No Sínodo dos Bispos, o “ecumenismo vive!”.

Clergyman e cruz peitoral: Sarah Frances Davis, da Igreja Episcopal Metodista Africana, convidada como "delegada fraterna" para o Sínodo dos Bispos. Créditos: Kronika Novus Ordo.

Clergyman e cruz peitoral: Sarah Frances Davis, da Igreja Episcopal Metodista Africana, convidada como “delegada fraterna” para o Sínodo dos Bispos. Créditos: Kronika Novus Ordo.’

IHU – Antigamente, não havia quase nenhum outro assunto que a Igreja Católica poderia propor e que com muita garantia provocaria temor e tremor nos outros cristãos que a “evangelização”, que geralmente tinha sabor de proselitismo, de competição e de um recuo do ecumenismo – em outras palavras, ir pescar na lagoa de outra pessoa.

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio do jornal National Catholic Reporter, 13-10-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Do ponto de vista de muitos ortodoxos, protestantes e anglicanos, uma Igreja Católica “evangelizadora” era vista como uma ameaça.

Esse contexto torna especialmente irônico que, sem dúvida, a característica mais distintiva do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, entre os dias 7 a 28 outubro, ao menos até agora, seja o seu sabor fortemente ecumênico. No fundo, alguns bispos estão dizendo que o que eles viram e experimentaram lhes deu um novo otimismo ecumênico – especialmente, dizem, em uma época em que o principal desafio evangélico não vem de outros cristãos, mas sim de uma cultura profundamente secular que deixa todas as Igrejas basicamente no mesmo barco.

Em grande medida, as impressões do impulso ecumênico são o resultado da presença simultânea em Roma, nesta semana, do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, de Constantinopla, reconhecido como o “primeiro entre iguais” do mundo ortodoxo, e do arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, chefe da Comunhão Anglicana mundial.

Williams falou ao Sínodo na quarta-feira passada, tornando-se a primeira pessoa de fora a se dirigir a esta edição do evento. Na quinta-feira, tanto Bartolomeu quanto Williams se uniram a Bento XVI em uma missa para celebrar o 50º aniversário do Concílio Vaticano II (1962-1965). Durante a liturgia, Williams usava o anel episcopal que o Papa Paulo VI deu ao seu antecessor, Michael Ramsey, em 1966.

No dia seguinte, Bartolomeu e Williams foram os convidados de honra de um almoço que Bento XVI ofereceu para todos os participantes do Sínodo dos Bispos.

Em breves discursos no almoço, Bento XVI chamou a sua presença de “um sinal de que estamos caminhando rumo à unidade” e que, “em nossos corações, estamos fazendo progressos” – expressando a esperança de que esses progressos também possam ser expressos “de maneira externa também”.

Em seu discurso no Sínodo, Williams disse que o impulso para a unidade cristã é fundamental para a evangelização, porque “quanto mais nos mantivemos afastados uns dos outros como cristãos de diferentes confissões, menos convincente a mensagem da Igreja será”.

Por sua parte, Bartolomeu disse que os ortodoxos “apreciaram o esforço [da Igreja Católica] pela libertação gradual da limitação do rígido escolasticismo para a abertura do encontro ecumênico”.

O ethos ecumênico do Sínodo brilhou de formas grandes e pequenas.

Há 14 “delegados fraternos” que participam do Sínodo dos Bispos, representando outras Igrejas cristãs, e de certa forma eles se tornaram um pouco como pequenas celebridades. Embora as regras sinodais tecnicamente proíbem os aplausos após os discursos, as apresentações dos delegados fraternos foram seguidas de longos aplausos. Em outro sinal de deferência, alguns decidiram silenciosamente não ligar o temporizador habitual quando eles falavam, para que pudessem ultrapassar o limite de cinco minutos imposto aos bispos e a outros participantes.

