Um teólogo que o Vaticano quis calar. Na PUCRS.

PUCRS traz para Porto Alegre Marciano Vidal, teólogo dissidente que teve livro tirado de circulação pelo Vaticano. E a saga das universidades “católicas” brasileiras na propagação do erro continua, sob o olhar complacente das autoridades eclesiásticas.

Vidal pede avanços sociais e diz que Deus ama a todos, independentemente da “condição sexual” Foto: Mauro Vieira / Agencia RBS.

Vidal pede avanços sociais e diz que Deus ama a todos, independentemente da “condição sexual” Foto: Mauro Vieira / Agencia RBS.

Zero Hora – Polêmico por não ter medo de defender a evolução dos costumes e ponderado ao medir as palavras e evitar dissabores com o Vaticano, o teólogo espanhol Marciano Vidal está em Porto Alegre para predicar sua fé impregnada de lógica.

Vidal, que é padre, participa de hoje até sexta-feira, na PUCRS, de um congresso cujo nome parece um tuíte a seu respeito: “Alegrias e Esperanças, Tristezas e Angústias: Ética em Mudança de Época”.

Antes de se iniciar o evento, ele recebeu Zero Hora na sede da congregação redentorista em Porto Alegre e falou sobre temas espinhosos. Exemplos: disse que Deus ama a todos da mesma forma, independentemente da sua condição sexual. Recomendou que o Direito Canônico tome distância de julgamentos sobre o aborto em casos escabrosos — como o estupro. E, por fim, pediu que a Igreja Católica acompanhe os novos tempos para não perder fiéis. Basicamente, definiu-se como “um teólogo aberto às novas situações, estando seguro de que todos os problemas que há no mundo têm soluções que podem fazer as pessoas felizes”.

Vidal é professor da Universidade Pontifícia Camillas (Madri) e, como convidado, da Academia Alfonsiana (Roma). Seu nome está unido ao movimento “renovação da ética teológica”. Na Argentina, em fevereiro, por orientação do Vaticano, seu livro Sexualidade e Condição Homossexual na Moral Cristã foi retirado das bancas. Em 2001, recebera uma notificação da Santa Sé com advertência a respeito do tipo de pregação que vinha realizando — e que incomoda os mais conservadores.

— Pessoas que vivem em sociedade, têm convivência e realizam as exigências da sociedade devem ser reconhecidas como são — começou, genericamente, ao falar sobre homossexuais.

Até que foi direto ao ponto que tanto incômodo já lhe trouxe:

— Deus ama da mesma forma uma ou outra pessoa, tenha ela a condição homossexual ou heterossexual.

Ao discorrer sobre suas convicções, Vidal atribui à lentidão da Igreja no acompanhamento das “novas situações” um dos motivos para a perda de fiéis. Principalmente porque, segundo ele, não oferece soluções.

A respeito do aborto, quando fala, Vidal evita o discurso moralista e trata o tema como sendo de saúde pública.

— Precisamos ter sempre em conta a verdade. Construir algo, uma religião, sobre uma falsidade, o não científico, é construir sobre areia. Sempre deve aparecer a verdade. Ou seja, a ciência — disse, fazendo a ressalva de que a ciência precisa estar “impregnada de valores”.

E ele não deixa de falar no Brasil.

— O Brasil era uma igreja superaberta. Na época de João Paulo II, começou a modificar peças, bispos. Acabou tendo um dos episcopados mais conservadores do mundo. Dou graças a Deus que essas coisas começam a mudar.

A pergunta se torna obrigatória: esse conservadorismo brasileiro abriu caminho para as igrejas evangélicas?

— As seitas? Sem dúvida. É um problema o que existe nas igrejas latino-americanas, com as seitas. São coisas que não ocorrem na Europa, onde o problema são as pessoas que não creem, que não querem saber de religiões.

