Cidade do Vaticano | Rádio Vaticano – O ex-mordomo do Papa, Paolo Gabriele, de 46 anos, foi condenado neste sábado pelo Tribunal do Estado da Cidade do Vaticano a 18 meses de prisão por roubo com agravantes de documentos reservados de Bento XVI.
O Presidente do Tribunal, Giuseppe della Torre, destacou que “Paoletto”, como é conhecido, foi condenado a três anos de reclusão porém a sentença foi reduzida a 18 meses por causa de atenuantes. O ex-mordomo terá que pagar as despesas do processo.
“A eventualidade que o Papa conceda a graça a Gabriele é concreta e verossímil. Posso dizer isso sem temer ser desmentido”: foi o que disse o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, acrescentando que o Papa já possui os atos do processo.
Após a sentença de condenação de Paolo Gabriele, o Promotor de justiça vaticano Nicola Picardi “emitiu o procedimento e Gabriele retornou à prisão dominiciliar, na mesma condição em que se encontrava até o momento”.
A advogada de defesa Cristiana Arru tem agora três dias para anunciar a decisão se irá ou não apresentar recurso. (SP)
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Andrea Tornielli assegura que a decisão de conceder o perdão já está tomada pelo Santo Padre.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey