Ao Deus que é a alegria da minha juventude.

Basílica de São Pedro, 3 de novembro de 2012, Missa Pontifical celebrada pelo Cardeal Cañizares  – Eis a face dos saudosistas tradicionalistas. Qualquer diferença em relação à sua paróquia, cujas missas são assistidas majoritariamente por senhoras com mais de 50 anos, não é mera coincidência.

15 Comentários to “Ao Deus que é a alegria da minha juventude.”

  1. Sou católico, de 33 anos, casado, tenho uma filha de 2,5 anos e minha esposa está grávida de minha segunda filha.
    Já me sinto velho, mas a minha alegria é ver essa juventude (incluindo crianças e adolescentes) assistindo à Missa tridentina.

  2. Viva o Papa!!!! Vivas tanto ou mais que Pedro!!!!!!!!!

  3. Nesta foto eu consegui localizar três ou quatro idosos, só. Quanta diferença com as missa modernistas de Paulo VI. Na minha paróquia é raro a gente ver uma criança na igreja, só velhos e cinquentões, pouquíssimos jovens.

    Nesta foto não vi ninguém de bermuda, camisa de time de futebol, minissaia, costas peladas e calças no meio das nádegas.

    Vejo pessoas respeitosas, compenetradas, bem vestidas, crianças com véus.

    CNB do B, quanta diferença.

  4. Deo Gratias! Este é o que chamo de colírio para os olhos! É tão belo, que lembra-me a sacralidade perdida com os abusos de agora.

  5. Amigos(as),

    Nós que seguimos a vertende tradicional da Igreja, nos regozijamos com essas imagens.Contudo, não se esqueçam que na frente do Papa, até os Lobos ficam santinhos. No Vaticano, todo mundo age segundo a cartilha.Eu afirmo que, em todas as paróquias onde assistir a missa tridentina, a grande maiorias eram de jovens! Seja onde for!

    É lógico que devemos nos alegrar com isso, considerando que constitui uma “tapa com luvas” na cara de muitos que ainda sustentam a idéia maçante e caduca de que os “tradicionalistas são saudosistas”; ora, esses jovens tem saudade de que tempo?

  6. Com mais de 50?

    Meu pai tem 60, é da geração 68 e CVII, já frequenta outra religião mais séria do que este abana braço festivo.

    Minha avó tem oitenta anos, é esta geração que ainsa sobrou na Igreja.

    O certo é mais de 80 anos.

    Eu tenho 30, portanto já estou velho, não vejo ninguém mais novo que eu, a não ser a “Missa dos jovens”, que fazem crisma e catecismo e depois desaparecem porque não é ensinado nada como por exemplo, guardar domingos e festa de preceito.

    Os jovens de hoje estão no clube, nos bares, namorando…

  7. Pelo que entendi a legenda da foto está exaltando que as pessoas ligadas a tradição HOJE são novas e n velhinhos saudosistas! Isso n tem nada a ver com santidade, gente!
    Tem gente safada tando tradicionalista como neto do cinquentão!

  8. Nesta foto parece que voltamos aos anos de 1960, tal o respeito em relação as roupas.

  9. Se eu tivesse Facebook ia mandar para alguns padres de minha diocese, eles iam gostar muito (risos).

  10. Penso que na igreja nova existe uma faixa etária com idade razoavelmente baixa (entre 8 e 18 anos), haja vista os JMJ ao redor do mundo. O problema é que estes “eventos” são mais ou menos como os shows de rock. Velhos não entram. É tipo rave que os velhinhos não aguentariam. Ao contrário das missas dos velhos que tomaria de tédio os jovens.

    Na minha opinião, a igreja nova vive “eventos”. É jornada disso…, ano daquilo… semana não sei de que, encontros, e mais encontros com a presença deste ou daquele pregador, banda, animador, etc.

    Falta uma vida espiritual-litúrgica-paroquial coerente com a doutrina, independente deste ou daquele evento. Por exemplo, vimos fotos de uma semana Santa na Canção Nova com paramentos romanos, comunhão diretamente na lingua, coral, etc. Acabado o “evento”. PUFF, a nuvem se foi e se formou outra. Recentemente o Fratres noticiou que na mesma Canção Nova houve um encontro ecumênico para, conforme disse um dos participantes, “enfatizar o que nos une e não o que nos separa”. Cadê os paramentos romanos, cadê os gritinhos de – Oba, reforma da reforma está em andamento -. Finalmente vem a primavera prometida pelo Concílio Vaticano II, a hermeneutica da continuidade venceu a da ruptura!

    Sem julgar as intenções, até estes encontros para “divulgar” a Missa tradicional pelo Summorum Pontificum serve, na minha opinião, aos interesses da igreja nova, pois, por alguns dias ou horas, tem-se a impressão que está tudo normal, que todos podem ter um lugar na Igreja. Talvez alguns até passem a participar dos outros ambientes para reforçar a “união” e atrair para a liturgia tradicional. Como acredita um grande expoente da linha “em cima do muro”.

    Mons. Lefebvre em sua Carta aos Católicos Perplexos (se não me falha a memória) nos anos 80 já destacava que o Santo Padre João Paulo II corria o mundo, enchia estádios de futebol nas suas visitas… e o mundo não se convertia. Mais tarde, o mesmo Papa reconhecia que a Europa, passava por uma apostasia silenciosa. O que faltou então? Na minha opinião, doutrina coerente, formação séria e firme, vida de frequencia aos Sacramentos, retiros constantes para reforma de vida, etc. Esta, inclusive, foi a conclusão tirada por Dom Antônio de Castro Mayer para as finalidades do Concílio Vaticano II propostas pelo Papa Beato João XXIII.

  11. Ainda há esperanças….

    Bela foto!

  12. A Missa Tridentina em Brasília-DF, rezada pelo Pe. Daniel, está repleta de crianças menores de 5 anos de idade.

  13. Srs,

    Como foi comentado, todas as missas em Sao Pedro sao cheias de criancas e jovens, todos tb bem arrumados, independente de ser este ou aquele grupo.

    Vi tb jovens beijando a mao de cardeais, rezando o terco, etc, etc…

  14. Rafael, agora a situação é diferente, há um brilho a mais.

  15. Recordei logo esse vídeo, em que vemos também muitas crianças. É um vídeo belíssimo: http://www.youtube.com/watch?v=d3Q_hilYFQA