As diaconisas “não são mais um tabu”.

Mons. Robert ZollitschPor Rorate Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com –  O chefe da Igreja Católica na Alemanha defendeu que as mulheres tenham  permissão para se tornarem diaconisas, o que lhes permitiria realizar batismos e casamentos fora da missa – uma novidade para as mulheres católicas.

O Arcebispo de Friburgo, Dom Robert Zollitsch, que preside a Conferência Episcopal Alemã, convocou a mudança ao final de uma assembleia de quatro dias para discutir possíveis reformas.

A conferência, a primeira do tipo, convidou 300 peritos católicos romanos para proporem reformas. Os comentários de Zollitsch ecoam reivindicações de anos por parte do Comitê Central de Católicos Alemães para permitir que as mulheres se tornem diaconisas. No domingo, Zollitsch disse que o objetivo não era mais um ‘tabu.’

Zollitsch disse que a Igreja Católica somente poderia recuperar credibilidade e pujança comprometendo-se com a reforma. Ele descreveu uma “atmosfera de abertura e liberdade” na conferência.

Outra proposta que surgiu da conferência foi estender os direitos de divorciados casados para ocupar órgãos eclesiais, como, por exemplo, conselhos paroquiais. Os membros da Conferência discutiram também a possibilidade de conceder–lhes o direito de receber a Sagrada Comunhão e se confessarem.

A posição dos divorciados permanece altamente polêmica dentro da Igreja. A Conferência também abordou a questão da dificuldade, particularmente na Alemanha oriental, de recrutar pessoas para trabalhar em instituições católicas, como, por exemplo, hospitais e jardins de infância. No momento a Igreja somente pode empregar católicos romanos. Entretanto, Zollitsch reivindicou que as licenças de trabalho sejam estendidas a não católicos e àqueles com “estilos de vida diferentes.” Isso se aplicaria tecnicamente a pessoas homossexuais também. Todavia, é improvável que ocorram reformas trabalhistas na Igreja nos próximos três anos.

* * *

Nota do Fratres: Após estas declarações, diversos bispos na Alemanha vieram a público negar que as mulheres possam ascender ao diaconato, primeiro grau do sacramento da ordem. O que seria criado é um “diaconato específico” para mulheres, ou seja, uma invenção, algo totalmente novo, distinto do diaconato reservado aos homens. Zollitsch é o mesmo que, há 4 anos, negou o caráter expiatório da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

40 Responses to “As diaconisas “não são mais um tabu”.”

  1. Mas e Santa Olímpia? Não era diaconisa?

    PS:

  2. Sou totalmente a favor da possibilidade de mulheres serem diaconisas, pois a própria bíblia relata a existência de diaconisas na igreja primitiva.

    “Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que é diaconisa da igreja de Cêncris…”
    Romanos 16,1

  3. Estas diaconisas citadas no Novo Testamento não são o que hoje se entende como o ministério diaconal ordenado. Mulheres não devem ascender às ordens sacras. Estas diaconisas eram mulheres piedosas que serviam, são como, mal comparando, as ministras extraordinárias da Sagrada Comunhão, que levavam palavra de conforto para os doentes, órfãos e viúvas ( não distribuiam a Eucaristia como hoje em dia, daí eu dizer, mal comparando.

  4. “Zollitsch disse que a Igreja Católica somente poderia recuperar credibilidade e pujança comprometendo-se com a reforma”.

    Comprometimento com a reforma? Ele se refere à “reforma protestante” [Vat II], claro!

    Diácono é servo, ajudante. Ser “diaconisa” como serva e ajudante é uma coisa [naquilo que for de sua competência, como uma catequista, por exemplo]; ser “diaconisa” como um passo para o “sacerdócio universal” protestante [como o de homens casados] é outra [e condenável]

    Admissão de gente com estilos de vida diferentes [e condenáveis]? Mais um Lutero na Alemanha!

