Brasil: duas comissões e o contraste.

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Comissão Episcopal (sim, na imagem há vários bispos) para os Textos Litúrgicos da CNBB realiza última reunião do ano de 2012 – são os sábios levitas que zelam pela nossa liturgia.

marini

Monsenhor Guido Marini, mestre de cerimônias pontifícias, se reuniu ontem, 4, no Rio de Janeiro, com responsáveis pela Jornada Mundial da Juventude a fim de preparar a liturgia do Papa para o evento.

24 Comentários to “Brasil: duas comissões e o contraste.”

  1. Alguém tem que fazer de Mons. Guido Marini cardeal!

  2. Esta é uma tristeza que envolve meu coração. UNIDADE. Unidade na doutrina, na liturgia, no comportamento, no modo de ser, de estar, de se vestir. Uma só Igreja e tanta divisão… Se a Igreja é o Corpo Mistico de Cristo e se Cristo é a Luz do mundo, “põe-se a luz sobre o candeeiro para que dê luz a todos” (Mt 5, 13-20). A luz que ilumina deve moldar o mundo e não o mundo moldar a Igreja de tal forma que a Igreja perca sua identidade com Jesus cristo. A CNBB se comporta como o sal que não salga e por conseguinte, o percentual de católicos no Brasil caiu, perdendo para outras correntes.

  3. Dá nojo…

  4. Salve essa Jornada, Guido Marini!!!

  5. Será que Mons. Marini é acessível? Se eu estivesse no Rio daria um jeito de me encontrar com ele, trocar umas idéias a respeito da CNBB, ou pelo menos pedir um autógrafo, rs…

  6. Pelo menos percebemos que o futuro da Igreja está nos jovens e não na geração de 60! Eles todos passarão e os de baixo no futuro estão lá em cima!

  7. Estou cada vez mais decepcionado com a CNBB, me dá arrepios ouvir essa sigla! Enquanto os de cima levam ANOS “Traduzindo” a 3º Edição Típica do Missal Romano, os de baixo em poucos minutos preparam a liturgia pontifícia, que ao meu ver será linda, como sempre. Levitas, palavra certa e que NÃO zelam pela liturgia, coisa nenhuma. Estes lobos vestidos de cordeiros são uma perdição para a Igreja. Quiçá teríamos alguém parecido com o Mons. Guido Marini na “Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia”, este missal que tem 20 ANOS, e ainda não saiu no Brasil, minha vida toda, tenho 20 ANOS e é esse o tempo que estes lobos levam para traduzir a “porcaria” de documento pontifício! Eles pensam que são deuses na terra e estão nem aí para o que a Santa Sé manda ou quer, ou será que eles ainda estão procurando uma forma de traduzir o missal para acabar de vez com a “Igreja do Brasil”? Preocupante e por muitas vezes desesperador é essa a figura dos de cima. Quanto aos de baixo, que deem uma AULA de LITURGIA EM JULHO, que o Papa venha e mostra a esses “Bispos” como se faz uma liturgia. GRAÇAS A DEUS, nós temos alguns, poucos, mas alguns bispos que querem uma verdadeira mudança na liturgia, Vide Sua Excelência Reverendíssima Dom Antonio Carlos Rossi Keller, Bispo de Frederico Westphalen no Rio Grande do Sul, que ele mesmo traduziu a 3ª Edição do Missal para a sua Diocese e reza em Latim constantemente.

  8. Pax Domini.
    Certos momentos da história da Igreja não nos deixarão saudades. Mas, para as futuras gerações poderemos dizer que Deus ainda na crise suscitou homens justos e sóbrios. Salve Monsenhor Guido Marini e as novas gerações que estão disposta a serem realmente católicas.

  9. Concílio internauta* e seus frutos no Brasil…

    Legenda*: Concílio internauta = Concílio “Virtual” = “Tudo por causa da internet” © = Concílio tupiniquim = Concílio 4 + 4 = 7 (em algarismos romanos) = …

  10. Que bagunça na CNBB!
    Isso explica o porquê da Igreja não ser ativa no Brasil e só se manifestar com notas depois de algo acontecer.
    Devemos rezar e ver como podemos ajudar os nossos bispos a serem, a se comportarem realmente como bispos.
    O contraste é demais entre uma foto e outra. Queira Deus que um dia a CNBB volte para o caminho certo!

  11. Esta reunião de bispos CNBBistas pouco difere, no visual, de uma reunião de pastores protestantes. Mas nós não vivemos na era em que as aparências não dizem nada sobre o conteúdo, nós vivemos na época em que as aparências dizem O OPOSTO do conteúdo, é por isso que na primeira imagem tanta gente vê esses homens piedosos, enquanto na segunda enxergam fariseus legalistas.

