O escândalo da reforma afogada dos Legionários.

Por Padre Thomas V. Berg * | Tradução: Fratres in Unum.com

O Cardeal Velasio de Paolis foi nomeado delegado papal para os Legionários de Cristo, no início de julho de 2010, para pastorear a congregação através de um “processo de reavaliação profundo”, como ordenado pelo comunicado da Santa Sé aos Legionários em 1º de maio daquele mesmo ano. Sua nomeação veio depois de um rigoroso escrutínio de todas as casas de formação e de apostolado legionárias – uma “visitação canônica” – conduzido por um grupo de bispos nomeados pelo Papa. A visitação foi ordenada por Bento XVI depois que os superiores gerais admitiram, no começo de 2009, que Maciel tinha levado uma vida dupla moralmente depravada, tendo sido pai de ao menos uma menina e de mais outras crianças com, pelo menos, uma amante, além de abusar sexualmente de jovens seminaristas.

Depois de 23 anos como Legionário, discerni que o melhor para mim era abandonar a congregação em 2009. Desde a nomeação de De Paolis, tenho observado e esperado pela tão necessária reforma. Agora, dois anos mais tarde, decidi romper o silêncio para expressar minha profunda decepção, bem como minha profunda preocupação pelos jovens e pelos padres dedicados que ainda compõe a Legião.

O fato é que os Legionários não são uma centenária e respeitada família religiosa que merece cada grama da energia da Igreja para salvá-la. Os 71 anos da existência da Legião estão imersos em controvérsia. Sérios questionamentos foram levantados acerca das várias “aprovações” da Legião nos anos 40 por causa da duplicidade de Maciel. A Legião também escapou da extinção sob circunstâncias duvidosas depois de uma investigação de Maciel nos anos 50. Tenho para mim, por muito tempo, que teria sido melhor para os Legionários e para a Igreja se Bento VXI tivesse optado por suprimir a congregação. Mas ele não fez isso.

Temos testemunhado, ao invés disso, uma reforma afogada. Culpa disso deve ser, em parte, atribuída ao delegado papal, o Cardeal De Paolis. Um antigo burocrata e canonista vaticano que não fala espanhol, a língua oficial da Legião, De Paolis tomou duas decisões que, com o tempo, podem ser fatais para a congregação. Primeiro, ele escolheu deixar vários antigos e íntimos colaboradores de Maciel em posições de governo na congregação. Em segundo lugar, e mais inquietante, o Cardeal decidiu não realizar uma investigação meticulosa e independente para descobrir se algum membro da congregação acobertou Maciel de forma consciente.

Enquanto isso, a abordagem de De Paolis ao “processo de profunda reavaliação” tem sido a de instituir uma série de diálogos de grupo entre os Legionários a respeito das constituições atuais, instituir uma pequena comissão de padres Legionários (alguns dos colaboradores mais próximos de Maciel) para “reescrever” o texto das constituições da Legião, e preparar as bases para o capítulo geral da congregação em algum momento dos próximos 24 a 36 meses.

Os atuais membros que são mais abertos a uma renovação radical acreditam que o resultado de tal abordagem vai ser pouco mais do que mudanças superficiais e cosméticas às normas e disciplina – algo muito distante das mudanças relevantes na cultura interna da congregação que é tão urgentemente necessária.

Certamente, os fiéis católicos têm direito, em primeiro lugar, a um relatório detalhado sobre como caso de Marcial Maciel e da Legião pôde acontecer. Os fatos – não importando o que podem talvez revelar em termos de negligência, omissão ou mesmo cumplicidade por parte da própria Cúria Romana – seriam menos escandalosos do que a atual recusa em conhecer e abraçar a verdade.

Os superiores da Legião, enquanto isso, tem promovido uma cultura de oposição institucional à reforma radical que é verdadeiramente necessária. A vasta maioria dos superiores permanece convencida de que existe algo – algum tipo de núcleo de normas e de tradições – fundamentalmente saudável e recuperável no modo de vida Legionário. Isso foi reforçado pela convicção institucional de que a nomeação de um delegado papal constituiu numa “aprovação” de fato pela continuação da Legião enquanto congregação e uma afirmação da existência de um carisma e de uma missão válidos. Tais alegações permanecem afirmações não discutidas que carecem de justificação teológica.

