Cidade do Vaticano, 26 abr 2013 (Ecclesia) – O Papa emérito Bento XVI vai regressar ao Vaticano nos próximos dias para residir no edifício que acolhia um mosteiro de clausura, segundo indicação do diretor da sala de imprensa da Santa Sé.
O padre Federico Lombardi disse aos jornalistas que a mudança do palácio apostólico de Castel Gandolfo, arredores de Roma, para o antigo mosteiro ‘Mater Ecclesiae’ vai acontecer “entre os finais de abril e os primeiros dias de maio”, como estava previsto.
Bento XVI deixou o Vaticano a 28 de fevereiro, dia em que deu por encerrado o seu pontificado, após ter renunciado ao mesmo.
O edifício que vai acolher o Papa emérito tem quatro pisos e sofreu obras de remodelação nos últimos meses, após a partida das religiosas que ali residiam.
Joseph Ratzinger tem estado acompanhado pelas quatro leigas consagradas que o serviram durante o pontificado e pelo seu secretário particular, D. Georg Gänswein, o atual prefeito da Casa Pontifícia, tendo recebido nos últimos dias a visita de monsenhor Georg Ratzinger, seu irmão mais velho.
Bento XVI foi eleito Papa no dia 19 de abril de 2005, sucedendo a João Paulo II; a 11 de fevereiro de 2013, Dia Mundial do Doente e memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, anunciou a renúncia ao pontificado, com efeitos a partir do dia 28 do mesmo mês, uma decisão inédita em quase 600 anos de história na Igreja Católica.
O Papa alemão evocou a “avançada idade” para justificar a sua decisão e abrir caminho à eleição do seu sucessor, Francisco, com quem se encontrou em Castel Gandolfo, a 23 de março.
As imagens de Bento XVI, nesse encontro, levaram a especulações sobre o estado de saúde do Papa emérito, com o porta-voz do Vaticano a afirmar que Joseph Ratzinger não está afetado por qualquer “doença grave”.







"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mau humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey