“Jesus está no chão”.

Por indicação de um leitor, apresentamos este comovente vídeo como ilustração das partículas que realmente caem no chão ou ficam nas mãos do comungante que assim as recebe.

Contudo, não podemos deixar de comentar a frase: “Jesus está no chão. Ele foi jogado ao chão por pessoas que receberam a Comunhão na mão e não verificaram as suas mãos.” Ao final, o vídeo contemporiza e aconselha: “Receba [a Comunhão] na língua ou ao menos verifique suas mãos.”

Nós, do Fratres in Unum, não compartilhamos dessa contemporização e diríamos: “Receba a Comunhão somente sobre a língua e peça ao padre que use sempre a patena.” Ela foi criada justamente para essa finalidade. Lamber as mãos após a Comunhão não é nada eficaz para evitar profanações e não condiz com o decoro que devemos ter para com o nosso amado Salvador.

Acabemos de uma vez por todas com a famigerada Comunhão na mão!

[Atualização: 14 de julho de 2012, às 15:39 – Acrescentamos o vídeo com legenda fornecido pelo blog do Angueth.

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20 Comentários to ““Jesus está no chão”.”

  1. Tenho acompanhado sempre a preocupação de vocês com a Santa Comunhão, e é justa. Fui coroinha nos meus tempos de 8 a 10 anos, e auxiliava na hora da comunhão, segurando a patena de baixo do queixo da pessoa que recebia.
    Quero também dar um testemunho: – Durante a celebração de uma Santa Missa de domingo, do lado que me encontrava uma senhora, ministra da Eucaristia se posicionou para distribuir a Santa Comunhão, e, como esta senhora, passou a não me cumprimentar mais, como de costume, apesar de eu nada ter feito para isso, dirigi-me para receber Jesus, pela fila do centro da Igreja onde o Pároco estava distribuindo, e no meio do caminho escutei: – ” Sou Eu que distribui”. Com muito ênfase e repreensão. Qual não foi a minha surpresa quando chegou a minha vez de receber a Santa Comunhão… fui o primeiro a receber da Sra que estava distribuindo. Diante disso, o CVII foi certamente conduzido pelo Espirito Santo.

  2. Lembro de uma suspensão da Comunhão na Boca feita por uma “epidemia de gripe A”, assunto que voltou a tona recentemente. Segundo o artigo de blog deste link (http://www.gazetadopovo.com.br/blog/tubodeensaio/?id=1273917&tit=a-comunhao-nos-tempos-da-gripe-a), o Pe. Jonas Lisboa (AASJMV) afirma ser possível a distribuição da Comunhão na boca sem problemas, embora com necessidade de higienização para um eventual contato. Como afirma o jornalista, nem a água benta da Catedral escapou. porém, não retornou nem após o fim do alarde…

  3. Parabéns ao Fratres pela ótima postagem. Em muitos casos, infelizmente, além de ser jogado no chão Jesus entra em corações pecaminosos, pois conheço inúmeras pessoas que vivem em estado de pecado mortal e, mesmo assim, acorrem a comunhão.

  4. Para tristeza nossa, hoje nossos padres e bispos distribuem a sagrada comunhão como se estivessem distribuindo biscoitos, sem respeito, sem veneração, como autômatos, espalhando partículas consagradas por todos os lados e após terminarem a distribuição entregam os vasos sagrados para ministros da eucaristia fazerem a purificação.

    É chocante o despreparo e a falta de cuidados, parecem um bando arrumando a cozinha. Valha-nos, Deus .

    Ótimo vídeo pena que eles não assistam e se assistirem rirão da face de Jesus pelo chão, dirão: quanto escrúpulo inútil¹.

  5. Certa vez, quando ia a missa nova, o padre estava rezando a missa em uma capela que estava em construção e ainda não piso, quando ele foi distribuir a comunhão, por descuido ele deixou todas as sagradas hóstias caírem no chão e os fiéis saíram juntando e entregando ao padre, fora isso, não houve nenhuma preocupação por parte do padre (não fez nada), distribuiu a comunhão normalmente como se nada tivesse acontecido. Muitas partículas devem ter ficado lá no chão. É triste ver isso, pois, demonstra a total falta de fé e de amor de um padre. Em contra partida um amigo me contou, que o padre de sua igreja, certa vez deixou cair uma das hóstias já consagrada, no mesmo instante o padre parou a comunhão e foi tomar a hóstia caída, disse também que o padre chorava muito pelo que aconteceu, depois ele não deixou ninguém se aproximar do local até ele terminar de fazer a purificação. Ainda que fosse na missa nova, podemos perceber o amor do padre (idoso) a Jesus Eucarístico.