Igualmente preocupante é a evidência de que os demais superiores Legionários – diante da crescente evidência de impropriedade sexual e abuso entre os próprios membros – continuam a abraçar e a promover uma cultura de acobertamento e de falta de transparência. Diante da recente admissão do padre Willians de que era pai de uma criança há muitos anos enquanto mantinha um famoso ministério midiático, o Diretor Geral, Padre Álvaro Corcuera, respondeu com uma patentemente insincera carta postada no site da Legião no dia 21 de maio. Ela contém garantias de uma supervisão ética de desvios clericais nas fileiras Legionárias: “Hoje em dia, quando uma acusação grave é feita contra qualquer Legionário, tomamos medidas preventivas”. A carta notadamente evita qualquer explicação do modelo histórico de acobertamento por parte dos superiores Legionários, incluindo do próprio Corcuera que, surpreendentemente, admite que sabia e nada fez a respeito do caso Williams não somente durante a visitação canônica mas também durante o 1º ano da gestão de De Paolis como delegado.

Baseado numa recente conversa com um Padre Legionário pesadamente envolvido em alguns destes casos de abuso, só posso concluir que, lamentavelmente, a carta do padre Corcuera nunca teria visto a luz do dia se a imprensa não estivesse procurando informações sobre acusações contra alguns padres Legionários e ex-Legionários e se um ex-padre Legionário não tivesse ido à Congregação para a Doutrina da Fé com algumas destas acusações.

O principal obstáculo ao aparecimento de uma nova liderança carismática originada no interior das fileiras Legionárias é a lealdade e a fidelidade aos atuais superiores. Tal lealdade cega aos homens que podem ter sido gravemente negligentes com relação a Maciel é incompreensível. A Igreja nunca pediu que os religiosos, na obediência ao superior, deixassem a razão humana e o pensamento crítico de lado.

Profundamente preocupantes também são os sinais de uma resistência institucional ao discernimento vocacional necessário a cada um dos padres e seminaristas que permanecem na congregação. A necessidade mais imediata e óbvia dos Legionários há 3 anos (e ainda necessária a tantos hoje em dia) era uma abertura de si mesmos a um re-discernimento genuíno de suas vocações.

Por quê? Porque as revelações sobre as aberrações morais de Maciel deveriam ter subvertido – nas mentes e corações de todos os Legionários – o entendimento fundamental da família religiosa em que eles basearam suas escolhas para entrar na congregação, para começo de conversa. De fato, deveriam ter colocado todo o seu histórico vocacional sob um escrutínio de discernimento. Quem de nós entraria nos Legionários ou teria feito os votos temporários ou finais, mais ainda, teria sido ordenado, se soubesse das depravações de Maciel? No meu caso, a única ação prudente em 2009 foi procurar uma direção sólida espiritual com um diretor experiente fora da Legião. CadaLegionário, naquela época, deveria ter recebido assistência para fazer a mesma coisa. A cada Legionário que permanece hoje em dia, se ainda não trabalhou essa questão, deveria ser dado os meios para que assim o fizesse. No entanto, muitos dos atuais Legionários parecem não ter este senso comum – pastoral. Familiares de seminaristas Legionários fariam bem, portanto, em perseverar no convencimento de seus entes queridos para que peçam um período de tempo para voltar para casa e, num ambiente não-legionário, ajudado por um diretor espiritual prudente de fora da congregação, cuidadosamente discernir a vontade de Deus para suas vidas.

A reforma ainda é possível num tal ambiente? Nenhum observador católico da saga sem precedentes dos Legionários – muito menos os próprios Legionários – deveriam fechar-se às possibilidades ilimitadas do Espírito Santo. No entanto, dada a atual liderança dos Legionários, temos muita razão em duvidar. Parece que a congregação se encontra num lento, porém certo, esfacelamento e este gradual desaparecimento da Legião, como a Igreja sabia que seria, – na minha opinião e na opinião de muitos – é um alívio bem vindo.

A Igreja não precisa da instituição da Legião de Cristo. O que é bom na Legião é um apanhado de elementos de espiritualidade, de piedade e de tradições da vida religiosa que não são exclusivas da Legião, mas que emanam do próprio patrimônio espiritual da Igreja. O que a Igreja precisa muito, porém, são dos bons e zelosos homens que atualmente permanecem na Legião.