Na sexta-feira, a segunda pessoa de fora a falar no Sínodo subiu ao palco – Werner Arber, um microbiologista que dividiu o Prêmio Nobel de medicina e de fisiologia de 1978 pelo trabalho que ajudou a abrir caminho para a tecnologia do DNA recombinante. Arber também é o presidente da Pontifícia Academia das Ciências e, como protestante suíço, é o primeiro não católico a ocupar o cargo.

O tema de Arber foi a relação entre ciência e fé, mas a sua presença também parecia ser, no contexto, uma espécie de declaração ecumênica.

Durante as sessões de trabalho do Sínodo, vários oradores argumentaram que a “Nova Evangelização”, que em parte é dirigida a redespertar um sentido religioso em uma cultura ocidental completamente secularizada, deve ser um empreendimento ecumênico.

O cardeal Peter Erdő, da Hungria, por exemplo, disse que “uma colaboração prática geral entre as Igrejas e as comunidades cristãs da Europa está crescendo”, chamando-a de um sinal de esperança para a Nova Evangelização.

“Os encontros com os representantes de todas as Igrejas ortodoxas expressaram um vasto consenso sobre a família e a vida, assim como os critérios da relação entre Estado e Igreja e a crise econômica”, disse. “O espírito de fraternidade e de solidariedade está crescendo até mesmo com as comunidades protestantes na Europa”.

De outra parte do mundo, o bispo auxiliar Milton Luis Tróccoli Cebedio, do Uruguai, propôs que qualquer catequese que se desenvolva para a Nova Evangelização deve ser expressa “em chave ecumênica”.

Dom Petru Gherghel, bispo de Iaşi, na Romênia, disse ao Sínodo que “o fim da perseguição ateísta abriu as portas para uma primavera ecumênica promissora”, e pediu que os seus colegas bispos “cultivem o ecumenismo da oração, a fim de que a unidade dos cristãos possa ajudar o mundo a crer em Cristo”.

O arcebispo Józef Michalik, de Przemyśl, presidente da Conferência dos Bispos da Polônia, elogiou um recente apelo conjunto pela reconciliação e a esperança dirigida aos povos da Rússia e da Polônia, que foi assinada tanto pelo patriarca ortodoxo de Moscou quanto pelos bispos católicos da Polônia.

“Essa voz comum pela defesa da identidade da fé e da proclamação do Evangelho terá grandes possibilidades de nos tocar mais profundamente, especialmente em nossos corações”, disse Michalik.

Na verdade, também houve indicações ao longo do caminho de que nem tudo são flores no fronte ecumênico. Gherghel, por exemplo, também informou que a Igreja ortodoxa na Romênia recentemente proibiu qualquer oração conjunta com os católicos, de modo que, tecnicamente, católicos e ortodoxos não podem nem rezar o Pai Nosso juntos.

Até mesmo no Vaticano, também podem ser encontradas leves sugestões de ambivalência. No fundo, dizem as fontes, havia a esperança de que, quando Bento XVI aparecesse na janela do seu apartamento com vista para a Praça de São Pedro na noite do dia 11 para se dirigir a uma multidão que celebrava o aniversário do Vaticano II, Bartolomeu e Williams poderiam estar ao seu lado, oferecendo assim uma das grandes imagens ecumênicas de todos os tempos. No fim, isso não aconteceu.

No entanto, o efeito cumulativo dos toques ecumênicos da semana, tanto em termos de símbolos quanto de substância, foi impressionante.

Falando nos bastidores, um bispo ocidental comentou desta forma no sábado à tarde: “Quando eu cheguei aqui, eu tinha quase certeza de que estávamos em um grande desânimo. Agora, a única coisa que eu posso pensar é: o ecumenismo vive!”.

30 Comentários to “No Sínodo dos Bispos, o “ecumenismo vive!”.”

  1. Já que todo mundo lê o Fratres, quero deixar uma recado para a Igreja ortodoxa na Romênia: muito obrigada por serem firmes nas suas heresias. Nós estamos passando por um grave problema de logística e daqui uns 60, talvez, 100 anos iremos aí para trazê-los de volta a verdadeira Fé.