  5. “NÃO É ADMISSÍVEL ORDENAR MULHERES”

    Este é o ensinamento constante da Igreja, e foi relembrado por João Paulo II na sua Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis, de 22 de maio de 1994:
    “A ordenação sacerdotal, pela qual se transmite a missão, que Cristo confiou aos seus Apóstolos, de ensinar, santificar e governar os fiéis, foi na Igreja Católica, desde o início e sempre, exclusivamente reservada aos homens. Esta tradição foi fielmente mantida também pelas Igrejas Orientais.

    O Santo Padre termina com esta solene declaração:

    “Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (Cfr. Lc. 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”.

  6. DIACONISAS
    A questão das diaconisas – tão freqüentemente apresentada por autores feministas e reformistas como prova de que as mulheres costumavam ser admitidas ao Sacramento da Ordem – já está suficientemente estudada pelos teólogos.

    Os pseudo-reformistas geralmente citam a passagem da Epístola de São Paulo aos Romanos:

    “Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que é diaconisa da Igreja de Cêncreas”.

    Não há dúvida de que existiram diaconisas na Igreja primitiva. No entanto, o seu papel deve ser esclarecido. Eram matronas que, por motivo de decoro, ajudavam no batismo das mulheres, que se fazia por imersão, entrando na água com elas, sustentando-as e ungindo-as com óleo.

    Ajudavam também na catequese das mulheres, visitavam mulheres jovens doentes, acompanhavam mulheres que tinham de conversar com bispos, presbíteros ou diáconos, indicavam o lugar delas na igreja, evitavam que elas cochilassem durante as cerimônias (nos tempos primitivos, devido às perseguições, as celebrações eram feitas de madrugada), e assim por diante.

    As diaconisas eram geralmente viúvas, virgens consagradas ou esposas de presbíteros, bispos ou diáconos. O Concílio de Calcedônia (451) estabeleceu que as mulheres deveriam ter pelo menos 40 anos de idade para serem consagradas como diaconisas. Havia um rito para a consagração de uma diaconisa. Nele o bispo impunha as mãos e dizia uma prece invocando o Espírito Santo. Era um rito semelhante ao usado para consagrar diáconos. Contudo, o estudioso de liturgias antigas, Pe. Solá, afirma:

    “Essa consagração nunca foi entendida como verdadeiro sacramento, e as mulheres nunca foram consideradas como membros do clero”.

    Santo Epifânio atesta:

    “As diaconisas não foram instituídas na Igreja para exercer funções sacerdotais ou administrativas, e sim para atender e proteger a modéstia feminina”.

    Em alguns lugares, a imposição das mãos pelo bispo foi erroneamente considerada como conferição do Sacramento da Ordem. Contudo, Herbert Thurston, em The Catholic Encyclopedia, acentua que esses abusos foram sem dificuldade reprimidos pela Igreja, por meio de decretos conciliares. Assim, o cânon 19 do Concílio de Nicéia declarou que as diaconisas eram leigas e não haviam recebido nenhuma forma de ordenação. E conclui:

    “Pelo que vimos, segue-se que a Igreja como um todo repudiou a idéia de que as mulheres pudessem, em sentido próprio, receber o Sacramento da Ordem”.

    Em resumo, as chamadas diaconisas não eram ordenadas, mas mulheres que exerciam funções próprias de um diácono e, por isso, eram chamadas impropriamente de diaconisas. É o mesmo que ocorre com um “coroinha” que muitas vezes exerce funções próprias de um acólito (uma das ordens menores), sendo muitas vezes chamado de acólito, mas não o é no sentido estrito do termo.

    Os “ortodoxos” também reconhecem essa verdade: num debate no Orkut um deles me disse que as diaconisas não são ordenadas, são freiras, com um título antigo.

    fonte:http://apologeticacatolicablog.blogspot.com.br/2009/04/ordenacao-de-mulheres.html

  7. Sou totalmente contra a ordenação de mulheres diaconisas. Essa idéia é simplismente uma “ponta de lança” para a idéia da ordenação sacerdotal de mulheres. Há quadragésimas intenções por trás dessa proposta “bonitinha” bem ao estilo “politicamente correto”.