  6. “Ela foi criada justamente para essa finalidade.”

    A patena foi criada para ser usada no altar.Foi somente em 1929 que a Sagrada Congregação para os Sacramentos reconheceu o uso da mesma pelo diácono durante a comunhão dos fiéis.
    É sugerida o uso de outra patena para essa função.

    Fonte:”Fundamental Rubrics- principles and practical applications” de John Leary -1946.

  7. O que Tarcísio escreveu para justificar que “o CVII foi certamente conduzido pelo Espirito Santo” carece de total fundamentação. Se a tal voz interior quis mostrar para ele que era certo receber a santa comunhão de uma mulher leiga com mãos impuras e que não foram consagradas para tal, esta voz foi sua imaginação ou foi mesmo o espírito de porco. Pois é mentirosa: O padre é que o respresentante de Jesus Cristo na terra, é um outro Cristo: “alter Christus”, e não a leiga que distribui a hóstia.
    Ora, um dos males vindos das renovações do Concílio Vaticano II foi esta maldita comunhão na mão, que leva os fiéis a duvidarem da Presença Real de Cristo na Eucaristia e a rejeitarem o Sacerdócio Sacramental, além de permitir a possibilidade de profanações. Perde-se pouco a pouco o sentido do sagrado. Quantas vezes já vimos ou ouvimos de profanações, de pessoas que dão hóstia a animais, que a colocam no bolso e levam para casa, de partículas que caem no chão, de comunhão “self-service”…
    Esta comunhão na mão é vergonhosa, é sacrílega. É coisa do diabo.

  8. Belo vídeo !
    Alguns padres dão na língua. Conheço outro que prega contra.
    Somente quer na mãos.

    O problema nessa época do ano é a gripe. Inclusive um padre que normalmente
    não coloca objeção, pediu que recebessemo apenas nas mãos por causa da gripe.

    ** como sabemos, gripe todo ano tem. Não falha. Não sei quem ou como a Igreja permite
    que essa (infeliz) idéia seja disseminada.***

    O ideal é de joelhos e na boca. As paróquias terão que recolocar as
    mesas eucarísticas. Mas isso somente acontecerá se/quando valorizarem a Santa
    Missa. Tarefa árdua, isso é só parte da solução. È necessário revalorizar a Doutrina
    da Igreja. Aguardemos.

  9. Aproveitando seu comentário Anderson, dá pra se notar algo importante: a crença na presença real de Jesus na eucaristia. Intenção essencial para validade da missa. Alguns desses sacerdotes idosos ainda tem a fé no sacrifício e na transubstanciação e com certeza suas missas são válidas. Já a intenção dos padres que foram formados após o concílio, naquele período mais turbulento, e os que vieram depois, é suspeita. A gente vê a intenção do padre na maneira que ele celebra. Já vi padre narrando as palavras de consagração e partindo a hóstia antes do prescrito pelo missal parecendo realmente uma narração da ultima ceia. A validade de tais missas e a real presença de Jesus nas hóstia distribuidas fica questionável!

    E por falar em gripe A, na catedral de Santa Cruz do Sul a água benta não voltou às pias mesmo após o surto da dita gripe. Lamentável.

  10. “Ela foi criada justamente para essa finalidade.” (2)

    Não só a patena, mas também os altares que foram criados para uma finalidade específica tembém foram destruidos para dar lugar a uma mesa que significa banquete que dá a noção de festa e não de sacrificio, etc. Aliás não sobrou nada da Igreja pré CVII, a não ser que a Igreja for tombada pelo patrimonio histórico. Por isso que a igreja católica adepta do modernismo (que é a soma de todas heresias – Papa São Pio X), perde fiéis para o protestantismo (que é só uma heresia).

  11. O corpo humano de ninguém é digno de tocar no Corpo e no Sangue do Senhor, e não existe nenhuma necessidade de os leigos tocarem com a mão no Corpo e no Sangue do Senhor, já que nem o Senhor nem Sua Igreja mandam que os leigos toquem com a mão no Corpo e no Sangue do Senhor, então a comunhão na mão precisa ser evitada por todos os leigos.

  12. A Instrução Geral do Missal Romano diz que a comunhão pode ser na mão, se assim quiser o comungante. Enquanto Roma disser assim, está dito.

  13. O Catecismo da Igreja Católica ensina que:

    “O sacrilégio consiste em profanar ou tratar indignamente os sacramentos e as outras ações litúrgicas, bem como as pessoas e os lugares consagrados a Deus. O sacrilégio é um pecado grave, sobretudo quando cometido contra a Eucaristia, pois neste sacramento o próprio Corpo de Cristo se nos torna substancialmente presente (cf. Codex Iuris Canonici, cân. 1367; 1376).”(Catecismo da Igreja Católica, n.2120).