Vidal lamenta o cerceamento às Comunidades Eclesiais de Base (CEB). Arrisca-se a dizer que, caso elas tivessem recebido incentivo nos anos 1970 e 1980, a Igreja Católica não perderia tanto espaço no Brasil. Motivo: as CEB mantinham conexão com problemas sociais e focavam a realidade das pessoas. Provocado, ele diz: a culpa foi da ditadura militar, responsável, então, pelo crescimentos das “seitas”, com a cooperação dos Estados Unidos. Mas como tais grupos cresceram?

— As seitas satisfazem as necessidades das pessoas — resume ele.

19 Comentários to “Um teólogo que o Vaticano quis calar. Na PUCRS.”

  1. Se o nosso episcopado atual é um dos mais conservadores do mundo, estamos perdidos.

  2. Para nossaaaaa tristeza, mais um defendendo causa própria.

  3. Pois é, Belzebu deve estar muito satisfeito com esse seu filho que tanto trabalha em prol do Inferno.

    Este energúmeno diz que a verdade não é imutável , ela se adapta com o passar do tempo, isto é, o que era verdadeiro no tempo de Jesus não vale mais porque os tempos são outros e a verdade evoluiu.

    Ele diz que Deus ama a todos igualmente, justificando a Sodomia, homossexualismo e outras bobagens.

    -É verdade, Jesus disse isso muito antes dele e não só disse, morreu por todos na cruz , se deixou massacrar por todos.

    – A todos Deus dá a oportunidade de Salvação, a todos Deus trata como filhos, será que todos tratam Deus como Pai?
    – Será que todos aceitam os dogmas da Fé e da Revelação de Nosso Senhor?

    – Como é possível levar um cara desses a sério e chamá-lo de teólogo? O que ele fala e o gato enterra é a mesma coisa.

    – Pior, ficará hospedado na sede dos Redentoristas de Porto Alegre, será ele também Redentorista?

    – Era só o que faltava, coitado de Santo Afonso! Que vergonha!

  4. “pediu que a Igreja Católica acompanhe os novos tempos para não perder fiéis.”
    E, no entanto, quando Nosso Senhor Jesus Cristo foi abandonado por 60 discípulos que não aceitaram a doutrina da Eucaristia, Ele se voltou para os doze que ficaram e disse: “vocês também não querem ir embora?”
    Que pena Nosso Senhor não ter tido um conselheiro para dizer-lhe que deveria modificar sua doutrina para não perder seguidores…
    Lógica “martiniana”. Coincidência?
    E aqui, a frase do dia:
    A Igreja no Brasil “Acabou tendo um dos episcopados mais conservadores do mundo.”
    (gargalhada geral)
    Isso só pode ser piada.

  5. Infeliz comentário deste Padre! Fico admirado como as PUCS no Brasil trabalha contra a igreja Católica, como pode trazer uma pessoa dessa, que nem podemos dizer que é um padre, pois isso envergonha a nossa fé. Chega!!!

  6. A Igreja nunca perdeu um único fiel… os que saíram, saíram exatamente por não serem fiéis. Paz e bem

  7. Respondendo a pergunta do Sebastian Baldi: sim, ele é membro da congregação do Santíssimo Redentor. Foi convocado pela pela província redentorista de Porto Alegre, para o simpósio -organizado por ela- que celebra os 50 anos do Concílio Vaticano II, 100 anos de Bernhard Haring, C.Ss.R. e os 50 anos desta Província gaúcha.

  8. “Deus ama da mesma forma uma ou outra pessoa, tenha ela a condição homossexual ou heterossexual.”

    Isto é verdade. Assim está no Catecismo da Igreja. Ele só esqueceu o resto:

    Pessoas homossexuais não podem ter relações sexuais homossexuais. É pecado grave tal ato sexual.
    Pessoas heterossexuais podem ter relações sexuais depois do matrimônio.

  9. Não bastassem os “nossos”, importamos hereges/dissidentes,etc!

    Quanto às PUCs, nem merecem mais comentários. Viraram ponto de encontro de
    anti-católicos, comunistas, hereges, etc.