    Quando os Apóstolos decidiram ordenar os primeiros diáconos disseram a multidão de discípulos: “Não é conveniente que nós deixemos a palavra de Deus para servir às mesas, escolhei dentro vós sete VARÕES de boa reputação, cheios do Espíeiro santo aos quis encarreguemos desta obra” (Ato dos Apóstolos capítulo 6) Ora, se o diaconado fosse aberto também a mulheres os Apóstolos não teriam especificado VARÕES como está claro na Bíblia.

  8. Pegar o Santo Rosário e rezar ninguém quer… Apóstata e herege! É por causa de gente assim vinda da Alemanha, França, Holanda, etc. que o concílio foi o que foi…

  9. As mulheres têm seus próprios deveres de estado (e são muitos!) e não devem se imiscuir nos assuntos próprios dos homens. As tarefas secundárias na paróquia são mais um estimulo para os jovens descobrirem uma vocação sacerdotal, por isso é conveniente que sejam jovens a desempenhá-las.

    Isso que os alemães – descendentes de Lutero – estão implementando é um método para “acostumar” as pessoas com a ideia de termos, enfim, mulheres-padres, como os protestantes! As “ministras de eucaristia” já cumprem este papel, mas uma diaconiza aproxima cada vez mais as mulheres, pouco instruidas na doutrina da Igreja e de espirito feminista, ao sonho de serem sacerdotizas.

    O ideal é uma coisa, a realidade é outra! A realidade, hoje, é que essas mulheres que vivem “enfurnadas” na paróquia acabam descuidando de sua casa e de sua familia. O pior é que acabam se envolvendo em relações escandalosas com padres nada vocacionados.

    O que acham que virá depois? Os seminários seriam necessariamente mistos… no que isso vai dar? No padre casado, quiçá com uma mulher-padre… Afinal, dirão alguns, “Pedro tinha sogra” (está nas Escrituras), logo… era casado! E… se recomeça toda essa discussão sem fim!

    Basta de inovações! Deus é ordem, e essa bagunça toda não é coisa dEle, nem O agrada.

    Infelizmente, a mulher-padre virá, assim como o padre casado, não se iludam. As coisas estão indo a passos largos!

  10. Mais um Arcebispo/Bispo querendo aparecer às custas da Santa Igreja. Ser “simpático” e agradar ao mundo. Nada novo debaixo do sol…

  11. Heitor,
    A diaconisa do passado não tinha a função de um diacono como você conhece. De uma lista no texto abaixo:
    http://www.pr.gonet.biz/kb_read.php?num=874&head=0

    Ordenar mulheres diáconos hoje em dia pode ser tomado como apostasia

  12. Corrigindo: Ordenar diaconisas hoje e nos moldes que esses ‘desconstrutores’ desejam pode ser tomado como apostasia.

  13. Pergunta : Esse cara se retratou de sua heresia de negar o carater espiatorio da morte de Nosso Senhor ?

  14. Se esse pessoal gosta tanto re reformas, por que não reformam a própria cara-de-pau?

  15. “Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como DEFINITIVA por todos os fiéis da Igreja” Beato João Paulo II

  16. Olhando assim até que a CNBB é café pequeno!….

  17. Custo a entender o que tanto essa gente quer inovar. Ensinar o que “já existe” eles não conseguem (ou não querem) e ficam inventando um novo catolicismo para tentar agradar à todos.

  18. Concordo com o Rafael Bassoli, rezar o terço ou se tornar religiosa consagrada nenhuma mulher quer, agora ocupar a cadeira do Padre isso sim elas querem, começa assim logo mais vão querer o trono de São Pedro….e o pior já tem Arcebispo apoiando, quero ver quando ele estiver diante do Rei dos reis como ele irá explicar este tipo de situação, afinal “Aquele que sabe pouco será chicoteado poucas vezes, porém aquele que muito sabe será chicoteado várias vezes”…até eu tenho medo dessa passagem. Que a Santíssima Virgem Maria que nunca quis cargo nenhum e se tornou a Rainha do Céu pela vontade de Deus ilumine a mente desses Arcebispos e mulheres que desejam estes cargos…

  19. As diaconisas que aparecem no novo testamento não recebiam o sacramento da ordem, o sacramento da ordem era somente para os homens (diáconos), por isso elas não podiam ministrar os sacramentos e deviam ser submissas aos diáconos, elas eram apenas mulheres de boa vontade que auxiliavam em alguns serviços pastorais, como por exemplo, a preparação das mulheres, recém convertidas para o batismo, etc…

  20. “Zollitsch disse que a Igreja Católica somente poderia recuperar credibilidade e pujança comprometendo-se com a reforma”. Como se a Igreja precisasse da credibilidade que os meios lhe estão dispostos a dar… Coitados dos que pensam assim.
    Na Antiguidade, muitos cristãos morreram mártires por não ceder aos imperativos da idolatria. Hoje, temos inclusive Bispos, que em nome da “credibilidade” junto ao mundo, a nova idolatria (ou melhor a mesma de sempre, só que travestida de moderna), estão dispostos a sacrificar a Tradição da Igreja.
    A propósito, muito se fala das diaconisas, mas pouca gente o faz com fundamento. Os estudos mais sérios comprovam que elas representavam sim uma categoria de fiéis na Igreja antiga, mas que de forma alguma seriam o equivalente feminino dos diáconos, jamais integraram a hierarquia. Em primeiro lugar, elas podem ter sido nada mais que as esposas dos diáconos casados, encarregadas do serviço à Igreja em funções que mesmo hoje são desempenhadas por não poucas santas mulheres em nossas paróquias, sem o pomposo título de diaconisas: atenção à sacristia, limpeza da igreja, lavagem de paramentos, toalhas, alfaias do altar enfim. Outro campo de trabalho, também desempenhado hoje por senhoras bondosas, em que se tem notícia de que agiram as diaconisas é o da costura para os pobres e do preparo da comida para os pobres. As diaconisas também prestavam seu auxílio no batismo das mulheres adultas, já que o ritual previa que os (as) catecúmenos (as) se desvestissem de sua roupa e revestissem, já batizados (as), a veste branca dos neófitos – função que, por uma razão de decoro cristão, também chamado de honestidade ou santo pudor, seria própria para mulheres. Além disso, deviam acompanhar as candidatas ao batismo até entrarem na piscina batismal e, depois, ao saírem, já batizadas.
    Por fim, as mulheres ainda podem desempenhar hoje uma função que com absoluta certeza as diaconisas da Antiguidade jamais sonharam em realizar, o chamado “ministério extraordinário da Sagrada Comunhão”.
    Um dos perigos do “arqueologismo” que se infiltrou na Igreja com o modernismo do passado século é justamente esse, buscar justificar tudo na Antiguidade, mesmo que sem rigor histórico algum: ouvem falar superficialmente em “diaconisa” e acham que devem implantar isso na Igreja como eles pensam, segundo uma mentalidade completamente alheia à Tradição da Igreja e aos pronunciamentos do Magistério pontifício que, até o tempo mais recente, sempre foi categórico em afirmar que o sacramento da Ordem é e sempre foi prerrogativa de homens. Lástima que até Bispos, que deveriam justamente zelar pela Tradição e pelo Magistério pontifício, engrossam voz dos contestadores.

  21. Conseguiram ser coroinhas daqui a pouco diaconisas depois sacerdócio… desse jeito que querem fazer as mulheres sacerdotes a passos de tartaruga…

  22. Na biografia de Bergoglio, intitulada “Francisco – O Novo João XXIII”, dos jornalistas espanhóis José Manuel Vidal e Jesús Bastante, eles acreditam que Francisco irá executar o programa para o qual anseia o grupo que o apoiou e votou nele para papa. Como 1º ponto: “A participação da mulher na Igreja: a primeira porta é a da ordenação sacerdotal das mulheres” (p. 40) Há muito mais abundantemente no livro, eleição direta para os bispos, o que eles chamam de “democracia eclesial”, etc. Entusiastas com o “novo Roncalli”, os autores anunciam a revolução já em curso. Quem quiser checar o que eles esperam de Francisco, basta ler o livro publicado pela Vozes, que tem como subtítulo “Jorge Mário Bergoglio – O primeiro pontífice americano para uma nova primavera da Igreja”.

  23. Meu professor de pós-graduação em Bioética, Monsenhor Michel Schooyans, explicou-nos como funcionam essas coisas ao aludir à chamada “estratégia do salame”.”As coisas vão por fatias, quando viu, fatiou tudo!”

  24. Em grego, padre é “presviteros”, esposa de padre é “presvitera”, isso não significa que esposa de padre também é padre.
    O mesmo acontece no diaconato, diacono em grego “diakonos” significa ajudante, as diáconisas no novo testamento e igreja primitiva eram como “acólitas”.
    Diaconisas existiram na igreja bizantina até ano 1453, normalmente eram ajudantes do batismo de mulher (de acordo com antiga tradição, a pessoa deve estar nu no batismo, assim o padre não pode batizar mulher, são as diaconisas que batizavam mulheres, o padre ficava num lugar separado, apenas dá benção).

  25. Antes só existia coroinha homem, é claro, aí mudaram para acólitos e acolitas. Agora querem instituir as “padras”, depois bispas e papisas. Então se você chamar as meninas que vestem a roupa de coroinha ou as ministra da eucaristia de jaleco espiritas de padras elas ficam bravas.

    Então o sacramento da ordem serve para que mesmo? Qual é o trabalho do padre???

  26. É claro que ser diaconisa é um primeiro passo para as pessoas irem se acostumando e depois ordená-las padres. Esse é o objetivo deste Bispo. “Ah, mas o Papa João Paulo II proibiu” alguns podem dizer. Mas, gente, não é dogma de Fé a Virgindade de Nossa Senhora? ou a Ressureição de Cristo? mesmo assim tem sacerdotes que põe em dúvida isso.
    O que eu acho: se este Bispo está falando publicamente, é sinal de que muitos outros (uma legião!) também pensam assim e, com o tempo, eles vão conseguir fazer isso, sim:mulheres serão ordenadas padres.
    A não ser que Deus mande antes um castigo tão terível que impeça tudo isso, estilo Akita.

  27. Incrível que se discutirmos esses temas com boa, reta e ortodoxa intenção, certamente encontraremos soluções contemporâneas sem cair na ideologia feminista e afins. Esses “debates” na Igreja Católica sempre aconteceram, sobre temas diversos. É normal!

    Acontece que uma coisa são os Apóstolos se reunirem em Jerusalém ( Atos 16) e discutirem um tema. Ora, divergências acontecem, mas eles querem ser ortodoxos. Outra coisa é reunir Judas, Anás, Caifás, Herodes e Barrabás como convidado especial e discutir esses temas. A intenção, a visão, a fé…é confusa.Eles já não crêem mais. Eles querem que a Doutrina Católica mude. Sabe Deus a intenção desses Senhores em tratar desses temas.

  28. “Era uma vez uma Igreja chamada Católica. Um dia uma parte dos Bispos dessa Igreja disse: ‘vamos destruí-la’. E a destruiram.”
    Simples, não é?
    Assim aconteceria com toda certeza se Nosso Senhor Jesus Cristo não tivesse assegurado a perenidade e a invencibilidade da Santa Igreja. As portas do inferno não prevalecerão contra ela. Mas, isso não impede que essas mesmas portas infernais tentem prevalecer. E Bispos como esse Zollitsch perseguem tenazmente tal objetivo.
    Preocupação com o papel do leigo e da mulher na Igreja (leia-se: fazer os leigos serem iguais aos padres e colocar a mulher para celebrar Missa). É isso que se ouve dizer há muito tempo, como se a salvação eterna de nossas almas dependesse dessas distorções, dessas desfigurações. Há muito querem que os padres se casem (portanto, não é idéia nova). Agora fala-se em criar diaconisas… Amanhã serão sacerdotisas, Bispas, Papisas…
    Dom Piero Marini já falou a favor de uniões gays… Pe. Frederico Lombardi também. Quem sabe, num futuro não tão distante veremos tais “uniões” abençoadas nas igrejas… Em cerimônias celebradas por… “diaconisas”.
    Ou já por “sacerdotisas”. Quem sabe por “párocas”! Assim, tudo se encaixa, não?
    É espantoso ver como homens da Igreja se empenham em instalar a abominação da desolação no Lugar Santo, o Templo de Deus. Abominação sobre a qual o próprio Cristo já nos alertou.
    Desvirtuar o papel da mulher, da família, enganar o fiéis, levando-os ao erro, desfigurar cada vez mais o Culto Divino, ofender a Deus sempre mais, sempre mais, e nas coisas mais sagradas (especialmente nas coisas mais sagradas!!!)… e sem limites… sem limites.
    Tudo está ligado. Eis o plano diabólico para a destruição da Igreja.
    Mas, não de uma vez, para não assustar o povo católico. Aos poucos… aos poucos… Calmamente, vagarosamente e… inevitavelmente.
    E isso a partir de homens que exercem altos cargos na Igreja.
    A partir do vértice.
    A grande apostasia começará pelo vértice da Igreja.
    Ou seja, pelos Bispos. Pelos sucessores dos Apóstolos.
    Bispos do quilate desse Zollitsch.
    Não nos admiremos. Está na parte não revelada do Terceiro Segredo de Fátima.
    A Igreja é indestrutível. Mas, não a salvação eterna de nossas almas que, enganadas por lobos como esse, podem ir para a ruina eterna no inferno junto com eles. Porque não pensemos que esses tais não terão sua recompensa, se não se arrependerem e não repararem esses escândalos.

  29. Uma Igreja desesperada por aplausos não é Igreja. Se no passado o catolicismo era respeitado e tinha credibilidade é porque a alma do povo era devota e colaborava com a graça de Deus, ao contrário, hoje os homens humilham, perseguem e vaiam a Santa Igreja, pois ela não não aplaude sua promiscuidade e malícia.

    Se a Igreja vai mal é porque faltam homens santos, dispostos a viver a loucura da Cruz e as virtudes da Santa Mãe de Deus.

    Essas permicividades perniciosas (diacinisas, comunhão para casais de segunda união …) terão como fruto uma Igreja falida, incapaz de ser soerguida e pastoreada, pois será um rebanho que se revoltou contra o seu Bom Pastor.

    Um catolicismo que busca ovações mundanas em última análise serve ao demônio e não a Jesus.

    Rezemos meus irmãos acima de tudo o Santo Rosário e clamemos Divina Misericórdia, tão abundante aos que querem ser salvos e fiéis até o fim.

  30. Miserere nobis.
    Sancta Maria,
    Ora pro nobis

  31. O comentário da sra Giulia d’Amore é irretocável! Parabéns!
    Novamente, o reno se lança no tibre!

  32. Wendell Freire
    3 maio, 2013 às 2:18 pm
    Olhando assim até que a CNBB é café pequeno!….
    Engano seu, Wendell. Na reunião de 2014 estará em pauta as mulhres nas novas paróquias.

  33. Colocaram as meninas como coroinhas pra quê? Para serem freiras que n foi!
    Foi para acostumar visualmente o povão com mulher transitando no presbitério.
    O dia que uma mulher aparecer na minha frente e se dizer sacerdotisa da Igreja, lavo a alma dos Católicos, mando para a UTI!

  34. Eu não sei o que o arcebispo de Freiburg (que, a julgar pelo histórico, deixa o padre Beto parecendo um beato) pensa efetivamente sobre o que é o diaconato feminino. Se é o diaconato a que a Bíblia se refere, se é o diaconato a que as feministas infiltradas na Igreja se referem… Eu só sei óbvio: mulheres não podem receber o sacramento da Ordem. Simples e óbvio. E IMUTÁVEL. E, com efeito, não podem exercer absolutamente nenhuma atividade que seja de exclusiva iniciativa dos ordenados. E acabou.