* O Padre Thomas V. Berg é Professor de Teologia Moral do Seminário de São José em Yonkers, Nova York, onde são formados os padres da Arquidiocese de Nova York e de muitas congregações. Ele foi membro dos Legionários de Cristo por 23 anos.

21 comentários sobre “O escândalo da reforma afogada dos Legionários.

  1. Meses atrás, eu havia escrito aqui no “Fratres”, sob o protesto de um certo “Dotô”, que o melhor para a Igreja seria extinguir os “Legionários”, assim como feito com o seminário de Viena, “Casa do arquiprogressista Cardeal Schobörn”, o qual foi marcado por graves ocorrências de ordem moral. Eis que um ex-membro, que permaneceu na ordem por 23 anos, confirma minhas palavras.

    Curtir

  2. “Perigosíssimos” FRATRES;
    Temo muito essa famigerada ideia de “reforma”.
    Acredito que o Papa deveria usar de sua autoriada, nomeando bispos ´serios que fzessem uma “revisão” das normas dos Legionários…
    Bem, isso será muito difícil, afinal, gente séria tem pouca…
    Os corvos, porém, pululam…
    É, “perigosíssimos” FRATRES, temos que rezar muito, muito mesmo.
    Um ponto positivo podemos observar na atitude do Santo Padre, o Papa Bento XVI:
    Expôs a sujeira de Maciel.
    Deveria agora fazer o mesmo em relação aos “corvos”…
    O Papa tomou uma atitude de Pai, de Homem responsável.
    Muito bom.
    Esperamos outras.
    Quanto à “reforma”… Hummm, enquanto os corvos estiverem por lá…
    Sei não…

    Curtir

  3. Os superiores da Legião, enquanto isso, tem promovido uma cultura de oposição institucional à reforma radical que é verdadeiramente necessária.

    Os superiores da LC e RC são uma seita, uma facção de seguidores de Mamon! Têm o Nome de Cristo na boca, mas adoram e servem ao dinheiro.

    Os atuais membros que são mais abertos a uma renovação radical acreditam que o resultado de tal abordagem vai ser pouco mais do que mudanças superficiais e cosméticas

    Sim, isto está evidente! Quando o Santo Padre derrubou o dever satânico de não falar nada contra o Pederasta, para a desgraça total os membros da LC e RC na sua maioria continuam seguindo esse dever satânico, pois são anos e anos de lavagem cerebral e para maquiarem esse pecado chamam-no de carisma da benedicência. Nunca, com tanta repetição, essa palavra foi repetida pelos legionários aos membros do RC. São astutos e gente inocente, que presta, que tem vergonha na cara no RC, engole isso em nome de um “falso carisma”.

    Os membros do RC que resolvem levantar a bandeira contra o pederasta e a estrutura podre da LC caem, imediatamente, numa rede de difamação eficientíssima. Ora, mas é o “carisma” tão própria da benedicência? Ah sim, só vale para proteger a LC e a cúpula, do contrário, difamem!

    Esta rede de difamação foi muito eficiente no ataque aos meninos estuprados por Marcial Maciel, que por mais de 50 anos se beneficiou da estrutura que ele montou não para pregar o Evangelho, mas para servir de meio e fim para seus crimes sexuais, financeiros e autorais.

    Parece que a congregação se encontra num lento, porém certo, esfacelamento e este gradual desaparecimento da Legião, como a Igreja sabia que seria, – na minha opinião e na opinião de muitos – é um alívio bem vindo.

    Que pereçam! A cabeça da serpente já foi ceifada, queimem o corpo antes que outra cabeça nasça! A LC e o RC sempre irão carregar o peso de serem “filhos do padrecito estuprador”, sempre! E muito gente, por amor a verdade, jamais se calarão. Que a lembrança dos crimes do pederasta e da cúpula seja, já na terra, a pena a ser paga pelos seus crimes contra Deus.

    Foi o que eu disse e questionei o Vinicius Farias em alguns comentários, e ele como membro do RC, cumpridor do dever espúrio de não ler, falar, criticar – ou coisa parecida – LC e RC, não se manifestou e ficou em conveniente silêncio, ou melhor, exercitando o carisma da benedicência, mas sem é claro, deixar de fazer um criticazinha indireta aos membros do “After Life”, vide aqui —-> https://fratresinunum.com/2012/06/21/vatileaks-e-os-legionarios-de-cristo/#comments

    Curtir

  4. Vinicius Farias,

    O padre só esquece que sem a Legião esses bons e zelosos homens não existiriam. =D

    O Vinicius só esquece que o padre em questão disse que ele jamais se tornaria legionário se soubesse que o pederasta era um pederasta. Só se esquece que muito não teriam se tornados legionários se soubessem que o pederasta era pederasta. Só se esquece que a LC e o RC jamais existiriam se o pederasta já tivesse sido desmascarado.

    Estou assustado com o pensamento dos RC’s!

    Curtir

  5. Caro Eduardo, pelo contrário. Eu leio e me manifesto até demais. Obviamente ninguém seguiria uma obra sabidamente conduzida por um depravado. No entanto, uma das coisas mais milagrosas nessa história toda é que por um desígnio do Espírito Santo, nossa espiritualidade é desde o início cristocêntrica. O próprio padre degenerado sempre ensinou-nos a por Cristo no centro dessa obra. Desse modo, em nada a má conduta desse padre impediu que essa obra produzisse frutos, pois fora enraizada em Cristo, não em Maciel.

    E não se assuste com a minha conduta, pois como católico eu não faço nada mais que estar em sintonia com Pedro que continua acreditando nesse carisma acolhido pela Santa Igreja Romana.

    Curtir

  6. “A LC e o RC sempre irão carregar o peso de serem “filhos do padrecito estuprador”, sempre!”
    Exato! É por essas e outras (muitas outras) que essa LC tem que ser extinta.

    Há coisas boas, pessoas boas, por toda parte, mas nem por isso vamos dizer que as instituições as quais essas pessoas pertencem são boas. O que há de bom dentro da LC é fruto da Igreja, não de algo fundado por um monstro estuprador.

    Curtir

  7. Não, não, Vinícius! Os bons e zelosos padres existiriam. Foram criados pelo bom Deus, e não pelos LC. A vocação sacerdotal é dada por Deus e a serviço da Igreja. Foi Deus que os chamou!!!!!

    Concordo com o Eduardo Gregoriano: o pensamento dos RC é assustador.

    No Life After RC, há um compêndio de pequenas histórias e relatos dos ex-membros. Cerca de 125, por enquanto. A idéia inicial era que os ex-membros relatassem episódios curiosos, estranhos, mesmo engraçados. A intenção era rir um pouco. No entanto, creio que este post (que indico abaixo e RECOMENDO) é um dos melhores do blog LARC. Tanto da cultura RC aparece ali. É, de fato, assustador. Mostra o Modus Operandi de uma congregação que, não!, não é saudável.

    http://www.life-after-rc.com/2012/06/-9-years-story-box.html

    No mais, gostei muito do relato do padre Berg. Um relato sereno e direto.

    Abs,
    em Cristo,
    Patricia Medina

    Curtir

  8. Sempre foi MACIELISTA. OS LC/RC sempre foram MACIELISTAS. Dizer que é cristocêntrica é algo mais recente, veio depois dos escândalos.

    Basta lembrar que a festa do nascimento do fundador era comemorada como “festa primeiríssima”, (enquanto ele ainda estava vivo!) e a festa da natividade de Nossa Senhora, por exemplo, era uma festa bem menor.

    Os padres LC só tinham permissão de meditar os escritos do fundador. Hoje mesmo, veja só, entrei num blog sobre “elegância e modéstia” de uma pessoa do RC e vi indicada em “leituras indispensáveis” um livro do Maciel: “A mulher”.

    Agora veja, a coisa é tão macielista, mas TÃO MACIELISTA, que os RC ainda citam o padre abusador, ainda indicam seus livros. Só eu acho isso grave?
    E antes que falem que “o livro é bom, e tem coisas boas, apesar do autor”, queria ver se alguém indicaria um livro do Hitler, por exemplo, ou penduraria um quadro pintado por ele em sua casa.

    I rest my case!

    Em Cristo,
    Patricia

    Curtir

  9. Infelizmente não acho possível reformar a LC. Pois o erro não é de seus membros e sim do próprio fundador. E não são boatos ou calúnias, mas foi comprovado.
    Os legionários de Cristo( e falo obviamente não de todos os seus membros, mas do grupo em si, através de seu fundador) foi responsável por um dos maiores escândalos recentes da história da Igreja Católica.
    O mal que eles fizeram à Igreja de Cristo foi de uma gravidade tal, que nem a sua extinção sumária será suficiente para pelo menos aplacar esta mancha.
    A violência contra as crianças, os danos psicólogicos nos membros do grupo, o ataque ao tradicionalismo( eles por serem vistos como tradicionais- obviamente não estou afirmando que eram, esta era apenas a imagem que era passada) fizeram danos incalculáveis.
    Para o povo comum, estes não foram monstruosidades produzidas pelo Pe. Maciel nem tampouco pelo LC. Eles viram isso como uma violência perpetrada pela própria Igreja Católica. Até eu, que nunca na minha vida fui a nada deles nem nunca conheci ninguém que fizesse parte deste grupo, tive que sofrer os ataques.
    O fato do Papa Bento XVI ter que se rebaixar (sim, essa é a palavra, pois não foi culpa dele nem muito menos da Igreja Católica) para pedir desculpas por esses crimes, bem isso não pode ser esquecido jamais!
    O que de bom foi produzido pelo grupo foi feito APESAR do fundador. Foi feito única e exclusivamente por causa da Santa Igreja. E não devemos esquecer que isto também contribuiu para que os crimes fossem escondidos por tanto tempo. Se a obra só tivesse produtos ruins, talvez as pessoas percebessem o mal antes de tanta sujeira ter acontecido, e várias violências seriam evitadas.
    A própria existência ainda do LC continua a provocar mal estar, danos e prejudica a Igreja Católica. Provoca perplexidade nas pessoas. Passa uma imagem de impunidade.E muita gente continua a perder a fé.Isso é inaceitável.

    Curtir

  10. Bem, para mim os bons que restaram e que foram engandados pelo pederasta e depravado que procurem Congregações e Ordens religiosas sérias, fieis a Cristo e a Verdadeira Igreja de Sempre. Os maus, por estes pouco podemos fazer. Rezemos pela conversão deles.

    O Papa deveria numa penada extinguir esta Legião, como Jesus fez com o endemoniado, atirando-a aos porcos que se lançaram no mar.

    Curtir

  11. Vinicius Farias,

    Você leu a “Carta das Vítimas de Marcial Maciel ao Papa João Paulo II” que eu linkei naquele post que você convenientemente sumiu? Ou será que o Pe. Corcuera ainda te influencia a não usar a razão?

    Leia se tiver coragem, chore pelos abusados e suas famílias se tiver coração, grite dos campanários os crimes de omissão que até hoje a LC impõe a estas almas.

    Curtir

  12. Patrícia, indicar como leitura indispensável um livro desse monstro estuprador é dose, hein? E em blog sobre modéstia? Gente…essa é nova para mim. Como é que pode? Como divulgam o trabalho de um desgraçado desses? Como indicam a leitura de livro dessa criatura? Esse pessoal RC/LC é proibido de pensar? O macielismo não morreu, a influência nefasta do padrecito continua…

    Curtir

  13. O macielismo é um câncer dentro da Igreja. Enquanto o Cardeal De Paolis manter os defensores de “Nuestro Padre” na diretoria do movimento, o macielismo continuará existindo. Assim como a Quimioterapia e a Radioterapia atuam em um tumor, a Igreja deve acabar de vez com esta nefasta influência do “padrecito”.

    Curtir

  14. “A Igreja não precisa da instituição da Legião de Cristo. O que é bom na Legião é um apanhado de elementos (…) que não são exclusivas da Legião, mas que emanam do próprio patrimônio espiritual da Igreja.”
    Isso já havia sido observado em outros comentários sobre a LC. O que ela tem de próprio são as aberrações: votos que já foram abolidos, controle das consciências, preferência pelos ricos ou influentes, devoção ao fundador, etc…
    O padre Thomas, com toda autoridade, joga por terra todos os argumentos do “Dotô” que, seguindo o carisma macielista, até que a verdade fosse totalmente escancarada, defendia a canonização do fundador perseguido.

    Curtir

  15. O site veritatis.com.br Memoria e Ortodoxia Cristã – pasmem – até hoje está cheio de citações do padre M. Maciel, LC

    Curtir

Os comentários estão desativados.