    Sto. Afonso, rogai por nós e, principalmente, pelos redentoristas.

  10. Mais um künguinete. Novidade. Vai morrer sem seguidores. Como todos.

  11. Mente aberta dá em traumatismo craniano!

  12. Nithapele, a Igreja perdeu muitos fieis, sim. Pessoas que foram “bombardeadas” de Livre Exame e não sabiam a refutação desta falácia.
    A tese de que só apostata quem nunca foi fiel é falsa e tem origem calvinista.

  13. Se teve alguém que defendeu o cristianismo no Brasil foi a “ditadura” militar. Perseguiu frei beto, Frei Boff e demais bispos que criaram o PT.

    E se abandonam a Igreja católica é porque até os protestantes ensinam sobre alguma verdades da fé como o pecado. Algo que os padres já não ensinam há meio século.

    Se voltassem a ensinar catolicismo tradicional a igreja que hoje só tem velhos veria os jovens acorrer para ouvir o canto gregoriano, os incensos, e os sacramentos.

  14. A estratégia TL para destroçar a Igreja agora é colocar nas costas dos conservadores a responsabilidade pela destruição da Igreja no Brasil. É muita cara de pau, me Deus!

  15. Somente para ficar registrado.Não tenho forças para mudar a condição atual do mundo, nem restaurar a salinidade de um sal que perdeu a sua força. Pessoas como este pobre infeliz que ainda se apresenta como membro da hierarquia católica estão aí por culpa dos mais altos dirigentes eclesiásticos, que não cumprem seus papeis. Tais pessoas e seus patronos dizem bobagens tremendas solenemente e, “de modo humilde”demonstram como são superiores e sabem julgar estes outros pobres imbecis que pensam que fiel é alguém que é fiel a alguma coisa. Não , fiel é, para eles, uma espécie de torcedor de um clube de futebol, ou associado de um clube recreativo, ou seguidor de um partido político.
    Daí, pontificam sobre como a igreja, contemporizando com pensamentos e costumes condenáveis, poderia manter um maior número de associados. Visão totalmente distorcida.
    Além disso, mero pretexto para justificar uma desarmonia interna entre sentimentos, pensamentos, desejos, condutas, de um lado , e propostas oficiais da Igreja sobre dogma, doutrina, conduta, moral, Deus, de outro .
    Alguns são apenas egoistas procurando comparsas, para diminuir a sensação interna de culpa.
    Outros sabem-se a serviço de grupos voluntariamente voltados para a desconstrução, e final destruição, da Igreja.
    Eu tenho algumas informações confiáveis, e algumas hipóteses.
    Autoridades bem altas possuem melhores e mais amplas informações.
    Por que permitem que inimigos da doutrina continuem difundindo “slogans”blasfemos, heréticos, perniciosos, ridículos,destruidores?
    Até que ponto vai tal cumplicidade?
    Como pode alguém que frequenta ambientes litúrgicos, que tem instrução e diferenciação, que sabe da inevitabilidade da morte, que tem ao menos dúvidas sobre o pos- morte, colaborar maquiavelicamente para uma situação caótica, geradora de sofrimentos, mortes, pobreza, angústias e, no mínimo como hipótese, causadora da própria danação eterna?
    Que prêmio material , limitado no tempo e no gozo, pode levar a colocar-se em risco de sofrimento eterno, mesmo que não se creia nisso, mas sabendo-se que , no mínimo, é uma hipótese a fazer a qual, até se altamente improvável, ocorrendo , significará sofrimento eterno?
    Há algo aí medonho e, muito provavelmente, psicopático.
    No mínimo, quero deixar escrito que pelo menos alguns destes infiltrados sabem que estào confundindo propositadamente ideias e práticas, tentando que não fique óbvio que Deus amar e acolher a todos não significa Deus aprovar e incentivar aqueles que assassinam bebês, pervertem outras pessoas, contribuem para a feiura de muitas existências e do próprio universo.
    A hora é crítica.
    É necessário dizer que ou a Igreja está errada, ou nenhuma situaçào permite que seres humanos tenham poderes divinos para matar inocentes indefesos.
    Ou Ela é uma fraude ou existem pecados mortais, condutas injustas, perversas, e não se pode justificar a atitude de omissão diante de abortos “justificados”por estupros( acaso a criança é culpada do crime do pai?Acaso justifica-se aí a pena de morte, e aplicada ao inocente, sem ampla e prévia defesa?) nem se justifica chamar de Pastoral Cristã a organização de festinhas com a omissão de falar aos jovens sobre o que é Castidade, o que é Dever, o que é Perversão Psicopática e Moral( como o homossexualismo, o sexo heterossexual entre “ficantes”, os “namoros disfarçados”de padres, frades, freiras, etc). No mínimo, espero que alguém pense sobre isto, e que Deus, “aproveitando a deixa”, suscite uma nova Joana D ‘Arc, um novo Cura DArs, um novo São Bernardino de Siena.