  2. Cadê o padre que estudou em Roma que veio com blablabla pra cima do Marcelo Cristiano da Silva Siqueira e de mim para nos explicar a presença bispa.
    Depois dizem que estou com má vontade: a mulher quando invade a área que n é dela, fica com ares masculinizados, se isso n é a ideia de igualdade do feminismo, é o quê?

  3. Felizmente a Igreja guiada pelo Espírito Santo através Papa caminham em direção a concretização do ideal ecumênico ! Como disse Nosso Senhor : “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor “. (João 10:16)

  4. Sem estômago para ler até o fim.

  5. “Durante a liturgia, Williams usava o anel episcopal que o Papa Paulo VI deu ao seu antecessor, Michael Ramsey, em 1966.”

    Inacreditável…

  6. Que vergonha! Essa gente toda perdeu a Fé, se um dia a tiveram.
    Olhem com que exulta esse pobre coitado [um bispo ocidental] : “Agora, A ÚNICA COISA que eu posso pensar é: o ecumenismo vive!”.
    Pois é ‘eminência’, e a Igreja Católica agoniza com essa horda de sucessores de Iscariotes QUE BATEM PALMAS EFUSIVAMENTE PARA AS FALAS DE HEREGES….EM ROMA!!!
    Relembremos as palavras de Nossa Senhora em La Salette: “Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”.
    NOSSA SENHORA NÃO ESTAVA BRINCANDO!!!
    ACONTECIMENTOS TERRÍVEIS SE DESENROLAM DIANTE DE NOSSOS OLHOS!!!

  7. O que dizer? Simplesmente, seguindo essa linha, esse evento aí não vai servir para evangelizar ninguém. Só é um encontro onde os senhores bispos terão o prazer de reafirmar as crenças inovadoras que aprenderam na juventude.

    É mesmo muita falta de visão objetiva de algumas pessoas. A Igreja Católica abandona a apologética para não ferir o ecumenismo com os “protestantes nobres”, aí vem os “protestantes populares”, encontram esse vazio e começam a tomar o rebanho católico enfraquecido por falta de conhecimento da doutrina. A coisa não fica por aí não, mas acho que essa relação com o protestantismo é a mais fácil de entender porque convivemos diariamente com ela.

    Uma das desculpas é que todas as igrejas sofrem por causa do secularismo. O que faz eles pensarem que se as igrejas se “unissem” o secularismo se tornaria menos agressivo? Tem algum registro histórico que demonstre isso? Porque o que parece é que a Igreja fica mais amarrada e vulnerável, inclusive ao secularismo, quando não ensina claramente o que ela é e para que ela existe. Eles acham que os ateus vão olhar membros de diferentes religiões “unidos” e vão dizer “olha que legal, vou participar também”? É muita ingenuidade ou falta de vontade de acertar…

  8. Outra vez baila a “ambiguidade” sobre os céus de Roma. Como dizer, ou melhor, dizem que é cada macaco em seu galho. Em outras denominações religiosas há o sacerdócio ministerial para mulheres, tudo bem, isto é lá com eles. Agora, Nosso Senhor fundou a Sua Igreja, somente o sacerdócio ministerial para homens. Pelo menos é isso que se ensina desde o século primeiro da Era Cristã. Fica meio confuso no solo romano, na Cátedra de Pedro, que se receba num reunião para discutir o futuro da Santa Madre Igreja essas denominações. “Que o vosso falar seja, sim, sim; não não.”

  9. Se Dom Richard Williamson, passar na calçada do outro lado de Roma, é capaz de colocarem a guarda suíça atrás dele. É triste vermos que sem a menor cerimônia, vão destruindo, tentando destruir, a esposa de Cristo.

  10. Caríssimos, as divisões no Catolicismo são tão antigas quanto a Idade Média e os protestantes tem quase tanto tempo quanto o Novo Mundo (América), qualquer passo de reaproximação, por menor que seja é louvável. Benditos os que veem em nome do Senhor!

