Missa gay é banida pelo Arcebispo de Westminster.

Arcebispo de Westminster põe fim à "missa gay" celebrada no bairro do Soho, em Londres. Na imagem, a leitura sendo proferida na missa.

Arcebispo de Westminster põe fim à “missa gay” celebrada no bairro do Soho, em Londres. Na imagem, a leitura sendo proferida na missa.

Por The Tablet | Tradução: Fratres in Unum.com – O Arcebispo de Westminster, Dom Vincent Nichols, anunciou o fim das Missas que objetivavam proporcionar cuidado pastoral para católicos gays e seus familiares, e dedicou a igreja onde elas vêm ocorrendo para o Ordinariato [de ex-anglicanos acolhidos na Igreja Católica].

Em uma declaração publicada ontem de manhã, o Arcebispo Nichols escreveu que ele havia pedido aos organizadores das Missas quinzenais para se concentrarem no cuidado pastoral “conduzido totalmente em acordo com o ensinamento da Igreja”, que incluiria “apoio para o crescimento na virtude e santidade” com o propósito de plena participação na vida de sua comunidade paroquial local. O arcebispo disse que a igreja jesuíta em Farm Street, em Mayfair, abrigará reuniões mensais do grupo que “não incluirá a organização de uma Missa regular”.

O arcebispo anunciou também que a igreja histórica de Nossa Senhora da Assunção, em Warwick Street, onde as Missas vêm ocorrendo nos últimos seis anos, seria repassada ao ordinariato estabelecido para ex-anglicanos. Ele observou que a igreja, construída no local de uma capela pertencente à Embaixada Portuguesa e, mais tarde, à Embaixada Bávara, era o local onde o Beato John Henry Newman primeiramente frequentava a Missa. Ela é a única Capela da Embaixada Católica remanescente da Época Penal [ndr: conjunto de leis promulgadas entre os séculos XVI e XVIII que impediam os católicos de praticar sua religião].

16 Comentários to “Missa gay é banida pelo Arcebispo de Westminster.”

  1. Gostei; sem essa de a Igreja querer avançar o sinal vermelho, tentar entrar em certos ambientes ou favorecer certas classes pecadoras públicas para ganhar as almas às expensas de prejuízos que poderiam ser maiores.
    O homem moderno precisa compreender, se quiser, terá que se esforçar para servir a Cristo, não a Igreja dobrar-se às suas paixões descontroladas ou vontades, ao modernismo pagão como tentam alguns, como ex., que para livrarem os católicos de seitas pentecostais maquinaram os grupos RCCs iguaizinhos, da fachada católica mas o interior protestantizado.
    Que adiantou. Além de confundir os incautos católicos, atraiu espíritas adentrando o movimento; há sincréticos católicos praticantes de espiritismo que bandearam para os RCCs, tudo igual, dentro da Igreja católica, melhor, é o que tanto queriam!
    Que sejam poucos, porém bons, que a atual quantidade descompromissada com Deus e a Igreja, inclusive elegendo comunistas como o PT para os governar!
    Nesse caso, não passam de uma massa disforme, católicos só de fachada e para estatística, por sinal dispensáveis!

  2. Os nossos pastores já orientaram que a igreja deve acolher a todos e levar a palavra da verdade a todos sem exceção, se a missa cumpria bem esse papel, perdeu a oportunidade de trazer para o caminho de Deus muitas almas perdidas, no mundo todo existem pastorais específicas para pessoas que são impossibilitadas de usufruir os dons da igreja em razão de seu estilo de vida, incluindo pastorais de não -casados, indígenas, moradores de rua, presidiários, porque não atender homossexuais?
    Se a missa se excedia no acolhimento (como sugere a foto) ao conferir a homossexuais funções as quais não estão aptos espiritualmente, restava ao bispo corrigir as distorções ao invés de negar a assistencia religiosa.

  3. Muito bom o comentário do Renan. Concordo plenamente.

  4. Arco Íris, borboletas e purpurina não fazem parte da liturgia. Boa decisão do Arcebispo!

  5. Eles escolheram esta igreja só para conspurcar uma pessoa virtuosa como John Newman. Faziam uma profanação que exigiria do clero no minimo uma reparação. Só proibição não basta.

  6. Integrar os pecadores arrependidos na vida paroquial é muito importante. Quanto aos que não querem se converter, respeitamos sua opção de não serem católicos! O que não dá é pra homem subir rebolando pra fazer as leituras. Tampouco pode-se pensar em “pastoral familiar” das esposas lésbicas

  7. Excelente o comentário do Renan!!
    Concordo plenamente e destaco o seguinte trecho:
    “O homem moderno precisa compreender, se quiser, terá que se esforçar para servir a Cristo, não a Igreja dobrar-se às suas paixões descontroladas ou vontades, ao modernismo pagão como tentam alguns, como ex., que para livrarem os católicos de seitas pentecostais maquinaram os grupos RCCs iguaizinhos, da fachada católica mas o interior protestantizado.”