    Apesar da infeliz (a meu ver) liberação da comunhão na mão e de pé, a norma diz que:

    “Se existe perigo de profanação, não se distribua aos fiéis a Comunhão na mão. (Congr. para o Culto Divino e a Disc. dos Sacramentos, Dubium: Notitiae 35 (1999) pp. 160-161)”(Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instrução Redemptionis Sacramentum, n.92).

    Agora façamos a pergunta:

    Que tipo de pessoa preferiria correr tal risco de profanação atoa, sem necessidade nenhuma para isso?

    —————————————–

    Lembremos do exemplo, nessa questão, que nos deixaram Grandes Santos. No vídeo há uma citação de nossa contemporânea Madre Tereza de Calcutá.

    Posso fazer essa citação:

    “por reverência a este sacramento, nada o toca, a não ser o que é consagrado; portanto, o corporal e o cálice são consagrados, e da mesma forma as mãos do sacerdote, para tocarem este sacramento.”(Santo Tomás de Aquino, Summa, III, pars, q. 82, art. 3 apud Salvem a Liturgia, http://www.salvemaliturgia.com/2009/10/vantagens-de-receber-o-corpo-de-nosso.html, consultado em 23 de Jun. de 2011).

    E para compensar a minha falta de cultura católica, existe uma milenar tradição dando testemunho contrário à prática da comunhão na mão e de pé, além da opinião de pessoas doutas.

    Substituir a comunhão na mão e de pé pela comunhão diretamente na língua e de joelhos é sim um legítimo progresso, agora substituir a comunhão diretamente na língua e de joelhos pela comunhão na mão e de pé, como infelizmente fizeram os progressistas, não pode ser um verdadeiro progresso, mas é sim um regresso.

    Quem o homem do século XX pensa que é para se julgar digno de receber a comunhão na mão? Não vemos por aí tantos santos a ponto de todo mundo poder colocar suas mãos no Santíssimo.

    Lembremos ainda do estado de nossa carne no qual ela vai se encontrar até a ressurreição final.

    “O espírito está pronto, mas a carne é fraca.”(Mt 26, 41; cf. Mc 14, 38).

  14. Contra os fatos, não há argumentos!

  15. Luis Martins, desculpe mas eu acho que não entendi, me pareceu Tarcício estava sendo irônico?! E a voz que ele escutou foi da senhora “ministra” que entrou no meio da fila central, onde estava o pároco.
    A propósito, isso é bem comum, na fila central onde fica o celebrante, vem um ou uns “ministros” e cortam a fila, acho que foi isso que aconteceu com o Tarcício…?

  16. Para Katia 11:46
    99% dos padres não obedecem Roma. Uma vez fui receber a Comunhão de joelhos e o padre quase me desaforou, exigiu que eu ficasse de pé, como me recusei foi um momento muito tenso, por final, fiquei de pé e comunguei com dor, muita dor na alma. Foi minha penúltima Missa Nova, depois fui por ocasião de um falecimento, mas “ausente” na celebração. A Missa Nova estava destruindo minha fé na Presença Real.
    É muito triste a situação dos fieis.

  17. Leonel, realmente a questão da intenção do padre, é uma das grandes discussões com relação a missa nova. Não sei se todos sabem, mas na missa nova foram alteradas as palavras da consagração, bem como o modo de dize-las (não irei descrever as duas fórmulas, basta pegar os dois missais e conferir). Na Missa Tridentina, a fórmula da consagração por si só tem o poder de transubstanciar a hóstia e o vinho em Corpo e Sangue de NSJC. Já na nova missa, além de pronunciar a fórmula é necessária a intenção do sacerdote (aqui entra o problema a falta de fé dos sacerdotes na Presença Real) de transubstanciar a hóstia e o vinho em Corpo e Sangue de NSJC. A comprovação de que a Missa de São Pio V tem este poder, pode ser vislumbrado no milagre que L’anciano, que creio eu, não precisa ser descrito aqui. Podemos concluir (infelizmente) que tem muita gente comungando pão no lugar de Jesus Sacramentado.

  18. Kátia, a Igreja liberou por causa da dureza dos nossos corações, mas vamos meditar…Cristo deve em primeiro lugar ser recebido em estado de graça, com humildade, sem julgamentos aos sacerdotes e leigos, em segundo com a Maior reverëncia possível, e de joelhos e na boca é a melhor forma. Os demonios nos odeiam nesse momento, então vamos ficar do lado de Cristo que novamente é entregue a Via Crucis.