  11. Será que suas Excelências ficariam tão ecumênicos assim se ao lado deles estivessem Bispos da FSSPX? Se o Papa sinalizasse chamar os Bispos da FSSPX para Sínodo, já seria o suficiente para um 3ª Guerra, mas como se trata da Bispa de clergyman, tudo lindo e vaticanisticasegundamente correto.

  12. Por sua parte, Bartolomeu disse que os ortodoxos “apreciaram o esforço [da Igreja Católica] pela libertação gradual da limitação do rígido escolasticismo para a abertura do encontro ecumênico”.

    Não se preocupe, o Vaticano II jogou a escolástica no lixo! A Igreja faz tudo por eles e eles não fazem nada por nós. O ecumenismo virou uma traficância, onde tudo é feito para minar os pilares da Igreja, a começar pela Missa feita ao gosto protestante.

  13. O mais intrigante para mim Por sua parte, Bartolomeu disse que os ortodoxos “apreciaram o esforço [da Igreja Católica] pela libertação gradual da limitação do rígido escolasticismo para a abertura do encontro ecumênico”.

    A leitura que faço, que pode gerar um silogismo falacioso do qual peço que, quem puder, me corrija: Premissa 1: A Filosofia escolástica é anti-ecumênica. Premissa 2: A Filosofia escolástica foi o grande pilar da Igreja, muito bem expressa no “Ide ad Thomam” de Pio XI. Premissa 3: A Igreja Católica tem se esforçado para se libertar da rigidez escolástica (Desde quando mesmo???)

    Conclusão: A Igreja sempre se apoiou em pilares anti-ecumênicos. “De uns tempos pra cá” tem mudado sua visão. Os frutos são os que vemos no dia-a-dia (Crise). Tem certeza que a via é o ecumenismo como é feito? Será que o quase banimento da escolástica apagou também o bom senso?

    Só o fato de agradar quem sempre foi detrator da Igreja deveria ser mau sinal….

  14. Parabéns, Galvão,

    Faço minhas as suas palavras.

    Outro fato curioso é: Ecumenismo sem a FSSPX é querer substimar inteligência alheia.. Vai entender esses negociadores da fé.

  15. leia-se; subestimar.

  16. “…porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais não o conhecendo é o que eu vos anuncio.”
    (Atos 17:23)” pois bem, é esse o ecumenismo que o apóstolo Paulo, venho pregar. Não se rendendo as culturas, costumes e ideias dos povos pagãos. Cada vez mais o colégio dos Bispos se afasta desta verdade. O prefeito da Sagrada Congreção da Doutrina da Fé, já desmente virtudes da Santíssima Virgem Maria, sem o menor constrangimento assim como a presença Real de Nosso Senhor na Santíssima Eucaristia. No Brasil, bispos, já se tornaram promulgadores de ideias comunistas, protestantes e naturalistas. A Pedro foi dito: ” Tu, uma vez confirmado, confirma teus irmãos.”

  17. Concordo inteiramente com o André C.A. Serve como acréscimo, a presente de 5 bispos brasileiros nesta “festa”, as mesmas figurinhas carimbadas de sempre.

  18. Pior que o ecumenismo é que cada um cria sua doutrina, cada leigo cria hoje seu achismo do que seja catolicismo, mulher bispa não choca mais ninguém. O que me chamou atenção foram os Bispos Católicos de hábito, coisa raramente utilizada por um sacerdote católico. O hábito choca. “Constrange” os mundanos.

    As ministras da eucaristia católicas são mais asquerosas que a bispa acima.

  19. Do portal de notícias G1:
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/bispos-pedem-uso-de-linguagem-clara-e-moderna-para-transmitir-a-fe.html
    “A quinta sessão do Concílio Vaticano II”, como foi classificado o sínodo pela imprensa italiana, defende uma fé “dinâmica”. Talvez pelo tom de reforma que os meios de comunicação tenham classificado o evento dessa forma, em uma referência à histórica reunião realizada entre 1962 e 1965 que modernizou a igreja, promovendo uma revolução na religião católica.

