“O Corpo da Gendarmaria é chamado a desenvolver, entre suas diversas tarefas, a de acolher com cortesia e gentileza os peregrinos e visitantes do Vaticano”. Foram as palavras dirigidas no último sábado pelo Papa Bento XVI às forças de segurança do Estado do Vaticano.

Um dia depois, no domingo, quatro distintas senhoritas de um grupo infame quiseram protestar durante a oração do Angelus pelo Sumo Pontífice, na Praça de São Pedro. Arracaram suas camisetas e mostraram seus corpos com escritos ofensivos ao Papa e favoráveis ao casamento gay — não tiveram coragem de fazê-lo em Paris, onde um milhão de pessoas poderiam lhes permitir degustar um pouco da gentileza e cortesia francesas (como ocorrido em novembro passado — ver aqui e aqui e aqui).
No Vaticano, restou às autoridades locais lhes apresentar um pouco de sua gentileza e cortesia (na foto, como informa o leitor Julian, trata-se da polícia italiana — créditos: Lavras Resiste). Elas adoram provocar, mas choram quando a sua gentileza e cortesia são retribuídas à altura. Veremos se elas aparecerão na Jornada Mundial da Juventude, e se as “forças de segurança” do Complexo do Alemão ou da Rocinha lhes apresentarão a típica hospitalidade brasileira…







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey