canônico” por todas as condenações contra o modernismo contidas no decreto Lamentabili e na carta Encíclica Pascendi de Pio X e, embora houvesse na platéia episcopal muitos “Doutores em teologia Dogmática” (imagine-se), não há relato de um sequer que tenha protestado ou condenado a apologia modernista criminosa que esse senhor fez contra a Fé católica e a Igreja.

  50. “Tem um frei capuchinho que tem aversão à Nossa Senhora (se juntou com a coordenadora do curso de extensão para retirar a disciplina Mariologia da grade de extensão, sob o pretexto de que tudo que a Igreja tem para falar Dela se resume a um capítulo da Lumen Gentium). E tem uma professora de Sagradas escrituras que é discípula de Lutero (é freira, viu?).”

    Meu caro, essa freiroca frustrada de Bíblia é uma irmã da Congregação das Filhas de Sião, uma tal irmã Judite, que não é discípula de Lutero não, melhor fosse, ela é discípula do sr. Genésio bofado, do sr. Libânio, do sr. Beto, do sr. Marcelo Barros, da “irmã” Ivone Gebara, da “irmã” Ione Buchooooooooo…etc…
    O Convento dos Capuchinhos de Salvador é uma decadência total, tanto moral como religiosa. Os únicos remanescentes dos verdadeiros Capuchinhos morreram a alguns anos, como frei Afonso, frei Germano…
    O que resta de beleza, sacralidade e dignidade nos Capuchinhos de Salvador é a bela Igreja com seu bom órgão de tubos e o belo Convento, infelizmente entregue nas mãos desses senhores frustrados e infelizes que estão lá por não terem o brio de seguirem suas verdadeiras vocações.
    O tal instituto de “Teologia” é uma babel que tem todos os tipos de bichos, sobressaindo um maior número de”gazelas” alegres e saltitantes, quaaaase parecidas com o pe pinto, vindas das diversas congregações religiosas, que infestam os corredores da “Universidade”. E isso desde o tempo de D. Lucas Moreira Neves, imagine agora…

  51. Lendo a “análise de conjuntura” do frei, não pude deixar de lembrar este trecho de Ortodoxia:

    “A maior parte do mecanismo da linguagem moderna visa a poupar trabalho; e poupa muito mais trabalho mental do que deveria. Frases científicas são usadas como rodas e pistões científicos para tornar ainda mais rápido e mais suave o caminho do conforto. Palavras compridas passam por nós chacoalhando como longos trens ferroviários. Sabemos que carregam milhares de pessoas que se sentem demasiado cansadas ou indolentes para caminhar e pensar por conta própria.
    É um bom exercício tentar, de vez em quando, expressar as próprias opiniões com palavras de uma ou duas sílabas. Se você disser: ‘A utilidade social da frase indeterminada é reconhecida por todos os criminologistas como parte de nossa evolução social buscando uma visão mais humana e científica da punição’, você pode continuar falando assim por horas sem que haja nenhum movimento da massa cinzenta no interior do seu cérebro. Mas se você começar dizendo: ‘Eu queria que Jones fosse para a cadeia e que Brown dissesse quando Jones vai sair de lá’, você vai descobrir, com um calafrio de horror, que você é obrigado a pensar.
    As palavras compridas não são palavras difíceis. Difíceis são as palavras curtas. Há muito mais sutileza metafísica na palavra ‘dane-se!’ do que na palavra ‘degeneração’.”

  52. Este mesmo Frei tem um artigo sobre o Forum Social Mundial de 2009. É claro que ele é adepto da Teologia da Libertação, onde não podemos esperar nada desta raça que insiste em viver nos anos 70.

    *”O Fórum Mundial de Teologia e Libertação se estruturou com um Comitê Organizador, composto das instituições e organizações que criaram o processo inicial, um Comitê Internacional para representar as regiões, e uma secretaria permanente em Porto Alegre. Para cada Fórum se cria um Comitê Local de sustentação da realização. Assim nos lançamos para a segunda edição, em Nairóbi. As consultas nos levaram a focar como grande lema do segundo Fórum(…) 21/01/09″

    *Artigo no blog reflexões teológico pastorais.

  53. O problema dessa gente é: Fazer unidade, acolher o pai de santo, o protestante, o budista sim… Mas acolher, respeitar os católicos que simplesmente querem um liturgia séria e católica. Esses não, porque são ‘obscurantistas’; mas, agindo assim, agem sem caridade e a única unidade que eles conseguem fazer é com seus próprios umbigos libertadores e marxistas.

  54. Mais um “viúvo” da TL manifestando-se.
    O Frei tá bravo porque a estéril TL está murchando, ninguém mais está interessado
    nas arengações dos seus companheiros marxistas pseudo-católicos.
    Com a internet, os católicos estão aprendendo mais. Aprendendo a lidar e identificar
    os lobos e, mais importante, saber o que de fato é CATÓLICO.
    Agora, pelo “Igreja Santa e Pecadora” eu laicizava esse frei, ou
    pelo menos lhe impunha um silêncio eterno e não permitia que “ensinasse” mais nada.

  55. Na minha opinião, o frei Susin foi apenas um porta-voz dos bispos da CNBB. Os pregressistas, porque ganharam voz sem se comprometer. Já os “conservadores” dirão: “- Ele não é membro da hierarquia. Trata-se de mera especulação as suas conclusões. Não há afronta ao Papa”. E assim a coisa continua. Alguém publica num folhetinho da Missa nova (tipo Deus conosco e O Domingo) alguns trechos, um padre comenta no sermão e daí pra frente vão “doutrinando” a “comunidade” de que o Papa não pode governar a Igreja sozinho, tem de “ouvir as bases”.

    Os bispos estão preocupados é com quanto a JMJ (com seus objetivos sociais e sustentabilidade) vai gerar de lucro para as igrejas e prefeituras. O jornal “O Globo” publicou que no final de julho vai haver no Rio de Janeiro um tipo de rave quando alguns “padres-cantores” se revezarão no palco em três dias de shows, numa prévia para a JMJ.

  56. De quem é a culpa disso tudo?
    Nessas horas cadê o Papa? E cadê o preâmbulo para a CNB do B? O que eu vejo é que só incomodam a cúpula Vaticana os tradicionalistas, os “rad-trad”, os outros pintam e bordam e fica tudo por isso mesmo… É uma primavera…só que ao contrário.

  57. Esse senhor está em comunhão com o quê? A CNBB está em comunhão com o quê? Total, plena, parcial, meia-boca, 1/3? O Código de Direito Canônico não se aplica a esse “frei”? E não se aplica à CNBB? A Igreja ainda tem autoridade? Se tem, essa autoridade só existe para condenar os “integristas”, e silenciar-se diante de figuras como a desse “frei”, síntese de todas as heresias?

    Para responder a essas perguntas, convém ler e reler o artido do Arnaldo Xavier da Silveira sobre o Magistério Ordinário. Silêncios, omissões e atos dizem mais do que mil palavras, bispos de todo o Brasil!

  58. “(…) permitiu, por uma profana traição, que se maculasse a imaculada Fé desta Igreja apostólica! (DS. 563″ São Leão II. Enquanto se “emporcalha os templos, as cerimônias, a Doutrina, a Tradição, o Magistério, a Fé; o silêncio ” dos bons”, ecuam à cristandade. Apesar de ter e fazerem parte da estrutura física, usarem insígnias de cristão; o comportamento desses envergonham ao Divino e Verdadeiro Pastor. Portanto, estamos contemplando o que Santo Atanásio de Alexandria (séc. IV d.C.). passou, sendo perseguido pela estrutura da própria Igreja, inclusive o Sumo Pontífice. Hoje, não é apenas uma heresia, são várias que enganam a muitos católicos de boa fé. Na ladainha de todos os Santos há uma invocação que diz: “Que Vos digneis humilhar os inimigos da Santa Igreja….” . Infelizmente essa invocação está em “desuso” nos rituais da Santa Igreja, será que o medo é tanto?

  59. Os cães ladram e a caravana passa!!! Deixem ladrar estes cães da TL, o barco deles já afundou há tempos! Mas ainda me admira é que os Bispos não se levantaram para defesa do Papa e nem dos “Tradicionalistas”, onde está Dom Rifan, Dom Fernando Guimarães, Dom Antônio Carlos Rossi keller???? Onde está o Bispo da minha Diocese?

  60. Deus, socorrei a tua Igreja. O Caos já se instalou há muito tempo.

  61. Alguém sabe informar se lá algum Bispo piedoso levantou a voz para a defesa da fé?
    Alguém sabe informar se D. Rifán estava lá?
    Ninguém censurou o tal frei, apesar de ter autoridade para tanto?
    Onde estavam os pastores, vez que deixaram o lobo uivar à vontade?
    Ou será que os Bispos piedosos abstiveram-se de estar presente a essas sandices?
    Deus haverá de julgar tanta “condescendência”.

  62. Enquanto isso, o demônio ri [²]

  63. Enquanto isso, o demônio ri [²] … da plena comunhão dos tempos MODERNOS ..!!!

  64. O pior é ter que aguentar este cara dando palestra durante uma semana sobre o Concílio Vaticano II aqui em Cuiabá, no SEDAC.
    Obrigado Bispos, é disso que precisamos… ¬¬

  65. Só para informar àqueles que perguntam onde estavam determinados Bispos, entre eles, eu mesmo, estávamos na Assembléia, sentados e escutando os disparates. Imediatamente depois que o palestrante terminou de falar, muitos de nós (os que conseguiram, por causa da exigüidade do tempo previsto…) nos manifestamos. As respostas do palestrante foram todas elas bastante escorregadias, tentando explicar-se, etc… A questão, a meu ver, não é contradize-lo, o que é bastante simples. A questão ainda é o “por que?” figuras deste porte continuam a ter palco garantido em nossas Assembléias. Portanto, não houve silêncio, ou omissão ou coisa que o valha por parte de um razoável número de Bispos.

  66. Eis a pergunta que não quer calar: “A questão ainda é o “por que?” figuras deste porte continuam a ter palco garantido em nossas Assembléias”. Quem souber responder, por favor… dê-nos a resposta!

  67. …”já se confessava antes disso sermos Igreja santa e pecadora”… santa e pecadora é sua genitora que te colocou no mundo e a gente que tem que pagar o pato ou parto.

  68. O senhor “Frei” Luiz Carlos Susin, elevando o comunismo e o liberalismo:

  69. Não li todos os comentários, mas eu acho que da mesma forma como foi feito com o Pe. Paulo RIcardo (Cuiabá), não acha que deviam os bispos pedirem o afastamento oficial e carlar a boca desse Frei Luís Carlos Susin???

    A Igreja é Santa sempre e nunca é pecadora…os pecadores somos nós homens! Jesus repreendeu Pedro, o chamou de Satanás e tudo, mas mesmo assim esse recebeu as Chaves! Ele negou Cristo 3 vezes!!! Ele era pecador? Sim ele era homem! Mas a Igreja e o ESanto são podem ser pecadores!! Ninguém dá um grito nesse Frei? “Pecador é vc!!! A Igreja é santa!! Na cabeça desses teologos da libertação, o nosso pecado suja a santidade da Igreja! Como podem falar assim na cara dos bispos!!! É o cisma mesmo! CNBB = Cisma?!?!?! Agora fico pensando se não haviam mais motivos politicos que morais na época da eleição qnd a CNBB lançou a campanha contra Dilma+Aborto…

    Pessoal, Goiânia tem o blog SAlvem a LIturgia! que eles sejam abençoados!
    Cuiabá tem o do site do Pe. Padre Paulo Ricardo, seja abençoado tbm! E ainda estou descobrindo outros! Apoiemos-nos uns aos outros! Apoiemos estes verdadeiros homens que desejam servir a Deus Pai, NSJC, e NSSVMaria e não a Karl Marx, Che, Frei Betto, Boff’s, Gramsci acabando sendo levados a o inimigo comum;

    Apoiemos o Papa, enquanto ele estiver sendo leal a NSJC, senão estejamos antes e sempre aos pés de Jesus!

    Padres, freis, bispos que apoiam ideais comunistas estão automaticamente excomungados.

    Eles lêem mais “frei” Betto e Leonardo Boffetada que (ex)Cardeal Hatzinger, Sao Tomas ou Santo Agostinho! E querem usurpar a Igreja de nós e dos menos informados, acabando com a acessibilidade abundante desse elo histórico com os apóstolos e santos padres que a ICAR nos proporciona. Se o SPapa está propondo a tal reforma da reforma é pq com certeza algo foi perdido e que precisa ser resgatado SIM. Senão deixava como está, mas se há restae é porque algo precioso que antes era abundante agora está ficando raro.

    Vamos lá pessoal! Sejamos fortes e roguemos pela intercessão do ES e dos santos padres para nos darem força de desmascararmos de vez esses vermelhos pró-teologia da libertação!

    Mesmo o que o CVaticano II deveria trazer de benefício, esses desgraçados conseguiram deturpar e depois muitos foram ludibriados por eles.

    Aqui no Brasil é uma folia, pq os fiéis são ignorantes no catecismo e o ambiente historicamente propício ao sincretismo é um prato cheio para esses crápulas que deturpam o sentido de ecumenismo para o total vale-tudo que vemos por aí.

    Rezemos uns pelos outros!!! Peçamos apoio aos anjos, santos e santas, aos mártires, para que a nossa fé não se abale e que sejamos instrumentos da Verdade a favor daqueles que estão sendo levaods e mantidos na ignorancia por párias comunistas disfaçados de Freis como o Luís Carlos Susin.

    Qualquer um de nós aqui que é contra o marxismo e comunismo na Igreja temos a obrigação de nos levantarmos numa platéira dessas e gritar “Comunista! Excomungado!” ou ainda citar o trecho da incíclica papal que postula a excomunhao automatica diante de qq membro da Igreja que fale menos da metade que esse Frei ai falou!

    Eu querendo entrar para a ICAR e tendo que contar com minha conversão e esforço pessoal e idiotas como esse Frei fazendo força para ser excomungado! Demorou para a cartinha de excomunhao do Vaticano chegar para esses tipinhos aí! É o q eles mais querem para aparecerem em TV dizendo olha aqui o q a ICAR fez, me expulsou pq falei algo que ela não concorda! Mas é claro meu amigo! Vc quer ser jogador do Corintias mas usar a camisa do Flamengo! Não dá!!!! ;)

    SÃO PIO X – “RESTAURAR TODAS AS COISAS EM CRISTO”

  70. Prezado Frei Luiz Carlos,
    Como o sr. citou os blogs católicos, deve estar visitando este também!
    Quer um conselho: Pegue seu breviário, seus Escritos de São Francisco, sua regra de vida franciscana e vá fazer um Retiro, quem sabe, na Custódia dos franciscanos menores na TERRA SANTA. E faça-nos uma caridade: NÃO volte mais!
    Grato.
    Ass: Um católico

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