  16. O nome da universidade em que o palestrante leciona é “Comillas” (e não Camillas como figura no texto).

    Em tempo: Não estaria mal uma ação mais incisiva da Santa Sé sobre tal PUCRS, nos moldes da que se levou a cabo no Peru. Querem ostentar o título de “Pontifícia” e de “Católica”, mas afrontam na prática o Magistério da Igreja.

  17. “Arrisca-se a dizer que, caso elas tivessem recebido incentivo nos anos 1970 e 1980, a Igreja Católica não perderia tanto espaço no Brasil”.

    Arrisco-me eu a dizer, creio que não desprovido de fundamento, que a malfadada Teologia da Libertação foi a principal responsável pelo crescimento das seitas. Explico: o povo ia em busca da religião e, ao chegar à Igreja, com que se deparava? Com padres que mais pareciam agitadores sindicais, com missas que sabiam a comícios, horizontalismo e naturalismo em alto grau. Os pastores dessas seitas pelo menos falavam da Bíblia, ameaçavam com o dia do juízo, pregavam a reforma dos costumes – a seu modo, naturalmente, mas de forma a contrastar com um clero católico carente do que deveria mostrar como sua principal característica: o elemento sobrenatural. Não é preciso muita engenharia mental para ver que o povo ignorante, mas sedento do transcendente, se deixasse envolver pela habilidade retórica dos hereges. Disso se pedirá conta, sem sombra de dúvida, aos artífices das CEBs e de seu projeto marxista com palavras tais como as proferidas pelo profeta: “Assim, por falta de pastor, dispersaram-se minhas ovelhas” (Ez 34, 5).
    No Globo de domingo passado (se não me falha a memória) o infame “Frei” Betto ainda diz, como este Vidal, que as seitas crescem pela “clericalização” da Igreja ou coisa que o valha, sem ver – ou sem reconhecer honestamente que vê – que se tenta corrigir, de uns anos para cá e ainda com muita resistência, o grande mal que a politização das CEBs causou na Igreja. Que as seitas cresçam hoje é ainda consequência patente dos anos 60 e 70.
    Esperemos que a visita do Santo Padre ao Brasil, como nas três visitas de João Paulo II e na que Bento XVI já realizou em 2007, dê-se um novo impulso de reversão desse perverso quadro, colocando outra pá de cal sobre a herança maldita da TL.

  18. DE COMO O MARXISMO CULTURAL – RELATIVISMO – DISSEMINA-SE NA IGREJA POR SEUS MEMBROS DISSENSOS E AUMENTAM OS SECTÁRIOS