    O arcebispo de Poitiers (França), Pascal Wintzer, rejeitou uma visão nostálgica do passado cristão e pediu que a Igreja não tenha medo de se expor aos olhos da sociedade.

    “Temos que abandonar uma certa mentalidade negativa que considera que ter fé corresponde a fazer parte de um setor sociológico que leva ao militantismo e à violência”, disse Fouad Twal, Patriarca de Jerusalém dos Latinos.

    “A Igreja não é um museu” Para o monsenhor Nicolas Foskolos, arcebispo de Atenas, o peso de alguns “costumes medievais” ainda pesa sobre a Igreja.

    “Não peço a rejeição da doutrina, nem da tradição, mas que a Igreja não seja um museu”, comentou.

    “Precisamos de uma Igreja mais ágil”, disse, “de maneira que os não fiéis deixem de nos ver como uma potência mundial, ou um Estado”, insistiu.

    Para o monsenhor Francesco Moraglia, patriarca de Veneza, próximo a Bento XVI, é necessário evangelizar também o mundo da cultura.

    “Os cristãos vivem em um estado de submissão psicológica, têm complexo de inferioridade diante da modernidade e da pós-modernidade”, lamentou.

    “O silêncio do católico médio, quando explica as razões de sua esperança, assusta”, acrescentou.

    Para o bispo Jorge Eduardo Lozano, de Gualeguaychú, na Argentina, combater a injustiça social e a desigualdade, deve ser uma prioridade para a Igreja moderna.

    “Bento XVI nos pediu que confirmemos nossa opção pelos pobres”, lembrou.

  20. Só para lembrar, está aqui no banner lateral do site:
    “Queridos amigos, neste momento eu posso dizer apenas: rezai por mim, para que eu aprenda cada vez mais a amar o Senhor. Rezai por mim, para que eu aprenda a amar cada vez mais o seu rebanho, a Santa Igreja, cada um de vós singularmente e todos vós juntos. Rezai por mim, para que eu não fuja, por receio, diante dos lobos.”
    O Papa está vacilante no meio dos lobos, talvez por isso ainda não tenha tido coragem de acabar com esta bagunça. REZEMOS por ele…

  21. Está faltando a “bispa” Sonia !

  22. Que descriminação com o “Bispo” pedir mais cedo.

  23. Incrível! Como a Igreja pôde ter mudado tanto em cinquenta anos? O pior de tudo é ver esse escândalo que sempre foi condenável pela Igreja, e ver como o Vigário de Cristo aceita tudo isso, mesmo sabendo Ele que tudo isso foi condenado pela Igreja, o que está acontecendo? Será que nós católicos estamos deixando de rezar pelo santo Padre? E os que estão com a verdadeira doutrina estão sendo perseguido, os que pensam como a Igreja sempre pensou estão sofrendo nas mãos dos Sucessores de Iscariotes, e parece que até “Pedro” está caindo nas mãos deles. Rezemos pelo Papa para que veja qual escândalo estsá acpntecendo na Santa Igreja e que Ele concerte asobras mal feitas depois do “infalível” concílio Vaticano II, é triste ve isso…

  24. Não convidaram o Malafaia?
    Ah!, já sei ! Ele seria considerado ‘católico demais’ no meio dessa gente ecumênica e progressista.

  25. O ecumenismo vive.
    E esta’ matando a Igreja.

  26. Tenho para mim que o ato de Paulo VI ao presentear Michael Ramsey, antigo arcebispo de Canterbury, da igreja anglicana, com seu anel episcopal da época que era arcebispo de Milão, é mais escandaloso que tal sínodo inteiro.

    Ora, nós sabemos que o anel episcopal é um símbolo da autoridade eclesiástica, tanto no aspecto jurisdicional, sobre as limitações geográficas da circunscrição administrativa de sua respectiva diocese; e no aspecto religioso, qualificado pela sucessão legítima dos apóstolos e comunhão à Igreja Universal,o que dá a entender, que Paulo VI reconheceu no ato, a legitimidade da sucessão apostólica do arcebispo de Canterbury, que Leão XIII, por sua vez, reconheceu inválidas décadas atrás.

    Vejam no link uma foto do anel: http://tribodejacob.blogspot.com.br/2010/03/o-anel-de-paulo-vi.html
    E nesse, uma matéria sobre o fato: http://tribodejacob.blogspot.com.br/2010/03/24-de-marco-de-1966-paulo-vi-oferece.html

    Inclusive, padre Padre Paulo Ricardo incrivelmente já reconheceu que Paulo VI foi “além do concílio”.

  27. Não tenho palavras…
    Minha vontade é de chorar…
    Ver cenas da historia da igreja atual…
    Fazem brotar lagrima igual a cenas de guerra, fome e destruição ou pior.
    A igreja,
    nossos bispos,
    nossos padres, estão preparados para ajudar o reinado do Anticristo
    Os protestantes como um todo, já são parte desta igreja diabólica.
    O anticristo com certeza não será um novo líder odiado
    Ele será ecumênico, será politicamente correto.
    Será amado, idolatrado, será o perfeito líder de todos os tempos, de todos os povos, de TODAS as religiões.
    Agora quantos restarão para passar pela grande tribulação?
    Poucos!!!
    Serão muito poucos!!!
    Peço a Deus e a Nossa Senhora para nos ajudar nesta futura guerra…
    Vejo que se aproxima um tempo de muita luta
    e fico abalado que muitos amigos, familiares e outros não conseguem ver as nuvens negras no horizonte
    Alguns olham para a direita e apenas conseguem ver algumas nuvens lateralmente que passam…
    Outros não veem nada
    Mas a grande tempestade são poucos que a conseguem ver
    Não sei o que Deus nos reserva
    Não posso negar
    Tenho medo!!!
    Mas sei que apenas com Nossa Senhora poderei viver nestes dias que viram
    Sei que olhos de nossos pastores estão cegos devido as nossas iniquidades.
    E que este tempo é necessário para a Igreja de Cristo
    E que no final realmente teremos uma primavera
    Só que até chegarmos a estes dias de primavera teremos que passar por este outono que vivemos onde as folhas são a fé como um todo caindo no chão,
    isto mesmo outono, pois o inverno ainda vai chegar, e com certeza se isto que acontece hoje nos escandaliza, será pior no inverno que chegará.
    Inverno é pouco
    Uma verdadeira era glacial

  28. Deus que me perdoe, mas há atos que mais parecem gozação e provocação do que qualquer outra coisa. Todo mundo sabe que o ecumenismo até hoje não resultou em nada de positivo: a grande conversão de anglicanos para a fé católica, foi um evento a parte e totalmente anti-ecumênico. É claro às vistas que essa lisonja que se repete há 50 anos nunca irá converter ninguém. Há a publicação de um exorcismo onde o diabo ri na cara dos católicos dizendo: “como idiotas, vocês se humilham diante dos não católicos e ele não dão um passo sequer na direção de vocês”.

    Essa publicação se encontra aqui: http://www.derradeirasgracas.com/2.%20segunda%20p%C3%A1gina/Escritos%20de%20Padre%20Gabriele%20amorth/CONFISS%C3%95ES%20DO%20INFERNO/1.%20As%20Revela%C3%A7%C3%B5es%20Atrav%C3%A9s%20dos%20Padres%20Exorcistas.htm

  29. Ao Fernando que escreveu às 10:36h de 19/10:

    Faço minhas suas palavras. E também tenho medo. E também tenho essa impressão de uma cegueira coletiva, que até os melhores de nós estão padecendo. Até queria ser cega pra isso também. Mas não sou, e por isso tambem tenho medo. São Miguel Arcanjo, sustentai-nos no combate.

  30. Um só rebanho e um só Pastor não se conegue abrindo o aprisco para os lobos. Temo pelo futuro da Santa Igreja Católica pois nossos pastores querem agradar as ovelhas conversando com o lobo.