  19. Anderson Bento, me desculpe, mas fazer essa afirmação, voce pode estar negando a presença Real de Cristo na Eucaristia que vem a nós por graça e nao por mérito.
    Se dependesse dos Padres para a Vinda do Senhor, realmente eu digo, Ele não viria, mas isso não depende, Cristo vem a nós por Misericórdia e por graça, mesmo o sacerdote nao estando em estado de graça, mesmo não tendo a intenção.Somos filhos e não juízes. Atente.

  20. Sonia não estou a negar a Presença Real, isso é heresia. É preciso um estudo mais aprofundado para compreender o que eu disse. Vou tentar explicar do modo mais breve possível e deixar recomendações de leitura.
    Primeiramente, vejamos o que nos diz o catecismo de São Pio X a respeito do sacramento:
    “Quantas coisas se requerem para fazer um Sacramento? Para fazer um Sacramento requerem-se, a matéria, a forma, e o ministro, que tenha intenção de fazer o que faz a Igreja.”
    Pois bem, no caso da Eucaristia a matéria é o pão de trigo e o vinho de uva. A forma do sacramento são as palavras: “Isto é o Meu corpo” e “Este é o Meu Sangue”. O ministro do sacramento é o padre que tem que ter a intenção de fazer o que faz a Igreja, ou seja, querer transubstanciar a matéria em Corpo e Sangue de NSJC.
    Como eu disse anteriormente, na Missa Tridentina todas essas exigências são supridas, pois, deve-se observar atentamente a todas as rubricas. Na missa nova, como sabemos não há unidade, a missa tem uma base, mas varia de acordo com a vontade do padre.
    Passemos a analisar as exigências. Quanto à matéria, parece muito simples não é? É preciso hóstia (pão de trigo) e o vinho, então começam os problemas, por exemplo, aqui em Campo Grande (quando ai na missa nova) na missa de Corpus Christi o bispo usava um pão do tamanho de um prato com uns 2cm de espessura (parecia um “bolachão”). Aqui já atentaram contra a matéria. Isso é apenas o exemplo que eu vivenciei, existem muitos outros, até piores que esse como o caso de um padre que não usava vinho visto que tinha problemas com alcoolismo. Ai eu pergunto, será que mesmo assim a consagração? Não. Nem por isso estou negando a Presença Real.
    Quanto a forma do sacramento, que são as palavras pronunciadas, foram alteradas com a deforma litúrgica. Na forma antiga e correta é evidente o momento em que termina a narração e o padre faz a consagração do pão, assim como ele retorna a narração e para no momento da consagração do vinho. Bem como a mudança de entonação no momento exato da consagração. Já na missa nova o padre pronuncia a narração juntamente com a parte que seria a consagração, sem dar distinção do que esta fazendo (isso não é por acaso, é proposital, pois, querem que a missa nova seja simplesmente o memorial da Ceia do Senhor e não a renovação do sacrifício incruento de NSJC). Para não me prolongar demais, não colocarei como é a Missa Tridentina e como é na missa nova (peço que busquem os missais e façam a comparação). Então, se uma missa tem o caráter sacrifical e a outra é memorial da ceia, pode haver consagração?
    Aqui entra o terceiro ponto, o sacerdote com intenção de fazer o que a Igreja faz. Este ponto é bastante complicado, pois, não conhecemos o intimo dos padres. Mas precisamos considerar o seguinte, a grande falta de fé em que vivem muitos sacerdotes, devido a má formação que receberam nos seminários, foram ensinados a não crer na Presença Real. Não me lembro com certeza, mas creio que foi Santa Catarina de Sena que lá no século XIV, dizia que já existia muitos padres que não eram capazes fazer a consagração devido a formação equivocada e a má vida que levavam. Vejam, não é um problema novo, mas com certeza muito agravado em nosso tempo. O que Santa Catarina diria hoje?
    Portanto, e infelizmente, é muito provável que muitas pessoas estejam comungando apenas pão, e isso se torna ainda mais grave, ao ponto em que esses padres levam os fiéis ao erro, pois, não estão recebendo Jesus Sacramentado. Como disse, para melhor compreensão disso tudo, é necessário estudar mais, por isso, segue algumas sugestões de leitura.
    http://www.permanencia.org.br/drupal/node/540
    http://www.permanencia.org.br/drupal/node/1340
    http://www.diocese-braga.pt/catequese/sim/biblioteca/publicacoes_online/56/Catecismo_Sao_Pio_X.pdf
    http://missatridentinaembrasilia.wordpress.com/2010/04/30/santa-catarina-de-sena-da-recado-aos-maus-padres/
    http://intribulationepatientes.wordpress.com/2008/04/10/download-de-livros-catolicos/