Mensagem de Dilma Rousseff ao Papa Bento XVI.

Santo Padre,

Ao findar o seu Papado, manifesto o meu respeito pela decisão de Vossa Santidade de renunciar à Cátedra de S. Pedro.

Novembro de 2008: Piedade Brasileira - Créditos da imagem: Ricardo Stuckert / PR
Novembro de 2008: Piedade Brasileira – Créditos da imagem: Ricardo Stuckert / PR

Nesta oportunidade, recordo os gestos de apreço com que o meu país foi distinguido nesses últimos anos. São marcos históricos no relacionamento entre a Santa Sé e o Brasil a escolha de Aparecida do Norte para sediar a V CELAM, que ensejou a sua visita ao país, a canonização do primeiro Santo brasileiro, Dom Antonio Galvão de França, assim como a histórica decisão de realizar a Jornada Mundial da Juventude na cidade do Rio de Janeiro.

Desejo que essa nova fase de recolhimento o encontre com saúde e paz.

Respeitosamente,

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Fonte: CNBB

7 comentários sobre “Mensagem de Dilma Rousseff ao Papa Bento XVI.

  1. Levando-se em conta a filiação ideológica inerente àqueles a quem, infelizmente, se acha entregue o governo do Brasil, distingue-se de forma profundamente reveladora e repleta de significado, a maneira pela qual o nome do primeiro santo brasileiro canonizado, veio a ser mencionado na mensagem da presidente. Seria muita ingenuidade imaginar que ali haja ocorrido alguma espécie de equívoco e que se trate de algum mal entendido em que o nome do santo e de seu progenitor tenham sido confundidos . Tendo em mente, logicamente, a lamentável realidade do ” status quo ” ora instalado no Palácio do Planalto, nada mais natural e compreensível, que muitos até venham mesmo a achar que se trate, de fato, de algum crasso engano deste tipo e que a senhora ” presidenta ” tenha protagonizado uma tremenda gafe. A questão, no entanto, é que Frei Galvão, originariamente foi realmente batizado com o mesmo nome de seu pai ( Antônio Galvão de França ) . Foi somente após ter ingressado na vida religiosa que, numa alusão à santa padroeira de sua família, ele adotou o nome de Antônio de San’Anna . Percebe-se assim que a Presidência da República, como que para enfatizar ao máximo sua laicidade e levá-la às últimas consequências, simplesmente faz questão de ignorar o nome pelo qual este primeiro santo brasileiro vem sendo já conhecido, e tradicionalmente nomeado, ( Frei Antônio de Sant’Anna Galvão ) e opta por referir-se a ele mencionando apenas seu inusual nome secular . Queiram perdoar , mas não há como deixar de associar um negócio destes à terrível sintomatologia daqueles que, estando possessos, mais que tudo abominam as coisas sagradas e ou tudo aquilo que remeta a Deus . POST PARTUM VIRGO INVIOLATA PERMANSISTI: DEI GENITRIX INTERCEDE PRO NOBIS !!!

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  2. Não alcancei o intuito da divulgação do texto, caprichosamente protocolar, e da foto, na qual o Apedeuta lança um daqueles olhares sibilinos.

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  3. È realmente uma pena que a chefia do Estado brasileiro esteja submetida ao flutuar das ideologias que se revezam nessa instituição. A republica é laica e atéia, mas o Brasil ainda é catòlico. O mìnimo que se poderia esperar da presidente (porque o adjetivo neutro presidente não comporta feminino) da repùblica, a qual pretende ser representante (e não representanta!) da maioria dos brasileiros é o respeito às normas protocolares desse tipo de comunicado, evidenciando neutralidade e precisão modelar no uso da lingua portuguesa. Ora, deve-se usar Beatìssimo ou Santìssimo Padre para se referir a ele diretamente; a palavra papado designa a instituição de origem divina ocupada até ontem por S.S. Bento XVI, o correto seria mencionar pontificado (ainda que essa senhora o quisesse, o papado não teve fim ontem); “meu paìs” acho que nem um reizinho feudal era tão pretensioso, o correto seria “o Brasil” ou no màximo “nosso paìs”; nunca entendi porque chamam Aparecida de “do Norte” (que os bem informados nos expliquem); ignorar o nome religioso tomado por Santo Antônio de Sant’Anna Galvão parece-me mesmo contràrio aos ideais republicanos de respeito das liberdades individuais (não sei como a mensagem não segue endereçada ao Sr. Dr. RATZINGER Joseph!). Claro que se tivéssemos um imperador (natural e intrisecamente não submisso a partidarismos) serìamos verdadeiramente representados nessa mensagem, que não seria apenas a mensagem formal e fria de um chefe de Estado para outro, mas de todo o povo brasileiro cujo paìs é inegavelmente tributàrio da Igreja Catòlica em sua cultura e història.

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  4. Nada além dum comunicado protocolar e diplomático: burocrático e frio (como a fé e a caridade da maioria dos “católicos” brasileiros), revelando a “calorosidade” com que a Igreja é vista por um Estado laico, sem compaixão por seus súditos, que destronou a Cristo como Rei e colocou, como a revolução francesa, uma prostituta nos altares e nos tronos (endeusamento dos dogmas “democráticos” e o reinado da prostituta republicana – a que governa este país junto com Satanás e seus demônios – agora, pior: comunista!).

    Cada povo tem os líderes civis e eclesiásticos que correspondem à sua moral e à sua fé. Dá para ver a que ponto chegamos em ambos (corruPTos e CNBB – a foice e o martelo).

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  5. Realmente, “os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz”, nos alertara Jesus. A declaração extemporânea da presidente Dilma (PT), ao contrário dos demais líderes mundiais: EUA, França, Itália, Alemanha…, somente confirmou a seguinte tese: “O Brasil é uma nação indiana, governada por uma elite Sueca”. Explico: a Índia é o maior país religioso do mundo e a Suécia é o maior país ateu do mundo. Quem tem ouvidos, ouça!

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  6. “Presidenta” – argh!!! Pessoa ignor-anta!!!

    Renuncia, Dilma!!! Restaura a monarquia!!! Fora corruPTos!!!

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