Eslovênia: teste de DNA negativo para a paternidade do Cardeal Rodé.

Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com – O teste de paternidade realizado pelo Cardeal Franc Rodé para provar que ele não é pai do cidadão alemão, que afirmava o oposto, é negativo. A imprensa local de Ljubljana comunicou a notícia hoje.

Cardeal Rodé (à direita) no anúncio do resultado do exame.

Cardeal Rodé (à direita) no anúncio do resultado do exame.

Uma porta-voz do Instituto de Medicina Legal da Universidade de Munique, onde o teste foi realizado, confirmou que o Cardeal Franc Rodé definitivamente não é o pai da parte interessada. “Fico feliz de que os resultados sejam aqueles que eu esperava desde o início. A difamação desse tipo isola o homem em sua dor”, disse o Cardeal e arcebispo emérito de Ljubljana em uma declaração citada pela mídia.

No fim de agosto, o diário esloveno Delo publicou uma declaração de Peter S., um alemão de 42 anos, que afirmava ter nascido de uma relação entre Tanja Breda, sua mãe, e Franc Rodé, em 1969. Na época, o Cardeal Rodé era um jovem padre e professor na faculdade de teologia de Ljubljana.

O Cardeal negou veementemente essas afirmações, acrescentando que conversou com Peter S. por telefone a fim de esclarecer as alegações. Consequentemente, Franc Rodé concordou em passar por um teste de paternidade.

7 Comentários to “Eslovênia: teste de DNA negativo para a paternidade do Cardeal Rodé.”

  1. Boa notícia!

  2. É constrangedor uma pessoa consagrada, ter que se submenter a isso, mas se teve é porque o comportamento dos clérigos da Santa Igreja, já não são tão nobres como deveriam ser perante Deus e os leigos. Esperamos que não só a paternidade tenha sido descartada. Pois se essa moda pega…dioceses irão a falência por idenizações, não falo nem da ofensa a Deus, pois já sabemos o quanto já se ofende pelos maus padres.

  3. As acusações contra autoridades católicas tem por escopo tentar desmoraliza-las. Em muito dão motivos os maus clérigos, tanto em costume quanto em doutrina(pregam o comunismo, a defesa do homossexualismo etc). Era preciso uma reforma geral dos costumes, das doutrinas que eles pregam e da prática religiosa dos sacerdotes.
    Agora o irresponsável acusador deve é procurar a mãe dele para ela dizer a verdade, arrepender-se da vida desregrada que levou, pois há sérios indícios disso(não sabe quem é o pai do próprio filho!!! que história é essa!?), e parar de querer-se aproveitar da Igreja atrás de “enriquecimento sem causa” acusando um cardeal.
    O cardeal deveria mover um processo por dano moral de arrebentar para servir de lição para eventuais futuros aproveitadores.

  4. Bom, ninguém escolhe aleatoriamente algum homem da Igreja e diz pode ser pai do seu filho. Se teve a suspeita é pq teve possibilidade…. pecado confessado é pecado morto! Importante que n é filho dele!

  5. Ana Maria, sua insinuação é absurda. Por favor, contenha sua cólera.

  6. Senhor Ana Maria,

    Não necessariamente houve possibilidade. Lembre-se que São Geraldo Magela também foi acusar de falsa paternidade.

  7. Curioso o período que houve o suposto relacionamento: 1969.

    Eu já estava achando que Peter S. era “fruto” do CV2.