    A Igreja não perde fiéis, mas de quem se diz católico, de falsos membros, desconhecedores dela e sua fundamentação teológica, de Jesus, Ele mesmo, veja Cl 1, 18; Cl 1,22, Ef 1.22-23 e 1 Cor 12.,12+ etc., cujo número confiável, sabedor do por que de ser pertencer à Igreja é muito baixo. Prova-o e existirem tantas injustiças e muita participação de supostos católicos, inclusive aliando-se a seitas, espiritismo, maçonaria, partidos socialistas e comunistas e à herética e esquerdista Teologia da Libertação, a TL, e a outras incompatibilidades na fé da Igreja tradicional.
    É muito relativo o crescimento evangélico: subdividem-se em dezenas de milhares de partidos religiosos oriundos do dissenso, criminoso e Rosacruz Lutero, fora as não denominacionais, onde cada um interpreta como quer ou convém a Bíblia; até a homilia do pastor é submetida a crivo pessoal, sujeita à aprovação. Há-as aceitando batismo de crianças, outras não; a Eucaristia, nalgumas é símbolo, noutras Presença Real e milhares de paradoxos e sendo sectários acusam-se mutuamente de hereges!
    Quase todas têem cultos semelhantes a centros espíritas: histeria coletiva, rodopios, aparentes transes, expulsão de supostos maus espíritos para curas – ao se enfermarem os pastores não convocam outro pastor para expulsão do diabo em si, vão ao médico… Afinal, que evangélicos são esses? Antes, não eram católicos de fato; agora facções desagregadas, reunidos fisicamente porém com as mentes e os corações distantes uns dos outros, apenas imenso volume de conhecidos, sem qualidade alguma, uma massa disforme. Em Mt 12,25 …reinos divididos contra si mesmos…”, aglomerados religiosos acéfalos, ultra relativistas, servindo-se em um imenso restaurante sectário, “self-services”, com cardápio doutrinário à escolha de cada cliente, servido por fantoches de Satanás em seus balcões mercantil-religiosos.
    Interessante: são idem na Igreja ou doutro lado: migram de seita em seita, sempre se batizando – um pastor de uma igreja não confia no outro – à procura de uma “igreja boa, mais ideal”. Há-as aprovando aborto, outras adultério, outras homosexualismo, etc. E ao supostamente evangelizarem é a critério pessoal: uma imensa babel evangelista no mais absoluta exegese bíblico-hermenêutica! Que qualidade e vantagem há nisso?
    Convém possuir 1 amigo confiável ou nenhum; descartam-se 100 aparentando-o; aliás, certos supostos católicos, por sinal infiéis, indesejosos de mudarem-se, o lugar ideal seja nas seitas; sentir-se-ão à vontade nesses amontoados religiosos disformes, vazios como eles, apropriados a ignorantes, egoístas, soberbos. Ou interesseiros, problema comercial, outro caso. Aliás, aí permanecer ou montar outra seita para si dá no mesmo.
    Há vantagem na atual massa católica alheia à Igreja e a Deus, por ex., elegendo presidente e representantes nos poderes a pessoas e partidos socialistas e comunistas, implantando com seu aval leis anticristãs homicidas, como aborto, e outras abominações: adultério, homossexualismo etc., o caso dos adeptos da sectário-esquerdista TL que repassa a doutrina católica subvertida, sutilmente socializada sob a ideologia marxista?
    E pior: após o poder centrar-se em ateus e materialistas eleitos por muitos católicos(?) dá nisso: subvertem a sociedade com a ajuda desses membros apostasiados, assim poderão facilmente implantar as múltiplas aberrações ideológicas, materialistas, ateias e esoteristas com o aval dos alienados católicos.
    1 Jo 2,19: Eles saíram de entre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos teriam permanecido conosco. Aos rebeldes e pseudo católicos há seitas protestantes ao bel gosto adaptada às conveniências individuais; não se foram, que esperam?
    Veja no “You Tube” pastores famosos evangélicos como “se amam” em recíprocas e várias acusações, inclusive de pertença formal à maçonaria… E a heresia do pastor(?) V Santiago: “cruz é sinônimo d maldição, palhaçada”…

  19. “Se voltassem a ensinar catolicismo tradicional a igreja que hoje só tem velhos veria os jovens acorrer para ouvir o canto gregoriano, os incensos, e os sacramentos.”

    Não acredito.