“A crise da Igreja é uma crise dos Bispos”.

7 Comentários to ““A crise da Igreja é uma crise dos Bispos”.”

  1. O problema é que, desde o Papa Paulo VI, quem aprova as nomeações episcopais é a Secretaria de Estado da Santa Sé, e não mais a Congregação para a Doutrina da Fé (o Santo Ofício). Antes os bispos deveriam ser guardiões da fé e eram geralmente escolhidos dentre os padres mais devotos e ortodoxos (nessa ordem de importância), tanto é que muitos eram até monges. Daí a palavra final ser do Santo Ofício.

    O Papa Paulo VI queria bispos que se abrissem ao mundo, dialogassem com ele, que fossem caras legais, que não querem criar problema nem sacudir o barco, e sim acalmar os ânimos. A Secretaria de Estado escolhe padres diplomatas e por isso encaixam-se perfeitamente nesse perfil. Às vezes eles nem são maus homens, só não são o tipo de homem que deveria ser bispo (ou sequer padre).

    Alguns são de fato muito maus, como Dom Pedro, Dom Enemésio, entre outros. Mas a maioria deveria estar tomando conta de suas capelinhas, enquanto homens firmes de verdade são eleitos sucessores dos apóstolos. Mas isso não vai acontecer enquanto o Papa não devolver a palavra final sobre as nomeações ao Santo Ofício.

  2. Não sei porque isto não está ainda bem visível a todos. A crise é de Bispos, pois são os Chefes e Pastores dos Rebanhos Diocesanos. Ao permitirem, por vaidade, por desejo de aplauso duma mídia laica e anticristã, por ignorância, em alguns casos por falta de fé e presença substituta de má fé( objetivos conscientemente pretendidos que não são compatíveis com a Fé Católica), que certas distorcidas práticas litúrgicas, em solenidades chamadas de missas ou em outras, sejam praticadas, estão ENSINANDO heresias e erros morais, tanto por ação dinâmica e ativa,quanto por omissão. Porém não ficam nisso.Participam de eventos como “grito dos excluidos” e, lá, ouvem sem contestar, aprovam pela presença inerte( quem cala consente) os maiores impropérios que homossexuais e abortistas dizem contra a Doutrina Católica e contra sua Hierarquia. Embora entenda que muitos têm fortes razões para discordarem de mim, quando digo compreender que alguém possa não ter fé, ou no total ou parcialmente, o certo é que, sendo respeitável que um Padre , sendo simples ou elevado à plenitude Episcopal,não consiga aderir à Fé , em parte ou no todo, é desonestidade e hipocrisia que ele continui usufruindo sua posição particular de sacerdote, com trânsito social facilitado( nem sempre, mas quase sempre), descontos, isenções de impostos, etc, e, o que é o crime maior, use a imagem sacerdotal para, de dentro, minar a Moral Católica, a Ética Católica e a Fé Católica, pela utilização da omissão, dos circunlóquios, das frases ambíguas, pela associação pública com “pensadores”e políticos abortistas, homossexuais,etc, favorecendo pervertidos , hereges, confusos, controversos, e desqualificando católicos honestos, disciplinados, sejam ingênuos ou não, usem ou não termos rebuscados, citem ou não “neo-teólogos”.
    Tenho por certo que certos Purpurados sabem exatamente o que estão fazendo , e querem faze-lo, quando adiam pronunciamentos e eventos, quando não se manifestam diante de escândalos, quando deixam de ser Rocha Viva, Pastores, Farol que Alumia.Pois todos morremos,.E em breve, Mesmo você, que viverá cem anos. E daqui a trezentos e cinquenta anos, quanto lhe estará rendendo sua covardia e submissão de hoje?Alguns descendentes seus estarão sofrendo por conta de sua covardia ou acumpliciamento de agora?

  3. Texto atualíssimo !! Que o seu sucessor leia e entenda. Todavia …

  4. Outrora se dizia: “Onde está o Papa, está a Igreja”; hoje essa frase tem que ser reescrita, pois é cada Bispo pra si, e religião pra quem quiser. A pergunta que não se quer calar: ” Há salvação para essas pessoas que praticam atos sacrílicos, profanos, desvirtuados, anti-cristão?”; aliás vou mais longe pois não se fala em “SALVAÇÃO”, pois isso é coisa de uma classe dominadora da Igreja Católica. O negócio é pregar uma paz, concordia, fraternidade e ecumenismo nesse mundo. Salvar a mãe terra, o pai sol, animaizinhos, etc. Não que seja importante, afinal devemos usar da criaturas para chegar ao Criador.mas esse naturalismo, sem Deus, ou melhor Deus passou a ser uma bandeira de paz que deve agradar a todos povos, culturas, religiões. ( inversão da Lei Natural). Realmente retirou-se o fim do homem, que era – como aprendi no catecismo de preparação para a 1ª Comunhão, copilado por Irmã Zilda, religiosa salesiana da Diocese de Campos: “Para que fim foi criado o homem? Para CONHECER, AMAR E SERVIR A DEUS NESTE MUNDO E DEPOIS SER FELIZ PARA SEMPRE NO CÉU.”

  5. Parece que o artigo em que Dom Licínio se baseou para escrever o seu foi escrito há poucos meses, e não há mais de vinte anos. É primavera conciliar que não acaba!

  6. A crise da Igreja é a crise do papado ..quando um Papa ve essas coisas e não reage então não falta mais nada ; http://www.youtube.com/watch?v=GYi7XcmzAUc&feature=related

  7. Se as nomeações fossem feitas pelo Santo Ofício, atual CDF, com o atual Prefeito, teríamos boas nomeações?