  12. «A liturgia não nos pertence, pertence à Igreja. Ela não está em nossas mãos para fazermos o que queremos. Ela é um dom. A grandeza da liturgia é sua objetividade».

    Mons. Guido Marini, na homilia da Missa em latim celebrada ontem por ele na capela do Seminário Arquidiocesano São José.

    Fotos aqui: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.578573648853895.1073741842.375882539123008&type=1

  13. Lá no face do Mons. Guido Marini, tem uma foto deles de pé, na direita da foto estão sem batina.

  14. Esta ideia de um contato com o Mons. Marini se ele for acessível é bem interessante, será que ninguém da tradição consegue um contato com ele, entrevistá-lo, etc. É preciso a Tradição mostrar a cara e afirmar seu espaço na Igreja, cada vez mais!

  15. Agora tá explicado porque a nova tradução do Missal de Paulo VI não saiu até hoje!

  16. O que me intrica é que de fato, pensam os famigerados Bispos da “CNBdoB”, que estão prestando um exelente serviço à Igreja do Brasil em refletirem durante décadas se traduzem a palavra “Dominus” por “Senhor”, “Deus”, “Pai”, “painho”,”Velho”, “Chegado”, “rapá”, “Sinhô”, etc.

    Um dia eles se decidem.

  17. Imaginem as sugestões dos brasileiros a Mons. Guido: “tinhamps pensando numa procissão de entrada com tambores, rego-reco, pandeiro e cuíca. Depois, a e bíblia entraria dentro dum coco, carregada pelos índios. E ao fibal da missa, a Beija Flor ou a Mangueira se apresentariam para o Santo Padre”.

  18. Detalhe todo especial para a quantidade de documentos em cima da mesa, ou seja, basta usar os livros corretos e não um monte deles que não servem de nada e que causam a ambiguidade.

  19. Segundo a Rádio Vaticano, Mons. Marini proferiu conferência sobre a liturgia no seminário arquidiocesano. Alguém gravou, anotou, filmou?

  20. Caros, tenho acompanhado com certa proximidade a visita do Monsenhor Guido Marini, uma vez que tenho um grande amigo seminarista que integrará a equipe litúrgica da JMJ.

    A primeira coisa que este meu amigo — um rapaz muito piedoso, amigo da missa tridentina, muito correto na doutrina — relatou foi a santidade do monsenhor! Um homem de fala muito mansa, centrado.

    Ao que parece, algumas coisas propostas pelos bispos brasileiros o Santo Padre poderá aprovar sem passar pelo padre Marini — e uma delas já foi inclusive aprovada, mas não sei se eu poderia divulgar.

    De qualquer forma, espero que a presença do monsenhor Marini suscite nos seminaristas e padres um amor pelo uso da batina e um zelo litúrgico que passa longe, muito longe de nossas paróquias.

  21. Machado, eu acho que esta sua fonte de que coisas propostas pelos bispos passariam sem a aprovação ou pelo menos vistas do Monsenhor está errada, pois na liturgia Pontifícia, nada, absolutamente nada, passa sem a vista do Mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, está na própria constituição do Ofício, é ele Mons. Guido Marini quem deve Salvaguardar a Celebração Litúrgica do Papa e é quem deve saber de tudo o que acontece tanto em Roma, quanto no resto do mundo. Por mais alto o grau do prelado que fizer a sugestão, deve passar pelo Mestre.

  22. Fratres, vocês não conseguem agendar uma entrevista com o grande mons. Marini enquanto ele está em terras nacionais? Como gostaria que o meu pároco fosse o Mons. Marini!! Os que estão sem batina à direita da foto certamente são os representantes brasileiros.

  23. Arthur, acho que me expressei errado, peço perdão. O que eu quis dizer é que houve coisas que os bispos propuseram e que o monsenhor Marini teria levado ao papa, que por sua vez aprovou — o que eu quis dizer, enfim, é que o monsenhor Marini não vetaria uma sugestão que o papa aprovou. Mas de fato passou por ele, como você bem diz.

  24. Apenas esclarecendo a intenção de meu comentário (em tom de paródia) de 5 junho, 2013 às 12:48 pm,
    para evitar qlqr escândalo ou mal entendido…

    Ali eu satirizava, obviamente, o suposto “Espírito do Concílio”, ou os nítidos (maus) frutos
    do Concílio que, para mim, como para muitos aqui, não é algo de pouca monta.
    Pelo contrário: é um “debate a ser feito”, nas palavras de Monsenhor Brunero Gherardini, ou
    melhor, é um debate que já deveria ter sido feito e levado a cabo há muito tempo.

    Se há algo de sério e aproveitável nele (aquilo que obedece aos pilares da Tradição, Escritura e Magistério), esse lado (aproveitável) ficou resguardado de meu desabafo… ao menos em intenção.