    Exatamente!!! Não é a Igreja que tem a obrigação de mudar. O homem que tem de se converter, plenamente.
    Sem relativismos.
    Cristo não se dobrou, não relativizou as suas ações. Por isso foi perseguido, por isso foi condenado pelos fariseus.
    A Igreja deve sim lutar para salvar as almas, mas não por isso, aceitar deturpações no seu meio.

  8. Mas em nenhum momento o arcebispo nega assistência religiosa a essas pessoas. Pelo contrário, o bispo corrige uma distorção tola, que pouco alivia às aflições espirituais dessas pessoas, bem como indica uma série de abusos litúrgicos: reuniões mensais de apoio. A Santa Missa é o momento culminante da nossa fé, de renovação da aliança de sangue que nos une ao Senhor e não pode jamais ser “segmentada”; a Santa Missa é universal. Missas segmentadas, seja lá destinada a qual segmento social, são perigosas, pois, em geral, correm o risco de serem dissolvidas pela perspectiva particularista dos próprios grupos que a frequentam. Enfim, uma “missa gay” é visivelmente fora de qualquer parâmetro aceitável.

  9. cada dia me surpreendo mais. é um absurdo atras do outro.

  10. Lendo o post e comentarios concluí que o mundo de hoje com a sutilíssima exacerbação pelas ideologias social-comunistas do ateísmo, do orgulho e soberba do homem – fazem-no disfarçadamente sem denotarem as intenções, eles sabem como ninguém trabalhar tais sentimentos – o homem moderno está sendo tangido por elas para se colocar no lugar de Deus: Ele que venha a nós: temos as nossa condições e são as seguintes, e daí formarem-se grupinhos ideológicos disso e daquilo, cada qual querendo seguir as paixões e tendencias de seu grupelho, e no caso podem se enquadrar nas famosas “lutas de classes”, cada grupo representando uma corrente de pensamento e reivindicando direitos, inclusive agora ao proprio Deus, por que não?
    Um ex.: na “Folha Universal” havia um chamativo externo: “pagou o dízimo, você tem direitos de reivindicar o milagre”…
    Analise se tudo isso e muito mais não pertence a comunistas com suas ideologias independentistas, utilitaristas, de revolta contra Deus e tudo quanto dele provenha, como do PT, e que estarão sempre e mais no mercado à medida que dermos a eles apoio via voto, colaborando e mais com sua implantação.

  11. Quanto ao comentário do Renan – Infelizmente é comum hoje em dia a migração entre as várias denominações, seitas etc até que o indivíduo encontre aquela que lhe convém, aquela onde ele encontrará conforto e até incentivo às suas vontades e paixões. Absurdo. Quanto à liturgia realmente é uma afronta sem tamanho ao sacrifício redentor que é único e absoluto e não cabe inculturações e modificações para atender determinado grupo.

  12. Concordo com o Renan e com os demais (menos com o Marcos Pinho). Claro que os pecadores devem ser acolhidos, mas devem abandonar o pecado. Um travesti que quer ser plenamente reintegrado deve voltar a ser homem. Uma lésbica deve abandonar sua “parceira” e viver na castidade ou casar-se com um homem. Colocar o arco-íris em um ambão e permitir homens travestidos de mulheres de entrar em uma Igreja é ir além disso. Será que a Eucaristia era oferecida nessas missas?

  13. Concordo integralmente com as palavras do Fernando. Por outro lado, surpreende-me a frase “O que não dá é pra homem subir rebolando pra fazer as leituras”, ainda mais quando vindas de um sacerdote católico. Quanto preconceito, quanta falta de caridade, Padre Marcelo Gabert…

  14. É o correto dar atenção a todos,sejam quais forem os pecados.Porém quando se inicia algo mais aberto,como uma pastoral faz com que o problema vá se tornando comum.Por ex,eu vejo pessoas católicas que dizem que a igreja “acolhe” os não-casados e que isso não é mais problema,como se ela tivesse passado a aceitar a situação.Na cabeça de muitos é isso que vai se infiltrando e talvez no caso dos gays poderia ocorrer o mesmo.As pessoas se sentem apoiadas,portanto mais seguras com o que estão fazendo.

  15. Para ser budista, têm algumas exigências.
    Para ser espírita, têm algumas exigências.
    Para ser herege, pagão, cismático também algumas exigências.

    Só para ser Católico que n pode ter exigência alguma, ofende o mundo.

  16. Faço minha as palavras do Renan( com a sua permissão claro)…não concordo nem um pouco com o que disse o marcos pinho…..é por isso que a coisa anda desse jeito….porque mesmo que alguns pensam assim…!Todos serão aceitos,todos são convidados,mas, não ao bel prazer….!