    Se existe algo que fragiliza a posição na Igreja no mundo é esse sucedâneo incontável de bobagens propostas pela ala degrada do clero, que se comove a cada novidade reluzente encontrada na esquina, embaladas com doses de bom-mocismo inconsistente. A julgar pelo mal estar crescente da camarilha velha com a renovação clerical em sentido totalmente diverso daquela imagem de igreja pervertida que os embalava em tempos passados, a única e real solução para a Igreja é torcer para o tempo passar e que os lobos façam o menor estrago possível. Esses alemães então, vixi, Kasper, Lehmman, Zollistch…

    Agora, não se deixem levar pelas palavras de canalhas modernistas que querem “pautar” o pontificado de Francisco. A ideia de que ele poderia apoiar a ordenação de mulheres é tão mentirosa e estúpida, uma vez que, como bem se sabe, isto praticamente encerraria qualquer tentativa de diálogo ecumênico de verdade com a Igreja Ortodoxa. Diálogo este que está no topo da pauta de prioridades do Papa, dado o seu convívio com os ortodoxos argentinos.

  35. Meu Deus… mudaram de religião e esqueceram de trocar as placas das igrejas e de nos avisar.
    Me sinto tão desanimado com tudo isso, com todas essas “novidades” …

  36. Dom Zollitsch já se envolveu noutros episódios anteriores pró “progressistas” contra o grande emérito Papa Bento XVI, pediu até desculpas; retorna muito estranho; ele e similares sugerem o diabo, não se cansam de sempre em nome da credibilidade disso e daquilo quererem algo mais, está pouco, desejam uma aberturinha daqui, outra acolá… São insaciáveis.
    O desejo desses hierárquicos sugeriria até serem infiltrados na Igreja a transformá-la numa das seitas quaisquer existentes por aí, se não é parece, ou numa sucursal da Teologia da Libertação, agora sob suspeita documental de ser mais umas obras primas da KGB para doutrinar marxismo sob forma religiosa, link abaixo:

    http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14089-a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html e original em inglês http://archive.frontpagemag.com/readArticle.aspx?ARTID=35388.
    Sabíamos há muito disso dado as afinidades TL-PT-PCC-FARCs etc., mas podendo demonstrá-lo via documental, tanto melhor!

  37. O problema que pessoas ditas “católicas” querem transformar a Igreja de Cristo totalmente igualada a Igreja Protestante de Martinho Lutero. Pelo menos Lutero saiu da Igreja e foi pregar do seu jeito! Agora estes aí querem pregar do jeito de Lutero na própria Igreja. É tipo quando se implode um prédio. Este golpe a Doutrina Católica é muito mais fatal…

  38. Essa é a neo-igreja…
    Coisas piores, muito, muito, muito piores, virão…
    Basta-nos lembrar das Profecias de Jeremias, Isaías, das Aparições da Santíssima Virgem (Quito, la Salette, Fátima [deturpada pelos papas conciliares] e Akita), bem como nas visões do Santo Padre Pio e de Teresa Newmann.
    Sem falar na “profecia” do Cardeal Fulton J. Sheen, a qual tenho o gosto de levar ao conhecimento dos FRATRES:

    “Ele, (Satanás) formará uma contra-igreja que será como o ‘macaco’ da igreja, porque o diabo é o ‘macaco’ de Deus.Terá todas as características da Igreja, poréma invertida e esvaziada de seu conteúdo Divino. Será o ‘corpo místico do Anticristo’, tão parecido externamente ao corpo místico de Cristo. Logo se verificará um paradoxo : as mesmas objeções com as quais os homens do último século (o cardeal se referia ao séc. XIX – ndt) rechaçaram a igreja, serão as razões pelas quais aceitarão a contra-igreja.”

    Fulton J. Sheen, El comunismo y la conciencia de Occidente , (Bobbs-Merrill, 1948), páginas 24 – 25.

    Depois disso, só aumentando ainda mais as orações!
    Diante de toda essa triste realidade eclesiástica, na qual estamos imersos, nada como “aquela perguntinha incômoda”:
    ESSA IGREJA CONCILIAR É SÉRIA?
    Kyrie Eleison!
    Imaculado e Doloroso Coração de Maria, sede a nossa salvação!

  39. Neimar Leme, eles avisaram sim, basta ler o que os peritos falaram sobre o CVII.
    Mas n desanime! Força!!!! Se entregue a leitura da vida dos Santos, dá um ânimo extra na vida espiritual.

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